Psicologia, a Ciência da Alma

Há muito a psicologia se tornou uma “ciencia” do mesmo nível que aquelas que se apoiam nos sentidos, como a física, a química, ou a medicina, ou seja, perdeu todo o sentido e a razão de ser. O verdadeiro homem é invisível. A psiquê é um instrumento, uma manifestação de qualidades inalcançáveis pela visão, pela audição, pelo tato, pelo olfato entre outras funções físicas do corpo. Na mesma categoria desses sentidos está a mente lógica, produto deles – que é empregada pelos cientistas para estabelecer essa mesma ciência. Eles usam uma mente limitada e só podem chegar a um resultado pífio.

A psicologia esquecida, porém verdadeira e que vale ser estudada e aplicada é aquela que se ocupa da evolução possível ao homem, do estudo de uma linguagem universal, do estudo da mentira e do estudo de si mesmo.

O motivo de ver a psicologia assim é que o Homem na condição que se encontra está incompleto, não desenvolvido em suas funções psíquicas e pode evoluir numa direção muito definida e objetiva; a psicologia só pode ser estudada de dentro, pela própria pessoa; a linguagem que se emprega no dia a dia é imprecisa, confusa e incorreta e não reflete a realidade e, assim, uma linguagem precisa e revelando toda a extensão humana deve ser conhecida e empregada para que o conhecimento possa ser compartilhado; o Homem fala, pensa e age como se soubesse o que faz e diz, mas, de fato, engana a si mesmo porque faz de conta que conhece o que não conhece. Essa é a pior forma da mentira, mais prejudicial do que aquela deliberada ou só produto de erro. Ou seja, o Homem sonha, imagina que sabe e acredita em suas mentiras. A psicologia também é o estudo desse estado de sonho acordado da humanidade.

O que essa suposta psicologia “científica” se propõe a estudar é um homem incompleto e dividido. A base de seus parâmetros psicológicos é apoiada nesse meio-homem. Com base nesses estudos estabelece o que é normal e o que não é e define suas terapias, instrumentos, técnicas e ousa tentar melhorar as pessoas na direção dos parâmetros dos meio-homens.

Somente um conhecimento que abranja todas as qualidades ignoradas e negligenciadas pela assim chamada psicologia científica pode levar o Homem a condição para a qual foi criado.

O que as pseudo-ciências de hoje se ocupam é de doutrinas deste meio-homem, semi desenvolvido, e que contribuem, evidentemente para mante-lo assim como o encontram.

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