A Saúde e a Fé impossíveis nessa Civilização

Vejamos como não se pode ter saúde num estado moderno.

O Dr Herbert Shelton nos brinda com as seguintes palavras:

“No mundo como presentemente organizado, o qual é uma máquina anti-humana irreversível, nenhum indivíduo pode obedecer essas leis de forma a ter saúde integral – isso é uma impossibilidade. Nós tendemos para a saúde na medida em que nós e os outros nos tornamos conscientes dos males que existem. Mas, se meu vizinho envenena o ar com as fumaças do tabaco, se ele polui a água com os rejeitos de sua fábrica, se ele irradia mal aonde quer que vá, ele me faz sofrer com ele. Há uma unidade na espécie que faz os crimes de um homem repercutirem sobre os outros. Nós não podemos repudiar essa unidade tanto quanto não podemos repudiar a unidade de nosso próprio corpo. Eu não posso ser saudável sozinho – eu não posso ser honesto sozinho. Em uma sociedade na qual desonestidade é o costume (a moda), como está por todos os lugares, mesmo que as pessoas não compreendam isso, a desonestidade é imposta sobre todos”.

Fica inegável aqui que a farsa dessa civilização impõe a todos que nela vivem a má saúde, loucura, crime e, certamente, uma total impossibilidade de uma vida santa, como aquela ordenada por Moisés e ainda com exigências muito maiores, aquela ensinada por Yaohushua.

Fingir ser um discípulo, como fez Judas, entre outros, termina da pior maneira – como a história contada no Evangelho nos adverte.

Essa geração hipócrita passa suas gerações fingindo, o que é muito pior, mais culpável do que confessar que não crê! O pecado contra o Espírito Santo (Ruach Santa) não tem definição melhor do que essa civilização faz quando finge seguir a doutrina de Jesus.

Em defesa parcial dessa geração insana diríamos que ela tem sido enganada pelas assim chamadas igrejas cristãs, mesmo que suas almas gritem que há algo muito errado nelas.

As evidências de que as doutrinas são questionáveis são pesadas e volumosas.

É necessário repetir que os discípulos originais, suas escrituras sagradas e a Congregação Nazarena (que não se chamava “cristã) foi assaltada no século IV com violência e crueldade por Roma, na pessoa de Constantino, o imperador – um déspota, um psicopata que viu na tomada da Congregação e sua destruição o meio de manter o poder e amplia-lo.

Dezenas de bibliotecas foram queimadas, as escrituras sagradas da Congregação destruídas e seus líderes mortos. Um conjunto de livros foi editado e reunido num documento chamado Bíblia e dogmas e mudanças na doutrina foram impostos à espada. Um religião estatal foi criada e os súditos Romanos obrigados a segui-la sob a ameaça de morte.

Ora, o objetivo de Constantino nada tinha a ver com fé, mas com dominação. A nova igreja se tornou um instrumento do estado romano para submeter a todos.

Ainda mais, consciente ou não, essa estratégia perpetuou os costumes e valores greco-romanos até esses dias – o paganismo em forma de política de estado numa união ilícita com a religião.

Hoje, sem ter muita consciência disso, dois bilhões de “cristãos” perpetuaram o império romano com e na sua religião. Ou seja, a igreja católica romana é, de fato, o império romano com roupagem eclesiástica. Sua influência na civilização e no mundo é enorme e determina quase tudo, desde costumes a governos. A fé sendo um mero apêndice.

A quem interessa a verdade, que possivelmente signifique uma renúncia total ao modo habitual de vida?

Sim porque, mesmo que os fiéis dessas igrejas não compreendam que vivendo como vivem não podem ser reais discípulos do Mestre, ou fazem de conta que está tudo bem viver como pagãos e sonhar que são “cristãos”.

De fato, não há nenhuma separação entre a vida e a religião. Tal coisa é típica das culturas e civilizações pagãs. Nelas o centro da vida é o império, o soberano, a república, os valores democráticos, os “poderes constituídos”. Tudo isso em detrimento da Lei Única, de Deus.

O “estado laico” é o reflexo real do paganismo greco-romano e não tem nenhuma relação com o Ensinamento original do Mestre Yaohushua. Mais recentemente a França, quando eliminou a monarquia e instituiu a república, evoluiu para o laicismo.

É claro que esse modelo político e de governo nega a soberania de Deus, mesmo que, hipocritamente os governos, o estado e o povo façam de conta que há uma conciliação possível entre seguir as leis divinas e as leis e costumes de seu país “laico”.

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