Coisas Venenosas

A Biogenia define o que é útil, inútil e o que é venenoso.

Talvez, pela primeira vez na história da humanidade uma filosofia tenha conseguido definir com clareza e funcionalmente tudo que se refere ao ser humano.

Classifica-se como biogênico tudo que “produz vida”, cura e regeneração; como bioativo tudo o que mantém e sustenta a vida; como bioestático tudo aquilo que envelhece, obstrui e lentifica as funções vitais; e, finalmente, como biocídico tudo que envenena, mata, destrói. Poucas coisas podem se equiparar a esse instrumento magnífico que permite a todos repensar sua própria vida, integralmente, em função das necessidades humanas.

A ideia de que “o homem é o centro de todas as coisas” desmistifica doutrinas que retiram do indivíduo sua importância e a deslocam para outros pseudo-valores.

É certo que há coisas materiais e imateriais que são úteis e outras que são prejudiciais e que o bem-estar, o progresso e a própria vida dependem de que cada pessoa seja capaz de escolher e aplicar isso a suas vidas.

Há pensamentos biogênicos, bioativos, bioestáticos e biocídicos, assim como o ar pode ser biogênico, e também biocídico, no outro extremo. Uma substância qualquer pode ser biogênica, bioativa, bioestática e também, biocídica (mortal). Ou seja, tudo pode e, talvez deva, ser classificado dentro de uma dessas categorias: como biogênico, bioativo, bioestático ou biocídico. Não é desprezível que se pense, por exemplo, que uma determinada doutrina política, por aquilo ao que conduz, seja biocídica, destrutiva. E que assim, deva ser evitada. Todas as coisas e questões de nossa vida podem ser revistas em função daquilo que representam para nós: se são produtoras de vida, se ajudam a manter a vida, se por outro lado obstruem a vida ou, até, são uma ameaça à vida.

Entre todas as coisas dessa nossa época que são biocídicas e que são ditas e acreditadas serem biogênicas estão aquelas chamadas “remédios” – isso precisa ser esclarecido.

Todos os remédios são venenos! Não há exceções. Se confundir e se enganar sobre isso, mata, incapacita, desequilibra.

Cada nova droga (remédio) é um novo veneno. Todos os assim chamados remédios causam doenças e cada novo remédio (medicamento) produz uma nova doença. Nenhuma criatura viva foi jamais salva por essas drogas médicas.

Todas as coisas vivas têm a sua saúde recuperada, quando doentes, pelo uso daquelas substâncias, e somente sob aquelas condições, que mantém o corpo em saúde. Os mesmos elementos que mantém a saúde também promovem a saúde perdida. O único verdadeiro sistema de cuidado para o enfermo é aquele originalmente estabelecido na natureza. Esse sistema é tão antigo quanto o universo. É um sistema para o qual os instintos naturais preservados guiam os animais e o homem.

O reino da biologia deve suplantar o reino da química; o reino do metabolismo deve suplantar o da farmacologia.

Sim, estamos cercados, e cada vez mais, por coisas perigosas, por elementos biocídicos e é fundamental identificar e escolher entre quais influências, substâncias, alimentos, ideias, emoções são aquelas que, por suas características biogênicas e/ou bioativas, nos mantém e nos elevam.

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