Desmistificando os Remédios

O problema com os remédios é que eles estão baseados em um princípio falso. Ou seja, que existe uma “doença” a ser eliminada através de um agente externo que é capaz de derrotar a doença como se derrota um adversário.

Os remédios não existem como princípio. E o motivo disto é que:

  1. A existência de qualquer remédio anularia a lei de causa e efeito. Ora esta lei não pode ser anulada jamais por ninguém e é o princípio da ciência: “Sem causa não há efeito; e diante de um efeito procure-se uma causa”. Nenhum remédio pode impedir os efeitos de uma vida desregrada. Para tornar sóbrio um bêbado é necessário que pare de beber. Nenhum remédio pode anular o efeito do tabaco. Não é possível anular as leis da natureza, elas são imutáveis e eternas. Ninguém escapa incólume das ofensas contra a própria vida. Nenhum truque, seja ele um remédio natural ou químico impedirá os danos ao organismo agredido e também não poderá recupera-lo. A natureza não criou remédios, mas só punições. Somente, portanto, suprimindo as causas poderá se chegar a eliminação dos efeitos (da doença). Qual é a causa da doença? Ela é conhecida a milênios e jamais mudou e nada se descobriu ou se descobrirá sobre ela: é um modo de vida malsão.
  2. O sintoma (mal-estar) é o inimigo do doente?  O que comumente se chama doença é a ação salutar do corpo para restabelecer a saúde diminuída pelos maus hábitos de vida.
  3. Não é possível ajudar a natureza. Os processos fisiológicos acontecem a uma velocidade e numa complexidade impossível de serem seguidos ou imitados. Interferir num processo (onde milhões de ações ocorrem simultaneamente) é destruí-lo. Portanto os remédios só podem atrapalhar e impedir os processos genuínos de cura, mas jamais poderão substituí-los.

Os mesmos processos que atuam na reprodução; crescimento e desenvolvimento; reparação e substituição de partes gastas e danificadas; recuperação da energia de um corpo esgotado; excreção de dejetos; reparação de danos por acidente; restabelecimento e restauração do corpo doente; manutenção da saúde em seus melhores níveis é o único poder curativo conhecido. Estas forças e processos são insubstituíveis e são auto aplicadas. Os métodos de cura, os remédios, são inumeráveis e sempre acabam mostrando-se um fracasso e isto tem sido assim desde milênios. Os mesmos processos e inteligência que desenvolve o organismo e mantém a vida é o mesmo que faz com que as feridas se cicatrizem e a saúde restabelecida. O poder de cura não se encontra numa caixa contendo medicamentos, numa seringa, ela é inata e exclusiva do corpo vivo, é inata e não pode ser transmitida de uma pessoa a outra.

       Na natureza tudo é alimento ou veneno em relação ao organismo humano. Assim é que tudo aquilo que não pode ser utilizado deve ser rejeitado. O alimento é aquilo que pode ser transformado em tecidos ou fluidos no corpo humano.

O ORGANISMO, EM CONDIÇÕES NORMAIS RECONHECE UM VENENO E O REJEITA IMEDIATAMENTE pelo gosto, pelo cheiro, pela sensação que ele provoca, pelo vômito, diarreia, etc.

       O emprego de um veneno transforma a aversão em desejo específico

       O corpo se esgota ao resistir a estes venenos. É o que chamamos tolerância ou “adaptação”.

       A força de desejo por um veneno é proporcional a sua virulência. O que repugnou tanto ao princípio desperta desejo depois.

       A excitação mais ou menos agradável pela satisfação do desejo, provoca depois, uma reação de depressão. Isto jamais acontece com os alimentos.

       O viciado tende a satisfazer seus desejos pervertidos de duas maneiras: Aumentando a dose ou a concentração; ou mudando de droga de tempos em tempos.

       Os remédios provocam, sempre, reações contrárias e opostas aos “efeitos” iniciais: O purgante provoca constipação; os tônicos fortificam e depois enfraquecem; os tranquilizantes levam ao nervosismo e a insônia permanente; os anticoagulantes levam a coagulação etc.

As substâncias inertes não agem jamais. É o organismo vivo que age sobre as substâncias inertes (mortas). Não é o laxante que “age” sobre os intestinos, mas os intestinos que agem contra o veneno, que é eliminado por eles (intestinos). Assim, os medicamentos não agem sobre o organismo, mas é o organismo que age sobre eles para lhes expulsar, porque são venenos inúteis e perigosos. A verdade disto é que um veneno não “age” sobre um corpo morto, mas um organismo muito vital, como de um jovem, reage violentamente à presença de um veneno (remédio), expulsando-o.

       O fato é que não precisamos de nenhum medicamento, vacina, soro, ou ajuda externa artificial para viver com saúde e bem-estar.  

       Os princípios ativos dos remédios são, na verdade, venenos que obrigam o organismo a lutar para manter o equilíbrio e a vida.

       Os resultados dos testes das drogas em animais não são transferíveis para os humanos. O que funciona para um animal não pode mesmo ser aplicado em outro, de espécie diferente.

       Os médicos proeminentes americanos ganham milhões de dólares anuais para testar as drogas em seus pacientes, que não tiveram ainda aplicação no público

       O motivo é que os testes em animais não são válidos jamais para pessoas e só servem para defender as indústrias de processos criminais. Veja a talidomida por ex. Que foi testada por mais de 3 anos em macacos, cachorros e ovelhas sem que mostrasse qualquer efeito tóxico ou mutagênico e depois, quando aplicada em mulheres, levou a prole deformada produzindo milhares de monstros humanos sem pernas braços, olhos, nariz etc. E a indústria que a produziu escapou de processo criminal porque tinha “testado” em animais. Os remédios, todos eles, são incapazes de trazer a saúde, mas encurtam a vida e ao anestesiar o indivíduo para seus sintomas dão uma falsa sensação de melhora e acabam por trazer limitações e invalidez ao usuário.

Há uma falsa ideia de que as drogas são remédios para os doentes e veneno para os saudáveis. Ora, nada é mais falso. Primeiro, a receita do médico é incapaz de transformar um veneno em remédio. O que é veneno é veneno sempre, e o veneno é veneno em qualquer quantidade. Em seguida, na doença e na saúde os princípios e leis da vida e da fisiologia são os mesmos. Portanto, o que faz mal a uma pessoa em boa saúde fará mal também, ou mais, para um doente enfraquecido.

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