Controle de Comportamento e Escravidão Voluntária

É real e justa a preocupação de muitos sobre a situação do país e mesmo do mundo quanto ao futuro, em todas as áreas da vida . Diferente do passado recente hoje há melhor informação e mais oportunidades de compartilhá-la e discuti-la. Entre esses participantes temos pessoas excepcionais, verdadeiros sábios, que são capazes de analises detalhadas e relevantes sobre os acontecimentos, alguma coisa de suas causas e desdobramentos para o futuro. Muito bom, mas onde podemos chegar com isso. qual os resultados práticos, mudanças de rumo politico, social, cultural?

Como vejo, as ações para conscientização, as reclamações, as lamentações, o estudo e meditação sobre os problemas nas mais variadas áreas têm uma oposição poderosa e estruturada, impossível de ser vencida. Hoje sabemos que há roubo, quanto e quem roubou, de onde e quando, das conspirações, das mentiras, dos assassinatos, e mais um milhão de crimes inaceitáveis e revoltantes.

A população é tratada como internos de asilo, como em um grande experimento, onde técnicas de controle de comportamento são aplicadas na política, na cultura, na educação, na saúde, na religião, no lazer, e se aprofundando cada dia mais até chegar a influenciar os comportamentos mais íntimos nas relações pessoais, familiares e sexuais.

O sonho de se opor a isso é vão e infantil. Todos que estão inseridos na dinâmica social, participando diariamente das ações necessárias para a sobrevivência estão inconscientemente sendo conduzidos como ovelhas para o abate. Por outro lado, e aqui o lado doloroso e ofenderá a muitos, fazem isso voluntariamente, com satisfação, acreditando que fazem o melhor e que há alguma esperança de mudar o desfecho final.

Como vejo, não há a menor chance de mudança. Os três modos de ação com o objetivo de transformação social e que já foram aplicados milhares de vezes no passado e ocupam o imaginário dos cidadãos, ativistas e políticos são: 1. a revolução – com o uso da força; 2. o abandono de propósito – desistindo dos altos ideais; e 3. a transigência – achando que participando do sistema, pagando impostos, votando, discutindo politica e cultura, por exemplo, seria possível promover mudanças reais e duradouras. No caso, o que se faz hoje se limita em sofrer as consequências de um viver que produz maus resultados porque não cumpre nem as regras mais primárias das leis naturais, quanto mais de leis mais sutis e, ao lado disso um rosário interminável, de lamentações, de reclamações, de constatações, de real sofrimento porém, que não mudará nada.

Qualquer pretensão de uma saída dessa situação passa por uma saúde perfeita, vitalidade e liberdade interior. No caso, a grande maioria está doente, se intoxica diariamente com venenos aos que chamam prosaicamente de “remédios” e “vacinas”, alimentos impróprios, ar poluído, falta de sol, água drogada com cloro,  flúor e outros venenos, sedentarismo, afastamento das fontes da vida, sexualidade alterada, eliminação bloqueada, entre outros problemas primários. Ora, essas pessoas não conseguem nem evacuar corretamente e pretendem mudar suas vidas e quiçá o mundo.

Para ver claramente, para ter força e ímpeto e resistência para uma vida nova é preciso começar pela raiz do problema, que é o cuidado do organismo. Sem isso, as possibilidades de ser um bom escravo sob hipnose, como um autômato e feito de trouxa, é de 100% !

 

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