Curar-se inclui suportar Desconforto


Certamente, a cura não é resultado de uma ação única, como delirantemente a alopatia afirma.
Um conjunto de ações, atitudes e conhecimento se somam para devolver a saúde a quem a perdeu. Entre essas, paradoxalmente, está em suportar o mal estar, as dores.
Exatamente em oposição está a intervenção alopática cujas ações são quase 100% dedicadas ao alívio dos sintomas. A medicina etiqueta todo o sintoma como “doença” – ou seja, algo que deve ser eliminado, a todo o custo – frequentemente resultando na invalidez e na morte. A um determinado conjunto de sintomas eles estampam um nome, a tal doença. Essa doença é tomada como um ser maligno que “atacou” o paciente e a ciência médica está ali para derrotar o agressor com suas armas.
No lado oposto estamos nós, praticantes da ciência da saúde que vemos nos sintomas não o mal, não a doença, mas um processo natural de cura estabelecido e conduzido pelo organismo vivo inteligente. Interromper violentamente esse processo é impedir a cura. A pressa e intervenção atabalhoada da medicina tem sempre como resultado o alívio do sintoma (a interrupção do processo natural de cura) e a destruição do corpo e suas funções fisiológicas – todo o tratamento médico é antifisiológico.
O organismo vivo, com toda a sua super inteligência é tratado pela medicina como um pedaço de carne passivo que aceitaria feliz e agradecido a ação violenta e envenenadora do médico. A medicina ignora o que é a vida e, totalmente, os processos que a suportam. Dar nomes e descrever certas funções bioquímicas e elétricas não é compreender as sutis funções orgânicas.
Quando uma pessoa compreende que suas dores e desconfortos são o resultado natural de seus desvios das leis e que retornar ao bom caminho significará a recuperação da saúde, ela não se apressará em suprimir esses sintomas com venenos (remédios). A confiança de que dentro dela estão todas as condições para a cura, a autocura, mobilizará em si mesma funções e poderes biológicos capazes de reparação. Em muitas ocasiões precisamos de guia, de auxílio daqueles que conhecem e estão aptos para conduzir o processo. Mas, a busca desesperada e automática por alívio é, assim, extremamente prejudicial.
Não nos conhecemos, não confiamos e acabamos por destruir o organismo porque não compreendemos que os sintomas são eles mesmos processos naturais de cura e que devem ser ajudados a chegar a seu objetivo e não combatidos.
É quase uma heresia e um sinal de insanidade nessa nossa época, suportar uma dor qualquer, uma febre, um simples resfriado com seus sintomas variados. As consequências de impedir esses processos salutares naturais de autocura conduzidos pelo organismo são de futuras doenças degenerativas, envelhecimento, degenerescência e câncer. Os processos de limpeza e purificação são impedidos e sobre o organismo se acrescentam mais venenos e toxinas.
Mesmo incapazes de produzir a vida, os cientistas e doutores acreditam que podem interferir e alterar os processos de vida com suas drogas e ações. Eles não sabem, realmente o que fazem. Aqueles que a ela se submetem também participam de uma superstição medieval adornada com a parafernália “cientifica”.

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