As Crenças Supersticiosas

Há uma montanha de crenças supersticiosas que não somente resultam em hábitos arraigados como são reproduzidos como verdades indiscutíveis e acabam por se tornar instrumentos de pressão e exclusão/inclusão nas associações quase religiosas que se formam natural e automaticamente.

Na área da saúde há muitas dessas crenças, as quais tem consequências muito negativas.

A desmistificação dessas “verdades” é fundamental para que a saúde seja uma realidade e a falta de saúde um mero acidente.

É tal a fragilidade e a superficialidade do pensar que as pessoas precisam do coletivo, de serem aprovadas, de apoio para tudo o que pensam, sentem e fazem. Logo que se sentem inseridas e aprovadas, quando tomam contato com uma dessas novas “verdades”, começam imediatamente a doutrinar outros, tal qual membros de seitas costumam fazem.

São incapazes de pensar por elas mesmas e desenvolver algo genuíno e pessoal aceitando ou rejeitando o que lhes chegou – elas precisam do grupo, do formador de opinião e de exporem para o maior número de pessoas aquilo que imaginam ter descoberto, achado e, imediatamente, crido.

Elas acreditam em vacinas, remédios, na necessidade de comer carnes, em se alimentar cada três horas, em bactérias e vírus como causa de enfermidades, em resultados de exames, que eles e a natureza podem ser “curados” de suas doenças e destruição pelos cientistas e médicos. Eles creem nas notícias que começam por: “os cientistas, os pesquisadores, o doutor disse, descobriu…” Enfim, são os crédulos do século XXI!

As leis naturais são simples, diretas, comprováveis, intuitivas, válidas em todos os tempos e lugares, porém exigem um superesforço para serem compreendidas, colocadas em relação e vividas.

Diante disso e de toda a manipulação midiática massiva e, ademais, das pobres condições psíquicas e energéticas gerais, o homem desse século prefere receber o “prato pronto” e, se possível já mastigado.

O desastre para sua saúde, vida e pensar, dessa atitude resignada e preguiçosa, é indescritível. Pior, condenam aos seus amigos e aos seus descendentes a mesma condição miserável e indigna que experimentam. O que ocorre hoje é muitas vezes pior do que as superstições do homem das cavernas porque são muito mais perigosas e devastadoras. Não é preciso ir muito longe para identificar as consequências das crenças políticas e religiosas que mataram, torturaram, escravizaram bilhões de almas e continuam a fazê-lo.

No caso das crenças científicas, especialmente na área da saúde, os fracassos e desastres são ocultados ou tratados como vitórias e conquistas.

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