Saúde e Higiene Corporal

Para se dar conta de como e porque a higiene, banhos, são um aspecto fundamental da saúde e o quanto foram e são negligenciados ou se prestam a indulgência, trazemos algumas referências históricas e, creio que cada um de nós tenha as suas histórias sobre as fobias relativas à higiene.

Gregos e romanos tinham como fatores culturais centrais os banhos, também os japoneses e havaianos. Não há muito que duvidar que os maus hábitos de higiene no ocidente têm suas raízes na perversa filosofia religiosa. Os malefícios da imundície corporal são inumeráveis, entre os quais a lepra.

Um dos sinais evidentes da falsidade da religião oficial de Roma (quando Constantino supostamente se converteu ao “cristianismo) imposta ao ocidente está na total oposição entre seus costumes e aqueles dos Nazarenos e Essênios. Entre os Nazarenos (os seguidores de Jesus) os banhos mistos nus eram a regra diária. Os banhos foram não só desencorajados pela igreja, mas punidos como lascívia. Nos conventos, até hoje, as noviças são obrigadas a se banharem com vestes para não tocarem o próprio corpo. Os europeus, ainda hoje, evitam os banhos. A religião romana associou a imundície a santidade – quanto mais imundo, mais santo!

São Jerônimo não se banhou por quarenta anos. A rainha Isabel de Espanha, que financiou Colombo, foi banhada quando nasceu, no dia do casamento e depois de morta. Recebeu três excepcionais banhos completos durante toda sua vida. Um famoso juiz inglês jamais se banhou e nunca trocou suas roupas. Novos mantos eram colocados sobre os antigos que eram deixados apodrecerem e se desfazerem. Aonde quer que ele ia, vermes e percevejos caiam de suas roupas. Muitos foram acusados pelos tribunais de heresia ou infidelidade por ousarem se banhar.

“Banhar-se, sendo agradável assim como saudável, era particularmente uma terrível ofensa; e a nenhum homem era permitido nadar aos Domingos”… Banhos são um costume pagão, todos os banhos públicos devem ser destruídos – assim como todas as banheiras residenciais”. Essas eram as ordens dos clérigos cristãos.

A história continua num próximo artigo.

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