A Relatividade do Tempo

As funções psíquicas e da consciência regem a vida pessoal e o mundo. O Universo é uma função da sua psique pessoal. Mesmo que um homem, naturalmente desenvolvido em seu entendimento, compreende que o conhecimento muda como vê a si e ao mundo, ainda assim, não consegue se dar conta da extensão e do significado disto porque ignora que as funções psíquicas e da consciência estão subdesenvolvidas nele mesmo e na maioria de todas as pessoas que conheceu, conhece ou conhecerá e isso inclui todos os expoentes da história, da cultura e da ciência.

É preciso saber, para entender a relatividade do tempo, que somos compostos com vários corpos que funcionam independentemente e integradamente chamados corpo mental, corpo emocional e corpo instintivo motor. Naqueles que não desenvolveram suas funções, não foram instruídos em Escolas Esotéricas, tais como, por exemplo, a Congregação original dos Nazarenos, que foi a organização autorizada para dar continuidade ao ensinamento de Jesus, raramente ou nunca têm seus centros trabalhando na velocidade para a qual foram projetados. O resultado disso é que a humanidade funciona impropriamente e muito lentamente.

Quando a velocidade de funcionamento dos centros é alta, significará tempo expandido e, baixa velocidade de funcionamento dos centros, implica tempo contraído. E isso não é subjetivo, mas objetivo, real.

Para se representar isso, imagine que seu centro intelectual funcione 30.000 vezes mais rápido do que o de seus amigos, por exemplo (o que é uma realidade possível). Então, sua vida intelectual será “apenas” 30.000 vezes mais “longa” do que a deles. Ou seja, nos 80 anos de realizações e aprendizagem intelectual deles, você viverá “apenas” 240.000 anos – 30.000 vezes mais!

Por outro lado, pessoas com funções alteradas, intoxicadas, terão a percepção de que suas vidas terminam muito cedo, que o “tempo” passa rápido, que cada vez mais tem “menos tempo” e mesmo que cronologicamente vivam os mesmos 80 anos das outras pessoas.

Há muitos outros aspectos que se referem ao tempo e que uma nova qualidade de conhecimento mudará completamente sua apreciação do tempo e que, na verdade, ele é relativo.

Viver mais e melhor não é, certamente o que nos trazem os sentidos, mas o que percebemos internamente – e isso é pessoal e intransferível e invisível para o mundo. Ou seja, não é como uma conquista da ciência, da tecnologia, onde todos apreciam um acontecimento como a viagem a Lua, mas é a conquista de um poder novo e pessoal do qual aqueles que não chegaram ao mesmo nível de ser, não podem compreender, nem apreciar – viver.

Essa civilização, em especial, está, como nunca antes, colada, agarrada, nas impressões que lhes trazem os sentidos, portanto, no mundo exterior – a sua mente lógica é o resultado dessa visão limitada do mundo e de si mesmo. Todas as soluções pensadas e implementadas para “melhorar a vida” e para evitar problemas estão todas focadas no controle da matéria, da química do corpo, da sociedade, da natureza. Portanto, todo o esforço em inteligência e energia é para criar soluções tecnológicas onde as máquinas se tornam mais sofisticadas, poderosas e hegemônicas – e a evolução material e “cientifica”, vem em detrimento da evolução pessoal, das funções internas e da consciência. Ou seja, não há porque duvidar que a humanidade está involuindo, se brutalizando na medida que a tecnologia se sofistica.

A saída implica em uma reversão. Quem está disposto?

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