Matéria e Materialidade

A matéria é a mesma em todo o universo, mas a materialidade, não! Os diferentes graus de materialidade dependem diretamente das qualidades e das propriedades da energia manifestada em um dado ponto.

A matéria ou substância pressupõe necessariamente a existência da força ou da energia. Os conceitos de matéria e força são tão relativos quanto qualquer outra coisa. A relatividade de tudo é fundamental para a compreensão de si mesmo e do universo.

O mundo é feito de movimentos ondulatórios ou de vibrações e matéria, ou de matéria em estado de vibração, de matéria vibratória. A velocidade das vibrações está na razão inversa da densidade da matéria.

Na Terra, ao nosso nível, somos constituídos de 48 átomos do Absoluto, do mesmo centro de onde parte toda a força criativa que se desdobra e se densifica em uma escala por níveis de mundos, de criação, de modo que a mesma matéria na Terra, num mundo superior, por exemplo, a nível dos planetas, é metade menos densa que na Terra e, a da Lua, o dobro mais densa que na Terra, portanto, também as vibrações são mais lentas aqui e mais rápidas no Sol, por exemplo – porque a Criação se faz por níveis do menos denso e mais inteligente, para o mais denso e menos inteligente.

Assim, ao invés de um só conceito de matéria, há sete níveis como os sete níveis de mundos, e a ciência, mal consegue abranger e conceituar aqueles dos mundos a nível da Terra e da Lua. A matéria dos mundos superiores, como o dos planetas, do Sol e das estrelas, é inconcebível para nós e assim para a nossa limitada ciência, que só se baseia naquilo que pode alcançar com os sentidos. A matéria do mundo planetário é excessivamente rarefeita para que a classifiquemos assim.

As matérias mais finas penetram as mais grosseiras – da mesma maneira que um pedaço de madeira pode conter água e gás.

As Leis são as mesmas em todo universo, nos vários mundos, mas devido a materialidade diferente, as mesmas leis produzem fenômenos diferentes nos diferentes mundos. E a isso chamamos relatividade!

Tudo ao nosso nível, ao nível da Terra é lento, grosseiro, difícil, “injusto”!

A tentativa de com os nossos conhecimentos e métodos materialistas (científicos), explicar todo o universo estaremos usando inteligência e manipulações grosseiras tentando compreender coisas inconcebíveis, da mesma maneira, ou ainda pior, que a tentativa de uma ameba de explicar o Homem.

Não quer dizer que um homem perfeitamente evoluído não possa e/ou não deva estudar e compreender o mundo. O que se pode afirmar é que a ciência materialista está incapacitada pela sua limitação (na qual ela mesma se colocou) de sequer se aproximar da verdade e que suas conclusões são e serão sempre erradas, distorcidas – bem limitadas a uma pequena parte dos fenômenos mais grosseiros no planeta Terra. Não se pode partir do inferior para chegar ao superior, e a ciência é muito inferior e tosca para alcançar aquilo do que faz pouco caso.

Os fenômenos astrofísicos que envolvem outros mundos além da Terra e seu satélite, envolvem questões e conhecimento muito mais sutis do que a ciência jamais sequer sonhará. Somente uma abordagem que envolve uma evolução psíquica, uma transformação e melhora dos poderes interiores pode trazer solução para essas questões.

A pseudociência e a pseudo- espiritualidade, marcas dos séculos XX e XXI, parecem servir para embalar os sonhos e ilusões da humanidade e a mantê-la satisfeita com suas descobertas e efeitos tolos e quase dispensáveis.

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