Biogenia X Medicina Alopática


A medicina oficial (alopática) parte do princípio que o Homem é um produto da evolução mecânica e inconsciente (seleção natural do mais apto por mutações aleatórias, acidentais e casuais) – a humanidade é um acidente! A evolução teria acontecido do “nada” para a matéria; da matéria para as galáxias; das galáxias para os sistemas heliocêntricos como o nosso, por exemplo; dos minerais e compostos inertes, na Terra, para as células vivas (abiogênese); das células vivas simples originando todas as espécies, inclusive o Homem, esse, uma “evolução” totalmente acidental dos primatas – ou seja, sem razão, sem motivo, sem objetivo, por mutações genéticas aleatórias!
Sob essa perspectiva o Homem seria ainda, obrigatoriamente, uma espécie em evolução, podendo até se tornar outra espécie (talvez algum alien) e eventualmente, também ser extinta, como foram seus supostos ancestrais hominídeos. Imagine que as espécies intermediárias entre os primatas menos evoluídos e o homem, desapareceram completamente (aquelas espécies chamados de hominídeos e que seriam superiores aos macacos que lhe deram origem) e, nenhum deles sobreviveu, mesmo que mais “adaptados” que seus ancestrais inferiores (os macacos), os quais continuam até hoje!
A condição atual da humanidade seria, portanto, sujeita a falhas, a doenças, as quais a medicina pretende poder aliviar, curar e prevenir com suas drogas e vacinas, entre outras intervenções. Sob essa perspectiva, ainda, o homem precisa da medicina para que possa sobreviver e não ser extinto, porque sua condição natural seria a da doença. Nesse sistema a natureza, em geral, é vista como inimiga, devendo ser dominada e transformada para servir aos propósitos pragmáticos de conforto e sobrevivência. Dentre as ameaças, a mais temível seria a dos micro-organismos “patogênicos”. Esses são combatidos com produtos químicos, calor, radiação e vacinas. Mesmo reconhecendo, recentemente, que há maneiras de viver que evitam doenças, o foco da medicina continua voltada para a intervenção sobre o organismo humano, alterando sua fisiologia e levando a novas doenças (as doenças provocadas pela intervenção médica já superam a de causas naturais).
Do outro lado, a Biogenia vê o Homem como resultado de um processo racional de criação, concebido completo física e biologicamente. O psiquismo é o que deve evoluir. Se a humanidade se extingue, nada resultará como continuidade biológica do homem, mas um novo experimento a nível cósmico será necessário – fisicamente, só podemos nos manter ou perecer, jamais “evoluir” porque somos um produto biológico acabado, perfeito para o meio (a natureza) dentro do qual fomos colocados. Não somos um acidente biológico, mas uma criação inteligente com um papel e uma evolução possível psíquica. Isso seria impossível se a nossa espécie pudesse “evoluir” como imagina a medicina e, aqui e ali surgirem outras espécies hominídeas, essas incapazes de reproduzir com representantes da espécie homo sapiens, dos quais surgiram. Se fomos concebidos como homens, só podemos atingir a meta continuando homens. Ao evoluir fisicamente, nos tornaríamos outra coisa, e isso é claramente incompatível com uma evolução interior – ela não poderia ocorrer e não teria razão para acontecer! No caso da hipótese evolutiva acidental biológica deveríamos esperar milhões de anos para uma possível mas, não garantida melhora, e tudo mais está justificado porque somos imperfeitos e porque há raças e pessoas superiores e inferiores entre nós agora – essa é a origem do nazismo, da justificativa para a escravidão, domínio, guerras e extermínio!
A Biogenia conhece todas as leis relativas à vida e a Lei Única – a união de todas as leis num todo harmônico e interdependente que rege tudo e portanto, entende que a sua aplicação e obediência a nível pessoal e social resulta em saúde perfeita, a qual é condição essencial para a complementação dos poderes interiores e da compreensão. A aplicação desse conhecimento foi empregado e comprovado desde milênios e recentemente, no grande experimento envolvendo milhares de pessoas, o Dr Szekely comprovou cientificamente essas leis.
Aqueles que seguem as leis naturais e cósmicas não adoecem e mantém uma saúde radiante, necessária para atingir a consciência superior. A má saúde é o resultado incontornável de não seguir a Lei. Nenhuma ciência médica pode corrigir artificialmente (contra a própria lei natural) a afronta as leis naturais
Segundo a Biogenia o final da vida física (a morte) não é devido a uma destruição e decrepitude física (como preconiza a medicina), mas coincide com conseguir chegar a certa compreensão e consciência – atingindo a uma condição interior melhor e superior. A vida regida pela Lei chegará ao fortalecimento da compreensão e da consciência onde o corpo já cumpriu com a sua função.
Atingir essa condição interior onde limitações são superadas e defeitos corrigidos exigem, por outro lado, plena saúde.
A filosofia Biogênica aceita os desarranjos da saúde como meios de evolução e os utiliza para correção e aperfeiçoamento, enquanto que a medicina se apressa em elimina-los deixando o paciente ainda mais ignorante e estúpido sobre si mesmo e o progresso espiritual. É claro que a abordagem médica destrói a normalidade fisiológica, danifica órgãos e altera o psiquismo impedindo o progresso para o qual o Homem foi concebido.
O temor e o pavor que foram implantados no povo pela enganadora propaganda medico-farmacêutica sobre a saúde e a doença é um real obstáculo para qualquer progresso espiritual.
Viver em plena saúde é a meta da abordagem biogênica. Não estamos ocupados com prolongar a vida a qualquer custo. Entendemos que é importante viver plenamente e produtivamente e não passar anos, décadas, sob o efeito de drogas, sobre uma cama, limitado, inválido, sendo um peso para a família e a sociedade – como se esforça a falsa ciência da saúde para apenas prolongar a vida.
A nossa civilização está repleta de contradições e a medicina oficial é o ápice delas. Os crentes, religiosos que dizem crer no mundo espiritual e que se submetem a medicina não são nada coerentes. Eles acreditam nos métodos e princípios de uma profissão que se baseia no oposto do que eles supostamente acreditam. Se deixam operar, drogar, orientar por profissionais que negam absolutamente a sua fé. Estranho, no mínimo.
A saúde é o resultado natural, racional e científico de viver em harmonia com as leis naturais e cósmicas, a Lei Única.

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