Uma nova Concepção do Tempo

Como tudo nesse mundo de aparências, que nos chega através dos sentidos, o tempo, percebido como se estendendo do passado ao futuro, passando pelo presente, é uma ilusão.

E, a não ser que ideias verdadeiras nos socorram para nos livrar desse engano, nada em nossas vidas poderá resultar em nova e melhor compreensão. Cada um de nós é aquilo que compreendemos. Se um homem está limitado em sua compreensão de si mesmo e do mundo, assim ele é.

O novo conhecimento sobre o tempo que poderá nos trazer novas ideias é que o Tempo é Relativo.

Ou seja, a nossa percepção da passagem do tempo pode ser mudada profundamente e radicalmente.

“Se você pode se dar conta que uma alta velocidade de funcionamento de suas máquinas psíquicas (seus vários cérebros) significa tempo expandido e, por outro lado, uma baixa velocidade de funcionamento significa tempo contraído isso poderá ajudá-lo a entender que a nossa experiência do ‘tempo’ é relativa ao nosso estado interior, a nossa capacidade de funcionamento”

A pseudociência disponível nada sabe sobre a verdadeira estrutura e capacidade potencial de nossa psique. É muito provável que você nunca soube que você tem cinco ‘cérebros’ independentes com leis e funções particulares e que, ademais, sob as condições naturais funcionam pobremente, com baixíssima velocidade e eficiência e, que sob instrução relevante e trabalho intenso podemos vir a funcionar muitas vezes mais rápido e melhor do que fazemos na vida cotidiana.

O que isso significa na prática é que, por exemplo, aquilo de fazemos em um ano, ou seja, em 31.536.000 segundos pode ser feito em “muito menos tempo”. Imagine que você funcionasse 100.000 vezes mais rápido do que funciona naturalmente, como a maioria das pessoas que conhecemos faz. Tudo aquilo que você leva 31.536.000 segundos para fazer, o que corresponde a um ano de trabalho, você faria em 315,36 segundos, ou seja, em menos de 5,30 horas! Invertendo o raciocínio. Uma pessoa que vive 80 anos e funcionasse 100.000 vezes mais velozmente do que agora, de fato, viveria 8.000.000 de anos! Ou, teria a percepção de estar vivendo infinitamente mais, produzindo, aprendendo incomparavelmente mais.

Todo o esforço da humanidade em produzir máquinas para fazer o seu trabalho é inútil e ridículo quando tem, dentro dela mesma, o potencial de ser um deus e, mesmo assim, fica brincando com bobagens que não são nada comparadas ao que ele mesmo pode vir a ser. Esse é o resultado lamentável em ficar sujeito a pseudociência, a charlatões, que lhe mantém ignorante e prisioneiro de quinquilharias, pelas quais paga tão caro como a própria vida – o desperdício e a frustração de não ter vivido nada!

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