As Leis Naturais e a Medicina


As leis que governam o universo, que são eternas e imutáveis tem como finalidade o aperfeiçoamento, a saúde e a felicidade. Se um homem conhece e aplica a si mesmo a Lei ele terá vida, equilíbrio, paz, prosperidade, e todas as bênçãos possíveis. Se ao contrário, se opõe a ordem estabelecida do universo se punirá ele mesmo com as consequências de ir contra o Bem. A ciência é o conhecimento e o viver em harmonia com a Lei, o contrário é ignorância e rebeldia. O conceito de justiça/injustiça; de bem/mal, de saúde/doença; paz/desassossego e assim, de tudo o que é desejável e indesejável ao homem se baseia na natureza humana, que é a autopreservação. Ao fundar a vida em práticas que se opõem à autopreservação um homem ou a sociedade em que vive não terão nada de bom, senão as piores consequências naturais e inevitáveis de apoiar-se na falsidade, na mentira e, na tentativa de forçar resultados ou esconder as consequências nefastas e criarão, ademais, ainda mais mal. Não se pode melhorar o Universo, mas única e tão somente se harmonizar com a Lei. A insanidade e a loucura de acusar a criação como imperfeita se deve a ignorância, a sede de poder e dominação, a falsificação deliberada com ações contra a Lei na tentativa de anular a lei de causa e efeito. A medicina alopática é uma tentativa desonesta e perversa de evitar as consequências naturais de erros devidos a ignorância e negligência das relações entre o homem e a natureza. As práticas dessa pseudo-ciência são todas contra a Lei, contra a Natureza, contra a ordem universal. Ao tentar anular os efeitos das ações contra a Lei usam venenos (remédios), vacinas, cirurgias e medidas que não estão em harmonia com a ciência, com as relações naturais. Essa interferência indevida altera as funções vitais e acaba por destruir o organismo causando lesões permanentes. Parte-se do pressuposto que a natureza seria inimiga do Homem, como se ele não fosse parte dela e não estivesse sob as mesmas leis – o que é uma insensatez.
Impor e incluir coisas não previstas na natureza, nas funções fisiológicas, como soluções para erros ou combater supostas entidades inimigas da vida sem antes compreender e viver em harmonia com a Lei, é uma evidente tentativa artificial de evitar as consequências de um mal provocado. É evidente que isso não pode anular os erros do passado e, como são providências antifisiológicas, acrescentarão novos males aos já provocados. O fato dos sintomas e reações do corpo, as agressões serem atenuadas e até eliminadas, não é uma cura, no sentido de devolver o corpo como era antes dos erros que o prejudicaram, mas uma forma de enganar e esconder as consequências.
A medicina alopática, a medicina oficial é uma fraude maligna.

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