O Evangelho dos Nazarenos

Os quatro evangelhos são edições baseadas no Evangelho dos Nazarenos, e isso fica claro no que Justino, o Martir (um dos “pais da igreja”) chamou de “Memórias dos Apóstolos”, formando uma escritura completa a qual teria supostamente se perdido, segundo as crenças oficiais, mas que foi reencontrada, traduzida e publicada por Gideon Ouseley em 1880 como o Evangelho dos Doze Santos ou, ainda, o Evangelho da Vida Perfeita de Yaohushua ha Mashiakh.
Os escritos de Justino, o Mártir datam após o ano 100 AD.
As citações de Justino não deixam dúvidas que ele se baseou em um documento completo, bem anterior a cada um dos posteriores evangelhos canônicos e que em muito os ultrapassam em precisão de texto e, que, excepcionalmente reproduzem passagens inteiras do Evangelho Perdido, ou dos Nazarenos, se bem que, mesmo resumidamente o Evangelho de João também contém partes de suas citações. O fato de que há varias passagens nos quatro evangelhos canônicos que coincidem com as citações de Justino, o Mártir e que isso demonstraria, segundo teólogos, que foi deles que ele tirou seu conhecimento, não se sustentam e são ingênuas ou maliciosas. Justino afirma que seus conhecimentos emanam das “memórias dos Apóstolos” e de seus encontros com os Cristãos e não de um dos quatro evangelhos – caso fosse assim, teria citado.
É fundamental constatar que Justino não menciona em nenhuma dessas “memórias” um dos apóstolos em particular, ou seja, o documento em que se baseou foi uma escritura única elaborada e organizada como um todo (O Evangelho dos Doze Santos) e que continha elementos de todos os assim chamados evangelhos canônicos e ainda muito mais. A escritura em que se baseou Justino não tem um “autoria” pessoal e, portanto, escrita supostamente com base na memória particular e imperfeita de um homem (apóstolo), mas em um documento organizado e escrito a doze mãos, com muitas passagens e possivelmente do próprio Messias – o Mashiakh não deixaria que cada apóstolo escrevesse um evangelho pessoal, imperfeito baseado em suas memórias e em uma decisão tardia e caprichosa. Algumas passagens são tão pessoais que só o herói do Evangelho poderia conhecer e falar aos seus apóstolos e assim ser escrito. Isso revela a impossibilidade e a duvidosa validade e origem dos quatro evangelhos como apareceram e foram apresentados pela “igreja”.
Chocante, mesmo, é a precisão, a fidelidade da doutrina e das citações de Justino que comprovadamente antecedem em muito, reconhecido pelos padres da igreja de Roma, a escritura dos evangelhos canônicos. Ou seja, Justino e todos os outros em sua época tinham a sua disposição um documento completo e superior aos quatro Evangelhos canônicos. A Congregação dos Nazarenos Ebionitas em tudo era fiel aos ensinamentos do Emanado Único, Yaohushua ha Mashiakh. A “igreja” romana, católica e apostólica fundada em 325 por Constantino é uma edição em todos os sentidos: nos evangelhos, na imposição do apóstata e inimigo Paulo de Tarso, nas heresias de suas doutrinas espúrias, no roubo descarado do texto dos Atos dos Apóstolos pelo discípulo paulino, Lucas, como também no extermínio de 300 anos de registros inclusive com a queima de 20 bibliotecas, como a de Alexandria e no assassinato e execução de todos os apóstolos, excetuando João – que fugiu. Tudo isso foi uma conspiração gigantesca e monstruosa para possibilitar a imposição, pela espada, pelo poder de estado, da nova e diluída religião pelo inimigo, o Império Romano.

A passagem citada por Justino: “Eis que tu conceberás do Espírito Santo, e terás um Filho, e Ele será chamado o Filho do Altíssimo, e tu lhe darás o nome de Jesus, porque Ele salvará Seu povo de seus pecados”.
Literalmente em Lucas:
E eis que em teu ventre conceberás e darás à luz um filho, e pôr-lhe-ás o nome de Jesus.
Este será grande, e será chamado filho do Altíssimo; e o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi, seu pai;
E disse Maria ao anjo: Como se fará isto, visto que não conheço homem algum?
E, respondendo o anjo, disse-lhe: Descerá sobre ti o Espírito Santo, e a virtude do Altíssimo te cobrirá com a sua sombra; por isso também o Santo, que de ti há de nascer, será chamado Filho de Deus.

Lucas 1:34,35

Lucas 1:31,32

E no Evangelho dos Nazarenos:
E o anjo disse-lhe: “Não temas, Maria, pois encontraste favor em Deus; e eis que conceberás uma criança de teu ventre, e ela será grande e se chamará Filho do Altíssimo.
5. “E o Senhor Deus lhe dará o trono de seu pai, Davi: e ela reinará sobre a casa de Jacó para sempre; e seu reino não terá fim”.
Então Maria falou ao anjo: “Como está isto acontecendo, sendo que não tive relações sexuais com um homem?” O anjo respondeu-lhe: “A
Ruach Santa virá sobre José, teu esposo, e o Poder do Altíssimo te cobrirá, ó Maria, porquanto o santo bebê nascido de ti será chamado o Mashiakh, o Filho de Deus, e seu nome sobre a Terra será Yaohushua-Miriam. Porque Ele salvará o povo de seus pecados de todo aquele que se arrepender e obedecer à sua Lei.

Aqui fica evidente que a fonte de Justino, o Mártir foram as “memórias dos apóstolos” e não as “memórias de Paulo e a escritura de Lucas”.
Não há qualquer dúvida, que desde o princípio, as citações de Justino não se basearam em qualquer dos quatro evangelhos oficiais da igreja romana (de Constantino), porém em citações dos discípulos com os quais Justino frequentemente encontrava e mais ainda, em um documento original, escrito a Doze mãos pelos apóstolos do Mestre e, provavelmente orientados em sua escritura diretamente por Ele.
O questionamento de que se naquele momento havia um documento original, muito mais completo e preciso do que os quatro evangelhos somados, ele teria sido utilizado pela “igreja” é óbvio e constrangedor – a igreja que surgiu em 325 por iniciativa de Constantino não foi de nenhuma maneira para preservar e racionalizar nada, mas foi um assalto bem planejado a tudo que existia, aos discípulos, as escrituras, práticas e crenças para tornar a obra de salvação do Mashiakh diluída e “amansada” retirando dela todos os elementos de base e vivos e, para isso, destruindo todos os exemplares dessas Memórias e outros e ainda, o registro de 300 anos de evangelização ao queimar 20 bibliotecas e impondo, em seguida, os 4 evangelhos mutilados e cuidadosamente editados para impedir que aquele movimento iniciado por Jesus crescesse ainda mais e mudasse tanto as pessoas que o império acabaria por desaparecer. O novo credo, estatal, acabou por impor, à espada e a fogo novas crenças e dogmas e a proibir o uso das escrituras originais, práticas originais e eliminando todos os discípulos que aprenderam com os apóstolos.
Deve-se notar que esses quatro evangelhos, supostamente escritos por João, Mateus (apóstolos) e Lucas e Marcos são imprecisos, mutilados e apresentam grandes diferenças entre eles. O que nos deixa estupefatos é com a ousadia dos padres da igreja romana acusarem a Jesus de ter deixado sua obra mal acabada, assim como também declarou Paulo, que por isso, teria recebido a revelação final e superior no Céu, de Jesus ressuscitado e do próprio Criador, pois durante sua vida e obra o Filho Único de Deus não teria cumprido com sua missão e precisou, supostamente de Paulo, um inimigo, para completar a Sua obra.
Teria o Emanado Único de Deus deixado à memória humana, natural e imprecisa dos “coitados e ignorantes discípulos” recolherem fragmentos imperfeitos do Evangelho do Reino e publicarem desastradamente?
Aqui já temos um gritante e absurdo factoide porque aqueles apóstolos foram inspirados pela Ruach Santa não só para compreenderem completamente e perfeitamente o que lhes foi dado pelo Mestre e o que viveram, mas para compreenderem exatamente e sem falhas a palavra de Deus. Assim, a afirmação de que, principalmente e exclusivamente somente dois dos apóstolos escreveram de suas memórias humanas falhas tudo o que puderam lembrar é ridículo, herético e uma mentira horrorosa. Os farsantes que impuseram essa estória à humanidade são falsos discípulos pois desconhecem completamente o que significa ser habitado pela Consoladora.
Justino assim lê o Evangelho sobre o batismo de Yaohushua:
“Tu és meu Filho, esse dia Eu te gerei”
Como modo de comparação final e definitiva, assim essa mesma passagem lemos no Evangelho dos Doze Santos (Nazarenos):
1. E Yaohushua quando foi batizado, ao elevar-se da água, os céus abriram-se-lhe, e uma nuvem brilhante se colocou sobre ele, e de trás da nuvem desceram doze raios de luz, e então, na forma de uma pomba, a Ruach de Deus veio descendo e brilhando sobre ele. E uma voz do céu soou: “Este é meu amado filho, em quem me comprazo; neste dia eu vos gerei”.
Citando a mesma passagem nos evangelhos canônicos:
Então uma voz dos céus disse: “Este é o meu Filho amado, de quem me agrado”.
Então veio dos céus uma voz: “Tu és o meu Filho amado; de ti me agrado”.
Então veio do céu uma voz: “Tu és o meu Filho amado; em ti me agrado”.
Mateus, Marcos e Lucas, respectivamente. Em João não há descrição do batismo, surpreendentemente!
Assim, Justino só poderia ter citado o Evangelho dos Nazarenos!
Vejam em Salmo 2:
Por que se amotinam os gentios, e os povos imaginam coisas vãs?
Os reis da terra se levantam e os governos consultam juntamente contra o Senhor e contra o seu ungido, dizendo:
Rompamos as suas ataduras, e sacudamos de nós as suas cordas.
Aquele que habita nos céus se rirá; o Senhor zombará deles.
Então lhes falará na sua ira, e no seu furor os turbará.
Eu, porém, ungi o meu Rei sobre o meu santo monte de Sião.
Proclamarei o decreto: o Senhor me disse: Tu és meu Filho, eu hoje te gerei.
Pede-me, e eu te darei os gentios por herança, e os fins da terra por tua possessão.

Salmos 2:1-8

Os editores dos evangelhos canônicos tiveram a ousadia de negarem a profecia de David em seus evangelhos “canônicos”.
As igrejas cristãs católica, protestante e ortodoxa correm o risco de serem destruídas por serem um produto de falsificações, conspirações, assassinatos, conluios políticos contra nada menos que o Emanado Único de Deus, portanto, Deus encarnado como Yaohushua ha Mashiakh.
As mentiras sobre as quais foram erguidas essas religiões, a pilha de cadáveres e de injustiças e opressão, as condenam.
Não há nada verdadeiro nelas que possa resistir as filosofias perversas que avançam sobre a humanidade: a ciência materialista, o comunismo e o islamismo.
Seus crimes cairão sobre a humanidade iludida por seus abacadabras. São falsos pastores e, por fim, abandonarão seus rebanhos aos assassinos.

Um dos aspectos mais misteriosos e incompreensíveis das escrituras são suas muitas falsificações. Por que elas são permitidas? Como podem conviver lado a lado a verdade a mentira, o bem e o mal? Para todos que desconhecem o sentido e a realidade da Ruach Santa, se agarram no factoide do fundamentalismo. Como insanos atribuem a verdade a tudo o que escreveram e incluíram num livro chamado “bíblia”. Para esses, paradoxalmente, como falado pelo anticristo e apóstata Paulo de Tarso, sua versão da escritura : Paulo, apóstolo (não da parte dos homens, nem por homem algum, mas por Jesus Cristo, e por Deus Pai, que o ressuscitou dentre os mortos),
E todos os irmãos que estão comigo, às igrejas da Galácia:
Graça e paz da parte de Deus Pai e do nosso Senhor Jesus Cristo,
O qual se deu a si mesmo por nossos pecados, para nos livrar do presente século mau, segundo a vontade de Deus nosso Pai,
Ao qual seja dada glória para todo o sempre. Amém.
Maravilho-me de que tão depressa passásseis daquele que vos chamou à graça de Cristo para outro evangelho;
O qual não é outro, mas há alguns que vos inquietam e querem transtornar o evangelho de Cristo.
Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema.
Assim, como já vo-lo dissemos, agora de novo também vo-lo digo. Se alguém vos anunciar outro evangelho além do que já recebestes, seja anátema.
Porque, persuado eu agora a homens ou a Deus? ou procuro agradar a homens? Se estivesse ainda agradando aos homens, não seria servo de Cristo.
Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens.
Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo.
Porque já ouvistes qual foi antigamente a minha conduta no judaísmo, como sobremaneira perseguia a igreja de Deus e a assolava.
E na minha nação excedia em judaísmo a muitos da minha idade, sendo extremamente zeloso das tradições de meus pais.
Mas, quando aprouve a Deus, que desde o ventre de minha mãe me separou, e me chamou pela sua graça,
Revelar seu Filho em mim, para que o pregasse entre..

Gálatas 1:1-16

Todo esse fanatismo fundamentalista deriva de insanos como este Paulo que se auto promove a apóstolo, santo e gerador de uma revelação final, perfeita, dada só a ele pela Trindade, no céu.

Já fizeram todas as injustiças com os profetas e, finalmente, desprezaram, zombaram, caluniaram e assassinaram a Deus encarnado. São zumbis que só conseguem digerir podridão e são atraídos por cadáveres.
Não compreendem que, por seus pecados, estão condenados a fugir, a abominar a luz. A verdade lhes é muito indigesta e desagradável. O corpo é o Templo do Espírito e o Espírito o Templo de Deus. Seus corpos estão doentes, contaminados, infestados com abominações e ocupados por demônios porque se aviltam na mesa dos demônios, convidando-os a entrarem em seus corpos. Estão incapacitados a compreender – do natural ao espiritual. O corpo precisa ser resgatado.
Reconhecer a verdade é uma função do espírito. As escrituras estão mescladas com falsidades para apanhar os farsantes. Assim, é falsa a afirmativa, inclusive do próprio Paulo que “toda a escritura é inspirada..” Aqui o que se ignora é que as escrituras são um meio que conduz a salvação e que agem pela verdade e pela mentira. São os homens purificados e humildes aqueles capazes de discernir entre o falso e o verdadeiro. E por que é assim? A capacidade de ver, de não ser enganado está com os puros, de corpo e coração.
Os apóstolos, que receberam do Mashiakh a Ruach Santa se tornaram inspirados e assim, não mais dependiam de memória orgânica imprecisa, de uma mente natural, mas de uma nova condição elevada. Sendo assim, não escreveriam evangelhos incompletos e imprecisos.
As varias passagens citadas na obra de Justino, o Mártir são emblemáticas, são impactantes e não podem ser negadas. Reproduzo algumas aqui para reforçar o argumento e eliminar dúvidas.
O que assusta é o apego a mentira, o esforço e o emprego da inteligência para justificar o injustificável. A sentença que o Salvador proferiu contra os maus é terrível: Ensinamento 11 do Evangelho dos Nazarenos – “E certos fariseus vieram e questionaram Yaohushua, perguntando-lhe: “Como dizes que Deus condenará o mundo?” E Yaohushua respondeu-lhes: “Deus tanto amou o mundo que deu seu Filho Único Emanado, para vir ao mundo. Quem nele acreditar não perecerá, mas terá vida eterna. Deus não mandou o Filho ao mundo para condenar o mundo, mas para que o mundo, através dele, possa ser salvo”.
Aqueles que crêem nele não são condenados; mas aqueles que não crêem nele já estão condenados, porque não acreditaram no nome do Emanado Único de Deus. E esta é a condenação: que a luz vem para o mundo, e os homens amam as trevas mais do que a luz, porque suas obras são más.
“Porque todos aqueles que fazem o mal odeiam a luz; nem vêm eles para a luz, para que suas obras não sejam condenadas. Mas aqueles que praticam a justiça vêm para a luz, e suas obras podem ser manifestadas, para serem moldados de acordo com Deus”.
Finalmente e felizmente a verdade ressurge e expõe o horror, o crime contra Deus, contra a Lei, contra a Vida, contra a Humanidade por aqueles que conspiraram contra a obra do Salvador. Não há como ocultar mais o que foi feito e suas consequências terríveis. A profecia do Emanado Único de Deus, Yaohushua-Miriam, sobre o que fariam a sua Congregação e a sua obra e que mentiriam e enganaria substituindo Seu Ensinamento por doutrinas espúrias se revela pelo fracasso da civilização que se ergueu sobre as estruturas instáveis da falsificação dos princípios. A história nos expõe que os frutos são venenosos e, portanto, a árvore também.
Porém, o quebra cabeça, a ocultação e a destruição dos primeiros 300 anos de evangelização não impediu que a verdade aparecesse. O que os monstros do império romano fizeram ao assaltar a Congregação de Yaohushua ha Mashiakh destruindo os registros, as escrituras, reeditando-as, assassinando seus discípulos, sacerdotes, evangelistas, profetas, apóstolos, não foi suficiente para impedir que agora, lentamente e com segurança desenterremos a verdade.
A obra de Justino, o Mártir nos brinda com o fato de que houve um Evangelho dos Nazarenos, um Evangelho Completo, um Evangelho dos Doze Santos, um Evangelho da Vida Perfeita de Yaohushua ha Mashiakh e que foi nessa obra, anterior e muito superior às posteriores reedições em quatro evangelhos, as quais contém erros, falsificações e omissões. E, milagrosamente, esse documento considerado “perdido” (destruído pelos padres pagãos de Constantino) ressurgiu em 1880 no Tibet onde foi encontrado e traduzido pelo reverendo Gideon Jasper Ouseley e publicado. Ora, esse mesmo documento é corroborado pela obra de Justino, o Mártir, como as “memórias dos apóstolos (dos Doze Santos) como o Evangelho dos Nazarenos!
Há muitas outras comprovações de sua autenticidade, e valor absoluto inegável e isso obriga a todos a conhecerem a fonte, a origem do verdadeiro Evangelho do Reino e a abandonarem as falsificações perpetradas pelo Império Romano chamados “evangelhos canônicos, sinópticos.
Em João 14:26 “Mas o Consolador, o Espírito Santo, ao qual o Pai enviará em Meu nome, Ele vos ensinará todas as coisas e os recordará todas as coisas que Eu lhes disse”.
Qual a dúvida que os quatro evangelhos não são genuínos? Essa declaração profética, portanto, infalível de Deus Emanado e Encarnado como Yaohushua, no mínimo, obriga a que todos os supostos evangelhos que por acaso fossem escritos pelos apóstolos, deveriam ser IDÊNTICOS. Se há diferenças e faltas e acréscimos nos pretensos evangelhos “inspirados” da igreja romana então eles são FALSOS, são documentos forjados – e esse é o caso. A inspiração pela Ruach Santa está bem representada na seguinte passagem: “Falou-lhes Yaohushua: “Ouvistes o que os homens no mundo dizem de mim; mas quem vós dizeis que sou?” Pedro ergueu-se com André, seu irmão, e disse: “És o Mashiakh, o Filho do Deus vivo, que desceu do céu e habita no coração daqueles que crêem e obedecem à justiça”. E o resto ergueu-se e disse, cada qual à sua maneira: “Estas palavras são verdadeiras: assim nós cremos”.
1. Yaohushua respondeu: “Bem-aventurados sois vós, meus doze, que credes; porque carne e sangue não teriam revelado isso a vós, mas a Ruach de Deus, que habita em vós. Sou, verdadeiramente, o Caminho, a Verdade e a Vida; e a Verdade compreende todas as coisas.
2. “Toda Verdade está em Deus, e dou testemunho à Verdade. Sou a verdadeira rocha e sobre esta rocha construirei minha congregação , e os portões do Sheol não prevalecerão contra ela; e desta rocha fluirão rios de água viva para dar vida às pessoas da terra.
3. “Sois os meus doze escolhidos. Em mim, o dirigente e a pedra angular, sois as doze fundações da minha casa construída sobre a rocha e sobre vós. Em mim, minha congregação será construída e em verdade e justiça minha congregação será estabelecida”.
A identidade perfeita e não explicável por meios naturais e, ainda silenciosa e dirigida a razão com a exclusão dos sentidos (visões, sensações e audições) são algumas das ações sobrenaturais da revelação
Não pode haver nenhuma dúvida que os apóstolos foram elevados a uma outra condição pelo Messias e isso inclui a perfeição de lembrança, compreensão e transmissão da verdade. Erros, esquecimentos são características de pessoas naturais e decaídas e não de discípulos inspirados. O que Paulo faz, ao declarar seu “evangelho” a suprema revelação é chocantemente herético e apóstata. Ele revela que não compreende as condições para receber a verdade em detrimento da mentira. Nada, no Reino, pode ser forçado. Isso demonstra ignorância ou malícia. O Evangelho contém a síntese da doutrina, da vida, dos significados e ideias a serem recebidos, mas como em tudo, não basta conhecer as escrituras – é preciso estar preparado para recebê-las. De nada adianta apresentar o evangelho para uma vaca, um cavalo, um cão. Uma longa preparação é necessária e essa está a nível físico e emocional.

É uma insanidade apoiar sua vida espiritual, a eternidade, em falsos profetas, em falsas escrituras, em lobos em pele de cordeiros.

Entre todas as questões de precisão e fidelidade reproduzida da revelação está que ela não pode ser confundida com a linguagem comum e não se dirige ao intelecto natural. O esoterismo tem a ver com o indivíduo, sua evolução e a linguagem de símbolos de significados dentro de significados e exige que a citação seja absolutamente fiel. Qualquer desvio destruiria totalmente seu propósito errando o alvo e matando o arqueiro ( o buscador, o fiel, o discípulo). A linguagem comum, a mente lógica pode suportar e corrigir pequenos erros sem grandes consequências, mas a Palavra não pode ter o mínimo desvio!!!
É necessário se dar conta que para a mente lógica se a cor do manto de Jesus antes da crucificação era vermelho, mas o escriba anotou azul, nada mudaria na interpretação ou uso do Evangelho, mas para o significado interior, para o esoterismo, isso seria muito prejudicial ao sentido que seria dado a passagem.
Se Judas Iscariotes foi ou não apóstolo, o conserto disso é tranquilo para a lógica natural, mas seria fatal para a compreensão e para a fé quando se olha para essa “falha” em seus significados interiores.
A estrutura, a construção psíquica humana não se limita ao que as pessoas não evoluídas espiritualmente as limitaram. A complexidade e o potencial evolutivo humano quanto às suas funções psíquicas/espirituais não pode ser definida e/ou vislumbrada, ou ainda, imaginada por pessoas limitadas e que não experimentaram uma disciplina de uma escola de mistérios, uma escola esotérica, como por exemplo, aquela que Yaohushua criou para seus discípulos. Ou seja, aquilo que uma pessoa naturalmente evoluída, um intelectual, um cientista, um homem maduro e experiente de nosso tempo não pode sequer se aproximar da compreensão de qualquer dos menores discípulos do Mestre. Somente um mestre, e Yaohushua -Miriam é o maior de todos porque Ele é o Alfa e o Ômega, o modelo para a humanidade, o Primeiro Emanado de Deus, o Filho-Filha do não-Emanado, do Absoluto, pode educar com a sua doutrina Santa aos homens. Qualquer coisa abaixo disso é uma falsificação e um engano. Então, imaginem crianças que recém começaram a conhecer as letras diante de um texto de matemática avançada – no caso, aqueles que não foram educados na ciência esotérica estão ainda mais perdidos diante do Evangelho, do conhecimento e da condição física e mental dos verdadeiros discípulos.
É inútil e pernicioso o contato dos ignorantes com certos textos e parábolas do Mashiakh principalmente quando essas pessoas imaginam que entendem o que ouvem ou leem. A humanidade, na época em que o Emanado-Único encarnou e ensinou aos homens, tinham uma saúde física e mental que lhes possibilitava a aproximação aos princípios que o Mestre semeava. Hoje, agora, a orgulhosa e altiva sociedade moderna e pós-moderna está em geral, incapacitada para sequer começar – estão doentes! Sem uma regeneração física, uma purificação e um equilíbrio das funções é impossível sequer pensar em estudar os princípios da doutrina. O Emanado Único de Deus precisou aguardar a encarnação até que muitas gerações se prepararam até que José e Maria surgissem com as condições necessárias para doarem seus corpos para a fecundação espiritual do Mashiakh.

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