Ciência


Para compreender o mundo precisamos usar os nossos sentidos e sempre levar em conta que há relações de causa/efeito. E nessas relações há leis que determinam uniformemente a repetição de certos fenômenos quando as mesmas condições estiverem presentes.


A vida seria desastrosa ao não se conhecer ou não observar essas leis, que se apresentam como fenômenos regulares. Para o dia a dia, aquilo que precisamos conhecer e aplicar é bem rudimentar.
Um homem saudável, natural, com um certo conhecimento básico não só pode entender as relações entre as coisas, como pode prever resultados. Como consequência, essa pessoa terá mais chances de sobreviver e de levar uma vida melhor.

Uma pessoa, depois de muitos eventos em que aplicou seu conhecimento, verá que seu conhecimento das leis naturais é uma grande vantagem e segurança.

O problema é que o Homem vive na fronteira entre dois mundos – na terceira e quarta dimensão e ainda, eventualmente, na quinta e sexta. As leis que valem para a terceira dimensão são as mesmas para quarta dimensão, para a quinta e a sexta. Porém, essas mesmas leis em mundos diferentes – com mais dimensões, têm outros efeitos.
A quarta dimensão (no qual a linha do Tempo é circular) é inalcançável aos sentidos – as coisas dos mundos superiores não só não podem ser vistas, tocadas e ouvidas, ou compreendidas, como as leis que foram observadas na terceira dimensão não são aplicáveis diretamente ali. Isso significa que um ser de uma dimensão superior pode compreender os seres e acontecimentos de dimensões inferiores, mas jamais o contrário. A rigor, tudo que os sentidos não alcançam não existe para a ciência.


O mundo do psiquismo é um desses e, mais acima, no assim chamado mundo espiritual, as coisas se complicam ainda mais. Ao ficar preso aos sentidos uma pessoa não será capaz de compreender esses mundos superiores assim como ficará limitado em funções e consciência às três dimensões e a percepção do tempo linear. Isso leva a uma distorção importante da realidade e da compreensão.
A Ciência tem, portanto uma aplicação importante, mas extremamente limitada. As “verdades” da ciência serão sempre verdades parciais ou enganos completos. O assim chamado mundo material é pequeno e ilusório. Um homem inteligente logo percebe que deve buscar mais além e usar outros instrumentos, que intui que tem, mas que estão adormecidos.


Uma das coisas mais importantes a perceber é que o Homem natural, treinado na ciência não irá muito longe e que o problema das suas limitações existe e está nele – é ele que precisa aperfeiçoar-se e não a tecnologia, as matemáticas e químicas.
Realmente, tal como se encontra ele só pode conhecer uma ínfima parte e distorcida do mundo real e nenhuma condição tecnológica irá melhorar muito isso. Em nenhum futuro mítico o Homem materialista, o cientista desvendará os mistérios do universo, simplesmente porque o Universo não pode ser desvendado com as ferramentas toscas que está usando.
A Ciência e a Tecnologia que são demandadas se referem a psiquê e a espiritualidade. É preciso entender que a filosofia e os métodos da ciência materialista, condicionada aos sentidos, incluída a mente lógica, é apenas necessária e, como está colocada é um obstáculo ao avanço da humanidade – porque se tornou hegemônica e uma verdadeira ditadura e cristalização do pensamento.
O Homem dessa época espera receber o conhecimento da ciência e a aplicação desse conhecimento em forma de máquinas – tecnologia. Ele mesmo está vazio e só reproduz o conhecimento e paga pela tecnologia que usa. Ele mesmo é uma casca, uma máquina biológica. Não tem nada de real nele, especialmente aquilo que chama de “eu”.


É importante enfatizar que, tal como se encontra, como produto da civilização, ele não pode compreender os mundos superiores, a quarta, a quinta e a sexta dimensão e assim, não tem a menor chance de seguir, de compreender e se transformar por uma doutrina tal como aquela do Cristo. Ele precisa passar por um processo longo e doloroso que o levará a uma desconstrução, antes de se constituir em um Novo Homem. As pretensões de evolução do Homem desse tempo são quase inexistentes. As possibilidades estão exatamente fora do pragmatismo científico, em quase tudo que despreza e olha com desconfiança. Uma inversão de valores abre uma janela para os fantásticos mundos que seus sentidos não alcançam

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