A Teoria da Doença

“Daí muitos, não conhecendo como são influenciados, consentem para os maus pensamentos sugeridos pelos demônios, como se eles fossem o raciocínio de suas próprias almas. Conseqüentemente eles se tornam menos inclinados para vir para aqueles que são capazes de salvá-los e não sabem que eles mesmos tornaram-se cativos pelos demônios enganadores. Entretanto os demônios que espreitam em suas almas os induzem a pensar que não é um demônio que os está afligindo, mas uma doença física, tal como alguma matéria ácrida, ou biles, ou muco, ou excesso de sangue, ou inflamação de uma membrana, ou alguma coisa mais. Mas ainda se isso fosse assim, o caso não seria alterado deste ser uma espécie de demônio. Porque a alma universal e terrena, que entra por causa de todas as espécies de alimento, sendo tomados ao excesso pelos muitos alimentos, é ela mesma unida ao espírito, como sendo da mesma raiz, a qual é a alma do homem, e a parte material do alimento sendo unida ao corpo, é deixada como terrível veneno para ela. Portanto , em todas as circunstâncias a moderação é excelente”. Homilias Clementinas e Reconhecimentos

A peregrinação de Cephas, mais conhecido como Pedro e seu discípulo Clemente, que registrou muito de suas exposições e discussões e sermões, com o objetivo de propagar e converter aos pagãos e judeus à doutrina cristã foram reunidas num documento do primeiro século como: Homilias Clementinas e Reconhecimentos.

Há passagens excepcionais, importantes e históricas que de outra forma, não fosse a aplicação de Clemente teriam se perdido e muito da história dos cristãos primitivos, dos primeiros discípulos, apóstolos, evangelistas, pastores, profetas , diáconos, enfim, todo o corpo da congregação, que não era nada insignificante em números, não chegaria a nós – se bem que o esforço para apagar todos os rastros da verdadeira doutrina, primeiro pela associação de Roma e dos sacerdotes judeus (saduceus) foi terrível e eficiente e, em seguida, no século IV, Constantino queimou 20 bibliotecas, incluindo a de Alexandria e tudo e todos que pertenciam ao genuíno movimento Essênio Ebionita Nazareno, como eram conhecidos os primeiros cristãos.

Só recentemente, a partir do século 19 (o Evangelho Perdido do Nazarenos, conhecido como o Evangelho dos Doze Santos foi encontrado por Gideon Jasper Ouseley no Tibete); e ainda mais próximo, em 1925,  o descobrimento do Evangelho Essênio da Paz, assinado por João, por Edmond Bordeaux Szekely, na Biblioteca do Vaticano; e em 1945 os Manuscritos de Nag Hammadi; e do Mar Morto, hoje Qumram, na Jordania, a verdadeira história da obra do Mashiakh, Yaohushua-MIriam, Jesus, o Cristo reapareceu e vem revelando a verdade e desfazendo os mitos criados pelos assaltantes da Antiga Congregação que criaram falsas versões, não autorizadas do Evangelho do Reino.

É impactante para os modernos e pós-modernos conhecerem o que aconteceu nos primeiros séculos após a retirada de Jesus e mesmo de seu verdadeiro ensinamento, em contraste com o que foi editado e suprimido pela igreja romana e as que lhe seguiram.

Essa pequena amostra revela o caráter prático e ainda esotérico – totalmente desconhecido hoje nas assim chamadas igrejas.

 

 

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