Fatos Históricos sobre as Vacinas

 

                

           Os fatos registrados aqui representam uma parcela pequena entre milhares de outros danos causados pelas vacinas en as justas suspeitas sobre esse procedimento questionável e, alardeado como uma das maiores “conquistas” da medicina. É inaceitável que os cidadãos sejam enganados pela propaganda falsa sobre as vacinas serem seguras e eficientes como imunizantes. Ainda, não se pode admitir que na assim chamada civilização democrática e livre as pessoas sejam constrangidas e ameaçadas para se submeterem e levarem seus filhos a serem inoculados com substâncias perigosas.

Em 1871-2, na Inglaterra, com 98% da população adulta vacinada contra a varíola, experimentou sua antes jamais vista epidemia de varíola com 45.000 mortes. Durante o mesmo período, na Alemanha, com uma taxa de vacinação de 96% houve 125.000 mortes por varíola . (The Hadwen Documents)

– Na Alemanha, a vacinação compulsória contra a difteria começou em 1940 e em 1945 os casos de difteria aumentaram de 40.000 para 250.000. (Don’t Get Stuck, Hannah Allen)

– Nos EUA em 1960, dois virólogos descobriram que as vacinas de poliomielite estavam contaminadas com o SV40 um vírus que causa câncer em animais assim como também provoca mutações em células de cultura humanas. Milhões de crianças em todo o mundo foram injetadas várias vezes com estas vacinas contaminadas. (Med Jnl of Australia 17/3/1973 p555)

Em 1967, Gana foi declarada livre do sarampo pela Organização Mundial da Saúde depois de 96% de sua população ter sido vacinada. Entretanto, em 1972, Gana sofreu um de seu piores surtos de sarampo com a sua maior taxa de mortalidade . (Dr H Albonico, MMR Vaccine Campaign in Switzerland, March 1990)

– No Reino Unido entre 1970 e 1990, mais de 200.000 casos de coqueluche ocorreram em crianças vacinadas. (Community Disease Surveillance Centre, UK)

– Em 1970 uma avaliação da vacinação de tuberculose na Índia envolvendo 260.000 pessoas revelou que mais casos de TB ocorreram nos vacinados do que nos não vacinados. (The Lancet 12/1/80 p73)

– Em 1997, Dr. Jonas Salk, que desenvolveu a primeira vacina de poliomielite, testemunhou com outros cientistas que a inoculação em massa contra a poliomielite nos EUA era a causa do maior aumento de casos em todo o país desde 1961. (Science 4/4/77 “Abstracts” )

– Em 1878, uma inspeção em 30 Estados dos EUA revelou que mais da metade das crianças que contraíram sarampo tinham sido adequadamente vacinadas. (The People’s Doctor, Dr R Mendelsohn)

– Em 1979 a Suécia abandonou a vacina de coqueluche devido a sua ineficiência. De 5149 casos em 1978, encontrou-se que 84% tinham sido vacinada 3 vezes! (BMJ 283:696-697, 1981)

– O Jornal da Associação Médica Americana (JAMA) de fevereiro de 1981 encontrou que 90% dos obstetras e 66% dos pediatras se recusaram a tomar a vacina contra a sarampo.

– Nos EUA, o custo de uma simples vacina tríplice tinha aumentado em 11 cents em 1982 para $11,40 em 1987. Os produtores da vacina estavam acrescentando $8,00 por vacina para cobrir as custas legais e prejuízos que estavam pagando para os pais de crianças com danos cerebrais e crianças que morriam após a vacinação. (The Vine, Issue 7, January 1994, Nambour, Qld)

– Em Oman, entre 1988 e 1989, uma epidemia de poliomielite ocorreu entre milhares de crianças totalmente vacinadas. A região com a maior taxa de incidência tinha a maior cobertura vacinal. A região com a menor taxa de incidência tinha a menor cobertura vacinal. (The Lancet, 21/9/91)

– Em 1990, um estudo envolvendo 598 médicos revelou que mais de 50% recusava tomar a vacina da hepatite B apesar de pertencerem a um grupo de alto risco, que supostamente, precisariam ser vacinados. (British Med Jnl, 27/1/1990)

– Em 1990, o jornal da American Medical Association tinha um artigo sobre sarampo que declarava” Se mais do que 95% das crianças em idade escolar no EUA estão vacinadas contra o sarampo, enormes epidemias continuam a ocorrer nas escolas e mais casos estão acontecendo entre crianças previamente vacinadas.” (JAMA, 21/11/90)

– Nos EUA, de julho de 1990 a Novembro de 1993 a FDA contou um total de 54.072 reações adversas seguindo as vacinações. O mesmo organismo admitiu que este número representava somente 10% do real total, porque a maioria dos médicos se recusavam a reportar injúrias pelas vacinas. Em outras palavras, as reações adversas neste período excediam meio milhão de casos! (National Vaccine Information Centre, March 2,1994)

– O jornal de Medicina da Nova Inglaterra de julho de 1994 produziu um estudo encontrando que mais de 80% das crianças de menos de 5 anos que tinham contraído coqueluche tinham sido vacinadas.

– Em 2 de Novembro de 2000, a Association of American Phisicians e Surgeons (AAPS) anunciou que seus membros votaram em seu 57° encontro anual em ST. Louis passar uma resolução pedindo por um fim a obrigatoriedade das vacinas. A resolução passou sem um único “não”. (Report by Michael Devitt)

 

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