Coronavírus – Desmistificando os Microrganismos


O terreno é mais importante que o microrganismo.


Os microrganismos são pleomórficos, ou seja, está provado experimentalmente que esses seres microscópicos mudam sua forma, espécie e função segundo o terreno onde se encontram, onde habitam. É falsa a hipótese de Pasteur segundo a qual os gérmens seriam monomórficos – ou seja, que eles manteriam a mesma forma, espécie e função independente do meio onde se encontram e que nasceriam e morreriam com a mesma forma!


O pai da medicina experimental, Claude Bernard, demonstrou que: “o terreno é tudo; o gérmen é nada”. Ele como outros, provaram cientificamente que, em boas condições de saúde, uma pessoa pode beber um copo cheio de gérmens de cólera – por exemplo – e permanecer em completa saúde! Ou seja, não são as bactérias, vírus, fungos ou vibriões a causa das doenças, mas os micróbios são a consequência delas.


A ideia de que você só encontra moscas onde há alimentos expostos e mais ainda em produtos fermentados e, nenhuma, em superfícies limpas, ilustra bem o porquê os microrganismos só aparecem e se reproduzem em ambientes onde são “chamados”!
E mais, se as condições iniciais mudarem, aqueles microrganismos chamados de “patogênicos” mudam em não-patogênicos e também sua forma e função.


Os gérmens não causam as doenças!
Outro luminar da medicina, o pai da Patologia, Rudolph Virchow declarou:
Se pudesse viver minha vida novamente, eu a devotaria a provar que os gérmens procuram seu habitat natural – tecidos doentes – mais do que ser a causa do tecido doente; isto é, os mosquitos procuram águas estagnadas, mas não a causam”.


A verdade que emana daqui é clara e definitiva: O sistema imunitário é meramente um sistema de substituição (como um estepe de um automovel) que assume o controle quando o terreno falhou e, que o terreno equilibrado e saudável é suficiente para a saúde perfeita, sendo o Sistema Imunitário desnecessário para proteger nessas condições.
Portanto, os gérmens “causam” doenças em terrenos desequilibrados e mais, eles se originam desses terrenos.


O outro fato que compõe a verdade sobre os microrganismos é que origem dessas bactérias, vírus e outros “inimigos” da humanidade são endógenos mais do que exógenos, ou seja, eles são ORIGINADOS dos próprios tecidos do organismo e não vindos de fora.


Há muitos outros fatos sobre a teoria dos gérmens. Tentamos trazer aqui o contraste entre a doutrina como o charlatão Pasteur a estabeleceu e a medicina adotou, mesmo sabendo que é falsa – porém lucrativa e fácil de ser apresentada para o povo estúpido.
Bechamp, Claude Bernard, Neassens e outros verdadeiros cientistas demonstraram que a saúde depende do equilíbrio fisiológico, pelos bons hábitos de vida. Por outro lado, a falsa ciência da saúde jogou a humanidade num inferno de má saúde ao impor práticas deletérias e falsas.


O medo e o pavor dos microrganismos está no mesmo nível das superstições medievais dos maus espíritos, maus olhados, bruxas e outras baboseiras.
Vergonhosa e mortal é a má prática médica e suas doutrinas interessadas na má saúde.
Hoje, estamos no limiar do uso dessa pseudo-ciência como meio de controle do povo e do extermínio benevolente pelas vacinas podres e pela farmacodinâmica – essa nascida no seio do nazismo alemão. A farmacodinâmica atual é um produto genuíno dos cientistas nazistas.

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