Cidades-Cemitérios


Os moradores das cidades habitam casas semelhantes a túmulos em cemitérios infectos e pagam com seu sangue uma dívida eterna. Isso é verdadeiramente descer ao inferno em vida. As cidades são erguidas para o bem do Estado, com propósitos que ignoram e negligenciam a natureza e as necessidades humanas. Cada vez mais concentram as pessoas em espaços exíguos e impróprios à vida e à saúde. O conceito sobre o qual constroem tornar a terra super valorizada porque onde moraria uma pessoa, concentram cinquenta. Ora, essas pessoas pagarão um valor alto por sua moradia e serão condenadas a impostos eternos para manter a propriedade. Possuir um espaço onde seria possível produzir em uma dessas cidades é virtualmente impossível e já há cidades que proíbem que moradores produzam qualquer alimento em suas propriedades urbanas. O conceito de urbano é uma perversão das necessidades humanas e morar nessas cidades se torna cada vez mais impróprio.
O Estado quer recolher impostos seja das residências, seja da concentração de pessoas que ali residem, em produtos e serviços. Rapidamente e silenciosamente fizeram das cidades locais de produção onde o Estado e alguns lucram e outros são amontoados e forçados a produzirem e a viver sob condições doentias contra a natureza.
Os governantes e empresários exploram o povo e lhe prometem viver em um local onde supostamente teriam vantagens financeiras, “trabalho”, em troca de viverem amontoados e adoeceram em um local onde ficam condenados a pagar para morar e trabalhar. A verdade, finalmente, é que são usados como peças de uma imensa máquina onde suas reais necessidades são negligenciadas e sua vida definitivamente destruída para que outros lucrem. Ninguém pode viver numa cidade sem que tenham uma fonte contínua de renda que lhe permita pagar o custo de viver ali. Por outro lado, as promessas de uma vida de opulência, esterilizada, fácil, segura, de progresso é certamente falsa e uma armadilha que algema a vítima para sempre. Cada movimento é vigiado e registrado pelo Estado e cobrado. A máquina estatal e governamental cresce e se sofistica continuamente. O resultado para o cidadão é da escravidão absoluta.
Para aqueles que sonham em escapar há mil tropeços e dificuldades que desestimulam e ameaçam os aventureiros. Fugir pode custar muito e expor a perigos reais. A única saída é aquela onde o êxodo se faz em grupos e sob conceitos e projeto para o crescimento de todos e não para o lucro de alguns.
O falso individualismo é aquele em que todo o esforço e responsabilidade é do indivíduo e finalmente, não colhe nenhum benefício, porque os lucros são dos patrões. Essa é só uma estratégia para enfraquecer e debilitar.
Os verdadeiros objetivos são bons para todos e é necessária a união para produzir força e resistência.
O Estado e os donos do poder convenceram o povo que ele está sozinho e que o socorro só vem deles e todos que não são “autoridades”, são suspeitos. O egoísmo e a competição na busca de conquistas é mais uma forma de transformar o vizinho em adversário e isolar a todos em pequenas e fracas células – a família – que hoje está se esfacelando.
A união verdadeira deve ser em torno da Lei, da verdade, do bem e da preservação. Isso foi deslocado e pervertido em mil falsificações e acontece especialmente na política – o povo é incitado a atribuir poder a políticos e governantes para que esses rejam sobre ele.
A fonte da vida, da harmonia está ao alcance de todos em detrimento dos poderosos. As autoridades constituídas são, por outro lado, o real impedimento, só o povo pode se libertar ele mesmo e ser feliz.
Nenhuma solução ou bem pode vir dos usurpadores. Eles não podem dar o que não têm, mas impedem o acesso as fontes de vida. A energia perdida nessa busca não encontra o bem e atribui poder ao mal.
A vida, saúde, vitalidade, paz vem da relação perfeita do homem com as leis cósmicas e naturais. Esperar que um homem, governo, o estado, cientistas tenham poder para substituir a Lei, a Deus, é uma total estupidez, loucura.
As pessoas se entregaram nas mãos de usurpadores, dos piores e mais perversos e agora se tornaram escravos da escória.
Esse poder só será retomado pela força. Ou, para alguns mais conscientes e sábios, pelo abandono absoluto de toda a dependência e convivência, onde essas bestas regem.
Isso só é possível se congregando em torno da Lei e se retirando para a natureza, da qual devemos depender e nada mais.
Qual a vantagem de viver em cidades? Nenhuma!
Há opção de sair e ter uma nova vida. Comunidades onde pessoas com as mesmas ideias e crenças, exigem apenas 10% do esforço de vida daquele das cidades, com liberdade, segurança, paz, amizade, tempo e energia para crescer como ser humano.
A maioria, entretanto, confia só nas “autoridades constituídas” que lhes roubam, agridem, escravizam.
Um país é aquele onde você tem liberdade, onde você tem acesso a meios de sobrevivência desimpedidos, propriedade e igualdade e principalmente, onde o seu vizinho é seu irmão. Você tem isso onde você mora hoje? O “Brasil” de hoje não é nenhum país, mas um campo de concentração nazista.
As nossas necessidades são simples e pequenas. O homem equilibrado se satisfaz com pouco e transforma em muito. Criaram necessidades artificiais e com elas, substituíram as essenciais por quinquilharias sem valor. O estado de carência e desvitalização mantém as pessoas numa busca e dependência frenética e neurótica por sucedâneos tóxicos.
Nada de bom virá dos inimigos da vida, dos comerciantes da morte – as “autoridades constituídas”! O acesso direto e inteligente com a Fonte, com os elementos essenciais é o caminho exclusivo para a libertação.

BABILÔNIA

Por que continuar numa sociedade injusta, escravista, corrupta, falsa, violenta, desigual, governada por usurpadores?
Isso aqui não pode ser “reformado” – está podre por dentro.
Ficar sob a tutela, submetido a uma ordem amaldiçoada é desnecessário e revela que se está de acordo com o abuso. Toda a estrutura estatal, governamental, política, cultural e científico/tecnológica está apoiada em falsidades e mentiras. Chegamos a esse caos e horror não por acaso ou por acidente. Tudo o que assistimos e passamos hoje é o resultado da mentira que é essa sociedade e das bases sobre as quais foi construída.
Não há outra providência senão a de se retirar e viver sob a regência da Lei. Um Êxodo é urgente para que alguns se salvem e possam reconstruir tudo após o fim que virá!
Não se dar conta da situação é um sintoma grave de perturbação. O mal encarnado é a própria civilização – ela é a Babilônia!


O livro do Apocalipse, capítulo 17 e 18 é uma descrição terrível disso. Tomemos alguns versículos:


E veio um dos sete anjos que tinham as sete taças, e falou comigo, dizendo-me: Vem, mostrar-te-ei a condenação da grande prostituta que está assentada sobre muitas águas;
2 Com a qual fornicaram os reis da terra; e os que habitam na terra se embebedaram com o vinho da sua fornicação.
3
5 E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra.
6 E vi que a mulher estava embriagada do sangue dos santos, e do sangue das testemunhas de Jesus.
8
12
14 Estes combaterão contra o Cordeiro, e o Cordeiro os vencerá, porque é o Senhor dos senhores e o Rei dos reis; vencerão os que estão com ele, chamados, e eleitos, e fiéis.
15 E disse-me: As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, e multidões, e nações, e línguas.
16
17 Porque Deus tem posto em seus corações, que cumpram o seu intento, e tenham uma mesma ideia, e que deem à besta o seu reino, até que se cumpram as palavras de Deus.
18 E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra.

E depois destas coisas vi descer do céu outro anjo, que tinha grande poder, e a terra foi iluminada com a sua glória.
2 E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande Babilônia, e se tornou morada de demônios, e coito de todo espírito imundo, e coito de toda ave imunda e odiável.
3 Porque todas as nações beberam do vinho da ira da sua fornicação, e os reis da terra fornicaram com ela; e os mercadores da terra se enriqueceram com a abundância de suas delícias.
4 E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.
5 Estou assentada como rainha, e não sou viúva, e não verei o pranto.
8
9 E os reis da terra, que fornicaram com ela, e viveram em delícias, a chorarão, e sobre ela prantearão, quando virem a fumaça do seu incêndio;
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11 E sobre ela choram e lamentam os mercadores da terra; porque ninguém mais compra as suas mercadorias:
12
14

23 porque os teus mercadores eram os grandes da terra; porque todas as nações foram enganadas pelas tuas feitiçarias.
24 E nela se achou o sangue dos profetas, e dos santos, e de todos os que foram mortos na terra.

O Mito da Moradia!


Somado a outros mitos (mentiras e ilusões) semeados e fortalecidos pela propaganda massiva, tais como emprego, profissão, representantes legais, justiça, policia, está a moradia.
O feliz morador, seja proprietário ou locatário, se sente seguro e conquistador de um território, onde imagina que será respeitado e que seus problemas territoriais estariam resolvidos. Somos, como outros mamíferos, territoriais. Precisamos marcar território e sentir segurança de que podemos dormir sem ser atacados por qualquer coisa perigosa, reproduzir e poder repousar. Essa necessidade instintiva é usada contra nós de maneira cruel pelos donos do poder.
O morador paga por uma coisa que não lhe dá essas garantias e tem a ilusão de que isso significa outras vantagens que não existem: como alimento, como intimidade. O morar, tal como chegou a ser agora, é uma coisa insustentável e tira mais do que traz em benefícios. Como tudo o que foi redefinido pela sociedade, custa um salário de escravidão.
A principal pauta dessa civilização é promover o desassossego permanente com breves e raros momentos de prazer e paz, que são interpretados como um bônus conquistado ou distribuído benevolentemente pelos senhores.
Abrigo, moradia, sem espaço para produzir alimentos e que deve ser mantido por impostos é cruel e terrível.
A situação dos moradores, assim chamados “urbanos” é de total e completa escravidão e injustiça – mesmo que imaginem que estão pagando por benefícios e vantagens de morar na cidade. Hoje está evidente que não há nenhuma vantagem e, ao contrário, que foram todos enganados e assaltados em seus direitos e sonhos.
A vida só faz sentido se uma pessoa pode, por ela mesma, independente de qualquer coisa além da natureza, ser sustentável.
A moradia não pode ser isolada e separada do sustento, do alimento. As casas, hoje, são prisões pelas quais se deve pagar e exigem do morador que se prostitua para tal.
Erguer construções umas sobre as outras, coladas e sem espaço para produzir alimentos, sufocantes, escuras, ruidosas, contaminadas por vapores fétidos e podres é condenar as pessoas a doença, a invalidez, a desvitalização e a morte – e você paga por isso!
Há muitas outras questões, como ter como vizinho inimigos, agressores, perturbadores. A lista de malefícios é interminável.
As cidades são cemitérios prontos para abrigar os zumbis que as sustentam e se arrastam e gemem por suas ruas. Ter uma moradia nelas é participar desse horror.

Vivendo um “Faz de Conta”!


Aqui tudo é uma imitação barata e tornou o viver uma coisa artificial ou do outro.
Olha o fulano, a fulana, como são ricos, famosos, quantos gols, joias, bens, etc.
As pessoas gozam com a vida dos outros. Ridículos, todos seguindo o líder, os ídolos, e esquecendo de si mesmos.
São vidas inúteis, perdidas. “Esporte” é o que os outros fazem, música, arte, idem. Os jogos eletrônicos, os filmes cada vez mais distantes da realidade, tudo fantástico e impossível, tolo.
Muita e excessiva violência desnecessária, inútil, nauseante. O distanciamento da realidade parece ser um projeto malicioso.
A incapacitação, a agitação e a discussão vazia, a imaginação negativa, são todos paralisantes e impedimentos reais à viver pessoalmente.
Horas, dias, semanas, meses, décadas perdidas numa projeção danosa e frustrante.
A real dimensão de si se perde cada vez mais. Tudo se torna descartável e sem sentido – é um eterno esperar pelo novo, pelo melhor, pela solução mágica, sempre vinda de fora, pela ciência, pela política, pelos OUTROS!
A relação direta com a natureza, com as pessoas, consigo mesmo, foi substituída por sonhos, imaginação, por imitações, por máquinas, por química – não se vive e não se sente a vida.
A civilização, seus valores, costumes e promessas são farsas, são um monstruoso pesadelo.
Somente o retorno ao natural, ao real, pode dar sentido a essa vida vazia, a encontrar a vitalidade perdida, o espírito de aventura e a busca do desconhecido. Isso só pode ser pessoal, direto, por vontade própria, consciente.

Competição: o falso fundamento da Civilização


A competição, disputa, roubo, guerra, traição, vingança, mentira, violência, desassossego, medo, tocaia, ódio, pobreza, escravidão e mais uma centena de desgraças semelhantes, nascem e se alimentam da ideia da competição, da sobrevivência do mais forte, de que vença “o melhor”. Ao considerar que a vida e o Homem é obra do acaso, que somos um acidente e que assim, haveria diferenças entre nós e os mais aptos e apenas esses deveriam sobreviver, criou-se e justificou-se uma civilização apoiada na matança, em destruir o outro.


O suposto “progresso” tem exemplos de extermínio inexoráveis e chocantes em muitos exemplos da história, arqueologia, e pré-história. Na nossa própria história observamos, durante o próprio período de uma vida, milhares de exemplos de injustiças, horrores, destruições, massacres, loucura e violência.


Desde cedo as crianças são “educadas” para competir, ou coisa pior. Enriquecer, acumular bens por todo e qualquer meio é a tônica da sociedade. Os exemplos daqueles que são honestos e gentis, são a absoluta exceção.
Os jogos são todos apoiados na competição, a política, a escola com seus exames de acesso e de rejeição, sempre opondo uma pessoa a outra e não enfatizando um certo grau de proficiência, salários e governos, tudo apoiado em “que vença o melhor”, dando margem a fraudes de todo o tipo. As pessoas são assim, medidas por seu sucesso em prestigio, em acumular bens, em exibir sinais de riqueza.


E chegamos ao ponto em que aqueles que são muito ricos e poderosos discutem abertamente a eliminação física das massas indesejáveis através de vários meios médicos nazistas. O sonho daquilo que chamam de “democracia” foi violentamente enterrado com a justificativa de impor novos meios e costumes para vencer uma “pandemia e vírus” que são mais do que questionáveis.
É claro que, diante de uma tal condição que não é grave, mas que poderia se tornar catastrófica, segundo certos “especialistas”, os pilares da justiça, inerentes a natureza humana, que são a liberdade e a propriedade foram anulados! A igualdade, o outro dos três fundamentos, não existe desde há muito nessa sociedade competitiva. A ideia de que haveria uma “evolução” inconsciente e mecânica, na qual só o mais apto deve continuar, obviamente elimina qualquer igualdade.
O resultado disso é o império da injustiça pela violência e fraude, o barbarismo justificado, a insanidade do uso do poder em eliminar o mais fraco.


Entretanto, a própria biologia e fisiologia estão apoiadas na cooperação, na fidelidade e confiança, sem o que não poderíamos sequer sobreviver.

Também, os princípios da assim chamada ciência materialista, a medicina, afirma que há uma “luta” constante pela sobrevivência e que há inimigos invisíveis que a todo momento procuram nos invadir e aniquilar em detrimento de todas as outras condições e que exclusivamente eles deteriam os meios, através de vacinas e drogas de nos salvar. Isso coloca a humanidade de joelhos para essa profissão.


Esse mundo caótico, em constante competição, luta sangrenta precisaria de certos eleitos na ciência e na política para sobreviver e vencer essas supostas ameaças – é o que tenta fazer crer a propaganda.


As cidades e os meios exclusivos impostos para a sobrevivência são um jogo para enriquecer e atribuir poder para alguns, enquanto determinam condições cruéis competitivas que não são sustentáveis porque forçam para um aumento populacional artificial que não pode ser suportado, levando a limitações, empobrecimento e fome. As condições de vida nesses ambientes são antinaturais e doentias.
O coletivismo para as massas e o individualismo para os governantes é uma realidade chocante.


Não pode haver dúvidas que essa doutrina da competição, da sobrevivência do mais apto, da “seleção natural” e de tudo o que decorre daí, tem como objetivo a concentração de poder e riqueza e assim, o controle das massas e seu uso pela elite governante. Como é uma doutrina falsa as consequências são terríveis, desastrosas e exigem “correções” constantes e repetidas de rumos. Nesse processo são elaboradas estratégias para distrair e controlar o psiquismo da população. Se retiram “necessidades” e se criam outras, se eliminam ameaças e outras são criadas, assim como soluções. As promessas e visões de um paraíso construído pela ciência e pela política jamais se concretizam ou são parcialmente obtidas (e logo perdidas) a um custo pesado para o povo ou para outros povos.

A competição e o que lhe decorre não é natural, mas é um implante artificial funesto e horrível que mantém a todos num estado de guerra constante, no desassossego, na exaustão e desespero.

Há muitos aspectos a serem analisados e expostos porque tudo isso tem desdobramentos inumeráveis e complexos. A coisa toda foi pensada para não ser revelada e menos ainda mudada. A paz não pode chegar antes que todos os aspectos da competição sejam arrancados completamente.

Gênesis: A Origem e a Totalidade


Há um contraste entre a apresentação do Gênesis exotérico e o esotérico – aquele contido nas escrituras oficiais e nas escrituras essênias, respectivamente. Isso teve o potencial de determinar toda a civilização ocidental, mas mais, moldou a mente de inumeráveis gerações.


Quando as escrituras oficiais apresentam o Gênesis assim: “E no princípio Deus criou o céu e a terra”, limita e molda as mentes de certa maneira. Os significados e a liberdade para compreender a criação ficam aqui impedidos.
No Gênesis Essênio, muito mais antigo e fiel lemos: “Sem princípio a Lei cria pensamento e vida”! Aqui a questão do tempo está ilimitada e se une com uma criação contínua aqui e agora. No lugar de céu, pensamento; e no lugar de terra, vida. E, ainda, Deus no texto oficial posterior, é a Lei no texto esotérico.
O que é necessário se dar conta ultrapassa as palavras e atinge gerações, que formam psiquismos rígidos e limitados – e essa parece ser a intenção.
“E no princípio”, indeterminado, quando isso ocorreu? Num passado muito distante, claro, passando a ideia de que houve no tempo um início, coisa bem mais familiar a mente simples e limitada do homem sensorial e que determina que ele continue como está – petrificado. Isso deu margem a mediocridades e charlatanismo como são as doutrinas astronômicas e evolucionista do materialismo científico. Os “cientistas” até já determinaram quando, como do que e onde surgiu o “universo”, a vida e, como “deus” teria evoluído desse “big bang”!
O “Sem principio”, por outro lado, obriga a um esforço desacostumado de pensar fora do tempo, além de um passado ou futuro. A ideia de repetição, do tempo circular se dobrando sobre si mesmo, até mesmo corroborada pela física moderna como a quarta dimensão, é a porta de saída da escravidão dos sentidos e a porta de entrada para o mundo real, sutil e infinito.
Os fundamentalistas, como fanáticos perigosos, aqueles responsáveis em todas as religiões e épocas por perseguições, mortes e tortura, insistem que as suas escrituras são a verdade e que qualquer coisa fora dela são heresia, crime, e devem ser eliminados, doutrinas e pessoas que pensem diferente. Isso não está nem um pouco distante da violência da lei humana e sua aplicação literal ou ideológica. Não há nenhuma chance de algo bom surgir disso.
A origem de tudo é na eternidade, pela Lei, e a criação é permanente. O que ela cria é pensamento e vida. Todo o resto que os nossos sentidos limitados e imperfeitos percebem, são derivados deles, como por níveis, assim como os degraus de uma escada só podem ser acessados por uma mudança radical e completa. O mundo material, chamado acertadamente de mundo das aparências, é o resultado do pensamento e vida. E esses, em seus vários níveis pessoais, revelam um mundo particular para quem os percebe e entende, desde sua vida e pensamento.
Os dois princípios básicos que regem o pensamento humano para permitir viver são a origem e a totalidade. Se partimos de uma origem falsa chegamos ao falso e se excluímos da origem a totalidade, também. Leis e regras que são exclusivas levam a erros e violência. Assim como aquelas que dizem que o adúltero deve ser apedrejado até a morte. É necessário incluir tudo num conjunto harmônico. Aquilo que pode parecer um erro, talvez não seja, e aquilo que parece correto, pode ser um erro.
O que pode, pois ser compartilhado socialmente, tem limitações e isso determina até onde e como as pessoas podem conviver e se relacionar. Obrigar aos outros a se submeter a sua visão e crenças é violência e erro.
O mundo se revela hoje abruptamente em uma ditadura pseudocientífica e política – e a origem está nas crenças da civilização.
Certamente, a verdade e o bem da verdade não são aqueles adotados pela maioria ou pelos poderosos. Somente uma evolução interior, pessoal, invisível revela, por níveis, as maravilhas da criação.

O que é o Humano


A choradeira, o pânico, medo e o desespero tomaram conta do mundo. Essa é a condição mais adequada para submeter e comandar as massas. O que a maioria não entende é o porquê se chegou nisso. Os descerebrados imaginam que alguém construiu e libertou um vírus, que há uma conspiração, etc. Sim, há tudo isso, ou quase isso, mas a causa, para variar, está oculta.
Só foi possível destruir a civilização em 30 dias porque ela já está se desfazendo há séculos. O vírus, a pandemia, o uso malicioso e mentiroso dessas coisas não seria possível se a sociedade não estivesse já pervertida em corpo e mente.
Não é humano tomar remédios e vacinas, assim como não é humano ingerir coisas que não são específicas da espécie. Há mais um milhão de hábitos e situações contra a natureza, a lei, mas vamos olhar para essas duas, apenas.
Uma pessoa que se deixe injetar ou que ingira qualquer produto farmacêutico ou biotecnológico não é humano porque tem suas funções fisiológicas, sua biologia e sua condição psíquica alterada. Essas pessoas são um produto de experiências farmacológicas, estão sob a influência de estímulos artificiais e não podem exercer seu potencial humano e estão perturbadas como alguém sob a influência de álcool ou drogas “ilícitas”, só que de maneira mais sutil e legalizada. Os efeitos desses produtos podem perdurar por alguns meses ou anos, décadas ou por toda a vida – desde que essa pessoa interrompa a ingestão e a introdução diretamente em sua corrente sanguínea desses venenos.
Ingerir produtos que não são alimento para o homem altera a natureza, o equilíbrio, a saúde e vicia a pessoa de maneira que seu corpo, mente e espírito estão permanente perturbados. Aqui é preciso se dar conta que esses produtos tomados a título de alimentos são massivos e frequentes e sua influência é permanente e importante.
Cada vez mais as pessoas são dependentes física e psiquicamente das drogas farmacêuticas – não concebem a vida sem algumas delas e imaginam que só estão vivas e sobreviverão por elas e as tais “vacinas”.
O fato que a influência fisiológica e psicológica dessas coisas artificiais e contra a natureza, alteram a pessoa de tal maneira que aqueles que se submetem a elas não são mais humanos.
Essas coisas híbridas que andam pelas ruas, trabalham e reproduzem são zumbis, são robôs biológicos, com sua vontade e consciência alterados e um rebanho dócil ao abate.
Se você é um usuário de qualquer medicação ou vacina, ou se alimenta impropriamente, então, não somente você jamais terá saúde, como sua natureza humana verdadeira não se manifestará e você passará a vida como uma coisa semi-humana.
Para conhecer o humano precisará se purificar e se curar abandonando todas essas práticas hediondas e estúpidas. O homem verdadeiro só pode se manifestar em corpo em mente naqueles que agem como humanos e não como coisas teleguiadas e submetidas a venenos e a podridão.

A Armadilha


Riqueza e pobreza extrema é uma distorção que leva a crimes e vícios.
Os miseráveis são manobrando e usados pelos políticos e pelos ricos e os ricos, manipulam os políticos.
O desequilíbrio, os excessos, para mais ou para menos, revelam profundas doenças pessoais e sociais. Não pode haver justiça em um ambiente de extremos e contrastes.


Aqueles que regozijam pelo sucesso dos muito ricos não compreendem que serão as próximas vítimas do monstro. Ter o suficiente para uma vida digna deveria ser o objetivo de qualquer sociedade justa.
Drenar bilhões do povo para o Estado e governos através de impostos escorchantes, como se uma elite soubesse como aplicar e distribuir essa fortuna usurpada pela força da ameaça e da violência, é roubo e assalto ao poder. Se submeter a esse jogo por promessas de benefícios que jamais se cumprem, é um atestado temerário de estupidez – o que se recebe em troca desse roubo oficial não corresponde ao prometido.


O sonho de justiça é sempre frustrado porque há um conluio entre o escravo e o seu senhor.
A autosufiência, autonomia, independência são fatores essenciais para destruir essas relações promíscuas.
Servir aos usurpadores e predadores da vida por covardia, na busca de prazer e por ganância é uma condenação certa aos próprios filhos e netos. As quinquilharias e produtos tóxicos e que pervertem corpo e mente não devem ser comprados, produzidos ou elaborados a soldo e por dinheiro sujo de corrupção. A festa irresponsável por todo um século chegou a isso que vivemos agora: o limiar da extinção apocalíptica.


Servir a maus senhores por vantagens imediatas é se condenar, aos descendentes e destruir o planeta. Os assim chamados “empregos e oportunidades” não podem serem tomados levianamente. Aquilo que é produzido através de um profissão legal hoje, é a condenação dos filhos amanhã. Criaram uma camuflagem e véu embaralhando as coisas de maneira que, com nomes e títulos, sejam legalizados e aceitos atos hediondos através dos quais se recebem vantagens financeiras e posições. A divisão e segmentação de funções facilita esconder onde elas levam. A maioria das “atividades inocentes” conduzem a horrores, escravidão e destruição. É uma civilização pensada para a escravidão, o extermínio e engano. Participar daquilo que não se consegue vislumbrar com clareza é ser conivente com o resultado final. A pergunta patética e estúpida: “como chegamos nisso”? é própria dos alienados, dos desonestos e mentecaptos. A maioria trabalha e contribui para o crime em vários níveis, legalizado pelo Estado corrupto e podre.


Me recordo de jovens engenheiros que trabalhavam na indústria bélica e passavam o dia imaginando como matar e aleijar com suas criações macabras. Isso é muito direto e próximo mas, em geral, as coisas são tão divididas e segmentadas que é impossível para pessoas com inteligência mediana entender onde sua contribuição resulta.
O fato é que as pessoas se vendem para servir a coisas que não compreendem e que levam ao mal dos outros, delas mesmas e seus descendentes, enquanto os mentores por traz desses projetos perversos, se locupletam e riem dos paspalhos imbecis que se prestam a isso.
É evidente que um trabalhador e profissional não questiona a sua empresa e patrão sobre o uso que se fará do seu trabalho e criação e nem tem a capacidade de imaginar o que resultará. Na verdade, ele não quer saber, nem quer que lhe contem – o objetivo é seu salário e prestígio.


A sociedade legaliza e disciplina milhares de funções que resultam um peças, que montadas, resultam em uma máquina gigante de moer pessoas.

Saúde e Autopreservação


Nenhuma evolução, seja social ou pessoal é possível em detrimento das leis cósmicas e naturais. Há uma ordem, uma única maneira de tudo acontecer e não pode ser de outra maneira. Não fosse assim, nenhuma ciência seria possível.
O sonho insano e alucinado do homem de que ele poderia fazer e ainda, em detrimento das leis naturais é um non sense absoluto.
O homem é um experimento em auto evolução, portanto, as condições naturais, sua própria condição, são as bases sobre as quais esse processo voluntário e consciente pode ser empreendido. Isso não pode ser forçado, conduzido, produzido de fora, por mudanças no ambiente natural social ou biológico.
A ideia de que há uma coisa tal como sociedade, estado, especialistas, líderes, santos, doutores, que seriam aqueles auto-eleitos para conduzir essas melhoras e transformações, partem de princípios falsos sobre o homem e sobre o universo e, inegavelmente, se revelam um fracasso e desastre por toda a história humana desde sempre e cada vez mais evidente.
Diante da realidade, dos fatos explícitos de que a civilização apoiada sobre esses princípios falsos falhou e tende a um final catastrófico, cada ser humano razoável deve buscar instrução para fazer o caminho oposto, realizar uma inversão completa de rumo.
A base para isso está na lei da autopreservação. Todo e qualquer movimento humano deve, necessariamente estar dirigido e iluminado pela realidade e significado de preservar-se.
Qualquer coisa que um homem pense, sinta e faça que se opõe a sua preservação ou, por outro lado, que não promova ou garanta a autopreservação é contra a natureza, contra a vida, contra a sua evolução possível.
Ninguém, nada, pode fazer pelo indivíduo aquilo que só ele mesmo pode fazer. Toda a tentativa de entregar sua vida e destino nas mãos de outros é irracional, estúpido e fatal.
O que não se compreende é que o crescimento e a evolução é interior e não exterior e que nenhum crescimento moral e psíquico pode ocorrer quando as condições naturais são alteradas. Toda a história humana é uma repetição desse erro básico – todo o esforço humano voltado para a transformação do exterior, com o objetivo de facilitar, trazer conforto, garantir o “futuro”, acumular, melhorar a natureza e forçar mudanças sobre características consideradas imperfeitas.
De fato, o homem está visivelmente decaindo, moralmente, psiquicamente e fisicamente, com o risco de ser extinto por perder todo o seu significado e propósito.
O instinto de preservação apoiado nas sensações de prazer e dor é o instrumento básico e necessário, mesmo que não suficiente, para a vida. O desenvolvimento desse instinto através do conhecimento e do controle de si mesmo se desdobra em todos os valores sociais necessários a justiça.
Aquilo que é instintivo logo evolui em sensações refinadas psíquicas emocionais e racionais. A dor e o prazer físicos logo se alçam a dores e prazeres emocionais e do pensamento.
A questão da saúde, não pode ser cogitada em detrimento de um refinado instrumento instintivo de preservação. Se esse guia se deteriora e perverte, se buscará a morte no lugar da vida para si e para os outros. Como somos absolutamente dependentes da natureza: do ar puro, água pura, alimentos próprios da espécie, clima, sol, movimento, e todos os outros fatores presentes emanados da vida natural, perecemos e deterioramos na ausência e quando esses estão alterados.
Qualquer mudança na nossa fisiologia e/ou biologia significa a extinção certa. Nada, exceto esses elementos naturais podem manter e preservar a vida. A relação pessoal de cada ser humano com esses elementos é a base da saúde e do equilíbrio moral e psíquico. Isso não pode ser imposto, tutelado de fora. O apego doentio a coisas mortas e tóxicas é a tônica nessa civilização decadente e torcida. O condicionamento àquilo que é artificial, desnecessário e prejudicial perverte, desde o início da vida, a todos submetidos a essa ordem viciosa de maneira que o desenvolvimento do instinto natural de preservação é destruído na raiz.
Resgatar a vida como é necessária a autopreservação e a saúde é, portanto, o único caminho para a realização pessoal e social.

A Sua Vida e Saúde estão nas mãos de charlatões


A maior causa de doenças e mortes já se deve aos medicamentos, vacinas e a prática médica apoiada em falsas doutrinas da saúde.
As assim chamadas doenças iatrogênicas são de longe a causa mais importante da má saúde, limitações, disfunções graves e dependência permanente de cuidados.
O que deve ser entendido é que mais pessoas adoecem, estão disfuncionais e impedidas e também morrem provocado e induzido pela prática da medicina apoiada em princípios antifisiológicos e nazistas.
Sem a intervenção médica e seus métodos prejudiciais e destruidores haveria mais saúde e longevidade.
De fato, a saúde é função de bons hábitos de vida e, entre os bons hábitos está o evitar se intoxicar com remédios e vacinas.
A medicina que deveria ser para a vida e a harmonia é para a morte e a enfermidade. Não há nenhuma base verdadeiramente científica na atual medicina, mas apenas a imposição de práticas perigosas.
Quem pretende ter saúde e vitalidade deve ficar longe dos consultórios e hospitais.
A verdadeira ciência é aquela que você mesmo aplica a sua vida e está a sua disposição. Se submeter aos “tratamentos” e “curas” químicos e cirúrgicos é certeza de perder a saúde ou mesmo a vida.
Os dados estatísticos e pesquisas sérias sobre aquilo apresentado aqui são abundantes e indiscutíveis. A medicina só faz bem para o médico!