O que é o Cristianismo

A doutrina original ensinada pelo Mashiakh e seguida pelo seu irmão James (O Thiago da bíblia romana) não é a doutrina dos cristãos de hoje. Em todas as suas manifestações, religiões e seitas atuais, derivadas do concílio de Nicea no século IV, o assim chamado cristianismo como veio a ser conhecido em todas essas formas originadas do assalto do Império Romano sobre a Congregação Nazarena Essênia Ebionita, originalmente deixada sob os cuidados e comando de Jaime (Thiago), o Justo, irmão de Yaohushua (Jesus), não é a doutrina original pregada pelo Mashiakh. Os Nazarenos, que adotavam o mesmo nome sob o qual O Mestre foi originalmente conhecido, Yaohushua, o Nazareno, não se chamavam de “cristãos”, mas se conheciam como, os Nazarenos.

Os cristãos são, entretanto, os fiéis que foram obrigados pela força, a aceitar as imposições do império da sua nova religião estatal.  Hoje, depois de dezesseis séculos e muitas mudanças e a multiplicação de seitas e formatos, todos baseados nos mesmos dogmas e na bíblia romana, tudo parece ter ocorrido “normalmente” e “suavemente” e que a doutrina de hoje seria a mesma pregada pelo Salvador. Na verdade, pior do que a negação completa dos ensinamentos, o que surgiu foi uma nova e completamente diferente fé que se opõe violentamente e radicalmente a doutrina original.

Portanto, os cristãos atuais não são, nem aproximadamente, os Nazarenos dos primeiros anos após a ressurreição porque toda a alma da doutrina original nazarena foi suprimida pelo império romano (inimigo visceral do Mashiakh) e o que restou foi uma casca, um cadáver. Os atuais fiéis são vítimas inadvertidas desta terrível conspiração que mutilou e deformou a fé nazarena original.

A essência da fé original e sobre o que se apoia, foi retirada e apagada, não sem violência – todos os líderes do movimento nazareno foram mortos pelo império e o centro da doutrina, suas ideias principais foram apagadas ou mudadas. É importante resgatar o que foi perdido e maliciosamente manchado para tirar o poder evolutivo pessoal e desloca-lo para uma organização eclesiástica e estatal, como é hoje o vaticano, ou outras seitas sob a tutela de líderes que nada sabem da doutrina original.

A doutrina que ensina que você somente necessita que Jesus tenha morrido por seus pecados para ser absolvido de todos os seus pecados passados, presentes e futuros pode ter alimentado mais desgraças sociais do que se possa imaginar. Por outro lado, tivesse a doutrina original prevalecido (O Caminho), que promove responsabilidade pessoal e compromisso através de consequências de seu próprio agir, o mundo seria outro.  É evidente que há muitas outras questões que podem, por comparação, revelar a extensão do que foi mudado.

Os muitos achados arqueológicos e os estudos por pesquisadores imparciais levantaram questionamentos sobre a legitimidade das atuais igrejas e, para aqueles que se interessam, abriram um mundo de ideias e conhecimento que ficou oculto por muitos séculos.

O atual formato da civilização baseada nessas meias verdades espirituais e nos valores pagãos de Roma e Grécia fizeram do homem ocidental um títere controlado desde o exterior pelos fios invisíveis dos valores sob os quais foi educado. Não importa como o Homem ocidental se defina, como crente ou descrente, o fato é que está sob os mesmos poderes que os pagãos de dois mil anos atrás – não há nada nele capaz de resistir a sua própria personalidade, ao autômato de carne que comanda a sua vida, via sentidos e mente lógica.

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