A Congregação Essênia de Yaohushua ha Mashiakh – Parte 1

INTRODUÇÃO AOS ANTIGOS ESSÊNIOS E A ATUAL IGREJA ESSÊNIA DE JESUS CRISTO
Pelo Irmão Nazariah

 

 

Este artigo foi elaborado para trazer uma visão fiel sobre os Essênios antigos, e um convite para participar na atual Igreja Essênia de Jesus Cristo. Mais do que examinar um aspecto dos ensinamentos Essênios em grande detalhe, tocamos brevemente muitos aspectos com o objetivo de proporcionar uma introdução geral aos Essênios. Começaremos com uma perspectiva das antigas origens e história dos Essênios, então trataremos a cosmologia e a teologia dos Essênios. Tendo estabelecido o que os antigos Essênios acreditavam sobre a vida, trataremos então como eles verdadeiramente viveram: Examinaremos seu estilo de vida. Concluiremos com um convite para participar na atual Igreja Essênia de Jesus Cristo

 

 

Origem e História dos Antigos Essênios

 

Consideraremos as opiniões de vários eruditos – antigos e atuais – sobre as origens Essênias. Mais importante, tomaremos as opiniões dos próprios Essênios em relação as suas origens. Começaremos com dois antigos eruditos, que foram contemporâneos dos Essênios do primeiro século: Josefus Flávios e Filo de Alexandria. Josefus, nasceu em Jesuralém em 37 d.C., foi o maior historiador dos Judeus naquele período. Filo foi o maior filósofo Judeu daquele período. Ambos tinham conhecimento pessoal dos antigos Essênios; então, o que eles nos contam tem um alto grau de credibilidade. Em relação à origem dos Essênios, nem Josefus nem Filo podem dar uma data específica, mas ambos deixam claro que as raízes Essênias são incrivelmente antigas. Josefus declara que os Essênios existiram “desde tempos imemoriais” e “em incontáveis gerações”. Filo concorda, chamando os Essênios de “os mais antigos de todos os iniciados” com um “ensinamento perpetuado através de um imenso espaço de eras”. Josefus e Filo – assim como vários outros antigos escritores incluindo Plínio o Velho – estão em consenso sobre dois pontos em relação à origem dos Essênios. Sua origem está perdida na pré-história com certas lendas antigas conectando-as com Enoch

  1. Sua origem está perdida na pré-história com certas lendas antigas conectando-as com Enoch
  2. 2. Houve uma maior remanifestação dos Essênios por Moisés no Monte Sinai.

Deixe-nos primeiro considerar a fundação original dos Essênios por Enoch, então a posterior remanifestação por Moisés. Enoch viveu muitos séculos antes de Moisés.  No primeiro capítulo do Livro do Gênesis (o primeiro Livro da Bíblia), Enoch é descrito como “o sétimo após Adão” – o que significa que ele nasceu sete gerações após Adão. Desde que sete, na numerologia Essênia, é o número da perfeição, não é mera coincidência que Enoch representa a sétima geração da humanidade: ele representa a humanidade perfeita. Ele viveu sobre a terra 365 anos (o número de dias no ano solar) e estava tão harmonizado com as leis de Deus que foi tomado da Terra para o mundo Angélico sem ter de morrer primeiro! Neste mundo espiritual, a Enoch foi dado o nome de “Metatron”, e a responsabilidade de guiar outros seres humanos em seu destino angélico. Seu principal trabalho sobre a Terra foi à fundação da Igreja Essênia; a igreja Essênia é considerada (pelos Essênios) um portal no mundo angélico, como muitos dos Manuscritos do Mar Morto deixam abundantemente claro (ver The Dead Sea Scriptures, traduzido por Theodore Gasper, para numerosas referências à crença Essênia que sua ordem servia como portal no mundo Angélico).  Enquanto muito da lenda Enochiana citada acima se encontra somente nos textos cabalísticos Essênios, esta deriva diretamente da Bíblia; Gênesis 5:24: “Enoch caminhava com Deus, e ele não estava, porque Deus o tomou”.

O fato que Enoch foi considerado o “fundador” ou “iniciador” dos Essênios pode ainda ser visto em seu nome; a palavra “Enoch” significa em Hebreu: “fundador”, “iniciador”, ”centralizador”.  Um erudito moderno, Edmond Bordeaux Szèkely, em seu excelente livro De Enoch aos Manuscritos do Mar Morto (pelo Pensamento), escreve:

”A origem da Irmandade (Essênia) é dita ser desconhecida… Alguns acreditam que ela vem de Enoch, e declaram ser ele seu fundador”. Após a original fundação dos Essênios por Enoch, muitos séculos se passaram em que os Essênios existiram como um Escola de Mistérios, oculta aos olhos do público. Finalmente, chegou o momento para uma maior remanifestação dos Essênios, porque seus componentes tinham diminuído a ponto de extinguir-se. Moisés foi o homem escolhido por Deus para guiar a remanifestação dos Essênios. O antigo erudito Filo, e o atual erudito, Rabi Harvey Falk (em seu Another Look at the Jewishness of Jesus), nos informa que Moisés treinou milhares de discípulos como Essênios.  Os próprios Essênios descrevem aquele evento em um de seus mais importantes textos: O Livro Essênio de Moisés . Naquele texto, Deus, no Monte Sinai, deu a Moisés as Comunhões Essênias numa tábua de pedra. Era esperado que todo o povo Judeu seguisse o caminho de vida descrito naquela tábua. Mas quando Moisés desceu do Monte Sinai e encontrou com o povo, ficou claro que a maioria não estava ainda pronta para seguir os ensinamentos Essênios esotéricos gravados naquela tábua. Pesado de coração, Moisés subiu novamente o Monte Sinai e pediu a Deus um conjunto de ensinamentos exotéricos mais fáceis para as massas que não estavam preparadas para receber os Ensinamentos Esotéricos Essênios (“esotérico” significa “círculo interior”; “exotérico” significa “círculo exterior”). Deus respondeu dando os famosos Dez Mandamentos em uma segunda tábua de pedra; aqueles mandamentos seriam para as massas. Moisés devia guardar as Comunhões Essênias Esotéricas para “os Filhos da Luz”, porque somente eles poderiam compreendê-las.  Lemos:

“E o Senhor chamou Moisés fora da montanha, dizendo:  Vinde a Mim, porque lhe darei a Lei para o teu povo, que será uma aliança para os Filhos da Luz’… E Deus pronunciou todas estas palavras dizendo: ‘Eu sou a Lei, Teu Deus, que te tirou do abismo da escravidão das trevas… Eu sou a Lei invisível, sem começo e sem fim… Se me abandonares, serás visitado por desastres de geração em geração. Se tu tomas meus mandamentos, entrarás no Jardim Infinito onde se ergue a árvore da Vida no meio do Mar Eterno”. Naquele ponto, Deus deu então a Moisés as Comunhões Essênias na primeira tábua. Ao lado das Comunhões, aquela tábua incluía uma sinopse dos principais ensinamentos Essênios, incluindo o vegetarianismo: “Não tomarás a vida de nenhuma coisa viva”. Nosso texto então continua:

“E o povo não sabia de Moisés, e eles se reuniram…E fizeram um bezerro de ouro. E eles adoraram ao ídolo, e lhe ofereceram oferendas queimadas. E eles comeram e beberam e dançaram diante do bezerro…E abandonaram a si mesmos a corrupção e ao mal diante de Deus”.

 A referência acima a “oferendas queimadas” é uma referência a “sacrifício animal” Quando Moisés retornou, encontrou o povo oferecendo sacrifícios sangrentos de animais para seu ídolo de ouro. Mesmo que ele soubesse que este povo não tinha “ouvidos para ouvir” a tábua Essênia esotérica – a eles foi dado os exotéricos Dez Mandamentos no lugar da tábua esotérica – Moisés preservou os ensinamentos Essênios para os Filhos da Luz (os Essênios ficaram conhecidos como “Filhos da Luz”) nós lemos:

“E Moisés ocultou a Lei invisível dentro de seu peito, e tomou-a por um sinal para os Filhos da Luz”. Foi neste momento, de acordo com o antigo Erudito Filo e o atual erudito Falk, que Moisés treinou 2.000 dos “eleitos espirituais” – aqueles Judeus que tinham permanecido vegetarianos e recusavam-se a participar nos sacrifícios de animais e adoração de ídolo – para ser Essênios. E DESDE ESTE MOMENTO OS ESSÊNIOS EXISTIRAM COMO UMA SEITA ESOTÉRICA MINORITÁRIA (Nota: Quando eruditos atuais afirmam que os Essênios de Qumram foram fundados em torno de 200 anos antes do tempo de Jesus, eles estão corretos em relação aquele grupo Essênio em Qumram; mas o movimento Essênio inteiro é muitíssimo mais antigo)

Mesmo tendo começado como uma seita esotérica minoritária dentro do Judaísmo, eles caminharam para se tornar os primeiros verdadeiros “Cristãos”, chamados “Essênios Nazarenos” ou “Ebionitas”. Isto aconteceu como segue:

Várias centenas de anos antes do nascimento de Jesus (Yahshua ha Mashiakh), o principal sacerdote dos Essênios, conhecido como “Mestre de Justiça”, teve uma visão: um Anjo lhe disse que um grande Avatar, o Mashiakh (Cristo Messias), viria para a Terra através dos Essênios. Para isto ocorrer, de acordo com o Anjo, os Essênios deveriam seguir certas disciplinas para criar um corpo físico capaz de suportar as potentes vibrações do Espírito Crístico, assim como um grupo de energia suficiente poderoso para abrir um “vortex” de energia”, ou “portal” nesta dimensão de espaço-tempo através do qual o Mashiakh (Cristo), entraria. As disciplinas prescritas foram chamadas o “Halakoth Essênio”; o grupo de energia para a criação de um “vortex de energia” era geralmente formado por vilas comunais Essênias dedicadas a praticar o “Halakoth” em um contexto de grupo. No encontro de Inverno do “Caminho Essênio”, o Reverendo Michael Robinson forneceu informação relacionada ao assunto:

“Profetas Essênios que estavam sintonizados com a Vontade do Altíssimo, por causa de suas Santas meditações e seu estilo de vida de Justiça, se prepararam por gerações para a chegada do Messias da Paz, dos quais, novos candidatos foram escolhidos, Genealogias foram consultadas e eles, levados a uma vida santa. Dieta pura, livre da tintura da morte e sangue, assim como treinamento nos mistérios Essênios, geraram crianças de uma natureza Santa”.

No livro, Edgar Cayce’s Story of Jesus, editado por Jeffrey Furst, lemos:“… os Essênios… dedicaram suas vidas, suas mentes e seus corpos a um propósito, a uma busca por aquilo que foi para eles uma promessa do… passado… Ali, havia a continuada preparação e dedicação daqueles que podiam ser canais através dos quais este Vaso sacramentado pudesse entrar – através de escolha – neste mundo material… Então em Carmel – onde habitavam os principais sacerdotes e líderes desta fé – se encontravam as virgens que estavam dedicadas a este propósito. Entre elas estava Maria, a bem-amada, a escolhida”

 Novamente em Cayce Story:

“Os Essênios estavam dedicados aos seus propósitos e fizeram o santo Monte Carmel o seu principal reduto. Este foi o local original onde a escola de profetas foi estabelecida durante o tempo de Elias…”  “Ali, os Essênios prepararam a si mesmos por várias gerações para abrir como se fosse uma porta neste mundo para o Messias… E Ele tornou-se conhecido como Jesus, o Nazareno, porque Ele era da Seita dos Nazarenos na região de Carmel”.

 Em relação às referências acima há muitos suportes de evidência do centro de operações Essênio ser em Monte Carmel e Jesus ser afiliado com a Seita Essênia dos Nazarenos naquela região. Verdadeiramente, está totalmente claro que o centro de operações de todo o Movimento Essênio foi o Monte Carmel ao norte de Israel, não Qumram ao sul de Israel, e que Jesus estava primariamente associado com Carmel. Igualmente claro é o fato que os Essênios do Norte na região de Monte Carmel eram chamados “Nazarenos”. O fato que quase todos os maiores eventos associados com a vida de Jesus ocorreram ao Norte de Israel, é uma forte evidência que Jesus viveu a maior parte de sua vida no Norte de Israel.  Somente quatro eventos da vida de Jesus ocorreram no Sul de Israel (Seu nascimento em Belém; sua visita ao Templo quando tinha 12 anos; Seu batismo por João; e sua jornada final para Jerusalém) e cada um destes eventos é claro, pois ocorreu após uma longa jornada da residência de Yahshua no Norte de Israel para o Sul. O Monte Carmel, o centro de operações Essênio, estava ao Norte de Israel; Qumram, o Monastério Essênio onde João Batista viveu (e onde os Manuscritos do Mar Morto foram descobertos), estava no Sul de Israel. HÁ SÓLIDO CONSENSO ENTRE OS ESTUDIOSOS QUE JOÃO, O BATISTA ERA DE QUMRAM: A localização sobre o rio Jordão onde a tradição nos conta que João realizou seus batismos é exatamente onde o Jordão se encontra com o Mar Morto próximo a Qumram, e tudo o que conhecemos sobre João se ajusta perfeitamente com o que é conhecido sobre os Essênios de Qumram. Quando Jesus veio para ser batizado por Seu primo João, o Novo Testamento e outros manuscritos nos contam que João não reconheceu Jesus; obviamente, se Jesus e João vivessem juntos em Qumram, João O teria reconhecido. Esta é uma forte evidência que Jesus era um Essênio do Norte associado com Monte Carmel, não um Essênio do Sul de Qumram. Em Mystic Christianity, pelo Yogin Ramacharaka, lemos:

“Jesus veio não anunciado e não reconhecido por João… Mesmo que os dois fossem primos, não tinham se encontrado desde a infância, e João não reconheceu Jesus à primeira vista… As tradições das Ordens Místicas estabelecem ademais que Jesus deu a João então vários sinais das Escolas de Mistérios, às quais ambos pertenciam, demonstrando o fato, porque Jesus completou os graus, os quais João não tinha atingido, mesmo sendo ele um Essênio eminente de alto nível. Depois que João concluiu que o homem diante dele não era um postulante comum para o Batismo, mas era, ao invés, um Adepto de altíssimo nível, seu superior em posição e desenvolvimento”.

 Mesmo que o Novo Testamento não inclua todas estas informações Esotéricas acima, declara que João – o Batista de Qumram – NÃO RECONHECEU SEU PRIMO JESUS.

O fato de que Jesus não ser de Qumram, NÃO SIGNIFICA QUE JESUS NÃO ERA UM ESSÊNIO. Freqüentemente, quando estudiosos ortodoxos Cristãos estão tentando provar que Jesus não era um Essênio, assinalam certas diferenças entre os ensinamentos de Jesus e os Manuscritos do Mar Morto. (Freqüentemente enfatizam que a doutrina de Jesus é menos estrita em alguns aspectos do que a ‘Regra de Comunidade’ dos Manuscritos de Qumram; assim fazendo, pensam que estão provando que Jesus não era um Essênio.) Mas estão esquecendo o ponto: QUMRAM ERA SOMENTE UMA DAS MUITAS COMUNIDADES ESSÊNIAS.  ENQUANTO Qumram era uma comuna monástica estrita para homens celibatários, algumas outras comunidades Essênias – tais como Monte Carmel e o relacionado baluarte Nazareno de Nazaré – eram para famílias inteiras e, naturalmente, tinham regras mais liberais. Os ensinamentos de Jesus eram mais um produto dos Essênios do Norte de Monte Carmel do que de Qumram. Eu cito de Peter Lemesurier The Armageddon Script:

“Admitidamente, Jesus foi freqüentemente e consideravelmente mais acessível (menos exclusivista) do que o típico Essênio de Qumram, mas então seria lembrado que Ele não era um Essênio de Qumram..Não somente Ele foi um ‘Carmelita’ ou ‘Nazareno’,  um produto do necessariamente ‘ecumênico’ centro de comando do Movimento Essênio, mas foi o esperado Sacerdote-Rei messiânico, o ‘Intérprete final da Lei’… Como tal, sua posição era superior em muito ao resto da liderança Essênia, ainda no que se referia ao ‘Mestre de Justiça’. Conseqüentemente, Ele era livre para interpretar a Lei e os Profetas à sua própria maneira e para quem ele desejava, como o espírito o guiava”.

 Assim, a diferença entre os ensinamentos de Jesus e dos Essênios de Qumram é devida a:

  1. Jesus foi educado em uma Comunidade Essênia mais ecumênica, familiarmente orientada no Norte, em Monte Carmel; e,
  2. Os Manuscritos do Mar Morto, belos como são, foram escritos por Essênios que estavam se preparando reverentemente para a vinda do Messias Universal, o Príncipe da Paz. Obviamente, uma vez que o Messias do Universo veio para a Terra, as palavras que saíram de Sua boca eram de longe mais transcendentes da ainda melhor das passagens dos Manuscritos do Mar Morto.

Quando a família santa retornou do Egito após a morte de Herodes, afirmamos que eles se situaram em Nazaré. Nazaré é muito perto de Monte Carmel, o centro de comando de todo o Movimento Essênio. Entretanto, naqueles dias, não havia uma cidade chamada “Nazaré”; mas, ela simplesmente foi uma vila cooperativa dos Essênios “Nazarenos”. Lemos em The Armageddon Script:

“… evidência histórica que ela (Nazaré) existiu naquele tempo é inteiramente improvável. A tradição volta-se quase certamente para o fato que a família era membro da Seita dos Nazarenos Essênios. Este grupo parece ter se tornado dominante sobre Carmel, ao ponto que a palavra ‘Nazareno’ veio a ser aplicada para os Essênios do Norte em geral. É possível, naturalmente, que os Essênios tivessem um reduto nas vizinhanças da moderna Nazaré” 

Assim, o termo, “Jesus de Nazaré” era originalmente “Jesus, o Nazareno” associado com o Monte Carmel e os Essênios e não com a Vila de Nazaré. Este é o motivo pelo qual no Livro de Atos, do Novo Testamento, os antigos Cristãos são referidos como “a seita dos Nazarenos”.

Tendo aceitado Jesus como o Messias que eles estavam esperando, os Essênios-Nazarenos tornaram-se os primeiros Cristãos. (Estes primeiros seguidores de Jesus foram chamados ainda de “Essênios-Nazarenos” ou simplesmente “Nazarenos” ou “seguidores do Messias”) até muitos anos mais tarde.

Concluímos agora nosso apanhado das antigas origens e história Essênia. Como prometido no parágrafo introdutório, em seguida consideraremos a cosmologia e a teologia Essênia Desde que a cosmologia e a teologia Essênia atingiu seu máximo nos ensinamentos de Jesus – sendo Ele o Messias para quem eles tinham se preparado – nosso foco será a cosmologia e a teologia Essênia articulada por Jesus.

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