A Ameaça Oculta


Muito se fala sobre vírus, pandemia, contágio, letalidade, quarentena, mas a essência do problema está sendo ignorada.
“O vírus não é nada, o terreno, tudo”!
O significado dessa frase de Claude Bernard, repetida pelo pai da teoria dos gérmens, Pasteur, é uma confissão ao mundo de que sua ideia sobre os gérmens estava errada. A medicina atual, entretanto, está 100% construída sobre essa falácia científica. O significado implícito é que num corpo saudável o vírus não é nada, é INÓCUO.
Voltando um pouco no tempo, temos a síntese do AZT na década de 60 para o tratamento de câncer foi um desastre. Todos os pacientes foram dizimados por esse veneno. Anos depois, para não perder os muitos milhões $$$ em pesquisa e instalação de plantas fabris, começou a ser usado como medicação para “combater” a AIDS. Ora, da mesma maneira esse veneno matava 100% dos pacientes em menos de três anos. Tempos depois se descobriu que uma dosagem muito menor não matava imediatamente – mesmo que continuasse a matar lentamente destruindo todo o organismo.
O que concluímos? Que o envenenamento e o viver negligenciando as leis da vida destroem a saúde e que os remédios são, verdadeiramente, venenos. Também, que o vírus é o resultado desse envenenamento e uma consequência do estado toxêmico e jamais a causa dos sintomas – portanto, os vários vírus são consequência de envenenamento, inflamações e desequilíbrios metabólicos.
A história está repleta de desastres desse tipo. Na década de 80 o Interferon foi anunciado como a cura definitiva do câncer e logo se observou que não só não curava, mas piorava a invasão tumoral. Hoje continua a ser usado para a hepatite C entre outras enfermidades.
A história da hidroxicloroquina tem a ver com uma droga para febre amarela, mas também para a dianteira infecciosa e é, certamente, neurotóxica quando mal aplicada.
Mas, a questão fundamental, e por isso lembramos dos primórdios da AIDS foi que sua causa, idêntica a da etilogia de outras viroses é toxêmica e resultado de envenenamento.
Isso nos alerta para a possibilidade de que certos venenos sejam os responsáveis por alguma espécie particular de vírus.
O que inverte totalmente causação das viroses e aponta para causas endógenas (toxemicas) ou exógenas (envenenamento).
Começa a ficar claro o quão fácil é induzir o aparecimento de uma virose através de certos venenos. Daí que o risco estará em algo muito mais direto e eficiente que qualquer suposto processo contagioso.
Para trazer isso para o presente, no caso da Pandemia fabricada pelo conluio China/OMS, tendo como agente o coronavírus, fica claro que há um risco real de guerra química sendo a responsável pelo vírus corona.
Assim, todos os produtos e pessoas vindas da China, mesmo que não “contaminadas” com o vírus, podem ser portadoras de um veneno sofisticado que é o responsável pelo aparecimento da virose.

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