A Bíblia

A BÍBLIA “SAGRADA”

Há uma atitude mais ou menos generalizada, inconsciente, infundada sobre a adoção da coleção de livros que compõe a Bíblia cristã como “inspirada”, isto é infalível, profética, como a “palavra de Deus” e outras declarações do gênero. Mormente as principais linhas cristãs se posicionam contra a doutrina do Cristo quando procedem assim. O Salvador, conhecido como Jesus, veio para denunciar e acabar com a corrupção na Lei, Lei esta estabelecida por Deus, que nos foi ensinada através dos profetas a qual sofreu sob a ignorância e os interesses, deturpada, mutilada e maliciosamente pregada por falsos sacerdotes e escribas em todos os tempos. Jesus veio para restabelecer a Verdade em toda a sua inteireza ao nosso nível humano. Ora, é sabido que Ele muitas vezes falou da má aplicação e má interpretação da Lei e de leis espúrias introduzidas e falsas profecias nas escrituras. E esta foi uma das causas de Sua condenação pelos Judeus e a ser crucificado pelo império Romano. Mesmo assim, após o Mashiakh ter sido supliciado por causa da Palavra de Deus, denunciando as falsificações nas Escrituras, os “cristãos” paulinos adotam as escrituras, todo o conjunto delas, incluindo tudo o que Jesus havia advertido ser falso, sem nenhum critério crítico, nenhum expurgo, o que seria esperado e desejado, por causa da pregação e missão de Jesus. Todo o trabalho revolucionário do Mestre ficou assim anulado por fundamentalistas que impuseram aos menos informados a “Bíblia” como um documento verdadeiro, infalível e divino. Além de adotar sem nenhum critério o Velho Testamento, o Torah e o Pentateuco, eles compuseram no ano 325, sob comando de Constantino, um imperador pagão romano, quatro evangelhos, atribuídos a Mateus (supostamente escrito pelo apóstolo Mateus), Marcos (um discípulo de Pedro, o qual jamais viu Jesus), Lucas (um discípulo e admirador de Paulo de Tarso, ambos os quais jamais viram a Jesus) e João (supostamente escrito pelo apóstolo João). Além disso acrescentaram este conjunto de livros várias cartas de Paulo de Tarso que jamais foi apóstolo de Jesus e, por outro lado sempre foi seu inimigo declarado e violento. Deste ponto de vista, pouco ou quase nada de genuíno e fiel da Obra, Vida e Ensinamentos do Mestre estão presentes na Bíblia cristã. Jesus claramente denunciou e condenou várias passagens e falsos profetas bíblicos. Quando os cristãos adotam aqueles documentos que foram condenados como espúrios, falsificados e pervertidos pelo Salvador estão trabalhando contra Jesus, o Cristo, estão fazendo o papel de anticristos. Quando os cristãos aceitam como “inspirados”, fiéis e verdadeiros “evangelhos” compostos por um pagão, assassino da própria esposa e do filho mais velho, adorador do deus sol (Sol Invictus), representante do império (Romano) que crucificou o Salvador estão certamente aceitando beber de fonte contaminada e altamente suspeita. A preguiça e a irresponsabilidade ao adotar tais escrituras foi fatal para esta civilização. Os frutos produzidos por esta árvore venenosa são por todos conhecida e estão bem explícitas – dor, morte, insegurança, enfermidades, fome, ganância, luxúria, ignorância. Não há nada para festejar na vida exterior e interior do homem/mulher produto dela. Seus seguidores estão e são doentes, infelizes, temerosos, escravizados, irracionais, desesperançados e violentos.

Hoje já não se pode mais apresentar como desculpa desconhecer as origens da Bíblia. O conjunto de livros que compõe a Bíblia adotada pelos cristãos é ao mesmo tempo oposta ao Mestre por seu conteúdo judeu espúrio e por um “Novo Testamento” falsificado e pagão. Toda a obra do Salvador ficou assim, coberta por trevas. Os cristãos atuais não são desculpáveis, eles se mostram desarrazoados e fracos diante da tentação de receber instrução de uma fonte tão pervertida. Eles não fazem uso da principal característica humana: a razão! Eles aceitam, sem questionar seriamente, a imposição de escrituras que supostamente conteriam a “palavra de Deus” por pessoas cujos interesses são contrários a verdade. A origem deste conjunto de livros que compõe a Bíblia deve ser objeto de questionamento. Quando adotado irresponsavelmente conduzirá a destruição da fé, porque contém mentira mesclada com verdade, a mais fatal poção. Uma pessoa não pode manter dentro de si a verdade e a mentira com a mesma reverência sem prejuízos certos para a sua mente, sua alma e sua crença. Como ela, após isso, não tem mais uma verdadeira crença, que foi destruída pela adoção de falsas doutrinas, precisará de “algo” concreto, material para sentir-se “segura”. Este “algo” foi maliciosamente injetado em suas mentes na forma da autoridade da igreja, dos sacerdotes e da Bíblia. Quando a sutil e delicada capacidade interior da intuição está morta o indivíduo pedirá provas materiais grosseiras, por exemplo, a materialidade milenar da Bíblia, mesmo quando o Mestre Jesus a colocou pessoalmente sob suspeita. Uma mentira não se torna verdade porque tem 2.000 anos e foi registrada em livro, o qual foi chamado “sagrado”, “inspirado” ou outro adjetivo semelhante. Nem o seu conteúdo tem qualquer valor porque deriva de algum outro documento falsificado “original” mesmo que antigo. A Igreja Romana não dispõe de nenhum original dos textos que compõe a Bíblia, mas certamente tem em seu poder vários textos antigos, todos da época de Constantino, aos quais eles chamam de “originais”. Assim, um documento falso, com um conteúdo pervertido não se torna verdadeiro e bom porque é antigo e se chama “Bíblia”, ao mesmo tempo ainda, o processo chamado de “canonização” tem qualquer valor. A Igreja não tem o poder de transformar um documento falsificado em verdadeiro “canonizando-o”. Estas são farsas para apanhar os incautos prendendo-os em uma rede de palavras e ritos inócuos. As pessoas se deixaram vandalizar por falsas doutrinas vindas de fonte espúria e pervertida: a Bíblia.

Jesus, o Cristo, cujo nome verdadeiro é Yaohushua-Miriam, o Mashiakh, nos deu a Lei do Amor, através da qual é possível reconhecer as verdadeiras escrituras das falsas. Em breve, traremos o Evangelho da Saúde, o texto original, conhecido como O Evangelho Essênio da Paz, assinado por João, o apóstolo e um dos pilares da Congregação Nazarena Ebionita de Yaohushua.       

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