2 As Vacinas Imunizam?

 

 

As vacinas têm o objetivo de imunizar. Ou seja, inocular uma pessoa com certos preparados farmacêuticos feitos com microorganismos e outras substâncias, teria o poder de aumentar a imunidade natural até o ponto de impedir que a pessoa adoecesse pelo contágio com aquele vírus ou bactéria específica.

Isso é realmente um fato? Quais são as evidências científicas de que isso acontece como é afirmado pelos interessados em vacinar?

As epidemias mais terríveis que humanidade já sofreu surgiram e desapareceram sem a intervenção de nenhuma vacina, fato que os cientistas e interessados nos lucros que as vacinas podem trazer teimam em ignorar. A gripe espanhola, a peste negra, entre outras, desapareceram assim como apareceram, do nada para o nada, sem que nenhuma “imunização” através de vacina tenha sido dada.

Antigamente a lepra matava e destruía as carnes de milhões de seres humanos, hoje, apesar de ainda ocorrer não tem mais o caráter grave que já teve e nenhuma vacina foi responsável pela sua atenuação e diminuição a pequenas ocorrências.

Comprovou-se que a grande maioria das doenças assim chamadas transmissíveis quase desapareceram muito antes da introdução das vacinas. Vários países não praticam a vacinação ou a abandonaram. O que se esperaria é que nesses países as doenças deveriam ser comuns e terríveis. Mas, é tudo ao contrário. Na prática a teoria não se confirmou. Por outro lado, há epidemias onde a cobertura vacinal é total, como no México, por exemplo.

Desde 1949 o Reino Unido liberou seus cidadãos da vacinação “obrigatória”. Nesse país não houve nenhum retorno das epidemias. O caso da Hepatite B aguda nos EUA é ilustrativo. Depois da vacinação ouve um aumento de 55% para 63% dos casos. As provas estatísticas utilizadas para comprovar que as vacinas imunizam são todas contestáveis. Os casos positivos são publicados, os negativos, são ocultados.

A prova de que uma vacina funcionará é dada pelos anticorpos que ocorrem no sangue após a vacinação. Declara-se que se uma inoculação produziu anticorpos então a vacina funcionará. Nada é menos científico. Os anticorpos são apenas a marca de agressões, contra as quais o organismo reagiu como a entrada de venenos e agressores microscópicos e, não que estaria mais apta a se defender deles ou outros semelhantes. Em geral, em medicina, quando o sangue apresenta anticorpos isso é interpretado como uma fortificação da doença. Os mesmos médicos que declaram que a presença de anticorpos é sinal de doença, diante da vacinação afirmam o contrário: quanto mais anticorpos, melhor!

Afirmar que uma vez que a inoculação vacinal provocou uma reação imunológica isso dará ao corpo uma capacidade especial de se defender daquele vírus específico não passa de uma suposição até agora jamais comprovada. A diminuição das epidemias seguiu a higienização com o fornecimento de água potável e de latrinas que impediam a contaminação de todo o ambiente, higiene pessoal e alimentação adequada. As vacinações se tornaram generalizadas bem após e não demonstraram, estatisticamente, serem as responsáveis pela imunização.

 

 

 

 

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