A Causa Oculta da Queda de Civilizações

Mesmo que não desconhecido, é esquecido que todas as admiradas civilizações do passado e os poderosos impérios, caíram, foram exterminados ou apodreceram e foram sepultados.

Mesmo assim, o vazio dos nossos tempos leva a muitos a se agarrarem incondicionalmente a civilização greco-romana, a civilização judaico-cristã, ou ainda pior, as filosofias genocidas e insanas como o comunismo e suas vertentes.

Os Romanos e os Gregos foram esmagados pelos bárbaros que viviam ao ar livre, em contato direto com os elementos. Recentemente os impérios modernos europeus se esfacelaram. E a suposta hiper, mega civilização judaico-cristã é uma colcha de retalhos de influências, até mesmo pagãs.

Há muitas causas que levaram a decadência de cada uma delas, assim como, inegavelmente, a atual civilização revela sinais de que chega ao fim. As hordas bárbaras de fora e de dentro ameaçam novamente aniquilar as “conquistas” de 20 séculos.

Entre todos os motivos, sempre tem um que é compartilhado por todos os desastres de ontem e hoje: a perda da vitalidade do povo, a deterioração da saúde, e a ascensão da afetação, a indiferenciação dos sexos, a perda da inteligência; o crescimento da indolência, o medo de tudo, da inimizade, a perda da fé, entre outros sinais.

O afastamento do povo da natureza, da terra, dos meios diretos de subsistência, próprio de civilizações e organizações sociais complexas enfraquece o ser humano, corpo e mente.

O sonho de que os meios artificiais orgulhosamente sonhados e impostos ao povo como “evolução”, como capazes de substituir ou melhorar a vida, facilita-la, foram, são e serão mortais. Não se pode substituir o sol, o ar livre e puro das florestas e campos, o contato com a terra, o trabalho diário na produção de alimentos, a água das fontes e da chuva, e, acima de tudo, os alimentos frescos e naturais colhidos diretamente das hortas e pomares. Nenhuma drágea de vitaminas e sais minerais, nenhum suplemento pode substituir os verdadeiros alimentos.

A perda da vitalidade, dos elementos vitais que trazem a força, a coragem e intrepidez a uma “raça”, a capacidade de resistir aos elementos e vencer as enfermidades é devido a esses elementos vivos chamados enzimas, somente encontrados dentro dos alimentos crus, frescos e vegetais, também conhecidos como “vitalidade”.

A vida nas metrópoles, megalópoles transformam seres humanos em “vermes rastejantes, em formigas e cupins”, mesmo que os próprios não se deem conta de seu estado lamentável e imaginem ainda serem homens.

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