Não há Curas!

Só a natureza cura. É preciso se dar conta da realidade sobre as ações da filosofia alopática sobre a má saúde: nenhuma cura jamais foi descoberta para nenhuma das assim chamadas doenças. Das antes 1.000 doenças catalogadas, evoluíram em 10.000 e hoje são 100.000!

O que há são supressão e alívio de sintomas por algum tempo e/ou com a provocação de outros sintomas (doenças). Se houvessem curas, como a propaganda oficial alardeia, não teríamos maior número de doenças e nem doenças ainda mais terríveis e mortais como as atuais. A longevidade, supostamente resultado das maravilhas da ciência não passa de semi-vida. Quanto mais o homem se afasta da natureza, da sua relação de dependência regida pela lei, mais fica sujeito as enfermidades e também as soluções artificiais que só lhe tiram toda vibração e vitalidade, transformando sua vida  em uma lenta agonia para uma morte terrível e indigna.

O custo material, psíquico, social e espiritual dessa abordagem já é impagável e vai piorar.

A máxima: “a saúde por viver saudavelmente” é a única saída pessoal e social para o adoecimento e decadência da humanidade.

Mas soluções médicas precisam ser entendidas pelo que elas são: ações paliativas de altíssimo custo!

 

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