O Voto Feminino

 

O número de mulheres é maior do que o dos homens no Brasil.

O país depende, objetivamente, do voto feminino para uma mudança necessária e urgente de rumo. 

Por milênios os ignorantes e fanáticos usaram a força bruta para determinar os rumos da humanidade em detrimento do feminino, como o inimigo do Mashiakh diz: E não permito que a mulher ensine”. (Timóteo 2:14) “A cabeça de todo homem é Cristo; a cabeça de toda mulher é seu marido.” (Efésios 4) 

Esse ranço e erro se perpetuou em muitas culturas e resultou em um prejuízo imenso para a humanidade. 

Ainda há muitos “grotões” onde se reclama da suposta inferioridade intelectual da mulher, entre outras coisas. 

Certa “religião da paz” afirma que as mulheres valem o equivalente a um camelo!

Então, agora nos encontramos na situação em que o destino de toda uma nação dependem da escolha que as mulheres farão e, claro, se é fato que muitas estão realmente despreparadas, não são elas culpáveis porque seriam organicamente inferiores, mas porque foram por milênios olhadas e tratadas como propriedades e coisas. 

O olhar e julgamento feminino não é, naturalmente, emocional – como foi ensinado é repetido à exaustão. Todas, sem exceção, se maravilham com bons argumentos e gentileza e desconfiam de boçalidade e força bruta. A Sabedoria é a coroa feminina. O masculino tem como luz, o Amor. A inversão, por milênios dessa característica sexual natural resultou em desequilíbrio social e doenças sexuais. 

Desarmar a população é a mais machista das atitudes. Uma mulher armada equivale, em poder, a qualquer homem. Não se protege ninguém ao mantê-lo ignorante ou impedindo a auto-defesa. 

O aumento inegável da homossexualidade, que não se pode atribuir somente a influências orgânicas, tem uma influência psico-social muito importante. A tentativa de impor as pessoas a ideia de que homossexualismo é um terceiro sexo não se comprova pelos fatos. Não é tão simples e raso assim.

Todas as doutrinas totalitárias e ditatoriais que promovem a submissão de homens e mulheres, que ditam regras, que interferem na autonomia da família (equilíbrio divino do masculino/feminino) levam a destruição do ser humano, inexoravelmente. O arranjo e a harmonia entre os sexos depende de fatores naturais e normais e não pode ser forçado, imposto, determinado pelo Estado, religião ou por uma cultura pervertida. 

Talvez, agora seja muito tarde para confiar que nossos complementos escolherão bem. É claro que há, aqui e ali, casais onde os dois são um, não porque isso é imposto ou forçado, mas por um arranjo natural. O sentimento de insegurança, de imprevisibilidade significa que o vizinho, a companheira, companheiro, filhos, amigos não compartilham dos mesmos valores, o que é, verdadeiramente, apavorante. O “inimigo” está dentro de casa.

A atual insegurança social e os maus rumos da política não são casuais, mas foram determinados por questões complexas e perturbadoras como essa.

Acho que é bem conhecido o espirito vingativo do feminino que “espera” o momento, quando o “opressor” baixa a guarda e devolve com juros anos, décadas, e milênios de maus tratos e injustiças.

Podem achar que estou exagerando, mas depois de toda uma vida lidando com comportamento humano, terapia, observação objetiva, sugiro que se olhe mais profundamente às causas dos descaminhos sociais. 

Não estou dizendo que a “vingança” feminina seja, nesse caso, consciente, mas é natural e frequente.  

Em geral, a motivação não está somente oculta, como também já se perdeu no tempo. 

A covardia crescente do homem, a sua entrega a lideranças falsas, se deixando levar por promessas, se vendendo por muito menos que um “prato de lentilhas” é o outro lado de não compreender sua função na relação homem/mulher. A submissão de homens a doutrinas totalitárias tem dois sentidos, revela a sua já disfunção sexual, a sua inadequação masculina e, a sua frustração se manifestando em agressividade sobre os filhos e companheira. 

Essa dinâmica se repete na história, acentuando certos comportamentos e atenuando outros aparentando que há melhoras e pioras. É comum que a degradação seja interpretada como progresso e vice-versa.

Finalmente, o alerta é que as decisões, preferências, escolhas, votos, não podem ser facilmente mudados com ações pontuais. Na verdade, certas ideologias e candidatos simplesmente espelham nos eleitores suas condições psíquicas complexas.

No caso, o aspecto feminino, o menos estudado, ou mal estudado, simplificado e caricaturado termina por se tornar a incógnita na política.

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