Psicologia – a Ciência da Alma II

A psicologia moderna, sobre a qual tive uma formação formal e varias especializações é um daqueles casos onde o mundo moderno, orgulhoso e vaidoso de seus feitos imagina que atingiu o máximo do desenvolvimento de conhecimento, técnicas e equipamentos quando comparado com o mundo de nossos ancestrais. Essa mesma postura leva a afirmar que essa suposta abordagem, que chamam “ciência”, chegará, em um futuro mítico, a conhecer tudo e a controlar tudo dominando o universo, a natureza.

Há, certamente, um enorme equívoco sobre isso. Os resultados e promessas não se cumprem em nenhuma área de atuação delas.

Nenhuma das “ciências” modernas escapa a essa condição limitada, decadente e contestável. Sendo áreas mais próximas e conhecidas, no meu caso, me sinto mais confortável em usar como base de um estudo inicial sobre a saúde e mais, sobre as possibilidades humanas desconhecidas dessa “ciência” atual, a psicologia e a ciência da saúde na sua abordagem natural.

A psicologia, como vemos hoje, sempre foi conhecida com outros nomes: filosofia, religião, yoga, entre outros e, sua atuação também ergueu resistência e suspeita dos donos do poder. As divisões estabelecidas à força em nosso tempo – separando áreas em religiões, profissões, ciências e artes, são completamente equivocadas e sem fundamento real. É certo que o objetivo dessa divisão tem razões de controle – o povo não tem acesso ao que lhe daria poder, no sentido de uma condição nova e evoluída – e isso é tudo o que o sistema teme e deseja evitar.

Quem conhece bem as teorias psicológicas e seu campo de atuação, se for sincero, logo se dá conta de que há muitas coisas estranhas e falseadas. A psicologia moderna é um método de manter o homem sob controle e estúpido.

Na mesma linha, ocorre o mesmo com as falsas religiões modernas.

Quando se estuda essas doutrinas como foram originalmente no passado, sem essas divisões impostas, se entende que há muito mais do que o oferecido hoje, para os assim chamados “profissionais” e também o povo.

Os exemplos antigos nos chegaram como arquitetura, masonaria, alquimia, magia, os mistérios, astrologia, dança e teatro, sempre ocultando suas intenções reais daqueles que poderiam se erguer contra seus efeitos e, ainda, porque seu conhecimento e aplicação encerrava uma nova linguagem, simbólica e acessava outras funções sutis humanas.

Para resumir: a psicologia moderna estuda o homem tal como se encontra naturalmente na sociedade, ou como imaginam que ele seja. Aqui, olharemos para o homem como essas antigas ciências o viam: não do ponto de vista do que é ou parece ser, mas do que pode chegar a ser; isto é, desde o ponto de vista de sua evolução possível.

Assim, o objeto real da psicologia se torna o estudo dos princípios, leis e fatos da possível evolução do homem.

A abordagem moderna, por outro lado, é um real impedimento a qualquer evolução, transformação humana. Seu objetivo é de manter o ser humano dentro dos padrões aceitos, estabelecidos.

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