Vacinas, Imunidade e o CORONAVÍRUS


O sistema imunitário é uma segunda linha de defesa do organismo que só é acionada quando há um desequilíbrio importante no metabolismo, no assim chamado “terreno”.
As células de defesa são suficientes para, numa pessoa com a saúde razoável, fazer frente a qualquer problema vindo do ambiente natural.
Há, certamente, condições mínimas de vida as quais são básicas para as necessidades do organismo: Sol, ar, repouso, exercício, alimento, água, para dizer alguns essenciais. Ninguém pode viver, manter a saúde e a vida na ausência desses e na presença de certas agressões como venenos, água contaminada, ar inadequado, etc.
É falsa a tese médica de que qualquer pessoa precise de um ‘estímulo’ artificial para que o organismo seja capaz de se defender de “ataques” de gérmens (vacinas).
Na verdade, comprovadamente, as vacinas destroem o equilíbrio funcional do organismo, o próprio sistema imunitário e produzem lesões permanentes em órgãos vitais e no sistema nervoso central.
As vacinas, entre todos os crimes da medicina alopática, esse é o mais hediondo e mortal.
Todas as pessoas que se submetem a essa prática charlatã estarão predispostas a mais doenças e infecções do que aquelas que se abstém delas.
No caso atual da suposta pandemia do CORONAVÍRUS, quem corre sérios riscos são os vacinados e aqueles que se submeterem a qualquer vacina para evitar a infecção por mais essa “praga do fim do mundo” – sua imunidade natural será destruída!
As pessoas precisam começar a pensar com sua própria mente antes de se submeterem a propaganda desavergonhada dessas instituições suspeitas.
As vacinas, todas, são venenos terríveis.
Cuidado!!!

Coronavírus – Desmistificando os Microrganismos


O terreno é mais importante que o microrganismo.


Os microrganismos são pleomórficos, ou seja, está provado experimentalmente que esses seres microscópicos mudam sua forma, espécie e função segundo o terreno onde se encontram. É falsa a hipótese de Pasteur segundo a qual os gérmens seriam monomórficos – ou seja, que eles manteriam a mesma forma, espécie e função independente do meio onde se encontram e que nascem e morrem com a mesma forma!


O pai da medicina experimental, Claude Bernard demonstrou que: “o terreno é tudo; o gérmen é nada”. Ele como outros, demonstraram que em boas condições de saúde uma pessoa pode beber um copo cheio de gérmens de cólera e permanecer em completa saúde! Ou seja, não são as bactérias, vírus, fungos ou vibriões a causa das doenças, mas eles são a consequência delas.


A ideia de que você só encontra moscas onde há alimentos expostos e mais ainda sobre produtos fermentados e, nenhuma, em superfícies limpas, ilustra bem que os microrganismos só aparecem e se reproduzem em ambientes onde são “chamados”!
E mais, se as condições iniciais mudarem, aqueles microrganismos chamados de “patogênicos” mudam em não-patogênicos e também sua forma e função.
Os gérmens não causam as doenças!
Outro luminar da medicina, o pai da Patologia, Rudolph Virchow declarou:
“Se pudesse viver minha vida novamente, eu a devotaria a provar que os gérmens procuram seu habitat natural – tecidos doentes – mais do que ser a causa do tecido doente; isto é, os mosquitos procuram águas estagnadas, mas não causam o lago a tornar-se estagnado”.


A verdade que emana daqui é clara e definitiva: O sistema imunitário é meramente um sistema de substituição (como um estepe de um automovel) que assume o controle quando o terreno falhou e, que o terreno equilibrado e saudável é suficiente para a saúde perfeita.
Portanto, os gérmens “causam” doenças em terrenos desequilibrados e mais, eles se originam desses terrenos.


O outro fato que compõe a verdade sobre os microrganismos é que origem dessas bactérias, vírus e outros “inimigos” da humanidade são endógenos mais do que exógenos, ou seja, eles são ORIGINADOS dos próprios tecidos do organismo e não vindos de fora.


Há muitas outros fatos sobre a teoria dos gérmens. Tentamos trazer aqui o contraste entre a doutrina como o charlatão Pasteur a estabeleceu e a medicina adotou, mesmo sabendo que é falsa – porém lucrativa e fácil de ser apresentada para o povo estúpido e os fatos biológicos e fisiológicos.
Bechamp, Claude Bernard, Neassens e outros verdadeiros cientistas demonstraram que a saúde depende do equilíbrio fisiológico, pelos bons hábitos de vida. Por outro lado, a falsa ciência da saúde jogou a humanidade num inferno de má saúde ao impor práticas deletérias e falsas.


O medo e o pavor dos microrganismos está no mesmo nível das superstições medievais dos maus espíritos, maus olhados, bruxas e outras baboseiras.
Vergonhosa e mortal é a má prática médica e suas doutrinas interessadas na má saúde.
Hoje, estamos no limiar do uso dessa pseudo-ciência como meio de controle do povo e do extermínio benevolente pelas vacinas podres e pela farmacodinâmica – essa nascida no seio do nazismo alemão.

A Despopulação pela Medicina – o Coronavirus!


O sonho de muitos grupos e países com alta concentração de população e recursos em declínio é eliminar rapidamente esse “excedente” populacional.
As guerras são muito prejudiciais pelos graves danos econômicos e da estrutura produtiva. Então, nada mais “limpo e eficiente” que convencer o povo que está em risco e que a “ciência” e o estado benevolente as salvará com suas vacinas!
Fizeram vários laboratórios com outras supostas pandemias mortais e desenvolveram vacinas em meses que resultaram em mortes e invalidez e demandaram grandes ressarcimentos aos injuriados pelo Estado.
É claro que todas esses alarmes falsos prepararam o espírito das pessoas para quando uma nova pandemia fabricada explodisse. O tal Coronavirus é, aparentemente, a praga do fim do mundo, criada em vários laboratórios, empresas, interesses financeiros globais, burocratas e as famigeradas OMS e ONU.
A ideia por trás dessa farsa grotesca é obrigar a todos aceitarem a se drogarem e serem dizimados, ou no mínimo, serem feitos em zumbis dóceis aos comandos desses lunáticos genocidas.
A vacinação forçada sobre mais da metade da população do planeta já destruiu irremediavelmente a saúde física e mental de bilhões. O rebaixamento da inteligência e os problemas psíquicos são hoje quase naturais e normais – todos têm problemas mais ou menos graves e crônicos.
Atentem que além das farsas de pandemias que falharam há centenas de filmes, séries, jogos e livros que preveem e condicionam a todos à ideia de pandemias, da transformação de pessoas em zumbis (que devem ser eliminadas!) compondo uma estratégia de propaganda continua e massiva para preparar a todos para quando o momento chegasse – e acho que chegou!
Nenhuma pessoa saudável mentalmente aceitaria ser vacinada e/ou drogada como acontece na atuação diária dos médicos alopatas.
Nada é questionado e as pessoas estão obnubiladas e imbecilizadas. Se entregam aos seus carrascos como cabritos ao abate.
Sim, essas pessoas já não estão de posse de uma saúde normal que lhes avise dos perigos e armadilhas a sua frente camufladas de cura e salvação.
Vão para o abate (vacinação) achando que serão protegidas de um suposto vírus! Esses tolos permitem seus bebês serem destruídos pelas vacinas (venenos). Quem trabalha com saúde mental e educação há mais de 4 a 5 décadas consegue ver a diferença brutal entre as crianças e jovens de antes e os atuais. As dificuldades, distúrbios e a agressividade de hoje é agudamente anormal e, obviamente, provocada.
O fim do mundo será pelas doenças induzidas por aqueles que deveriam preservar a saúde.

Hipocrisia


Os 5 livros de Moisés seriam os livros sagrados para os judeus, os cristãos e os islamitas. “Seriam”, mas eles traem desavergonhadamente, sem pudor a Lei pisoteando o mandamento primeiro explícito em Gênesis 1:29,30.


“E disse Deus: Eis que vos tenho dado toda a erva que dê semente, que está sobre a face de toda a terra; e toda a árvore, em que há fruto que dê semente, ser-vos-á para mantimento.
E a todo o animal da terra, e a toda a ave dos céus, e a todo o réptil da terra, em que há alma vivente, toda a erva verde será para mantimento; e assim foi”


É evidente que não há exceções para o mandamento sobre a alimentação e tudo o que veio após são invenções e heresias.
Substituíram a mesa de Deus pela mesa dos demônios. E chegamos rapidamente ao costume demoníaco da alimentação com carne humana, agora, no século XXI.


Não há limites para as práticas supersticiosas e pavorosas que incluem a afronta a fisiologia e biologia humana, que é divina, por drogas químicas e vacinas com pus, e DNA de animais.


É claro que não confessam que estão dominados pelas suas luxúrias e possessões doentias e pervertidas. Eles ouvem as sugestões de energias sem corpos que lhes sussurram dia e noite. Eles tomam essas sugestões por seus próprios pensamentos e justificam suas práticas hediondas.
As alterações nos animais e seus desvios seguiram a perversão humana, são consequência – e toda a Terra se fez num lugar de dor e sofrimento e desassossego.


Os efeitos desses desvios são impedimentos absolutos para a real e única evolução humana possivel, que é psíquica.
Toda a suposta evolução atual é tecnológica – das máquinas. O Homem regrediu em sua sensibilidade, inteligência e emoção.


De fato, não há nenhuma chance de uma pessoa ter qualquer progresso espiritual participando da mesa dos demônios – comendo a carne de animais, a qual é idêntica à carne humana.

As Drogas: Remédios, Vacinas e Aditivos


O orgulhoso e vaidoso povo dessa época deixa a sua casa ser arrombada pelos ladrões e criminosos e fica escandalizado com as drogas ilícitas e a violência.
Esse povo estúpido se entregou aos mercadores da morte que traficam venenos para eles e seus filhos e ainda agradecem.
Eles bovinamente acreditam que aqueles que lucram com a má saúde, a destruição da inteligência e da vontade seriam seus benfeitores e pagam regiamente para isso!
Há mais de 40 anos a relação entre vacinas e violência está cientificamente estabelecida. As vacinas (não só elas) provocam crises de encefalite destruindo áreas nobres do sistema nervoso central, especialmente no cérebro de crianças pequenas onde ele ainda está em formação. Essas crianças jamais chegarão a plena capacidade neurológica, especialmente em suas funções superiores simbólicas – ou seja, estarão condenadas a um desempenho humano medíocre e incompleto. Elas serão manipuláveis, não desenvolverão a individualidade e estarão predispostas a reações de agressividade com ausência de remorsos.
Os aditivos contrabandeados nos alimentos e as drogas farmacêuticas desequilibram e interferem na fisiologia normal, impedindo que as funções psíquicas se processem adequadamente. A falso conceito que as drogas seriam especificas: os antibióticos seriam só para debelar as infecções, os analgésicos para as dores, os anti-inflamatórios para as inflamações é uma mentira monstruosa indigna de cientistas e doutores – o organismo é um todo harmônico e o que afeta a unha também terá reflexos no pensar!
As alterações funcionais e nos tecidos provocadas por esses produtos legalizados pelo Estado são criminosas. Não se deve admirar que pessoas destruídas pela ingestão desses venenos passem suas vidas em busca de sucedâneos químicos e emocionais para suas limitações permanentes.
Daí para a busca de drogas ilícitas e a violência é um passo pequeno. Deve-se prever que esses infelizes serão presas fáceis de charlatões espirituais e de filosofias políticas sociopáticas, tais como aquelas propostas pelo comunismo, islamismo, entre outras.
Parabéns para os entusiastas das maravilhas da pseudociência da saúde!

Série – Crimes contra a Vida


Vacina Assassina


Os princípios vacinais são tão anticientíficos e bizarros que custa acreditar que cientistas e profissionais da saúde os defendam. Aliás, é surpreendente como desprezam a seriedade que o assunto merece ser tratado.


A vacina tenta modificar – melhorar – aquilo que nós somos naturalmente, introduzindo supostamente novas funções biológicas antes inexistentes ou falhas. Essa é a tese oficial.
A ideia é que as vacinas conferiram uma ‘imunidade’ maior e melhor.
O que é a imunidade? É a nossa capacidade de resistir às doenças. Essa é a função de nosso sistema imunitário, o qual calibra a quantidade das defesas necessárias para preservar o que nos pertence e o que nos define.


Portanto, o Sistema Imunitário preserva a nossa identidade biológica, o nosso Eu. Como somos um todo, e não é possível atuar em um sistema, órgão ou célula sem interferir em no organismo. As interferências no organismo com as assim chamadas substâncias ativas, ou seja, com venenos, destrói a harmonia do ser vivo e o coloca sob um risco imprevisível.


Relembrando: os cientistas não sabem como as vacinas agem no organismo. Tudo o que declaram é teórico!
Não há dúvidas de que muitas crises infantis acompanhadas de febres, as assim chamadas doenças infantis, tem uma função formadora do caráter e da individualidade e da própria imunidade.


As vacinas e as medicações químicas são fatores perturbadores incontroláveis.
O Dr. Tissot, cientista da área afirma que as vacinas levam os indivíduos a fase crônica das doenças pela agressão que representam, enfraquecendo a capacidade natural de reação.
Na verdade, contra toda a ideia charlatã de Pasteur, nós vivemos em simbiose com os microrganismos, com todos! Eles nos envolvem e estão em nós. Encontramos aqueles chamados de vírus e bactérias mortais em várias partes de nosso corpo e, certamente, eles têm sua função simbiótica benéfica com a saúde e o equilíbrio. Ou seja, não estão ali para nos atacar. Fazer desses seres nossos inimigos e atuar para esterilizar e envenena-los é colocar todo o ecossistema interno e externo em perigo.


Em geral, uma explosão reprodutiva de um ou mais desses seres se deve a um estado de desequilíbrio e de toxidade. Esses estados alterados levam a reprodução dos microrganismos, os quais se alimentam dessas toxinas, de sobras de alimentos. Nesses casos eles não são a causa da doença, mas a consequência de um terreno desequilibrado.

O Sistema Econômico

Os erros se repetem e o ciclo de construção e destruição nessa civilização são contínuos, de maneira que a humanidade não avança. A única “evolucao” é a das máquinas. O Homem mediano continua tão estúpido quanto sempre foi. Os supostos avanços da ciência são pífios e sempre contribuem para diminuir a liberdade. Vivemos numa civilização esquizofrênica.
A discussão sobre a ideologia (cultura), sistema político e sistema econômico são intermináveis e tolos porque estão baseados numa inversão.
As leis cósmicas e naturais necessariamente devem determinar o Sistema Econômico; o Sistema Econômico ao Sistema Político; e o Sistema Político a Cultura (ideologia).
Está claro que hoje a ideologia está determinando até o Sistema Econômico e, mesmo quando o Sistema Econômico comanda a partir de cálculos e resultados as nações, sem se apoiar nas leis naturais e acima delas, está condenado a fracassos cíclicos.
A razão desses ciclos de construção e destruição e de fracassos é que a Lei não é levada em conta, a natureza humana está sendo submetida e condicionada por valores falsos e pragmáticos.
A ciência econômica, política, biológica, física, química são ainda pseudo-ciências. Suas bases são falsas porque não estão apoiadas na Lei e na Natureza, mas em quimeras e interesses.
Muitos que hoje se horrorizam com a ideia de uma diminuição populacional forçada, limpeza étnica, guerra de extermínio por superpopulação e o consequente desequilíbrio entre o que a terra pode produzir e o consumo, breve cederão a essas práticas. Não se pode continuar a apoiar a vida num sistema econômico que tem como meta o PIB, o lucro, a inflação, o salário mínimo e finalmente o crescimento e o “enriquecimento”. São essas ideias imediatistas e pragmáticas que levarão ao desequilíbrio e aos extermínios e barbáries. Isso tem se repetido inúmeras vezes e continuará assim enquanto se desconhecer e se desprezar as leis cósmicas e naturais.
Os sistemas políticos e ideológicos opostos se sucedem ad infinitum porque são falsificações. Um Sistema Econômico verdadeiro deve estar fundado na Natureza, no Homem, na Lei e não em um mix de teorias com alguns resultados práticos positivos imediatos que levarão ao caos futuro.

Não há Provas Científicas da Eficiência das Vacinas


Jamais foram conduzidos experimentos científicos comparando a imunidade natural e a artificial (pelas vacinas).
Quem conhece os protocolos relativos a aprovação de drogas químicas como medicamentos – as vacinas são drogas químicas – sabe dos longos e complexos experimentos e testes OBRIGATÓRIOS para que qualquer produto possa ser comercializado e/ou aceito como medicamento.
A desculpa ridícula e falsa de que ninguém poderia ficar sem as vacinas sem correr risco de vida é anticientífica e charlatã! Essa é a justificativa para que não se façam os testes necessários. As vacinas escapam dos protocolos científicos pelo “bem da humanidade”. Há centenas de milhões no passado que não se vacinaram e não adoeceram e há centenas de milhões que se vacinaram e que adoeceram e morreram.
Impuseram essas drogas perigosas, cheias de aditivos tóxicos, pus, DNA animal, DNA cancerígeno entre outros, como panaceias inocentes.
Entre todos os crimes da assim chamada medicina cientifica esse talvez seja o mais hediondo porque atinge 2/3 da humanidade e é imposto à força pelo Estado.
Como se pode forçar um bebê, uma pessoa a ser injetada com um produto tóxico não testado? Isso é um real crime contra a humanidade.
Entre todas as tentativas de controle populacional, étnico e dominação, a vacinação forçada é a mais terrível.
A população idiotizada, ignorante e boçal acredita no que lhe impõe organismos como a OMC, ONU, e nas declarações de burocratas. O fato é que a saúde mundial só se deteriora. A propaganda mentirosa fala nas maravilhas da medicina – os envolvidos faturam trilhões com os crédulos.
O próprio diretor do Instituto Pasteur já declarou em uma ocasião que “…os cientistas não sabem como as vacinas funcionam”! Uma declaração dessas significa que não só eles não sabem se as vacinas fazem o que prometem, como não sabem como isso ocorreria internamente.
A humanidade é mesmo um rebanho a caminho do matadouro – e merece, porque não usa suas funções racionais. Quando é tomada pelo medo, pelo pavor, e isso a classe médica é especialista em produzir, aceita sem questionamento as coisas mais bizarras e anticientíficas.
Certamente, todos aqueles que se deixam vacinar, ou aos seus pequenos, jamais terão saúde física e/ou mental e serão sempre escravos desses carniceiros.
A humanidade chegou até aqui sem as vacinas e drogas químicas. Ou seja, o advento das vacinas e da farmacodinâmica é muito recente e não há provas de que isso tenha qualquer benefício para a saúde.
A saúde e a imunidade não são funções de drogas, mas de um modo de vida em harmonia com as leis naturais.

Seitas e Controle Humano


Até a metade do século XX assistimos a filosofias políticas, seitas e religiões usando a força bélica e o poder da força para se impor. Isso mudou drasticamente para a segunda metade do século XX. A ênfase no controle do comportamento, na sugestão, no condicionamento de comportamento e na hipnose coletiva, começaram a ser empregados com grande intensidade e alcance.
A descoberta do acesso à mente e as emoções em detrimento do controle dos corpos humanos pela força, pela ameaça, é notável.

Tentar controlar os humanos pela força está condenado ao fracasso. Funciona por pouco tempo e sempre gera uma violenta oposição.
O uso das leis de controle do comportamento são muito mais eficientes e geram pouca ou nenhuma reação de oposição.
As seitas, as Religiões, as doutrinas políticas e sociais atuais estão bem apoiadas, intencionalmente ou não nessas técnicas e achados da ciência do comportamento ligada a psicologia, a neurologia entre outras ciências do comportamento.
Se observa, com surpresa e pavor, muitas pessoas assim chamadas “cultas” e bem sucedidas ignorando, negligenciando e escarnecendo de matérias ligadas ao controle do comportamento. Esses ignaros se apoiam ainda no poder bélico, na matemática, na engenharia, na química e na economia, sempre diminuindo e fazendo pouco caso daquilo que, sem que se deem conta, é amplamente usado para controla-los como máquinas inconscientes e tolas.
O assunto é sério e as consequências de ignora-lo será fatal para essa geração de vaidosos e orgulhosos.

Como ignorar os bilhões de pessoas que seguem doutrinas religiosas e políticas, as quais determinam o destino da humanidade. Os avanços tecnológicos são usados como motivadores e moeda de barganha. Porém, finalmente, não são eles os instrumentos de controle das pessoas.

É preciso não só dar mais atenção as técnicas psíquicas de controle de comportamento, mas em estuda-las em si mesmo. O caminho possível para o futuro depende de um conhecimento de si mesmo muito mais do que da tecnologia.

A Função Sexual


O “cérebro” sexual é de longe a função mais poderosa, evoluída e espiritual do homem natural.
Quando comparada as outras funções psíquicas – instintivas, motoras, emocional e intelectual, a função sexual é milhares de vezes mais rápida, penetrante e, portanto, mais inteligente.
O problema é que se as condições da vida são inadequadas todo esse poder conduz a neuroses terríveis e toda a sua função é distorcida e utilizada indevidamente.
O amadurecimento sexual ocorre no homem em torno dos 18 anos e na mulher ao 14 anos. Se essa inteligência e poder são empregados adequadamente, todos os outros centros se alinham e passam a funcionar bem e a própria energia do sexo estará disponível para aquilo para o que foi criada.
Adiantar ou atrasar o emprego desse poder é condenar as pessoas a uma vida miserável. A sociedade toda deve estar alicerçada e dirigida a proporcionar as condições adequadas para que o homem e a mulher se encontrem e empreguem essa energia e inteligência desobstruidamente e para a evolução pessoal.
O que se observa hoje é toda uma estrutura social e civilizatória destrutiva e ignorante sobre as funções humanas e especialmente as sexuais.
Não é por acaso que o amadurecimento sexual ocorre no homem aos 18 e na mulher aos 14. Isso obriga que as pessoas sejam preparadas para assumir a chegada avassaladora dessa energia e a emprega-la saudavelmente.
A inversão ignorante e destrutiva de se negligenciar as necessidades humanas em detrimento das civilizatórias e sociais é a condenação da humanidade ao seu completo rebaixamento – dificilmente uma pessoa perturbada em suas funções terá a chance de evoluir e ser útil – e essa é a condição da maioria. Essa é uma das fontes mais terríveis de infelicidade. Alterar a função sexual por ignorância e por motivos sociais pragmáticos é hediondo.
É urgente que toda a estrutura social seja adaptada e reconstruída em função da real natureza humana e suas necessidades.
Com um pouco de honestidade se constata que a decadência e a deterioração humana e, especialmente, em sua função sexual se acelerou e caminha para a destruição da espécie.
Essa civilização está completamente perdida e equivocada sobre a base da vida – o sexo!
As tentativas filosóficas, políticas e religiosas de determinar normas sexuais é patética, completamente insana.
Não é por acaso que as sociedades tradicionais do passado tinham um respeito e cuidado extremos por essa função essencial e básica.
A vida social se organizava a partir dela e não o contrário. A base do cristianismo, o judaísmo, tinha como condição para o rabinato, ser casado.
Tudo o que veio depois com o desprezo pelo corpo, pela saúde, higiene e sexualidade como coisas desprezíveis e até pecaminosas condenou toda a civilização ao estado que atingimos agora – uma sociedade de tarados e neuróticos.