Despertai!


O sonho de erguer uma civilização humana em detrimento da Lei, do Criador, é uma blasfêmia, uma insanidade que perpetua o sofrimento e destrói vidas porque não conduz a nada, senão a produção de quinquilharias sem valor e escravidão.
A doença que corrói a humanidade está oculta e aqueles que são os regentes do mundo se esforçam por mantê-la nas sombras e, enquanto isso, criam paliativos para evitar o caos, daí a revolta e sua própria extinção.
Isso não é diferente da situação da medicina diante dos males que afligem as pessoas. Eles não sabem qual ou quais são suas causas e então criam culpados mitológicos e “micrológicos” mas, principalmente, se ocupam em ministrar anestésicos e drogas que impedem a revolta do organismo e, através desses venenos, intoxicam o corpo até que a morte seja inevitável.
Os governantes e o estado encenam o mesmo papel com a sociedade – são manipuladores, criam dificuldades e, em seguida, pseudo-soluções, que resultam em novos problemas (doenças) até que o edifício todo desmorona – a “torre de Babel”.
A solução das dificuldades e doenças sociais, assim como das pessoais e do organismo estão no Homem, na sua relação com a Lei e não nos médicos e/ou nos governos e no estado.
A medicina e todo o aparato estatal com seus governantes são o problema. Eles substituem e usurpam o lugar da Lei, de Deus e de seus profetas.
Agora, diante de todos, ao sol do meio dia, esses malditos se uniram para escravizar a humanidade.
Enquanto o Homem não rejeitar a medicina, a pseudociência que a suporta e todo o aparato estatal e seus governantes, não poderão receber a Lei e viver.
Um homem intoxicado, doente, um escravo, não pode receber os mistérios, não pode compreender a razão e a meta da vida.
O caminho para a felicidade e a salvação só começa quando um homem reconhece sua situação , caso contrário, não procurará a cura. Em seguida, é necessário se livrar de tudo o que lhe mantém preso, no transe hipnótico, no sonho tolo de que alguém no mundo pode fazer aquilo que ele mesmo deve fazer. Não há nenhuma solução de fora e nenhuma fórmula única para todos. Precisamos viver juntos, mas nossa batalha é pessoal. As soluções coletivas e a submissão ao estado, a governantes e a pseudociência é o fim da humanidade, como estamos vendo, ouvindo e sentindo agora.

O Império da Mentira


Essa civilização é uma farsa monumental. Não há nada nela de verdadeiro, de confiável, de bom.
Toda a ciência, política, religião, sociedade, é um sistema dedicado a enganar, a apanhar em armadilhas para prender e matar.
Mesmo advertidos os homens se esforçam por ser seduzidos, desprezando e esquecendo todo o ensinamento verdadeiro e o substituem pelas meias verdades e pseudociência.
O Mestre da Verdade, o Messias, não deixou dúvidas sobre os reinos do mundo e sobre quem os comanda: o pai da mentira, o homicida. É oportuno trazer a passagem do Evangelho dos Nazarenos sobre as quatro tentações.


ENSINAMENTO 9

As Quatro Tentações

  1. Então Yaohushua foi conduzido pela Ruach ao deserto, para ser tentado pelo diabo. E os animais selvagens do deserto o acompanharam, andando ao seu redor, e a ele ficaram sujeitos. E depois de haver jejuado por quarenta dias e quarenta noites, teve fome.
  2. E, quando o tentador veio a ele, disse: “Se és o Filho de Deus, ordena que estas pedras sejam feitas pão, porque está escrito, ‘Alimentar-te-ei com o melhor trigo e com mel, das rochas te satisfarei’”.
  3. Mas ele respondeu e disse: “Está escrito: ‘Não somente de pão viverá o homem, mas de cada palavra que procede da boca de Deus'”.
  4. Então o diabo colocou diante dele uma mulher de extrema beleza e graça, e de sutil agudeza de inteligência, e, além disso, de uma pronta compreensão; e disse-lhe: “Toma-a, porque seu desejo é para ti, e terás amor, alegria e conforto por toda a tua vida, e verás os filhos de teus filhos. Pois não está escrito? ‘Não é bom que o homem fique sozinho’.
  5. E Yaohushua-Miriam falou: “Fica atrás de mim. Porque está escrito: ‘Não vos deixeis levar pela beleza da mulher, pois toda carne é como a relva e a flor do campo: a relva murcha e a flor desvanece, mas a palavra do Eterno dura para sempre’. Meu trabalho é ensinar e curar os filhos dos homens, e aquele que é nascido de Deus mantém sua semente dentro dele”.
  6. E o diabo conduziu-o à Cidade Santa, e assentou-o sobre um pináculo do templo. E disse a ele: “Se és o Filho de Deus, lança-te daqui; porque está escrito: ‘Ele colocou anjos para proteger-vos; e com suas mãos eles vos erguerão cada vez que roçardes vosso dedo contra uma pedra'”.
  7. E Yaohushua falou-lhe: “Está escrito também: ‘Não tentarás o Senhor vosso Deus”.
  8. Então o diabo o conduziu a uma montanha extremamente alta no meio de uma grande planície e em torno da qual havia doze cidades e seu povo. E ali ele mostrou-lhe todos os reinos do mundo em um átimo de tempo. E o diabo disse-lhe: “Todo esse poder eu te darei, e a glória deles, porque foi entregue a mim; e para quem quer que eu deseje, eu os darei, porque está escrito: ‘Tereis dominação de mar a mar; assim julgareis vosso povo com justiça e o pobre, com misericórdia, e fareis que a opressão cesse completamente’. Se me adorares, tudo será teu”.
  9. E Yaohushua-Miriam respondeu e falou-lhe: “Fica atrás de mim, Satanás porque está escrito: ‘Adorarás a vosso Deus, e a Ele somente servirás. Sem o poder de Deus, o fim do mal não pode vir'”.

Somos confrontados com o fatos incontestáveis do horror de um mundo artificial de falsidade em todas suas manifestações e a ameaça real que ele representa. O próprio Messias em várias ocasiões se recusou a ser feito um rei benévolo e justo e reger sobre os homens. Por que?

Por acaso não ele seria o melhor de todos os regentes? Certamente! O problema é que isso está contra a Lei e todo o bem colocado ali logo se perderia, em 100, 200 anos.

A Lei deve ser ensinada, conhecida, meditada e aplicada pessoalmente e não imposta por ninguém. Escolas de mistérios, congregações não podem seguir o modelo dos reinos terrenos.
O homem deve ser deixado livre para viver, escolher seus caminhos e não há nada de que precise que não possa, com sua inteligência, providenciar para sobreviver. Está tudo pronto para ser melhorado na direção da lei e ordem universal, e não há nada necessário de ser mudado e acrescentado. As assim chamadas “dificuldades” são inerentes do viver e necessárias para a evolução – retirá-las é destruir o meio lícito e necessário a ela.
A Civilização é o império do mal porque suas fundações são contra a Lei, contra o Criador. A interferência na vida do homem e na natureza é o grande pecado e engano e produz o mal. A Civilização ensina que a vida é um fim em si mesma, o que está em oposição ao Caminho que ensina que a vida é um meio para um fim mais elevado, fora dela. Yaohushua nos diz, sem deixar dúvida, que o homem não pode reger e governar sobre seu semelhante e nem o próprio Filho de Deus deve faze-lo porque isso destrói a alma humana e impede sua evolução interior.
Não se pode servir a dois senhores – ou se serve a Lei, ou a riqueza material.
Adorar e servir a Deus, unicamente, significa conhecer seus mandamentos e cumpri-los em todas as circunstâncias, pela própria vontade e escolha. Os objetivos pessoais são um desvio perigoso.
A grande ilusão é que haveria governos e governantes, países e sistemas melhores e piores. Todos, finalmente, estão contra o Criador e a serviço da mentira. As supostas “melhoras” com mais liberdade, com equilíbrio, justiça, prosperidade são logo seguidos de governos/governantes cruéis, corruptos, injustos. No final, todos são obrigados a adorar o tentador para governar porque o poder, as riquezas materiais, a luxuria, a preguiça, são barganhas e se opõem a Lei. Quebrar o equilíbrio natural, orgânico, para realizar sonhos de poder, de prazer, de prestigio, de domínio, é um desvio da Lei e, portanto, da ordem estabelecida pelo Criador.
Essa civilização é, assim como foram as outras do passado, com todo o seu progresso e conquistas, um gigantesco e persistente desastre, o qual tem um custo terrível para todos que vivem e compactuam com o sistema que a comanda.
O bem da verdade está no lado oposto às conquistas materiais humanas.

A busca e a opção pela Lei ainda pode ser feita!

O Pesadelo do “Paraíso Terrestre”


O mito de que as conquistas da ciência/tecnologia, direitos e de um estado benevolente e de um futuro de ócio, prazer, sem dor, seduziu a humanidade e, eis que acordamos desse sonho e promessas no pior dos infernos.


A causa desse estado lamentável é a dependência absoluta de todo esse sistema, que se imaginava para o bem, mas que é uma armadilha mortal.


As pessoas dependem para viver, para apenas sobreviver, do estado e de todos os seus associados e cúmplices – de alimentos, de transporte, de empregos, de remédios e hospitais, de meios de comunicação, de segurança, entre muitas outras “necessidades” quando na verdade deveriam ser autossuficientes, independentes.


As facilidades, benesses, e garantias têm um custo não declarado e maliciosamente ocultado que significa a completa escravidão. E, é claro, não contam para as vítimas que o que recebem pagam com seu sangue, suor e lágrimas e essas coisas são falsificações e imitações muito inferiores e em nada parecidas com a propaganda.


Os donos do mundo, as “autoridades constituídas” dão cada vez menos e cobram cada vez mais caro. Sem perceber, todos se fizeram em servos de maus senhores. A situação da humanidade é desesperadora porque está prisioneira em corpo e alma.


As ameaças se tornaram um pesadelo real e tudo indica que o dilúvio de maldade vai piorar até afogar a toda essa massa de crédulos. Os tais “direitos” foram todos cancelados com uma justificativa de ser para a sua proteção e bem, a qual não pode ser recusada sob pena de prisão, tortura, fome e execração.


O retorno a autossuficiência e independência logo será impossível a todos. De fato, a maioria acredita e quer acreditar que estarão bem e ficarão ainda melhores sob a tutela de seus senhores.
Então, a verdade é que as pessoas se submetem a qualquer coisa para receber migalhas e promessas vãs. Estão todos humilhados, rastejantes, aleijados, esfomeados, apavorados, incapazes de compreender o motivo de seu estado miserável.

O Verdadeiro Ensinamento do Mestre da Paz


Nesse Ensinamento, registrado no Evangelho dos Nazarenos, podemos ver a diferença entre o que se prega nas igrejas oficiais e o verdadeiro ensinamento.


ENSINAMENTO 21 Yaohushua Reprova a Crueldade a um Cavalo

  1. E sucedeu que o Senhor partiu da cidade e rumou para as montanhas com seus discípulos. Eles vieram a um monte cujos caminhos eram íngremes e ali encontraram um homem com uma besta de carga.
  2. Mas o cavalo havia caído, pois estava sobrecarregado, e o homem o golpeava até verter sangue. Indo ao homem, Yaohushua disse: “Filho da crueldade, por que golpeias teu animal? Não vês que ele está muito fraco para sua carga e não sabes que ele sofre?”
  3. Mas o homem respondeu-lhe: “O que tu tens com isto? Posso golpeá-lo tanto quanto me agrada, pois é minha propriedade e eu o comprei por uma alta soma de dinheiro. Pergunta àqueles que estão contigo, pois são de meu conhecimento e sabem disto”.
  4. Algum dentre os discípulos respondeu ao Senhor: “Sim, Senhor, é como ele diz. Nós vimos quando o comprou”. E o Senhor disse novamente: “Não vês então como ele sangra e não ouves que geme e lamenta?” No entanto, responderam eles: “Não, Senhor, não vemos que ele geme e lamenta”.
  5. Entristecido, o Senhor disse: “Ai de vós, pela dureza de vossos corações: não ouvis como ele lamenta e chora para o Criador Celestial por misericórdia? Mas três vezes mais ais para este contra quem ele chora e geme em sua dor”.
  6. O Senhor foi em auxílio ao animal e tocou-o. E o cavalo pôs-se então de pé, e suas feridas foram curadas. Mas ao homem ele disse: “Segue agora o teu caminho e não o golpeies mais de agora em diante, se desejas encontrar misericórdia também”.
  7. E, vendo, o povo dirigiu-se a ele e Yaohushua disse a seus discípulos: “Por causa do enfermo, eu estou enfermo; por causa do faminto, eu estou faminto; por causa do sedento, eu estou sedento”.
  8. E disse também: “Vim para pôr fim aos sacrifícios e festas de sangue, e se não cessais de oferecer e comer da carne e do sangue, a cólera de Deus não cessará diante de vós, assim como veio a vossos pais no deserto, que luxuriavam por carne e comiam para sua satisfação, e ficaram repletos de podridão, e a praga os consumiu.
  9. “E eu vos digo: mesmo que estejais reunidos em meu seio, se não tomais meus mandamentos eu vos apartarei. Pois se não tomais o menor dos mistérios, quem vos dará o maior?
  10. “Aquele que é fiel no pouco, é fiel também no muito; e aquele que é injusto no pouco, é injusto também no muito.
  11. “Se, portanto, não fostes fiéis nas riquezas da injustiça, quem vos confiará responsabilidade às verdadeiras riquezas? E se não fostes fiéis naquilo que é de outro homem, quem vos dará aquilo que é vosso?
  12. “Nenhum servo pode servir a dois mestres, porque ou ele odiará um e amará o outro; ou, do contrário, tomará um e desprezará o outro. Não podeis servir a Deus e às riquezas materiais”. E os fariseus também, que eram avaros, ouviram todas essas coisas e zombaram dele.
  13. E Yaohushua falou-lhes: “Vós sois aqueles que justificam a vós mesmos diante dos homens; mas Deus conhece vossos corações, pois aquilo que é muito estimado entre os homens é abominação aos olhos dele.
  14. “A Lei e os profetas foram até João; desde aquele momento o Reino de Deus é pregado, e cada homem o assedia. Mas é mais fácil céu e terra passarem do que um título da lei falhar”.
  15. E ali lhe vieram algumas mulheres e trouxeram-lhe seus pequenos que ainda lhes sugavam os seios, para que ele pudesse abençoá-los; e alguém falou: “Por que perturbais o Mestre?“
  16. Mas Yaohushua repreendeu-o: “Destes virão aqueles que me confessarão diante dos homens”. Ele tomou-os nos braços e abençoou-os.

Dois mil anos de sabedoria Essênia

Josefus – É a luxúria um vício no indivíduo e na sociedade?
Banus – Sim, igualmente, e este vício incluiria todos os outros; porque o homem que se encontra necessitado de muitas coisas, impõe por meio disso sobre si mesmo toda a ansiedade e submete-se a todos os meios justos ou injustos de adquiri-los. Ele tem um prazer, ele cobiça outro; e no seio do excesso, ele nunca é rico; uma habitação confortável não lhe é suficiente, deve ter um belo palácio; não contente com uma mesa farta, deve ter raras e custosas carnes; deve ter esplêndidos móveis, roupas caras, um séquito de servos, cavalos, carruagens, mulheres, representações teatrais e jogos. Ora, para suprir tantos gastos, muito dinheiro deve ter e ele busca todos os métodos de obtê-lo como bons e ainda necessários; a princípio ele pede emprestado, depois subtrai, rouba, saqueia, está em guerra com todos, arruína e é arruinado. Se uma nação é envolvida em luxúria, isto a leva em ampla medida às mesmas devastações; pela razão que consome toda a sua produção, encontra a si mesma pobre ainda com abundância; nada tem para vender para estrangeiros; suas manufaturas são levadas a um alto custo e são vendidas extremamente caras; torna-se tributarista para tudo o que importa; agride externamente sua consideração, poder, força, e meios de defesa e preservação, enquanto internamente solapa e cai na dissolução de seus membros. Todos os cidadãos sendo ávidos de prazeres estão ocupados em uma luta perpétua para obtê-los; todos se injuriam ou estão próximos a ferir a si mesmos; e daí erguem-se aqueles hábitos e ações de usurpação, que constituem o que é denominado corrupção moral, guerra interna de cidadãos com cidadãos. Desde a luxúria ergue-se a avidez; da avidez, a invasão pela violência e perfídia; da luxúria, ergue-se a iniquidade do juiz, a venalidade das testemunhas, a improbidade do marido, a prostituição da esposa, a dureza dos pais, a ingratidão dos filhos, a avareza do patrão, a desonestidade do empregado, a dilapidação do administrador, a perversidade do legislador, a mentira, a perfídia, o perjúrio, o assassinato, e todas as desordens do estado social; assim foi com profundo senso de verdade que os antigos legisladores e filósofos lançaram as bases das virtudes sociais sobre a simplicidade de maneiras, restrição de necessidades e o contentamento com pouco; e o caminho certo de conhecer as extensões dos vícios e das virtudes humanas é descobrir se seus gastos estão proporcionais à sua fortuna, e calcular, desde a necessidade de dinheiro, sua probidade, sua integridade em cumprir seus compromissos, sua devoção para o bem-estar público e seu sincero e devotado amor de seu país e da humanidade

Alguns achados científicos sobre gripe, vacinas e anticorpos

Em 2019 foram identificados 35 milhões de casos de gripes nos USA, a maioria, vacinados!
Em um outro estudo, muitas pessoas examinadas revelaram ter “anticorpos” à gripe, independente da vacina.
Ter anticorpos ou ser vacinado não garante que você tenha ou não uma “gripe”.
Conclusão: anticorpos, vacinas ou a presença de vírus não tem relação com gripes. Portanto, as gripes não são “causadas” pelo vírus e não tem relação com anticorpos ou com a vacinação.
Os “cientistas e doutores” não sabem como e porque as vacinas funcionam ou funcionariam.
Você está sendo enganado pela ciência . Você é uma cobaia, um trouxa e sua saúde está sendo ameaçada pelas vacinas que não o protegem.
Os cientistas não sabem dizer porque algumas pessoas se gripam e outras não.
O fator que mantém você livre de crises gripais não são os anticorpos naturais ou induzidos artificialmente pelas vacinas, mas por outras condições desconhecidas pelos cientistas.
A Ciência da Saúde, que se opõe em tudo à medicina, sabe como mantê-lo saudável e como conduzi-lo à recuperação usando só os elementos naturais da vida.

Superstição no Século XXI

Quem acredita em doenças, como entidades positivas que atacam as pessoas para destrui-las e que há remédios e vacinas para combater e “matar” essas coisas “malignas”, não passa de um selvagem ignorante, cheio de superstições e crenças estúpidas. Ele sempre será vassalo, escravo dos espertalhões e políticos. É a maioria, que teleguiada por políticos canalhas e estúpidos, acaba por destruir a justiça: a liberdade, a igualdade e a propriedade. Se não sabem nem cuidar da própria vida, e isso inclui a saúde, querem falar de poder, de política? Voltem para os cuidados da mamãe – que precisa alimenta-los, vesti-los, limpar sua sujeira. Não aprenderam o básico. São bebezinhos crescidos.

O Covid dos Histéricos

Encontraram a desculpa para todo o fracasso – o Covid!
Assistir a covardia e a indignidade de atribuir tudo a um vírus, a uma estrutura que finalmente não é causa de nenhuma doença, mas consequência, é nojento. Homens e mulheres justificando suas fraquezas e malfeitos acusando o vírus, choramingando, em pânico e correndo para encontrar a “causa” de seus pecados num vírus inocente, é patético, é indigno.
São vocês mesmos a causa de suas doenças e fracassos, não o vírus. Os ditadores de plantão vão escraviza-los e destruir tudo porque viram quanto as pessoas são hipócritas e rastejantes.
O fim do mundo tem causa e essa deve ser procurada dentro e não num motivo sobrenatural ou externo.
Essas pessoas são a vergonha da raça humana. Bando de vermes!

A Era da Perturbação


Qual o ponto que hoje tem passado desapercebido? O que não é normal e natural se tornou aceitável e desejável.


As pessoas acham que viver é se submeter a essa condição indigna de guerra civil, competição, medo, agressões e fazem tudo isso por uma promessa e sonho de um paraíso construído pela tecnologia e pelos políticos.


O mundo é o que cada pessoa concebe e se não for reconstruído dentro dela e por ela mesma, a partir da Lei, da verdadeira ciência e consciência, provocará esse estado de carência e insegurança permanente que as leva a se submeterem miseravelmente às autoridades constituídas.
Se entupir com “informações”, com conhecimento falso, pseudociência, se tornou uma mania – agora acrescida de discutir tudo e tentar se impor. Esse vício de buscar informações e discuti-las revela o vazio interior.


A verdade externa é apenas um meio para a compreensão e precisa ser vivida e meditada para que faça parte da pessoa. Se esse pensar e viver for por meio de pseudoverdades, então o estrago será ainda maior. Os ditadores de ocasião e aqueles que pretendem impor essas meias verdades pela violência são aqueles que construíram seu mundo na areia.


É claro que numa sociedade competitiva, onde não há paz e segurança, essa atitude de querer obrigar os outros a se moldar a um padrão estabelecido é a tônica.
Quando as pessoas são autossuficientes e independentes elas têm seu mundo interior preservado e tranquilo – vivem e deixam viver. Ao contrário, a ânsia por comparar e nivelar tudo se deve a que não há mais nenhuma possibilidade de individualidade e o coletivo dominou tudo – o mistério oculto de cada ser humano, aquilo que é a presença do invisível e do Arquétipo em cada um e assim atrai e congrega as pessoas além de todos os interesses mundanos, desapareceu. Essas pessoas são dependentes e não conseguem sobreviver por elas mesmas.


A questão é que nessas condições, de dependência e submissão, a autopreservação e todos os meios para ela estão subdesenvolvidos, impedidos, proibidos e/ou controlados de fora. Essas pessoas jamais desenvolverão uma moral ou senso de justiça. A pouca disciplina voltada para o crescimento interior, pelas religiões, está desaparecendo ou sendo eliminada. E é óbvio que essas pessoas são incapazes de manter a própria vida e assim, põem e risco a vida dos outros. O custo de ser “tutelada” não é inexistente. Os ditadores avançam sobre a liberdade, a propriedade e a igualdade de todos e estabelecem a injustiça e o desassossego geral. E aqui só há senhores e escravos em todos os níveis e instâncias da sociedade.
A pressão por “siga o líder”, por tomar um dos partidos e ideias semeadas na sociedade, não deixou nenhum espaço para o indivíduo, para uma busca pessoal, íntima e exclusiva. Uma das principais razões desse estado de coisas é que, há muito, para ganhar algum $$$, as pessoas se submetem a tudo e temem ser punidas se não seguirem a política de seus patrões.


O guia interior, o Mestre, o Eu Real, desapareceu nessa era. Não há nem mesmo a “pequena fé”. Todos os referenciais são externos e dependem de autoridades. Não se acredita no Bem, mas apenas na violência, na mentira, em obter vantagem, ou numa crença estúpida e supersticiosa – porque nada é feito na Lei para merecer. Para trazer isso para um exemplo mais próximo, não se busca ao Criador, ao invisível e a evolução interior, esperando que tudo mais lhe seja acrescentado mas, em não crendo, se usa de qualquer meio na ânsia de garantir um resultado desejado, obviamente, atropelando a Lei e a qualquer e todo senso moral e de respeito.
Esse é o reflexo, o resultado da total ausência de fé e, por outro lado, na plena demonstração de crer exclusivamente no poder humano, na ciência, em detrimento da Lei e acima dela.


Entre desastres, sofrimento e ajustes constantes, ao custo de saúde, da justiça, da liberdade, da propriedade, da igualdade e da consciência, o mundo segue aos trancos para um de seus inúmeros ocasos e destruição.
A esperança e a supersticiosa crença num “milagre” diante dos evidentes fracassos e dores são próprios da insanidade, do barbarismo pagão. Não se pode esperar nada bom praticando o mal!

Situação Bizarra


Incrédulos, surpresos, estupefatos, paralisados, apavorados, raivosos, deprimidos, estão a maioria das pessoas decentes do mundo todo, diante da violência e do descaramento dos inimigos da verdade e da liberdade.
Os “donos do mundo”: as grandes corporações, a mídia e a imprensa, a cultura, a “ciência, os governantes, políticos e o estado, todos em conluio contra o povo.
Inesperadamente, para quase todos, como uma explosão de milhares de bombas H, sem nenhum pudor, esses senhores se uniram contra a vida e a liberdade, mentindo, roubando, ameaçando e agredindo.
Depois de séculos de cabresto das informações, talvez não previsto pelos próprios Senhores, a tecnologia colocou nas mãos do povo instrumentos que permitiram a comunicação, contestação, manifestação e conhecimento de muito do que acontecia realmente e era ocultado e distorcido.
O resultado disso é que a credibilidade da mídia, políticos, estado e da “ciência” foi abalada e o controle sobre o povo seriamente diminuída.
No mínimo a farsa da “democracia” da liberdade, da verdade, das quais estariam de posse e no controle os poderosos, foram abaladas. Até no país símbolo da democracia, os USA, a credibilidade das eleições foi exposta como sendo fraude e engano.
A necessidade por ser tutelado, cuidado, informado e formado, pelas autoridades constituídas, revela o vazio interior do povo.
O fato é que as pessoas precisam ser supridas, alimentadas com “verdades”, com “fatos” e que essa carência crônica os faz reféns eternos dos manipuladores.
O antídoto para esse veneno e o alimento verdadeiro para saciar essa fome está, para a maioria, inacessível.
O fato é que não há nada, a nível dos sentidos, que possa satisfazer essa necessidade profunda e real, que, por outro lado, ao ser explorada se transforma em doença física, psíquica e da alma.
O trabalho e a responsabilidade por alimentar o povo com impressões foi entregue ao inimigo e, a busca do alimento específico está pervertida: o meio para obtê-lo e a qualidade do alimento que se imagina necessário é uma droga viciante.
Assim, mesmo buscando por si mesmo, ao desconfiar que lhes estavam servindo coisas podres, as pessoas se empanturram com venenos diariamente e, cedo ou tarde, frustradas, exaustas e esfomeados cairão logo nas redes dos poderosos e ficarão ainda mais presas e limitadas do que jamais foram antes.
Os milhões de falsas necessidades, do “progresso”, das conquistas da “ciência”, da política, da cultura, de líderes e guias formam uma massa esmagadora de entulho que não deixou nenhum espaço para a evolução pessoal interior, para o verdadeiro conhecimento e crescimento do ser.
Não haverá liberdade, verdade e paz, antes que tudo isso seja rejeitado e descartado e a busca pessoal, num viver simples e humano se torne o centro da vida.
A saída exige um certo grau de consciência, de vitalidade e daí, uma renúncia a toda essa parafernália inútil e tóxica.