O Totalitarismo Sanitário


Todas as grandes conspirações pós II⁰ WW tem a ver com o controle biológico da humanidade, sempre através da “ciência” médica, pelas vacinas, genética, drogas e a criação artificial e perversa de pestes virais levando o povo ao pânico e ao terror, obrigando as pessoas a buscarem socorro na medicina e no Estado.
60 anos de doutrinação fizeram da humanidade refém da narrativa médica. Hoje o médico tem mais autoridade que um general e mesmo um presidente.
É patético ao ponto que chegamos! “Ordens médicas” são tomadas como leis divinas, indiscutíveis e acima de tudo e de qualquer suspeita. Hollywood, a mídia, a literatura e as leis, tornaram em verdade a pseudociência médica! Essa é a nova religião e fé. Nenhum religioso convencional, nenhuma autoridade ousa contestar ao médico e o corporativismo dessa profissão é absoluto – se protegem e mentem para salvar seus colegas e o prestígio da profissão .
Mesmo diante dos fatos gritantes, dos erros crassos, do charlatanismo e pseudociência, nada abala essas crenças e no que se tornou a ditadura medico-sanitária. Sem se dar conta, o mundo foi envolvido e dominado pelos princípios falsos e mentirosos que fundamentam a medicina, mas que carregam um poder terrível de submeter as pessoas pelo medo da dor e da morte. Isso se deve a que a natureza é vista como imperfeita e daí a condição humana como doente e não íntegra.
A humanidade foi levada a crer no mal, na doença, num mundo produto do acaso, formado segundo o caos e uma ordem onde ocorre evolução inconsciente e mecânica que, portanto, não tem nenhuma meta senão um suposto aperfeiçoamento inexorável que nasce continuamente do mal e da doença, através de ciclos de construção e destruição mecânicos. A lei que reconhecem é a da competição, da sobrevivência do mais “adaptado”, da luta eterna, porque o mais forte precisa vencer – sendo esse mais forte o detentor da tecnologia, da “ciência”, do poder bélico e violência – onde sempre surgiria um inimigo mais poderoso para que o estado de guerra e insegurança jamais terminasse. Uma nova tecnologia, uma bomba mais poderosa, um vírus mais letal e, claro, as imaginadas “soluções” mirabolantes, se renovam.
Sonham com a construção de um paraíso material, concebido segundo o modelo de seus devaneios psicopatas. Para eles a vida é um fim em si mesma e tudo se resume nisso. Estão numa prisão e inferno e acabam por arrastar a todos à essa insanidade. Prazer, ócio, uma vida eterna pela “ciência”, domínio, subjugação dos inimigos – o mundo como parque de diversões, como campo de guerra e conquistas.
A base sobre a que se apoia esse estado infernal no qual mergulhou a civilização é a medicina e seus fundamentos. A civilização corre o risco de “morrer da cura”!

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