O Fetiche da Alimentação

Alimentar-se se tornou um “prazer”, uma ocasião para negócios, para conquista, uma compensação de carências, neurose, fetiche.

        Os médicos e nutricionistas tem a opinião que a ciência da nutrição é para especialistas e que há segredos na dieta que somente profissionais podem revelar ao leigo.

A mídia encontrou um filão gordo e quase interminável para explorar. Todos dão receitas, prescrevem dietas e se sentem à vontade para falar sobre o que comer e o que não comer.

A variedade e oferta de produtos assim chamados nutricionais, é enorme. A indústria alimentícia fatura bilhões todos os anos. A grande maioria de produtos da indústria são artificiais, enganosos e viciantes. A indústria quer vender e não nutrir. Os restaurantes querem explorar os desejos das pessoas oferecendo pratos que cativem.

A maioria dos hábitos alimentares foi condicionada na infância por pais e tutores ignorantes e irresponsáveis que instalam maus costumes os quais irão persistir até o fim da vida de seus filhos. Há lembranças ligadas a alimentação que determinam hábitos não-conscientes e automáticos sem nenhuma razão consciente justificável.

Toda uma cultura de alimentação nasceu e se desenvolve e sofre acréscimos rapidamente. Há muita oferta e muita propaganda sobre o prazer e a nutrição dos produtos alimentícios, que são facilitadores para a aquisição de novos produtos e a fixação de hábitos. É considerado um charme comer de tudo, ir a certos lugares para comer pratos da “moda”.

Por outro lado, apesar destas tendências e da “ciência” o resultado de alimentar-se caoticamente ou mesmo segundo as sempre contraditórias e complicadas orientações médico-nutricionais tem sido desastroso. As pessoas continuam doentes com a alimentação cientificamente balanceada e com toda a informação, e com todo zelo das indústrias com os seus produtos. O resultado é péssimo, é frustrante, é inegavelmente um estrondoso fracasso. As pessoas não estão mais saudáveis hoje do que foram há 50 anos atrás. Ainda, à nutrição, insistentemente, é negado um papel central na saúde. Porém, é evidente a enorme influência na saúde pelos alimentos.

O que é alimento para o homem?

Sem responder, com precisão a esta questão, continuaremos a especular sobre um assunto tão central e fundamental como a alimentação. Não é desconhecido o resultado de uma mudança de alimentação nos animais obrigando-os a comerem o que não é de sua natureza: eles rapidamente adoecem e morrem – vide doença da “vaca louca” e os milhares de experimentos realizados por dezenas de anos pelos cientistas e pesquisadores. Pode o homem, sendo ele também produto da mesma Mãe, a Natureza, comer impunemente o que quiser?

Certamente e obviamente que não pode agir segundo seus desejos e tendências doentias e nem segundo a “moda” e a especulações de uma ciência charlatanesca que até 50 anos atrás proibia o tomate como venenoso (sintetizador natural do mercúrio mercúrio) e afirmava que as frutas eram apenas produtos agradáveis sem valor nutricional, entre outros absurdos semelhantes, e continuar com saúde. Hoje, ainda, há “médicos” que prescrevem dietas como a dieta de proteínas e gorduras saturadas e outras torpezas criminosas semelhantes.

Como não há consenso, cada um faz segundo suas tendências. Tudo aparentemente muito democrático, porém, mortal. O alimentar-se se tornou um fim e não um meio, isto é, as pessoas vivem para comer, para o “prazer” e não para viver e ter saúde como seria razoável. Busca-se a satisfação antes da nutrição e a ciência não tem ajudado muito, mas antes, tem embaralhado ainda mais as cartas e confundido as pessoas.

Os apetites sem controle da razão são a causa da desgraça do homem desde o princípio e a questão alimentar é a primeira fundamental orientação, necessária à vida, à saúde e a manutenção da integridade do homem, que foi logo pervertida. Lemos no Gênesis Bíblico: 2:29 E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.

  • E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi”.

E logo vieram outras concessões permitindo que o homem comesse carne de animais e os próprios animais, que deveriam somente comer da relva, passaram a comer outros animais. Há um farto registro de canibalismo na história humana: a carne humana não tem nenhuma diferença da carne dos outros animais – qualquer dos “carnívoros” humanos serão certamente enganados e devorarão, com prazer, pedaços de carne humana preparados como são cozidas as carnes de animais!

Os parâmetros nutricionais não são confiáveis porque se baseiam em estudos viciados com sujeitos doentes e com maus hábitos. O que significa que as quantidades e necessidades nutricionais em termos de proteínas, açúcar, vitaminas e outros componentes é falseada e tem levado a péssima saúde. “Diante dos fatos, a argumentação é inútil”! Os fatos são que milênios, séculos e recentemente, décadas deste modo de alimentar-se comprovam ser um fracasso. É necessária uma nova abordagem, apoiada em sobre razões seguras, tão segura, como muitos confiam absolutamente nas escrituras!

A argumentação de que a ciência da nutrição é coisa para especialistas é estúpida e dominadora. Todas as pessoas têm o direito e a obrigação de conhecerem completa e perfeitamente tudo o que é necessário à manutenção da vida e da saúde e assim para o retorno a níveis excelentes de saúde. Isto não pode ser de conhecimento de uma classe particular ou servir para domínio, ou para ganhar dinheiro: é um direito de nascimento de todos que deve ser reclamado.  

Apesar dos milhares de produtos disponíveis para a “alimentação”, a maioria são produtos artificiais e impróprios para a nutrição humana, mas que são vendidos com a chancela de governos corruptos que “autorizam”, sob o suborno de taxas e impostos, sua venda ao ingênuo público. O mesmo que é alimento para o animal, semelhantemente é alimento para o homem: a relva, as sementes da relva e as frutas das árvores. Toda a manipulação, conservação, cozimento, congelamento destroem o alimento e o transformam em veneno para o homem. Os alimentos cozidos, manipulados e alterados enganam o paladar porque não estão previstos pela natureza humana, Isto é, não temos em nosso código genético nenhuma função para reconhecer e se defender dos alimentos cozidos e manipulados. Eles viciam porque são estrangeiros e inadequados, assim como o álcool e a cocaína e todos os produtos sintéticos são viciantes e destruidores da vida. 

Está comprovado pela história e pela ciência que come-se demasiado e incorretamente e que aqueles que comem menos e somente alimentos vegetais, frescos, integrais e puros vivem mais e não padecem das doenças assim chamadas, “doenças da civilização”.  Viver 120 anos ou mais, sem nenhuma doença, limitação, ou invalidez não é nenhuma façanha, é apenas normal! O que é anormal é viver com achaques, com doenças crônicas, e degenerativas e morrer aos 50, 70 ou até 90 anos por causa de doenças. Toda a doença tem causa, e a causa são os maus hábitos de vida (alimentos impróprios, contaminação, sedentarismo, ódio, ciúme, etc.). E entre os maus hábitos, em primeiro lugar estão os hábitos alimentares pervertidos desta civilização decadente. Meia dieta adequada não leva a saúde. Quando alguém cumpre com somente a metade das leis pagará, cedo ou tarde, por seus atos.

É necessário retornar para a simplicidade e a pureza da alimentação do Éden, hoje, cientificamente comprovada ser a única ideal e correta. Todas as manipulações e invenções sobre a alimentação vegetal crua, pura e integral são incorretas e levam a má saúde e ao encurtamento da vida após longo sofrimento e invalidez.  “Gostar” ou “não gostar” é irrelevante num planeta de viciados, de pessoas com um paladar e desejos pervertidos. Somente quando uma pessoa se purificou poderá confiar em seus desejos e necessidades.  Da maneira como as pessoas comem hoje, ela tornou-se um instrumento de destruição da saúde e de manutenção de vícios e neuroses. É preciso ser honesto e dar as costas a toda esta cultura de fracos, de ignorantes, de falsos filósofos e falsos cientistas e confiar um pouco na origem pura do homem e, mais do que tudo, experimentar verdadeiramente o modo de vida simples e inocente preconizado por todos os verdadeiros sábios do passado e do presente e, por Deus!

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