A Ameaça do cristianismo paulino

Quase nada dos ensinamentos originais e da Congregação Nazarena dos primeiros seguidores do Mestre sobreviveram na assim chamada “igreja romana”.

Em total oposição herética aos ensinamentos originais, Roma, na pessoa do imperador Constantino, impôs uma religião híbrida, que rompeu com a base mosaica e profética para se entregar a dogmas pagãos e a doutrina do arqui-inimigo Paulo de Tarso. Sim, o “cristianismo” surgido dali foi uma religião de estado, imposta à espada e a fogo e com uma separação absoluta entre o clero, totalmente cooptado e subjugado pela força imperial, dos fiéis.

Até hoje o modelo se manteve. Mesmo que aparentemente a hiper, mega religião não esteja mais no comando direto de estados e seja ela mesma um estado monárquico independente, tem um poder político que não pode ser negligenciado. O discurso socialista/comunista e o da igreja, não divergem muito, principalmente no que se refere ao poder, a determinar os destinos dos estados atuais. A aliança entre a igreja e o socialismo/comunismo cruel, ditatorial, pervertido, corrupto que dominou o Brasil nas últimas décadas é claro e inegável. Não só pelo absoluto silêncio diante dos crimes da esquerda, como da associação e a cooperação com os criminosos que se sentaram no poder. A tal igreja não gritou contra a perversão dos costumes, do assassinato de inocentes, dos estupros e da pedofilia e do apocalipse das drogas. É óbvio que, assim como essas doutrinas genocidas que ainda agora se agitam para dominar o mundo com seu discurso vitimista e separatista, a igreja sabe que não manterá sua hegemonia e o controle sobre os bilhões de almas com a verdade, mas que precisará da mentira e do engano para continuar a dominar sobre a ignorância e a fraqueza de seus fiéis. Como desde o princípio, a igreja paulina na deseja, e está bem ciente, que a instrução, a consciência, a emancipação, liberdade e poder das pessoas irá, inexoravelmente esvazia-la.

É evidente que falamos do clero, de Roma e não dos fiéis e crentes – eles são vítimas há quase 17 séculos.

Hoje, um papa socialista, absolutamente comprometido com a filosofia mundana da Teologia da Libertação apoia todos os inimigos da civilização, inimigos da fé, ditadores cruéis e genocidas.

Que situação patética dos assim chamados “cristãos”. Eles estão assim porque são mais fiéis e dependentes da igreja do que do próprio Ungido Yaohushua (Jesus).

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