Pseudocristianismo


O doutrina que nasceu do assalto a congregação de Jerusalém no século IV pouco ou nada tem a ver com a escola de mistérios que o Mestre ergueu e que, de fato, foi uma escola esotérica onde os ensinamentos mais importantes eram passados de mestre a discípulo, pessoalmente.
Em toda a escola esotérica se encontra níveis e círculos mais internos e mais elevados, de modo que há círculos externos onde há uma triagem para ser admitido e classes preparatórias.
Na base dessa escola houve um estágio que é o fundamento sobre o qual se pode construir o Novo Homem. Foi precisamente essa parte que foi suprimida e escarnecida e até, distorcida em tudo o que restou da doutrina original, mas que passou a se apresentar como a Igreja – como sendo a doutrina original.
Ao suprimir o alicerce, o fundamento, nada de real pode ser erguido, senão uma estrutura vazia, oca, que se manteve a custa de violência e mentiras e algo de autoritário e de pomposa aparência.
Que base é essa faltante?
O Homem tem, obviamente um organismo que está regido pelo instinto com funções complexas e maravilhosas, mas que precisa de um ambiente adequado e de cuidados para que sirva de estrutura para que o Homem psicológico e talvez, um segundo corpo sutil se formar e nascer dentro desse corpo material.
Essa é a primeira tarefa e prova: conquistar um corpo íntegro e puro pronto para as provas e a evolução de funções superiores. Não é, de nenhuma maneira, possível se desenvolver sobre um corpo doente.
Essa é a razão pela qual toda a doutrina oficial conhecida hoje ser uma falsificação da original e incapaz de preparar os discípulos para estágios mais elevados e exigentes.
O que assistimos hoje ultrapassou em muito a destruição do ambiente e de tornar o Homem disfuncional, intoxicado, ébrio. Os poderosos fazem um esforço continuado para impedir as chances de um homem evoluir, se ele assim desejar, destruindo sua estrutura nervosa com drogas prescritas e impostas – desde quase o nascimento as crianças são injetadas com esses venenos – para esses não há nenhuma chance de desenvolvimento interior, de acrescentar sua compreensão.
O menor dos mistérios, as mais simples tarefas que implicam em se manter íntegro e evitar a destruição das funções básicas, foram execradas e abandonadas pelas religiões oficiais, a ciência e o indivíduo.
Quem não é fiel no pouco, não será em nada mais.

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