Autopreservação

A Saúde é uma Conquista Individual Diária


Nenhum doutor, nenhuma droga farmacêutica pode devolver a saúde destruída por décadas na ignorância e negligência.
Se não todas, a maioria das ações que constroem a saúde são exclusivas de cada pessoa. Os mitos sobre a saúde e a doença são inumeráveis. É ridículo e perigoso estabelecer que a saúde é um direito do cidadão e, portanto, uma obrigação do Estado. Isso, leva, inexoravelmente, a uma ditadura de estado da saúde. Ou seja, o indivíduo atribui ao Estado todos os direitos e obrigações sobre a sua vida, pois saúde é vida!

Desde aí o cidadão renuncia ao controle de sua vida, de tudo, absolutamente, que se refira a manutenção da sua vida e da vida de seus filhos – ele entregou ao Estado a prerrogativa e o direito de controlar e determinar o que pode e o que não pode ser feito quanto a saúde, e assim, sua vida.


A ideia de que o Estado tenha um poder e um conhecimento superior e real sobre a saúde dos cidadãos é completamente estúpido e irreal mas, na prática, tira do cidadão todos os direitos de conduzir pessoalmente sua vida.
O Estado determina quais são as doutrinas e teorias legais sobre a saúde. Ou seja, como e por quem quando e onde você pode ou não pode ser tratado para se curar ou manter a saúde. Isso facilmente pode se estender aos alimentos, deslocamentos, ocupação, tudo, sem exceção.
Porém, o poder de cura é prerrogativa exclusiva do organismo vivo, ou seja, sua! É seu direito e obrigação conhecer e aplicar os princípios que regem a saúde e a vida e, no momento em que você abre mão disso ou, se você é ou se você foi eventualmente assaltado pelo Estado, suprimindo esse direito, não há mais nenhuma liberdade – você se tornou um escravo dócil.


Não há como aplicar as leis naturais por um agente externo sem cometer erros fatais. As leis são, necessariamente, autoaplicáveis – exclusivamente. Portanto, cada cidadão deve ser instruído e se instruir sobre as leis da vida e da saúde e ser o senhor e comandante de sua vida.
É preciso se representar o nível de loucura e de estupidez de entregar ao Estado a direção dos mínimos detalhes da sua vida. Isso não passa de suicídio assistido. Os motivos de avançar sobre a sua liberdade podem ser facilmente criados pelos burocratas e “cientistas” a soldo do Estado para decidir sobre a vida e a morte como ocorre nas supostas epidemias, nas guerras, e, ou nas catástrofes. Os exemplos são muitos e o mais recente e patético, que ainda produzirá pavor e horror é a farsa estatal comunista do CORONAVÍRUS!


Os ignorantes e preguiçosos desde há muito, insistentemente, se entregam aos carrascos oficiais. A maioria prefere continuar ignorante e pedir por soluções coletivas do Estado.


A primeira e a mais importante lei é a autopreservação, a qual é individual e pessoal. Cada vez é mais frequente que o conhecimento e os supostos meios de que dependeriam a saúde sejam detidos por certos grupos e instituições. O fato, inegável e afirmativo é que a autopreservação não pode ser entregue a ninguém sem que se corra o risco de extinção e escravidão.

Ao não compreender as ações coletivas como a vacinação e as drogas farmacêuticas uma pessoa coloca sua vida nas mãos daqueles que têm interesses na má saúde e na dominação e controle total da sociedade. Para a maioria é difícil entender que os sistemas ditatoriais se sofisticaram e que poucos ousariam submeter a população pela força. Hoje, as questões relativas à saúde se tornaram o principal pilar da dominação e da escravidão. Cuidado!

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