Uma breve análise do paradigma da saúde

O que ocorre nas questões da saúde? As más ações, aquelas que destroem a saúde são rapidamente e eficientemente aliviadas e mascaradas pela ação dos médicos e suas drogas. Ou seja, é mostrado ao enfermo, que na maioria das vezes provocou seu mau estado, que ele foi vítima do “ataque” de uma dessas 100.000 entidades malignas e que a solução é correr para a proteção de um doutor – significando que ele não contribuiu para causar sua má saúde, quando efetivamente foi ele o provocador com seu modo de vida contra as leis naturais. A consequência terrível disso é que tudo aquilo que levou a má saúde continuará e ficará ainda pior.

A consequência incontornável da ação “curativa” da medicina voltada para os sintomas, para as consequências de um viver irresponsável e estúpido é que haverá obrigatoriamente um aumento das assim chamadas doenças em número e frequência.

Mais, o custo das ações médicas aumentarão inexoravelmente porque tudo se complicará com o aumento de casos, da complexidade e com o aumento do conhecimento das infinitas e intermináveis tramas da evolução da “doença”, do sintoma – o conhecimento médico alopático está em sua maioria apoiado nos desvios da saúde e não na fisiologia normal e saudável. Na realidade a medicina nada sabe ou entende da saúde, mas conhece cada vez mais e melhor sobre as assim chamadas doenças. É isso é mais uma ciência da doença e morte do que da saúde e vida.

O custo dessa abordagem supersticiosa e absolutamente incorreta se tornará, breve, impagável.

Dessa forma, ao abordar a saúde como doenças ( entidades malignas reais) a serem combatidas e não como uma diminuição da saúde decorrente de maus hábitos, o fracasso será a nível humano e econômico.

A abordagem alopática da saúde é negativa em toda sua extensão. É cara, ineficiente e insustentável – e isso é o que é hoje a medicina em todo o mundo.

Caminhamos rapidamente para uma total escravidão ao sistema médico alopático e esse será, em breve, se já não é, a arma para submeter a humanidade a escravidão total.

Em muitos países já se obriga as pessoas a inoculação e procedimentos questionáveis e aqueles que se negam são processados e presos. O custo da medicina chegará ao ponto de que o Estado terá a hegemonia total de especialistas, equipamentos e drogas e todos serão obrigados a passar por ações “médicas” as quais farão dos homens autômatos completos, sem chance de escaparem.

A união da tecnologia eletrônica, nanotecnologia e as drogas já são operacionais para o controle total do ser humano. Chegando aos 20.000.000.000 de pessoas no mundo, os governos locais e mundiais investirão em meios de controle absoluto ou na diminuição drástica de população. Enfraquecer, impossibilitando a continuação da vida através de vacinas é possível agora.

Tudo se encaminha para que o controle do Estado sobre o indivíduo se torne absoluto.

Dar condições de autonomia para os indivíduos é tudo que os governos não querem. A própria presença massiva do Estado a título de “segurança” e desarmando a população vai exatamente nessa mesma direção.

A medicina alopática será usada, a título benévolo, para submeter a todos ao controle do poder central. Uma sociedade drogada e dócil tornará muito mais fácil o trabalho dos governos – já vivemos parcialmente essa condição.

A única saída para o futuro da humanidade, para a saúde, para o bem estar e a vitalidade é a promoção da saúde natural. Não há nada na medicina alopática, curativa e intervencionista que contribua positivamente para libertar a humanidade das assim chamadas “doenças”, da dependência do assistencialismo, dos custos cada vez mais altos e da transformação da humanidade em uma massa de amorfos e dependentes.

Nós enfrentamos hoje com dois graves problemas, entre outros. O custo crescente do assistencialismo na saúde e da assim chamada “aposentadoria”.

Se atribui ao envelhecimento da população – decorrente da longevidade maior – ambos os problemas. As pessoas, apesar de supostamente viverem mais, vivem pior. Ou seja, custam mais, precisam de mais socorro e estão cada vez mais dependentes. Cada vez menos pessoas devem produzir para sustentar, em todos os sentidos, uma legião de dependentes. As causas por trás dessa situação desesperadora está oculta aos olhos dos burocratas e especialistas.

Entre os vários motivos está a má saúde e a ideia de que o recolhimento compulsório durante X anos de trabalho e contribuição deveriam, a partir da aposentadoria, sustentar o aposentado enquanto ele não produz mais nada. Além de tudo, a saúde desse aposentado custa caro e cada vez mais. Ora, é óbvio que, independente do melhor plano social para garantir que tudo corra bem com os direitos do cidadão e não quebre o estado, isso é impossível. Tudo está calculado em uma possível arrecadação e crescimento e isso, de nenhuma maneira está garantido. As possibilidades de tudo dar errado são de 100%!

A arapuca está pronta para apanhar a todos.

O que se exige é um novo paradigma – todo um outro pacto apoiado em uma nova filosofia de vida.

A solução passa, assim, por um questionamento integral dos valores, pelo modo de vida. A única coisa auto-sustentável é a relação harmoniosa entre o homem e a natureza. Qualquer outra relação traz desgaste e desequilíbrio. O Estado explora ou é explorado. Quando é explorado, deve retirar de alguém ou de uma parcela da população para dar ao cidadão seus “direitos” ou, quando explora, escraviza e é cruel usando o poder que detém contra o cidadão. Alguém sempre paga, e o custo é alto e injusto. Enquanto que o homem voltado à sua relação essencial com a Terra não custa nada para ninguém, mas sobrevive e troca energias com a natureza, sempre ganhando muito mais do que dá.

Não há nenhuma auto-suficiência à parte da natureza. Nenhuma solução artificial pensada pelo homem que seja contra as leis naturais pode se sustentar. Sempre, em todas as criações humanas a vida perde. O que não se compreende é que o alvo não está fora, mas dentro. Porém, para que seja possível evoluir na compreensão, constituir uma psicologia harmoniosa sobre bases verdadeiras todas as leis naturais precisam ser respeitadas, compreendidas e cooperadas.

A submissão da natureza, as ideias de cura através da supressão de sintomas, de forçar a terra a produzir, a curar as plantas com venenos e a reverter o desequilíbrio mineral através de 3 ou quatro elementos, matando assim a vida na superfície, construindo cidades, isolando o homem da natureza, ocupando a vida com a busca de bens materiais e quinquilharias é a médio e a longo prazo, fatal para a humanidade. O prejuízo não é só no visível, mas muito maior e terrível dentro do homem.

A ilusão de que podemos ser normais com um corpo doente, que seremos capazes de ter um desempenho psíquico elevado com um organismo em desequilíbrio, sob a influência das drogas prescritas, de uma alimentação inadequada, das assim chamadas “doenças verdadeiras”, ou seja, de alterações permanentes em nossos órgãos vitais, revela o completo desconhecimento da natureza humana. Só podemos ser realmente humanos, ou atingir as condições elevadas de desempenho mental e moral quando íntegros.

A evolução da consciência, do ser humano passa por ser fiel à sua herança primeira, ou seja, ao seu corpo. Para isso, precisa se comportar em harmonia com as leis naturais, mesmo que a questão se esgote aí. Quem não é fiel no pouco, quem não cuida do bem alheio, quem não olha para a natureza como um todo e para o seu equipamento orgânico como as condições necessárias para que evolua, portanto, como um meio, estará condenado a permanecer na mediocridade e indigência.

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