O Evangelho Completo, Original e Único

O Selo de Autenticidade

O fato de admitir-se que o Evangelho do Reino pudesse ter sido escrito após a retirada do Mestre é confessar que não se crê que Ele é o Ungido de Deus, que veio como homem, na carne, e completou toda a sua obra enquanto entre nós. Aqueles que afirmam que há evangelhos que foram escritos após a retirada do Mestre, 30 anos ou mais depois, por algumas pessoas ligadas diretamente ao Mestre e por outras que jamais o encontraram, é o reconhecimento tácito de sua descrença, pois o Mestre não deixou nada por fazer e, sem dúvida, o Evangelho do Reino, registrado para que toda a humanidade pudesse aprecia-lo livremente e escolher individualmente entre o bem e o mal, é a sua obra mais fantástica para a posteridade. Os assim chamados “evangelhos canônicos” tiveram seus textos forjados muito tempo após a ascensão do Mestre e vários eruditos importantes afirmam que são do século V. Estes textos são incompletos, contraditórios e repletos de imprecisões históricas, ou seja, são imperfeitos, produtos mal feitos. Depois de escolher e instruir por muito tempo seus doze apóstolos, como sendo os melhores homens do mundo, como se poderia admitir que um tal Lucas, ou um Marcos, que jamais viram o Mestre, escrevessem um “evangelho”, em ignorância, e este fosse considerado “inspirado”?

Por outro lado, não há nenhuma dúvida, de que o Evangelho do Reino foi escrito ao vivo, durante os acontecimentos e sua escrituração dirigida pelo Salvador. Há mais do que uma passagem que registra a escrituração do Evangelho e a quem cabia faze-la. Se este documento foi completado logo após a retirada do Mestre, pelos doze apóstolos, não foram senão somente os últimos acontecimentos.

Ainda, aqueles que negam que o Mestre tenha completado a sua missão e/ou a tenha realizado imperfeitamente, são os anticristos, como definiu o seu apóstolo João. Nada foi deixado por fazer, e o Evangelho, não é qualquer coisa sem importância para ser deixado para qualquer um, por capricho, seja apóstolo ou não, escrever. É um total absurdo imaginar que a congregação do Mestre era tão caótica a ponto de ninguém ser responsável por anotar, em ordem, todos os acontecimentos fantásticos que se passavam e ainda numa forma e seqüência que somente o Ungido poderia conceber e ordenar que fosse feito – ou imagina-se que o Mestre era imprevidente, colocando em risco toda a sua missão ao deixar por conta de qualquer homem registrar o que quisesse do que viu, ou ouviu? A existência de muitos evangelhos é perfeitamente concebível, mas o que não se pode aceitar é que uma instituição, falando em nome do Ungido e de seu Pai celestial, e assim, tomando para si um direito que ninguém lhe concedeu, declare que quatro desses evangelhos são bons e, todos os outros, são maus. E, tristemente, foram estes mesmos que impuseram seus dogmas à força e levaram à morte milhões de seres humanos inocentes durante séculos para consolidar seu poder. E é somente um documento como o Evangelho da Vida Perfeita de Yaohushua, escrito pelos Doze Santos e sob a direção Dele próprio, que podemos aceitar como a herança que Ele nos quis deixar para a libertação.

Mais do que os textos dos Evangelhos Canônicos, esta obra tem a aura de ter sido escrita pelas verdadeiras testemunhas dos eventos que ela descreve.

Freqüentemente, durante a leitura desta obra, sente-se como se estivesse lendo a Bíblia, porque muitas passagens são idênticas àquelas encontradas no cânon. As velhas histórias conhecidas são contadas novamente, e, ou o fraseado é idêntico, ou quando aumentado ou, o fraseado alternado é usado, as histórias emanam fazendo mais sentido do que antes, esclarecendo muitas questões deixadas incompletas na versão “oficial”. Nunca parece que o material é fora de lugar, ou como se tivesse sido acrescentado pelos editores após o fato. Ademais, em cada instante material fresco parece um componente integral da narrativa quando se reflete de novo sobre o fraseado familiar da Bíblia “oficial”.

Detalhes enriquecedores ocorrem por todo o texto, dando a firme impressão que esta é finalmente uma narrativa de testemunho vivo, não um ameno, confuso ou um retalho censurado de uma empoeirada tradição repetidamente transmitida oralmente por 30 anos ou mais antes de finalmente ser permitida escrever. Ensinamentos escriturais tradicionais afirmam que as suntuosas obras registradas no Novo Testamento não foram escritas por 30 anos ou mais antes de serem colocadas por escrito, mas isto não parece correto. Finalmente, alguns dos apóstolos foram homens, afirmativamente, totalmente letrados e cultos, e parece, antes de deparar-se com um texto como este, que um grupo de doze cavaleiros unidos e responsáveis apóstolos de Cristo teriam rapidamente compartilhado e comparado suas memórias em um esforço para compor uma versão definitiva de suas memórias do homem, ensinamentos e obras de Jesus, antes que qualquer coisa de importância pudesse se perdida ou esquecida.

Este texto sagrado, agora aqui disponível para todos lerem, constitui evidência que um tal testemunho coletivo não somente foi composto (exatamente como a razão sugere que seria), mas sobreviveu aos séculos após tudo, ainda apesar daquelas forças políticas que foram em um momento reunidas contra ele.

Parece como se os Evangelhos oficiais na Bíblia atual são todos várias composições do Evangelho da Vida Perfeita, o Evangelho dos Doze Santos. Várias passagens deste mesmo texto são encontradas nos livros bíblicos de Atos dos Apóstolos e Revelação (Apocalipse).

 

Em vários momentos no texto, depara-se com tradições defendidas em outras tradições, como a reencarnação, o aspecto feminino da criação, a compaixão por todas as criaturas e o fato de Jesus ter estudado e viajado para a Índia, Pérsia e Egito e terra dos Caldeus.

Em muitos lugares, então, o que está escrito neste texto contrasta agudamente com a conhecida história e mensagem na Bíblia “oficial”. Ele ensina estrito e inflexível vegetarianismo, descrevendo como a cólera de Jesus no Templo não foi meramente dirigido aos negócios que se faziam ali, mas foi especificamente contra o vender e matar os animais para sacrifício e o comer no Templo, que era vista como Casa de Oração, mas foi transformada “em um matadouro”. A idéia de que Jesus pudesse ter sentido o ultrage ao ver a cruel matança de criaturas inocentes no Templo Sagrado parece totalmente consistente com o seu caráter como todos nós imaginamos sobre Ele.

O Evangelho da Vida Perfeita declara que uma das primárias razões pela qual Jesus foi condenado tão impiedosamente pelas autoridades religiosas judaicas era porque ele advogava um fim aos sacrifícios de sangue. Dar um fim a estes sacrifícios, naturalmente, teria destruído completamente o suporte financeiro da casta sacerdotal. Por isso, eles viam Jesus como encarnando uma ameaça de grandes proporções. Verdadeiramente, ele abalou suas fundações financeiras e espirituais (esvaziou o poder deles).

O texto também declara, não que Jesus era o “Único Filho Emanado”, mas fraseando isto muito diferentemente, o “Primeiro Filho Emanado” de Deus. A pequena mudança na terminologia corrói totalmente a posição tradicional da igreja que Jesus era o único ser Divino e que nasceu assim e escolheu vir como humano; ao invés, este texto, sugere, agora, que ele era em muitos aspectos humano e que se tornou Filho de Deus, o Primeiro e o Maior, no batismo e que, conseqüentemente, todos aqueles que persistirem no cumprimento da Lei poderão eles também se tornar “filhos de Deus” e assim, ungidos.

O texto declara também que para obter a vida eterna, a Lei deve ser totalmente obedecida, praticada e compreendida. Esta era uma postura muito Essênia de Jesus, o foco na Lei que deve ser obedecida, para o nosso bem. Porém, a Lei para Jesus, não era a lei contida no Velho Testamento, seja toda ela ou só ela, mas mais a Lei universal pré-escrita no ser interior do Homem. A lei dada por Moises, disse Jesus, foi alterada, traída e adulterada pelos sacerdotes judeus corrompidos pelos costumes babilôlicos, que aliás eram originalmente praticantes de sacrifícios de sangue, quando os judeus ficaram ali como escravos.

A conciliação de dois-em-um, como aparece também no Evangelho de Tomé e o Evangelho da Verdade de Filipe encontrados em Nag Hamadi, é central no Evangelho da Vida Perfeita. Amor-Sabedoria, direita-esquerda, acima e abaixo, masculino-feminino, cabeça-coração devem ser reconciliados e integrados antes que o reino do céu possa vir.

Este manuscrito antigo declara em termos precisos ser a mesma obra composta pelos doze apóstolos. Sua antiguidade está fora de questionamento, pois este texto contém palavras, frases e conceitos idênticos aqueles encontrados nos Manuscritos do Mar Morto, nos Evangelhos de Nag Hamadi desenterrados somente em 1945, 1946 e no Evangelho Essênio da Paz encontrado em 1925 no Vaticano por Szekely. O texto, portanto, não pode, como estas conexões provam, ser nada mais senão autêntico.

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