Série – Crimes contra a Vida


Vacina Assassina


Os princípios vacinais são tão anticientíficos e bizarros que custa acreditar que cientistas e profissionais da saúde os defendam. Aliás, é surpreendente como desprezam a seriedade que o assunto merece ser tratado.


A vacina tenta modificar – melhorar – aquilo que nós somos naturalmente, introduzindo supostamente novas funções biológicas antes inexistentes ou falhas. Essa é a tese oficial.
A ideia é que as vacinas confeririam uma ‘imunidade’ maior e melhor.
O que é a imunidade? É a nossa capacidade de resistir às doenças. Essa é a função de nosso sistema imunitário, o qual calibra a quantidade das defesas necessárias para preservar o que nos pertence e o que nos define.


Portanto, o Sistema Imunitário preserva a nossa identidade biológica, o nosso Eu. Como somos um todo não é possível atuar em um sistema, órgão ou célula sem interferir no organismo inteiro. As interferências no organismo com as assim chamadas substâncias ativas, ou seja, com venenos, destrói a harmonia do ser vivo e o coloca sob um risco imprevisível.


Relembrando: os cientistas não sabem como as vacinas agem no organismo. Tudo o que declaram é teórico!
Não há dúvidas de que muitas crises infantis acompanhadas de febres, as assim chamadas doenças infantis, tem uma função formadora do caráter e da individualidade e da própria imunidade.


As vacinas e as medicações químicas são fatores perturbadores incontroláveis.
O Dr. Tissot, cientista da área afirma que as vacinas levam os indivíduos a fase crônica das doenças pela agressão que representam, enfraquecendo a capacidade natural de reação – destruindo o Sistema Imunitário.
Na verdade, contra toda a ideia charlatã de Pasteur, nós vivemos em simbiose com os microrganismos, com todos! Eles nos envolvem e estão em nós. Encontramos aqueles chamados de vírus e bactérias classificados como patologicos em várias partes de nosso corpo e, certamente, eles têm sua função simbiótica benéfica com a saúde e o equilíbrio. Ou seja, não estão ali para nos atacar. Fazer desses seres nossos inimigos e atuar para esterilizar e envenena-los é colocar todo o ecossistema interno e externo em perigo.


Em geral, uma explosão reprodutiva de um ou mais desses seres se deve a um estado de desequilíbrio e de toxidade. Esses estados alterados levam a reprodução dos microrganismos, os quais se alimentam dessas toxinas, de sobras de alimentos não digeridos. Nesses casos eles não são a causa da doença, mas a consequência de um terreno desequilibrado.

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