O seu “Pet” confia em você?

Nesse mundo pós-moderno os animais de “estimação” se tornaram importantes na vida de muitos.

Comprovado cientificamente os animais, especialmente os mamíferos, são nossos aparentados, bem próximos, alguns tem o DNA próximo de 99% idênticos ao nosso próprio código. Todos os mamíferos tem pelo menos 90% do nossa cadeia genética. O mais provável é que a natureza toda tenha o ser humano como “alvo”, como o espécime derivado de todas as “experiências” necessárias para chegar ao ápice chamado homo sapiens. E nesse esforço, todas as espécies animais contribuíram de alguma forma para formar o nosso organismo e assim, não é de estranhar que nos reconheçamos neles de varias maneiras.

Não há a menor chance de sobrevivência, de equilíbrio para nós aparte do que chamamos natureza, a vida orgânica. Todos os elementos que a compõe são necessários e contribuem para a saúde, equilíbrio, evolução e bem estar. Mesmo que não compreendamos como, tudo tem seu lugar e importância. A vida artificial dessa nossa era certamente contribui à desarmonia e a aproximação do homem dos animais vem como uma compensação de seus erros grosseiros em relação a natureza.

Porém, a questão que o tema traz é a confiança em seu “pet”. O nosso pet particular, não reconhecido, mas que nos acompanha por toda nossa vida é o que chamamos de nosso corpo. Temos já, desde o começo de nossa vida um pet para cuidar, conhecer e que corresponde com fidelidade ao nosso tratamento a ele.

O corpo tem certamente uma inteligência muito especial, instintiva, a qual se comporta de forma muito semelhante àquela dos nossos irmãos menores que as vezes adotamos para nos acompanhar e tratamos com carinho, os animais.

A cooperação é a lei da vida mais emblemática e nobre. Não há vida sem cooperação, o que denota confiança total!

Se você trata mal o seu pet pessoal e íntimo, seu corpo, ele não lhe revelará os seus segredos, não cooperará com sua meta de vida e mesmo, se oporá ao seu caminho.

O modo de conhecimento desse mundo particular não é feito com eficiência pelo intelecto, pelos livros, mas diretamente, pela sensação. E esse conhecimento significa “entrar” em seu próprio corpo, percorrê-lo, aprecia-lo em cada parte, célula, órgão.

Você trata bem seu pet? Se você não o trata bem ele não confiará em você e não lhe franqueará a entrada. O resultado disso é que você estará em guerra, em oposição com o seu corpo, não o conhecerá e não lhe terá a cooperação e, portanto, a sua vida será miserável, dolorosa, limitada.

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