Evolução e Felicidade

Pois é, as ideias insanas e nada científicas de Darwin logo tiveram ampla aceitação, na época,  em primeiro lugar, porque pregavam o roubo justificado, a apropriação dos bens do próximo, a superioridade de uma classe social sobre a outra  – o que originou as ideias nazistas a partir de um texto do primo de Darwin, Francis Galton em seu Hereditary Genius onde declarou: “o incompetente, o inválido e o desalentado” como uma ameaça ao bem-estar da sociedade por causa de seu hábito “de produzir grandes números de empobrecidos, doentes e filhos miseráveis.” E sobre os homens de pele escura mostrou todo o seu racismo quando escreveu: “A média intelectual padrão do negro é alguns dois graus abaixo do nosso próprio”. E, ainda, pregava que cada raça era uma ESPÉCIE diferente (origem da filosofia da eugenia de Hitler). Hoje, em segundo lugar, os nossos materialistas empedernidos, na falta de alguma ideia melhor sobre a vida e sua diversidade, e para não admitirem que tudo é produto do pensamento, de uma inteligência grandiosa, adotaram alegremente  e facilmente a HIPÓTESE da evolução e assim, por tabela, a hipótese de que todo o nosso Universo, com toda a sua perfeição seja produto do mero acaso, e também a matéria, a energia e todas as leis perfeitas que governam tudo, incluindo o homem e todos os bilhões de seres mais ou menos evoluídos que vivem neste vasto mundo.

O que se observa, contrariamente à doutrina evolutiva darwiniana, é uma estabilidade extrema dentro das espécies. Não se tem notícia de uma espécie se transformando em outra, mas observamos que há uma ordem que não permite um afastamento da identidade que define a espécie. Todas as variações fora dos padrões da espécie são indesejadas e todas as mutações, sem exceção, levam a uma diminuição da eficiência do novo indivíduo e a sua futura extinção. Não há mutações “boas”. É preciso ter muita imaginação, ou melhor, ser muito supersticioso para desejar que seja possível este nosso Universo, a vida e toda a sua multiplicidade, nasça e se desenvolva do nada e do acaso, de desordem, de mutações fortuitas. A matemática mostra, sem dúvida, que isto é impossível pois as probabilidades de uma tal “evolução” ocorrer sobre estas bases de mutações são absolutamente improváveis. A questão do DNA é uma jogada maliciosa dos “cientistas” de deslocarem a atenção para uma base incorreta. Toda a imensa complexidade contida no princípio da transmissão de características através dos genes (DNA e RNA) exige uma explicação e uma origem que a “ciência” é incompetente para explicar. O DNA deles veio de algum lugar, aliás tudo vem de algum lugar – há certamente uma origem e uma origem inteligente. Não há e não pode haver nada que não tenha antes sido pensado! Todas as coisas que conhecemos foram de alguma maneira pensadas. Uma cadeira, uma mesa, etc. E assim é na Natureza, sempre há um começo e este começo não pode ser inferior ao resultado. Isto é, o homem que pensou uma cadeira, uma mesa é superior à sua criação. A ideia de que possa ocorrer uma “evolução” do mais simples para o mais complexo por nenhum motivo, casualmente, é uma total insensatez e impossibilidade matemática, biológica e racional! Os pensamentos e as emoções são anteriores ao mundo material e não um resultado dele. Achar que a matéria inerte produz pensamentos, sentimentos, consciência e vida é tentar inverter o verdadeiro sentido das coisas.  No caso, é o invisível que produz o visível e a física moderna já demonstrou, com toda a certeza, através da teoria da relatividade e quântica que matéria e energia são intercambiáveis e que há influência do pensamento sobre a matéria. Assim, nós somos o que pensamos, e o nosso futuro será aquilo que nós pensamos hoje. Se somos infelizes ou tentamos ser felizes com a infelicidade de outros viveremos em um mundo que construímos dia após dia e sem nenhuma possibilidade de escusa. A felicidade se constrói através dos bons pensamentos, boas palavras e boas ações todos os dias de nossas vidas. 

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