O Êxodo da Natureza


A industrialização, mecanização e automação esvaziaram o campo e encheram as cidades.
Centenas de milhões de pessoas nas cidades, dependentes de empregos, do estado/governo e dos alimentos produzidos industrialmente no campo por grandes fazendas é a fórmula para o apocalipse.
No momento que o Homem se desliga da terra ele perde todos os referenciais. E fica completamente dependente de auxílio externo e de que lhe conduzam.
Isso é se tornar escravo, voluntariamente. Pessoas ligadas a terra, dependentes da Natureza e seus ciclos não podem ser dominadas. Claro que há interesse dos exploradores juntar a todos nesse ambiente confinado como uma grande fazenda e assim usá-los como queiram.
O crescimento populacional descontrolado tem a ver com a perda e perversão dos instintos, dos referenciais. As pessoas reproduzem em função de projeções artificiais, de que haverá $$$ e alimentos e de que o Estado resolverá tudo. O equilíbrio natural é rompido e uma população doente e excessiva se forma ano a ano. São todos “mão de obra” “força de trabalho”. Se você é um habitante de uma dessas grandes fazendas a que chamam de “cidades” está obrigado a encontrar e a se submeter a uma das ocupações estabelecidas, a uma das “profissões” e se não conseguir ou não quiser, passará necessidades ou perecerá.
Esse grande ajuntamento nessas fazendas que só crescem, são doentios. Os produtores rurais em fazendas sabem bem dos problemas de confinarem animais: doenças, pragas, alterações genéticas, canibalismo. Não é diferente para nós que compartilhamos com todos os animais as mesmas necessidades básicas e estamos sujeitos às mesmas leis biológicas. A famosa “adaptação” é um falso conceito. Só pode haver adaptação patológica!
As mesmas pestes, epidemias, pandemias, violência, perversões raciais e neuroses são o resultado desse viver anormal, contra as leis naturais. Não há como evitar o desastre. Ele pode ser apenas encoberto pela propaganda. Não há remédio ou vacina que evite o final desastroso.
Só o retorno à natureza, a ligação e dependência direta a ela pode devolver ao homem sua normalidade, porque agora ele está doente e perdeu toda a sua condição evolutiva. De fato, se encaminha para a aniquilação.
As suas emoções, vitalidade, saúde, mente e sexualidade estão distorcidas e doentes porque foi submetido a muitas gerações de um ambiente anormal e impróprio. O que hoje se chama de “normal” é, definitivamente, doente, insano.
Cada vez mais, esses ajuntamentos reagem a certos estímulos como um rebanho sem nenhuma inteligência vital. São “coisas” que podem ser levados e separados como se fazem com animais domésticos quando se quer levá-los para o abate. A inteligência e a razão que revelem qualquer desvio desses comandos centrais é etiquetada como errada e doente. É evidente que diante dessa pressão esmagadora nem as ideias individuais e/ou de grupos familiares podem existir.

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