Curas!

Quando se pensa em curas é frequente se pensar na necessidade da ação de algo excepcional, como uma droga, um doutor, ou mesmo um milagre, para que ocorra a cura.

Assim nos  condicionou a pensar a falsa ciência da saúde, somadas a ela as crenças supersticiosas e ignaras.

Não há curas! E as pretendidas e acreditadas curas, são apenas atenuação dos sintomas e/ou a substituição dos primeiros pelos novos sintomas – aos quais eles chamam doenças. Na tentativa, na ação empírica, outras e mais graves enfermidades se produzem decorrentes dessa atividade pseudo-científica.

Só há, verdadeiramente, auto-cura! O organismo vivo, quando respeitadas as leis da fisiologia, sempre age na direção da regeneração e recuperação da saúde, naturalmente, sem nenhuma ajuda extra. E somente ele tem a prerrogativa de curar – só a natureza cura!

Assim como nada externo pode fazer a digestão dos alimentos que ingerimos, também é impossível que qualquer ação externa, artificial, interfira positivamente a qualquer nível no organismo humano. Para compreender porque é necessário dizer que, sempre, o alimento é passivo diante da ação do organismo por intermédio das suas enzimas digestivas, não fosse assim, os alimentos é digeririam, quebrariam nossas células, sangue e órgãos. Portanto, sempre, é o organismo que age sobre aquilo que entra transformando incorporando em tecido vivo e rejeitando as matérias inúteis.  Igualmente, nada pode ser “ativo” em relação ao organismo sem destrui-lo – e o princípio da intervenção alopática é de fazer o enfermo de “paciente”, de usar drogas ou ações que implicam em fazer o organismo passivo, submetendo-o a algo ativo – ou seja, coisas que são ativas  simplesmente matam as células porque são venenos.  Esse é o significado perverso do “princípio ativo” das drogas farmacêuticas.

A inteligência da vida, usando a natureza, seus elementos construtivos, conduziu a produção da célula masculina e feminina a se unirem e a sua multiplicação organizada até o nível de um corpo adulto equilibrado e funcional. Não há nenhuma inteligência outra capaz disso, nenhuma ciência humana pode fazer qualquer coisa semelhante. Essa mesma inteligência age continuamente para reparar e manter a saúde e a vida com a mesma eficiência.

A nossa tarefa é parar de construir a doença com maus hábitos. Nada fora da natureza e seus elementos é construtivo.

 A suposta ação curativa e preventiva da alopatia é sempre destrutiva, negativa.

Aprenda e siga as leis que conduzem a saúde.

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