A Essência do Ensinamento Biogênico

CRISTANDADE VERSUS JESUS

Palestra narrada em 1967 na Academia de Viver Criativo, Mil Robles, Califórnia.

Dr Edmond Bordeaux Szekely

O verdadeiro significado da palavra “religião” é belamente exprimido pelo verbo Latino “religere”, que significa “conectar-se”.  A religião é, verdadeiramente, o que conecta o homem com o Oceano Cósmico de toda a Vida, com o Universo. E por assim conectá-lo, define seu papel no mundo e o propósito da vida humana; dá sentido e um programa para o viver diário do homem. Desde este ponto de vista a religião é de grande importância para nós.

Mas a religião concebida como centenas de dogmas e uma variedade de rituais formais pode bem representar um obstáculo no caminho da evolução individual do homem. Entretanto, a religião não deve por esse motivo ser rejeitada, mas uma distinção deve ser feita entre a religião em seu verdadeiro significado e a visão dogmática dela assumida pela maioria da humanidade hoje.

Durante a história da humanidade houve muitas religiões. Entretanto, as leis da vida e do universo são as mesmas hoje como foram a dois mil anos ou ainda oito mil anos atrás. As diferentes religiões tentam expressar estas grandes leis para o benefício da humanidade. A expressão assume diferentes formas de acordo com a época, ambiente, cultura e civilização e leva em conta o grau de evolução do homem em cada período. Entre as grandes religiões do mundo estão a religião Avéstica de Zaratustra, as religiões da Índia antiga (Vedantismo, Bramanismo, Budismo), os ensinamentos de Jesus e dos Evangelhos, os ensinamentos de Moisés, Confucius e Lao Tzu.

Há uma coisa comum a todas essas religiões e ensinamentos. Cada uma começa com o aparecimento de um grande gênio, um grande professor, geralmente no momento quando a escuridão oculta o horizonte e a humanidade tateia para encontrar seu lugar. Em uma tal época o significado e propósito da vida está confuso e incerto.

É usualmente no intervalo entre a morte de uma civilização e o nascimento de outra que um grande gênio da religião aparece: ele possui uma bela intuição da vida e do universo. Ele a ensina e a exemplifica em sua vida, reúne seguidores, e a eterna vitalidade da sua mensagem traz significado e felicidade para a vida de milhões. Na base do seu ensinamento, uma grande cultura se ergue no curso de séculos.

Então com a passagem do tempo a beleza a magnificiência da intuição original decaem, porque a habilidade dos seguidores do mestre não alcança a sua própria. Suas interpretações adicionam várias incoerências para a pureza original e simplicidade do grande ensinamento, assim a intuição gradualmente torna-se mais estática e é petrificada em dogmas, em tradições e instituições. O ensinamento torna-se paulatinamente menos eficiente em seu papel de transformar as vidas dos homens para levá-los a harmonia com as leis do universo e da vida.

Ao fim outra religião aparece, mas a seu turno compartilha o mesmo destino: o dinamismo da intuição original gradualmente decresce, ganhando em extensão enquanto é adotada por milhões, mas perdendo em profundidade e qualidade. Em tempo é suplantada por outra.

Desde que as leis básicas da vida e do universo são sempre as mesmas em todos os lugares, não há contradições entre as grandes religiões da humanidade. Na sua pureza e simplicidade original elas são Uma só e as contradições somente aparecem após muitas gerações quando a religião é representada por comentários sobre comentários sobre comentários. Como se torna mais complexa torna-se mais limitada e envolta em cada vez mais rígidas instituições. Eventualmente revela-se pouco mais do que uma formalidade, muito distanciada da intenção de seu fundador. Ao invés de refletir seu criador, reflete a mente de milhões que não possuem seu grande senso de intuição e compreensão. Tal é a tragédia de todos os grandes ensinamentos da humanidade.

Segue que quando desejamos analisar e compreender uma grande religião, devemos primeiro colocar de lado milhares de tomos teológicos e voltar para a fonte original (quando ela ainda existe) em toda a sua simplicidade e clareza. Então as contradições entre os milhares de obscuros volumes e o significado real da vida desaparecerá e com elas as contradições que aparentemente existiam entre as grandes religiões do mundo. Há somente uma verdade baseada sobre as leis da vida e do universo.

Para atingir o coração da religião Cristã é necessário portanto, viajar de volta por uns dois mil anos e tentar encontrar o centro do grande ensinamento conectado com o nome de Jesus. Nós encontraremos que sua mensagem era algo muito diferente do que os homens no século vinte (agora vinte e um!) imaginam ser. Há então uma confusa dualidade: o ensinamento como era em sua pureza original e o ensinamento como é interpretado pelo homem contemporâneo.

Se voltamos para os textos originais e examinamos todos os fatos relevantes – geograficamente, histórica, filológica e exegeticamente, encontramos que Jesus viveu e ensinou certas coisas. Se deixamos de lado todas teorias e hipóteses, encontramos que essas coisas são verdadeiramente simples, desde que as grandes coisas são sempre coisas simples. Elas são tão claras e válidas hoje como foram a dois mil anos atrás e serão dez mil anos à frente.

Além do mais, elas funcionam, porque estão baseadas nas leis da vida e do universo. Colocadas em prática, podem transformar nossa vida e dar-lhe significado. Podem resolver nossos problemas, como resolveram os problemas daqueles que testemunharam a vida de Jesus e seus discípulos.

Ora, qual foi a essência da vida e ensinamento de Jesus? Jesus não escreveu teses ou dogma teológico: Seu ensinamento foi muito mais dinâmico e vital – foi a própria vida. Dos textos básicos dos Evangelhos vemos que Jesus explica as leis da vida por meio de quadros pintados da natureza. Nem teorias, nem hipóteses, mas parábolas vivas foram suas ferramentas e elas tinham o poder de convencer-nos imediatamente da verdade que comunicavam. Suas declarações não requeriam verificação em enciclopédias e livros eruditos. Encontramos a evidência de Suas palavras poderosamente e imediatamente. Isto é assim porque elas não tratavam com pensamentos abstratos, mas com realidades expressas – como acontece no cotidiano. Suas palavras são a um e ao mesmo tempo fatos e a verificação daqueles fatos.

Uma análise da vida de Jesus mostra que sua missão tinha três principais aspectos: curar o enfermo, ensinar o ignorante e a prática do amor criativo na vida diária. Deixe-nos considerar estes três lados da vida de Jesus.

O trabalho de cura de Jesus é registrado no Evangelho Essênio da Paz, um texto Aramaico do terceiro século existente nos Arquivos da Biblioteca do Vaticano. Uma tradução mais tardia – no antigo eslavo- foi encontrado na Biblioteca dos Habsburgs em Viena. Este texto mostra claramente que o aspecto curativo da obra de Jesus foi uma cruzada contra o sofrimento. Jesus não ensinou um sistema complicado de terapêutica, ou abriu uma escola para o treino de cirurgiões e médicos. Ele não desejou fazer da ciência de curar a posse de uma única classe ou profissão. Ele saiu e curou pelos métodos simples, de acordo com as leis da natureza. O Evangelho Essênio da Paz dá uma simples e clara explanação do fundamento da saúde humana, da causa da doença e dos métodos simples de restaurar a saúde perdida.

Mas Seu ensinamento não era teórico: Ele saiu e curou as pessoas por meios simples suficiente para uma criança compreender. Seu propósito não foi criar um sistema científico complexo acessível somente para uns poucos, mas mostrou o caminho pelo qual o sofrimento podia ser abolido. E além de ajudar aqueles que não sabiam como curar seus males, Ele assumiu a ainda mais importante tarefa de mostrar-lhes como viver no futuro de tal maneira que eles nunca adoeceriam novamente. Seus métodos e Seus ensinamentos estão belamente descritos no Evangelho Essênio da Paz.

O segundo aspecto da obra de Jesus foi Seu ensinamento do ignorante. Aqui, novamente, Jesus não criou uma universidade ou ensinou teoricamente. Não esperou que os discípulos viessem a Ele, mas saiu e ensinou em todos os lugares. Assim como Sócrates ensinou filosofia no mercado e nas esquinas em Atenas, assim Jesus ensinou na montanha e nas margens dos lagos. A abóbada do céu era a Sua igreja, na qual, qualquer um desejoso de receber suas palavras era livre para vir. Seu ensinamento, como Seus métodos de cura, eram muito simples. Chamava atenção para fatos existentes da natureza, quando falava do trigo, da figueira ou dos campos. Tudo que falava era uma realidade viva, não para ser questionada por seus ouvintes, porque eles sabiam que era verdade. Seus exemplos pintados da natureza simplesmente ilustravam e provavam as leis da vida.

É Seu método natural que dá ao ensinamento de Jesus sua validade e vitalidade eternas. Este ensinamento permanecerá tanto quanto os homens vivam sobre a terra, porque está baseado em leis da natureza e do universo, sobre fundamentos que se mantém os mesmos em qualquer época ou civilização. Ele explicou o propósito da vida e o papel do homem no universo para o ignorante. Mesmo hoje, separamos o ensinar de curar, eles são na verdade um – dois aspectos de uma mesma realidade. Para Jesus, vida, saúde e ensinar eram todos um.

O terceiro aspecto da missão de Jesus era Sua introdução do amor criativo para os homens e a humanidade como a principal lei da vida, através de Sua declaração que Deus é Amor. Esta declaração é simplesmente a expressão de uma grande lei espiritual ou cósmica, a expressão de um grande poder, que existe no corpo humano, em que cada órgão trabalha para o benefício do todo. Há uma unidade dos órgãos: o poder que chamamos vitalidade é simplesmente a expressão do Amor como se manifesta no organismo humano. É o que unifica e sustenta todo corpo.

Se a humanidade pudesse somente se dar conta disso, o corpo humano ensinaria uma grande lição: Se os órgãos não cooperassem harmoniosamente mas começassem a lutar com os outros órgãos, o homem sucumbiria e sua vida terminaria. A humanidade está também em perigo de sucumbir, através da incapacidade de indivíduos e nações de trabalhar unidos em harmonia com a Lei. Tudo na natureza e no universo – os movimentos dos planetas, estrelas e as nebulosas cósmicas – proclamam uma cooperação ou ordem cósmica que é baseada no Amor. Similarmente em química há uma lei de afinidade que une diferentes elementos.

Esta grande Lei cósmica é expressa em forma prática para os homens no Sermão na Montanha, que é o título de nobreza da humanidade. O Sermão na Montanha provê soluções para os problemas do homem e da humanidade. Se a simplicidade, a pureza e a vitalidade das palavras de Jesus pudessem ser transladadas para a vida de cada indivíduo, não haveria problemas sobre a terra – nenhuma guerra, violência, perseguição ou destruição. E na vida individual não haveria colapsos nervosos, conflitos e nós não viveríamos em uma época de neuroses e incertezas. Deixe-nos ver como estes aspectos da vida e ensinamento de Jesus são representados hoje. Ver se aqueles que respondem hoje pelo Seu ensinamento realmente cumprem a tarefa como ele foi trazida por Jesus. Encontraremos, infelizmente, que a grande maioria das igrejas e seus ministros de fato não curam os enfermos pelos simples e naturais métodos ensinados e praticados por Jesus e seus discípulos. Encontraremos que aqueles que trabalham em nome dos Evangelhos não usam o sol, água, ar, e alimentos naturais para aliviar a humanidade do peso da doença que está por todo o lado evidente. Este aspecto da missão de Jesus está no presente praticamente inteiramente perdida. Os verdadeiros princípios da saúde e cura não são seguidos na vida diária dos Cristãos: eles comem gorduras saturadas, farinha branca, açúcar branco e outros alimentos inferiores, eles bebem e fumam. Assim, desviam-se amplamente da pureza e simplicidade das vidas dos discípulos e primeiros seguidores de Jesus.

Há uma enorme contradição entre o ambiente que cercava Jesus e a existência complexa e artificial dos que declaram ser seus seguidores hoje. Há uma grande dualidade.

Hoje há muito não se procura aliviar o sofrimento humano pelos atos espontâneos de cura quando se encontram pessoas que estão enfermas. Na civilização Cristã Ocidental, curar tornou-se um privilégio exclusivo de um grupo profissional que estabelece um preço por cada procedimento. Podemos imaginar Jesus ou Seus discípulos apresentando uma conta após cada ato de cura? Há um profundo abismo entre a reação espontânea de Jesus ao sofrimento e nossa limitada e artificial ciência e profissão de cura, que não toma em consideração que a única estrada que conduz a boa saúde permanente é substituir nosso comer, viver e pensar incorreto por hábitos corretos.

Mas a dualidade e a contradição não existe somente no aspecto de cura do trabalho de Jesus, mas como Ele vê o ensino do ignorante. Ensinar hoje se tornou uma coisa verdadeiramente complicada e abstrata. Muito do que é ensinado nas escolas e faculdades nada mais é do que um peso para a memória e não responde aos reais requerimentos da vida. As escolas não nos ensinam como viver em harmonia com as leis da natureza. Ao invés, adquirimos um conhecimento altamente compartimentalizado, com uma terminologia complexa. Muito dos dados que absorvemos não tem relação com os problemas reais da vida. Quando nos graduamos no colegial ou faculdade nossas memórias estão sobrecarregadas com milhares de itens de conhecimento estático e teórico. Se nossas vidas estão apoiadas exclusivamente nesta massa de conhecimento complexo, fracassaremos.

Nossa primeira tarefa, após completar nossa educação formal, deve ser tentar esquecer todas as coisas errôneas que foram ensinadas e aprender através da experiência de vida as leis reais da natureza e da consciência. Ensinar no momento presente não é uma coisa bela e simples como foi outorgada por Jesus. Ela não é mais compartida em montanhas ou no lago, está agora apoiada em teorias complexas e hipóteses, na classificação de uma massa incoerente de fatos estáticos.

A presente condição caótica da humanidade mostra claramente que nosso sistema de educação falhou em orientar nossa vida. Falhou – nesta época de neuroses gerais – para nos trazer felicidade. Falta hoje ao homem uma base: ele sente intuitivamente que o ensino das igrejas e das instituições educacionais não é suficiente. Ele sente que ela não é uma coisa real e não mais acredita nela. Mas não sabe com o que pode substituí-la e simplesmente aceita a incerteza como sua porção. É compelido então a viver de dia para dia semelhante a uma folha caída levada pelo vento ou uma peça de naufrágio cuspida pelas ondas. As antigas tradições estão mortas e as novas ainda não nasceram. Há uma desorientação geral.

Há muito tempo não dirigindo suas próprias vidas, as pessoas não estão conscientes do que querem ou qual seria seu propósito. A desorientação generalizada mostra a falha dos presentes métodos e instituições de ensino. Há aqui outro grande dualismo: nosso ensino caótico da mesma forma é oposto ao ensinamento de Jesus em sua pureza e simplicidade original. Jesus trouxe felicidade para a vida dos homens; nós com nossos métodos, não trazemos e não podemos.

Voltemo-nos ao terceiro aspecto da missão de Jesus – Seu estabelecimento do Amor Criativo como o fundamento da vida do homem e da humanidade. Ele o estabeleceu e provou com cada ato de Sua vida. Ele disse: “Amai um ao outro, e então saberão que vós sois meus discípulos.” Mas Ele não somente ensinou essa verdade, Ele a viveu. Hoje, em cada sentido, vemos a negação deste princípio. Vemos o desvio da lei cósmica do amor: vemos muito pouca cooperação, e em seu lugar, muita competição e luta. Vemos mais ódio do que amor. Vemos homem contra homem e nação contra nação. Vemos Cristãos – os professados seguidores de Jesus – em cada continente e nação preparando-se para lutar uns com os outros. Só podemos concluir que falhamos miseravelmente em colocar os preceitos do Sermão na Montanha na prática em nossas vidas. Nós, Cristãos do Ocidente, não merecemos ser caracterizados como seguidores de Jesus, porque somos seguidores somente em nome, não em nossas vidas. Não exemplificamos o Amor Criativo, que foi praticado em cada momento da vida de Jesus e dos primeiros Cristãos.

Verdadeiramente falhamos tão amargamente que o grande poder tecnológico em nossas mãos nos está conduzindo ao apocalipse; a energia nuclear não tocada pelo poder espiritual do Sermão na Montanha ressoa catástrofe. O poder técnico que atingimos não nos exime dos requerimentos da ética: se o princípio ético básico do Amor Criativo não está na base da vida humana, se falhamos em praticar o Sermão na Montanha, então pereceremos a despeito de nosso grande conhecimento científico e técnico. Pereceremos porque nos desviamos da grande lei cósmica do Amor.

Neste terceiro aspecto da missão de Jesus há novamente uma dualidade. Congregações juntam-se em centenas de refinadas igrejas cada Domingo pela manhã para ouvir uma parte dos Evangelhos que são lidos. Então seus membros retornam para a vida diária e deixam atrás o significado do Evangelho. A Cristandade real não está limitada somente ao sermão do Domingo ou a congregação do Domingo: é um trabalho de toda a vida. Não está somente limitado a horas especiais, mas, para ser manifestado em cada momento de nossas vidas. Temos de colocar toda a nossa vida no serviço da grande lei cósmica do Amor Criativo, como Jesus e seus discípulos fizeram, sem formalismos ou credos, sem livros-texto teológicos e dogmas. Aqui há dualidade novamente. Na luz dos três aspectos da missão de Jesus e o que aconteceu a sua mensagem em nosso tempo, estamos justificados em falar em dois Jesus – do Jesus como Ele viveu e como Ele viverá para sempre com a validade e vitalidade universal de Seu ensinamento, e daquele Jesus representado pelas doutrinas teológicas, pelas organizações e instituições religiosas. Este segundo Jesus é a figura imaginária que criamos dois mil anos após o drama de Sua vida.

Nossa tarefa não é abolir o primeiro Jesus – o Jesus real que é a maior dádiva jamais feita para a humanidade, mas tentar, em toda a humildade e compreensão, apreciar nosso total fracasso para segui-lo. Temos de tentar retornar para a pureza e simplicidade original de Sua mensagem, retornar para o Jesus real que ensinou aos homens “o Caminho, a Verdade e a Vida” como era naquele tempo, como é hoje e como será enquanto os seres humanos vivam neste planeta. Porque Sua mensagem para o homem está baseada na Lei eterna, na totalidade das leis da vida e do universo. Não há outra verdade além desta, que é expressa para nós no belo livro aberto da natureza, no corpo e mente do homem, nas estrelas e no cosmos. Esta verdade está baseada numa intuição eterna. Se nos desviamos da Lei, não é a Lei que sofrerá, mas nós mesmos. Se não podemos compreender os sintomas presentes da incerteza universal, neuroses e desamparo, se não podemos apenas nos dar conta que sua causa é o desvio do maravilhoso ensinamento do homem da Galiléia e que seu tratamento é o retorno para a simplicidade e pureza de Seu ensinamento, então a dualidade dos dois Jesus desaparecerá e teremos somente um Jesus – o real e o original, que ilustrou em Sua vida a divina herança de toda humanidade.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s