Nutrição


Mesmo sendo óbvio, há um falso conceito sobre o que é alimento para o ser humano. Costumes, tradições, preferências, vícios alimentares e oferta determinam o que se come e o que não se come.


No orgulhoso século da ciência e tecnologia nunca a alimentação esteve tão degradada e pervertida.
As pessoas comem mal em todos os sentidos. Sua saúde perturbada, somada aos seus hábitos e informação incorreta acabam por levá-los a destruir sua saúde pelo que ingerem.
Há muitos fatores nessa equação que merecem ser apresentados e o assunto é tão vasto que não se esgota jamais.
Antes de tudo, o que é necessário desmistificar é a relação entre aquelas substâncias chamadas e tomadas como alimento e o organismo vivo. Tudo o que é alimento, por definição deve ser passivo ao organismo vivo. Ou seja, um alimento será usado, desfeito, partido, absorvido e finalmente, eliminado em suas partes inúteis enquanto o produto da transformação é feito em sangue, carne e ossos e energias, segundo a natureza do organismo, suas necessidades e condições gerais.


O organismo vivo será sempre ativo diante de qualquer coisa tomada como alimento. Se alguma coisa ingerida é ativa e o organismo passivo, significa que você será destruído por essa substância – essa é a definição de veneno! E esse é o motivo de todos os assim chamados remédios serem venenosos, em seus princípios ativos. Aqui deve-se lembrar que essas substâncias químicas são coisas mortas e não podem agir, mas podem levar o organismo a exaustão na tentativa de neutraliza-los, de elimina-los e que partes dessas substâncias possivelmente, irão impregnar as células vivas e impedir seu funcionamento adequado.


Igualmente, qualquer coisa ingerida, chame-se de remédio ou alimento e no caso, aquelas tomadas com o objetivo de nutrir, podem representar problema para o organismo porque o entopem, intoxicam e desvitalizam.
Nutrir-se é uma ciência e uma arte.

Por exemplo, uma maçã é um excelente e apropriado alimento para todas as pessoas, mas pode não ser o melhor para uma pessoa num dado momento e condição de vida e saúde dela, enquanto é para outra.
A rejeição de bons alimentos por algumas pessoas que definem como “não gosto” ou “tenho náuseas” tem motivos múltiplos. A má saúde física e psíquica é sempre a causa disso.


Sem exceção, todos os motivos culturais e pessoais no alimentar-se devem ser questionados e revistos porque são o resultados de má saúde, de preconceito, de maus costumes, entre outros.
O fato é que o Homem de hoje não sabe nem se alimentar. Ele morre pela boca. As consequências disso são inumeráveis e catastróficas.


O organismo humano saudável faz muito de pouco e não precisa de grandes qualidades e quantidades. Um bebê pode dobrar de peso rapidamente somente com o leite de sua mãe (que não contém mais do que 1,5% de proteínas)!
Por outro lado, um organismo adoentado não será satisfeito com muitas variedades e quantidades. Vai produzir pouca energia e definhar.


Para poder usufruir dos nutrientes de alimentos naturais e simples são necessárias boas condições de saúde e, nenhum alimento pode “curar”, mas é o organismo que se cura usando aquele alimento.
Uma reforma alimentar deve ser precedida pela conquista da saúde. Uma pessoa adoentada jamais se alimentará corretamente. Só se pode falar em nutrição, portanto, para indivíduos saudáveis.

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