Mitos sobre as Vacinas

 

 

Desmistificar mitos arraigados e acreditados como verdadeiros e que afetam a vida e a saúde de bilhões de pessoas por todo o mundo é, para dizer pouco, uma questão de justiça.

As pessoas submetem-se a inoculação de substâncias tóxicas e perigosas acreditando que são seguras e úteis para a sua saúde porque são enganadas por informações incorretas e incompletas.

Esclarecer a todos sobre os riscos aos quais estão expostos é mais do que necessário, é humanitário. As ditaduras podem ter várias formas e quando não é possível dominar as pessoas por atos políticos escancarados e de fácil identificação e oposição as preocupações com a saúde podem servir de entrada para estratégias de dominação e controle de corpos e mentes.

O primeiro mito sobre a vacinação é:

  1. Os Cientistas saberiam como as Vacinas Funcionam

Reproduzo aqui um artigo publicado há algum tempo nos mais importantes jornais do mundo

A Verdade é:

Os cientistas não sabem como vacinas funcionam

Alerta foi feito por diretor do Instituto Pasteur, que defende novas pesquisas

MICHAEL DAY

New Scientist

LONDRES – As vacinas funcionam produzindo anticorpos, certo? Bem, talvez não. Idéias errôneas como essas aliadas à ignorância sobre como elas realmente funcionam estão emperrando o desenvolvimento de uma vacina contra a aids. Segundo especialistas, ninguém se incomodou em descobrir como agem vacinas bem-sucedidas como a da poliomielite, sarampo e hepatite B.

“Fico impressionado com a quantidade de informações científicas básicas que desconhecemos”, afirma Philippe Kourilsky, diretor do Instituto Pasteur de Paris. “Desenvolvemos várias vacinas bem-sucedidas nas últimas décadas, mas perdemos a oportunidade de descobrir como elas funcionam”, diz. “Cada vez que uma nova vacina se mostra eficaz, os cientistas simplesmente a entregam para o pessoal da saúde pública e vai estudar outra coisa; não investimos em pesquisa”, explica. “Se tivéssemos pesquisado seu funcionamento a fundo, hoje estaríamos mais bem equipados para enfrentar o problema de uma vacina para a aids.”

Enganos – A idéia de que as vacinas agem por meio da produção de anticorpos é enganosa, segundo Neal Nathanson, diretor do U.S.

Office of Aids Research. “A vacina contra a hepatite B é um ótimo exemplo, porque é altamente eficiente, mas ninguém sabe como funciona”, afirma. A vacina provavelmente ativa um fator de proteção a partir das células T, mas ninguém sabe como ela faz isso ou como é esse processo, muito embora esteja em uso há quase dez anos. O mesmo vale para as vacinas contra a pólio, o sarampo e a varíola. Ruth Ruprecht, professora da Faculdade de Medicina de Harvard, diz que é difícil obter recursos para pesquisar vacinas que já existem. “Eles dizem: `Isso é velho, pesquisar para quê?'” Mesmo se os especialistas conseguissem preencher essas lacunas, ainda teriam outro obstáculo a enfrentar para desenvolver uma vacina contra a aids.

Segundo Ron Montelaro, da Universidade de Pittsburgh, mobilizar anticorpos contra o HIV pode fazer mais mal do que bem. Montelaro, que estuda uma infecção semelhante à aids que atinge cavalos, diz que algumas vacinas desenvolvidas para esses animais acabaram por ajudar na disseminação do vírus, fazendo com que os cavalos morressem prematuramente. De acordo com ele, é possível que esses anticorpos tenham ajudado partículas de vírus a infectar novas células. “Essa é uma coisa em que as pessoas não querem pensar, mas está na hora de começar a levar esse risco em consideração.”

Nesse artigo fica bem evidente a total fragilidade dessa prática médica supersticiosa e tão pouco científica. Há outras razões por trás dessas considerações. Não é verdade que não há pesquisas sobre como as vacinas funcionam porque isso é “velho”. A razão é que as pesquisas exporiam a total e completa falsidade do princípio da vacinação. Sim as razões sobre as quais, nos últimos 100 anos a medicina continuou com essa prática supersticiosa é a mesma utilizada sem provas científicas por Jenner e Pasteur. A prática da vacinação colocada à prova se comprovaria inútil, perigosa e não científica.

 

Que cada um tire as suas próprias conclusões. No próximo artigo vamos continuar a desmistificar as vacinas tratando da afirmação:

  1. As vacinas imunizariam

 

 

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