Auto-Análise

 

A psico-análise freudiana, entre outras enfatiza somente alguns aspectos da natureza humana e ainda, depende do analista. Sua característica é basicamente passiva e pressupõe que o outro possa conhecê-lo e acessar seus problemas e resolvê-los em um par de anos.

Por outro lado a auto-análise integral envolve todos os aspectos da vida, não somente os sexuais, por exemplo. Essa doutrina de desenvolvimento é pessoal, é uma tarefa de vida e não limitada a um período, comporta um trabalho diário, uma avaliação semanal empregando o pensamento, o sentimento e a ação, aplicados sobre 16 aspectos, energias e forças reais que envolvem o ser humano e que, quando acessados, tocados e comungados são uma fonte inesgotável de energia, de conhecimento e harmonia.
O homem vive em meio a um campo de forças naturais e cósmicas das quais o homem depende para a sua vida, saúde e felicidade.
Os desvios em pensamento, sentimentos e ações da Lei são responsáveis pela criação de forças inferiores e negativas que drenam energia vital. Não há como ficar neutro em relação ao universo, ou se está cooperando com forças positivas (reais) ou negativas (ausência das positivas)
Semanalmente o indivíduo faz uma auto-análise de suas ideias, valoração e obras em como ele lida com as forças construtivas ou destrutivas e isso revelará seu caráter, habilidades, condição física, projetos, mostrando o seu grau de evolução na vida e o quanto avançou e o quanto regrediu. Assim ele terá um quadro real de seus pontos fortes e fracos. Não há como progredir sem essa visão real.
É um fato indiscutível que apesar de todo avanço tecnológico e científico não houve avanços pessoais em bem-estar, paz, saúde, felicidade, harmonia. O homem está hoje ainda mais desconectado do universo, no seu lugar e papel no todo.
Esse suposto progresso em nada lhe trouxe benefícios reais. A sua relação com as leis cósmicas e naturais nunca foi tão perturbada.
Compreender a realidade, a importância das forças e elementos responsáveis pela criação contínua dele e de tudo, do corpo e de sua psicologia lhe adicionará vida e benesses reais.
Quando alguém que passa 10 anos em um processo de análise 2 vezes por semana é questionado em que praticamente e realmente avançou, as respostas são evasivas e subjetivas, ou seja, inconsistentes.
Somente através de um processo de auto-análise, com forças e elementos reais é possível avançar, se conhecer, conhecer o universo e se ligar as fontes de energia, de harmonia e conhecimento reais. Observar-se e comparar-se ao quê – esta é a questão. Há centenas de milhares de “problemas”, de carências, de angústias que são absolutamente irrelevantes e fantasiosos. Mais uma vez, o que interessa é se voltar para o real, aquilo que está vivo e gera significados. Chafurdas na dor, na auto-piedade, naquilo que não pode ser resolvido é se condenar a eterna prisão da doença e insanidade. Não é disso que estamos falando aqui.

Inventário semanal sobre as 16 forças
1 Sol
2 Agua
3 Ar
4 Alimento
5 Homem
6 Terra
7 Saúde
8 Alegria
9 Poder
10 Amor
11Sabedoria
12 Preservação
13 Criação
14 Vida Eterna
15 Trabalho
16 Paz

Conhecimento e ideias
Conexão, significado e importância
Ações, obras, disciplina diária relacionada

Uma das críticas mais sérias sobre a psicoterapia sempre foi a pretensão do terapeuta conhecer o cliente mais do que ele próprio e aconselhar o cliente sobre a sua vida pessoal e a passividade desse diante da autoridade do terapeuta.
A sensação de invasão, de superioridade e de tutela do terapeuta é, sem duvida uma herança do processo médico-paciente em que o paciente é tratado e se submete ao medico e a relação sacerdote-fiel e salvador-pecador onde há alguma coisa excepcional/mágica/sobrenatural que não ocorreria sem a total submissão daquele que busca cura/salvação.

A evolução, o crescimento é sempre auto-gerido. Parte-se do princípio de que não existe acaso e que o livre arbítrio é uma lei universal. Daí decorre que sempre há escolha e que há uma ordem no universo. Cada ser humano tem em suas mãos o seu destino e pode conhecer como conduzir sua vida e vencer os obstáculos. Ou seja, ele pode e deve ser instruído, mas ninguém pode fazer por ele todas aquelas coisas relativas ao seu ser. É ele que deve respirar, comer, andar, compreender, se relacionar, crer, evoluir, curar-se, salvar-se e analisar-se. Qualquer tentativa de fazer o que ele mesmo deve fazer para si é um prejuízo, uma insensatez. Isso é uma condenação a eterna dependência, uma vida sob tutela, sem progresso interior, mediocridade e medo.
A análise por outro é impossível e o diminui, paralisa e retira dele o controle da vida, do futuro.
A auto-análise coloca nas mãos do homem o controle e lhe dá poder.
A auto-análise é uma prática a ser ensinada, assim como o inventário semanal.
As 16 forças precisam ser conhecidas em todas as suas manifestações e significado.
O sol, por exemplo, o que é, como funciona, importância, com o que se conecta, as práticas pessoais e gerais relacionadas às funções do sol, as palavras que abrem o coração, a mente e o corpo a sua influência.
Antes de tudo é necessário se relacionar com essas forças. O alijamento das fontes da vida são limitantes e fatais. Não há como comungar com essas forças senão pelo contato direto.

A ideia nefasta de que alguém ou algo pode cura-lo, salvá-lo está na base de todo o sistema psicoterápico. Há nesse ponto um mau entendimento. Seria estúpido negar que há um benefício na relação humana de amizade, de aceitação, de ouvir e consolar a pessoa necessitada. Por outro lado, duas más consequências emergem dessa relação: a dependência doentia e o desvio e até impedimento da compreensão e solução dos problemas reais pelo próprio cliente.
Essa dependência da autoridade, em todos os níveis e em todos os tempos produz um estado de desassossego e temor permanente. As pessoas são levadas a crer que são dependentes, que jamais serão auto-suficientes e que precisarão sempre do sacerdote, do psicoterapeuta, do governo, da polícia, do salvador. Assim sendo, elas não buscam ser auto-suficientes, em compreender quem são e o seu lugar no mundo. Permanecerão sempre em um estado infantil de dependência. “Sois deuses”, como declarou o profeta, mas seres imperfeitos que não podem superar suas limitações e precisando de tutela – “sois seres imperfeitos e defeituosos”, diria a ciência moderna.
Quando uma pessoa é ignorante e está dominada por suas paixões e vícios, maltrata e é maltratada, sofre e faz sofrer. Dizer diretamente a alguém seus defeitos e pecados é ofensivo e degradante. Precisamos de modelos a imitar, conhecimento verdadeiro e trilhar novos caminhos. Se a pessoa que sofre não sabe o que está errado e o que fazer para sair, a análise que lhe disseca o mundo interior é de uma humilhação e perversidade hedionda.
A psicanálise impõe um sistema limitado de pensar sobre as dificuldades, mas não fornece instrumentos para a solução. O indivíduo se descobre neurótico, psicótico, complexado, pervertido e a saída, é tabu! Se o psicanalista prometer uma “cura” é um charlatão. Por outro lado, as amarras ficarão bem firmes.
Não há como libertar-se e evoluir sem um real conhecimento das forças que criam e governam dentro e fora.

Meditar e empregar as 16 forças que criam e mantém o universo abre caminho não só para compreendê-las, mas para comungar com elas e, finalmente, ser digno e capaz de conduzi-las.

O que ensinar e como propor a auto-análise? Por que alguém pagaria para cuidar ele mesmo de si mesmo?
A tônica nessa civilização é que o outro é culpado: a mãe, o pai, a natureza, o governante, o Criador.
Ou o indivíduo está culpando o outro ou se lamenta e acha que a sua natureza é imperfeita e perversa.
A verdade está longe disso: ele não é culpado, nem os outros. Mas, ele é ignorante e negligente e se quiser, verdadeiramente, ele pode se libertar e superar todas as suas dores e limitações. Agora, ele precisa um novo conhecimento e praticá-lo. Um novo e maravilhoso mundo se abrirá diante dele e para ele. Como ele é no estado em que se encontra, uma caricatura, um ser limitado, medroso, ignorante.
Ninguém pode fazer por ele o que só ele mesmo pode fazer: comer, respirar, banhar-se, compreender, falar palavras doces, praticar boas obras. Mais, há uma atitude, uma maneira de se relacionar com o universo que traz harmonia, conhecimento e energia. Se se compreende errado, ao invés dessas forças o constituírem, serão, por ele mesmo transformadas em seus opostos: a fertilidade em infertilidade, o amor em ódio, a sabedoria em ignorância, o Criador em destruidor…
Sempre é possível, em qualquer condição, retirar algo bom, útil e real de tudo.
O conceito de que alguém ou algo, o governo, o sacerdote, o analista resolverão o seu problema é um comportamento infantil, mágico, supersticioso.
A dependência de coisas, de pessoas, de instituições é um enorme obstáculo a evolução e a felicidade. Tornar-se auto-suficiente, capaz de analisar-se e a própria vida, se constitui na única saída real. O dinheiro não comprará harmonia, energia, conhecimento, bem-estar, vida. Só o que pode ser comprado são anestésicos, dependência.

Do que depende a Alegria, a Sabedoria, o Amor, o Poder, a Saúde, a Fertilidade, a Vida Eterna, os benefícios do Sol, da Água, do Ar, a Criatividade, o Homem, a criação e a preservação, a Paz, o alimento?
Todas essas energias, forças reais e presentes estão disponíveis aqui, agora e sempre ilimitadamente.
A complicação, a busca desesperada por sucedâneos, por substitutos, por sonhos e desejos viciosos são destrutivos e o real impedimento para acessar o que, ao fim e ao cabo, é da humanidade.
Para quem se interessa por isso, é necessário ser ajudado a se livrar do que o impede e a contatar, se banhar, comungar e finalmente, conduzir essas forças criadoras e de vida.
Para começar, é inútil e uma espécie de magia negra, tentar manter o velho, os vícios, enquanto tenta acessar as 16 forças.
Sem abandonar o mal, o ilícito será impossível se beneficiar com a auto-análise, o inventário, a meditação, a comunhão, os segredos para acessar o inconsciente.
Não há truques, atalhos, meios de burlar a realidade.
Estamos diante de um novo limiar de crescimento e emancipação. Essa civilização precisa abandonar os conceitos antigos, os antigos senhores, a tutela. A fase infanto-juvenil precisa ter um fim. Assumir a própria vida, o destino e compreender que o universo está esperando para ser conhecido e fornecer sua energia, sua harmonia de uma fonte inesgotável é crescer e tomar parte ativa na criação.
O homem tem esperado, procurado, implorado por curas, por salvadores desde sempre. Entre aqueles que vieram aprisiona-lo e escraviza-lo estão todos aqueles que prometem curas e uma salvação vicariante onde o papel do próprio homem seria só acreditar e curvar-se a nova crença, ou submeter-se, sem compreender os efeitos das poções mágicas dos curadores.
Ao contrário, aqueles que vieram libertar o homem, que se empenharam para liberta-lo da ignorância e da prisão de suas paixões, dos senhores e reis, vieram com todo um outro ensinamento, onde a lei e o merecimento, o esforço pessoal, a auto-superação e o poder marcavam seu caminho.
No primeiro, sempre o homem é acusado e diminuído, tratado como incapaz e defeituoso, no segundo, é chamado de deus, de ápice da criação, onde o fazer, pensar e dizer o bem é muito mais importante do que esperar por salvação ou cura por misericórdia.
Para os primeiros, o salvador e o curador farão tudo, descendo de seu lugar elevado. Para os segundos, eles mostraram o caminho que conduziria o homem a se elevar.
A escolha é clara e revela o que o buscador quer: ser um escravo, um servo, dependente e ignorante, mas crédulo, ou ao contrário, assumir a própria salvação e cura, compreendendo seu papel e a necessidade de mudar para se salvar e se curar.

Vejam que a alopatia e a análise tratam pacientes, são ações de cima para baixo onde o paciente deve se submeter mesmo sem compreender o processo e confiar como se o curador/analista tivesse um poder especial, muito além daquele que o paciente jamais terá.
Esse processo tira o poder, a liberdade do paciente, do buscador.
O trato nem sempre explícito é que o paciente paga pela cura/terapia/análise e se tranquiliza.
Há uma relação supersticiosa aí: o pagamento do trabalho terapêutico com um “profissional” estabelece quase uma relação mágica de solução, que de fato, é obscura. Todas as doutrinas que fazem do homem um dependente de outros homens, de governos e reis consideram que a maioria é defeituosa, incapaz e que precisa de tutela, comando. O princípio da igualdade está aí completamente destruído.
A consequência é que essa abordagem foca na doença, na limitação e abandona a possibilidade da ação positiva, da auto-superação. No caso divide-se a humanidade em terapeutas e doentes; em senhores e servos; em sacerdotes e fiéis; em bem e mal; em saúde e doença.
O que propomos é o monismo. Não há mal, mas a ausência de bem; não há doença, mas má saúde. A análise estendida e interminável dos mecanismos doentios, da química da má saúde até suas últimas consequências, a interferência química e analítica, psicoterapêutica nos vários sintomas psicológicos cria uma situação insolúvel de interferência nos estados alterados que jamais serão compreendidos em suas causas e portanto, jamais solucionados.
Não se pode partir da má saúde, dos sintomas para criar um sistema de cura. Quando não se sabe o que é a saúde, o normal e se chafurda na anormalidade, no desvio, para definir o que seria o normal isso é no mínimo, charlatanismo. O psicoterapeuta, o analista, o médico pesca em águas turvas e define o normal e o doente através de seus parâmetros também doentes.
Ainda pior, esses estudiosos da psicologia, da mente humana se basearam na má saúde para construírem suas teorias, em seres alterados para dizer como a mente funciona ou qual o grau de doença.. Daí determinaram “tratamentos” para devolver “ a saúde mental”.
Verdadeiramente, não são confiáveis suas doutrinas e seus tratamentos.

A crença estúpida e bovina naquilo que não se compreende, na suposta sabedoria do médico/terapeuta tem a mesma raiz da necessidade que faz um homem pedir para que outro homem reine sobre ele.
Todo o movimento político, filosófico, religioso e científico que considera o mundo e o homem como imperfeitos se colocando como a solução, o salvador, se impõe como necessário, absoluto e logo, exige obediência cega. Esses mesmos criam leis e regras que obrigam ao povo aceitá-los sob pena de punições. Eles fazem duas coisas: obrigam ao povo segui-los e perseguem todos os que ousam contrária-los ou que mostrem uma outra forma de solução.
Você deve ficar dependente e mais, condenado a fazer como esses sistemas ordenam.
Se você estiver com má saúde, ou seu dependente e não fizer uso dos métodos deles, será acusado de estar cometendo um atentado à saúde, como um suicídio ou até um homicídio. Chegaram ao cúmulo de obrigar as pessoas a vacinar-se como uma forma de “imunização”. Há casos de pais agredidos pelo MP com ameaça de lhes tirarem os filhos sob a acusação que não vacinaram seus filhos!
Eles falam de liberdade, de democracia, de “direitos”, mas o único direito que resta a você é aceitar o que estão oferecendo – todo o seu sistema, e isso não só externamente, como também a nível do pensamento.
Você tem que ter fé que eles querem o seu bem e que você não sabe o que é bom
para você e que eles o protegem de você mesmo. Repetem que o sistema deles é o único aceitável, lícito, apesar de estar ainda se “aperfeiçoando”, que amanhã será melhor, que seus remédios e tratamentos do passado que foram abandonados porque se mostraram perigosos e até mortais, hoje estão quase perfeitos. Toda a sua ciência é empírica e está em “evolução”, mas deve ser aceita sem contestação, sob varias ameaças e punições para os dissidentes rebeldes.
O que precisa ser compreendido é que, sob a aparência de benevolência e altruísmo todos esses sistemas são ditatoriais e punitivos e, quando seguidos, implicam em consequências negativas automáticas. Você não deve compreender nada, você deve ter fé, confiança e esperança, que no futuro, logo, tudo irá bem, seja na política, saúde, religião.
Eles são dogmáticos, mas se você não os seguir e obedecer, será acusado dessas coisas todas e ainda piores.
Assim são a medicina, a psicologia, a democracia, e as religiões oficiais. Você sempre será o paciente, o fiel e o eleitor que se submete, acredita, mesmo sem compreender. Se o médico lhe propõe um tratamento, lhe faz um diagnóstico, você só pode e deve acreditar e se submeter. Assim é também na política e na religião. Sua liberdade e autonomia lhe foram roubadas 100% e você não percebeu e se ilude que é livre e que está recebendo o melhor.
Eliminaram a ideia da Gênesis, do homem feito a imagem do Criador, no lugar colocaram a evolução do macaco; e o homem e a natureza imperfeita que devem ser corrigidos por esses “eleitos”. O homem não pode viver sem comando, a quem ele escolherá servir, ao Rei de tudo, ou ao príncipe desse mundo através de um de seus súditos?
Quando se parte de um conceito falso, jamais se pode chegar a um bom resultado.
Para tirar a dúvida, é só perguntar para esses líderes e doutores qual a origem do mundo, o que é o homem, ao que ele veio, etc.
Ao não compreender o que o homem é, de onde veio, qual sua função e qual seu destino, toda a civilização não serve ao Bem.
Higiene Natural e Medicina contrastados

1. A falsa ciência da saúde ensina que a doença é inevitável; a Higiene Natural ensina que a saúde é o estado natural do homem.
2. A falsa ciência da saúde ensina que a doença é um processo destrutivo; a Higiene Natural ensina que a doença é um esforço remediante.
3. A falsa ciência da saúde ensina que as doenças devem ser curadas; a Higiene Natural ensina que elas devem ser permitidas cumprirem seu trabalho remediante. “O sistema de drogas se esforça para curar doenças. O Sistema Higiênico se esforça para curar pacientes”.
4. A falsa ciência da saúde ensina que venenos são coisas apropriadas com as quais curar doenças; a Higiene Natural ensina que as coisas normais da vida são as substâncias e influências apropriadas com as quais construir a saúde.
5. A falsa ciência da saúde ensina que as drogas agem no corpo; a Higiene Natural ensina que o organismo vivo age sobre as drogas.
6. A falsa ciência da saúde ensina que as drogas curam as doenças; a Higiene Natural ensina que as drogas produzem doenças. A Higiene Natural ensina que a administração de cada nova droga requer esforços remediantes novos e adicionais para livrar o corpo do veneno – com cada droga, há uma nova doença.
7. Os médicos costumavam sangrar, empolar, provocar vômito, e diarreia; agora eles injetam, fazem transfusões, cortam e vacinam para curar doenças; a Higiena Natural proporciona alimentos, ar, água, sol, atividade, repouso, sono e limpeza – em uma palavra, necessidades fisiológicas.
8. A falsa ciência da saúde procura curar doença; a Higiene Natural procura remover a causa da má saúde.
9. A falsa ciência da saúde afirma que as doenças são causadas por vírus, bactérias, parasitas, defeitos hereditários, congênitos, idade, enfim, são causados pela natureza; a Higiene Natural ensina que as doenças são o resultado das violações das leis da vida. Os médicos se comportam como se fossem ignorantes das simples regras da vida e da saúde.
10. A falsa ciência da saúde ensina que a doença pode ser prevenida por imunização; a Higiene Natural ensina que a obediência às leis da da vida é o único preventivo da doença.
11. A falsa ciência da saúde é um sistema de tratar doença, um sistema espetacular de paliação (alívio); a Higiene Natural é um caminho de vida, uma filosofia, ciência precisa e compreensível.
12. A falsa ciência da saúde não abre diálogos e se ofende se for perguntada ou questionada. É exigido respeito e confiança absoluta e deve-se seguir cegamente suas diretivas. Você deve ser crédulo e ignorante; na Higiene Natural o primeiro passo para restaurar a saúde é iluminar o enfermo. A melhor formulação para a crença na Higiene Natural é um completo conhecimento de fisiologia e das causas da doença. Nós não temos mistério a não ser o grande mistério da vida. A Higiene Natural ensina a saúde. Em geral, a confiança na falsa ciência da saúde é tanto maior quanto for a falta de compreensão do paciente. E isso é compreensível. Ele só quer ser curado, salvo e assim, precisa “crer”, estupidamente – o que é a raiz da superstição. Todos os nossos livros, publicações e jornais são para os nossos clientes – são eles que devem ser instruídos e compreender para poderem crer, e se curar, verdadeiramente. Todas as publicações da falsa ciência da saúde são para os profissionais e especialistas, numa linguagem que aquele que procura ajuda, não pode compreender. O resultado de milhares de anos de crença nos curadores e drogadores tem sido um aumento das doenças e uma assustadora e terrível mortalidade.
13. Na falsa ciência da saúde é solicitado restaurar a saúde pelo uso daquelas coisas que que a destroem; o aumento do vigor é esperado através do processo que exaure e é solicitado desenvolver os poderes do corpo ao desafiar a natureza – daí é que os planos em voga são por sua própria característica e natureza, empíricos e não científicos; o plano da Higiene Natural, por outro lado, é o plano da natureza e o método é, o próprio método científico. A falsa ciência da saúde confessa seus fracassos, a imprevisão de seus métodos. É evidente que os venenos administrados por eles como “remédios” impedem os processos curativos naturais. Em Higiene não se falsifica os sintomas para aliviá-los com drogas – nós não envenenamos!

O homem dessa era, na sua estupidez, está dependente de tudo. Não tem autonomia, se fez escravo e sonha que é livre. Precisa de médicos, doutores e hospitais, de governos, de remédios, de empregos, de dinheiro, de eletricidade, de computadores, de analistas, de mercados para comprar alimentos, enfim, de tudo e cada dia mais.

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