Um Vislumbre do Mundo Real


As três dimensões do tempo podem considerar-se como uma continuação das três dimensões do espaço, ou seja, como a quarta, a quinta e a sexta dimensões do espaço. Um espaço exa-dimensional é, sem dúvida, um ‘continuum euclidiano’, porém cujas formas e propriedades nos são totalmente incompreensíveis. A forma de um corpo exa-dimensional não é concebível, porém se fôssemos tomá-lo com os sentidos, não há dúvida de que o veríamos e sentiríamos como se fosse tridimensional. A tridimensionalidade é a função dos sentidos. O Tempo é o limite de nossos sentidos. O espaço exa-dimensional é a realidade, o mundo tal qual é”. P. D.Ouspensky


Essa nossa limitação que distorce a realidade pode ser superada e deve ser superada. O homem tem potencial para perceber e compreender muito além dos sentidos e da mente condicionada por eles.
É fundamental compreender de princípio que, a menos que a dimensão Tempo seja incluída em todos os aspectos da vida continuamos como bárbaros supersticiosos. Perceber o mundo através de quatro dimensões é o princípio da verdadeira ciência, levar em conta o princípio de causa e efeito e suas relações.
Isso obriga a que cada ser humano compreenda o mundo e o “reconstrua” com sua própria mente. Acreditar e repetir coisas faladas e escritas por outros sem honestamente repensa-las e colocá-la à prova é DESONESTIDADE intelectual – é condenar-se a morte psíquica.
Estamos todos obrigados, se queremos apenas ser humanos, a ser como verdadeiros cientistas e buscar a verdade cuidadosamente.
A quinta e a sexta dimensões são para aqueles que são honestos, fizeram a lição de casa, despertaram e evoluíram.

Esse momento da história revela o quanto o homem comum e mesmo o que se atribui o título de “cientista” ou, que acredita ingenuamente algo ser científico, age como o bárbaro supersticioso e violento incapaz de pensar por ele mesmo e que repete, maquinalmente, opiniões sem nenhuma análise crítica sincera. Quem vive limitado pela matéria e espaço, com a exclusão do Tempo, são os animais. O consumo e a busca por “informações”, por diretivas, por ajuda para tudo, é o sintoma desse vazio interior, dessa paralisia e preguiça intelectual e a morte da alma. O ‘siga o líder’, a reprodução de opiniões e ordens das autoridades constituidas ilustram bem essa condição lamentável.

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