Ficção e Realidade


Prepararam a humanidade por décadas, por séculos e mesmo milênios tornando-a infantil, tola, estúpida e sonhadora. O objetivo principal já foi de ter escravos, de usar e abusar de um sem número de idiotas e infelizes depois, em submete-los ao controle e hoje, em descartar de forma “benévola” bilhões, dos agora indesejáveis.
Independente do método, o objetivo é claro, evidente e indiscutível: reduzir por 1/3 a população. Os inimigos são os donos e controladores de tudo. Eles são cruéis, determinados, organizados, não podem ser vencidos.
Combater o mal é fortalece-lo. É o princípio da medicina assim chamada “científica”. Passam o tempo todo combatendo as doenças com armas tóxicas, arrancando partes, tentando mudar a natureza, a espécie humana – o resultado está aí explícito – dor morte, desespero, mais doenças. Essa falsa ciência é a causa mais horrenda e eficiente das dores da humanidade hoje. No caso, não temos que combater o mal, mas fortalecer e viver o Bem, a Lei.
Tentem abrir os olhos, mesmo que isso seja doloroso. Quem viveu e vive nas trevas é quase impossível olhar para a Luz. Os olhos doem, ardem, e as imagens ficam, a principio, distorcidas. A realidade e pavorosa, mas precisa ser vista tal como ela é. Todos os seus assim chamados “direitos” foram anulados, tirados. Aqueles que obedecerem receberão alguns deles por um tempo – aqueles direitos que são seus por ser um humano, mas agora, barganhado por uma obediência e submissão cega e indigna. O que chamam Constituição não existe mais, não existe seu país, os seus líderes, toda a estrutura estatal e de governo está a serviço de uma ordem estranha e oposta a vida, a razão.
Os donos do mundo bebem, literalmente, o sangue de inocentes, de bebês. Eles farão aqueles que lhes forem dependentes, de beber o sangue e comer a carne de seus próprios filhos. A alimentação cadavérica é a porta aberta para o canibalismo e ainda de coisa pior.
Seus líderes, seu país servem a esses monstros. Eles os estão enganando e alguns deles, idealistas e tolos, acham que podem fazer alguma coisa, de vencer. Fazendo isso, condenam a todos. A ideia, óbvia, é que o povo acredite numa saída assim e fique paralisado, iludido e calmo. É muito mais fácil degolar uma presa que não está lutando pela vida ou totalmente subjugada.
As restrições, a violência, a fome, virão como um dilúvio. Mas, antes, eles querem que os indesejáveis morram calmos, quietos, para não provocar tumulto. Não é isso que já acontece?
As mentiras se multiplicam e infestam a vida e o psiquismo de todos. Esse estado de coisas é o caminho certo para a loucura, para o medo, para a escravidão total. O povo rejeitou a Lei, os princípios e se entregou para uma ordem satânica e parou de pensar por si mesmo. Nessa condição, é fácil ficar confuso e ser envolvido por mentiras, por ilusões.
Estamos em meio a uma guerra de extermínio programado por uma elite que assaltou o poder no mundo. Eles usam todas as armas e o povo é o seu animal de experimentar e abater. Não irão recuar porque foram longe demais. Vão intensificar suas ações hediondas e logo será impossível qualquer reação e todas as saídas se fecharão.
Compactuar, fugir ou se revoltar é alimentar o mal, o sistema. Somente se retirando, e vivendo em harmonia com a Lei, há alguma chance de sobreviver para depois reconstruir.
O mundo, tal como conhecemos e imaginamos não existe mais. A civilização se esfacela e desintegra diante de todos. Não há maior alienação do que negar os fatos. Quando a realidade é brutal é mais fácil suportar se a negamos, mas isso é fatal.
Seus empregos, bens, alimentos, liberdade, saúde, paz, dignidade, futuro, se foram ou desaparecerão muito em breve. Não se pode sobreviver sendo dependente do sistema, do inimigo que, claramente, quer nos destruir, matar, escravizar.
Há saída, mas tem prazo e preço. Sem reconhecer os fatos e seu significado a saída fica oculta pela agitação, pelo pavor, pela hipnose coletiva. É preciso acordar e se levantar e fazer o movimento necessário.
Autossuficiência, simplicidade e a vida apoiada na natureza, na terra, protegido por um grupo igual em ideias e ações é a esperança derradeira.

Alguns aspectos críticos sobre as Vacinas


A hipótese da imunização jamais foi comprovada cientificamente.
Nunca se fizeram grupos de controle para comparar a eficácia das vacinas.
É uma doutrina falsa em princípio e em ciência. É charlatanismo oficial e um crime contra a humanidade.
A vacinação se tornou generalizada e se iniciou de maneira totalmente empírica e irresponsavelmente. Está muito mais para crença do que para ciência. É tomada como uma panaceia, e suportada, cada vez mais, por leis de obrigação vacinal. Se tornou uma ideologia pela qual se deve estar pronto a imolar um pequeno número para salvar o grupo – é um culto sacrificial. É uma solução fácil, uma simplificação mental superando todas as práticas médicas. As vacinas se tornaram uma prática oficial de estado, um assunto de governos, nações – passaram a ter o timbre oficial e todo o peso e autoridade que as fizeram inquestionáveis pela população.
Sua história moderna se inicia com Jenner , médico inglês no final do século XVIII. Jenner simplesmente substituiu o pus da varíola , pelo pus lavado das vacas . Esse produto era totalmente artesanal e empírico e foi administrado exatamente assim a milhões de pessoas em todo o mundo. Os chineses já utilizavam a prática com maus resultados. A vacina de Jenner não se constituiu em um progresso. De fato, abriu uma via de contaminação mais obscura e complexa.
Foi nesse momento que começou a introdução direta, no corpo humano DNA animal, genes de animais doentes! Só imaginem as consequências dessas práticas generalizadas por centenas de anos! Na realidade, os microrganismos de uma espécie animal foram introduzidos na espécie humana. Pode-se dizer que aí começou a animalização do ser humano. O que era somente humano, desde então, não será jamais puro! Isso é absolutamente contra a natureza, uma temeridade, entretanto, completamente conhecida dos doutores.
É reconhecido que, na maior parte dos casos, quando uma pessoa adoecia de uma das tais, infecções, não voltava a adoecer dessa mesma. A ideia da vacina será , então, de inocular micróbios e vírus, atenuados, seja lá o que isso signifique, com o objetivo de provocar uma manifestação mais leve, “benigna” da doença, prevenindo e evitando contra uma crise mais grave. Daí a ideia da “imunização”. Essa doutrina se apoia na ideia da prevenção. Isso se apoia em uma prática muito mais antiga de introduzir um veneno em pequenas doses, tornando o organismo mais resistente e capaz de lhe combater.
Um rei, Mitridate, teria adquirido imunidade a substâncias tóxicas ingerindo doses cada vez maiores dos venenos. No caso das assim chamadas vacinas, as doses não são pequenas! Cada seringa contém doses concentradas do produto vacinal e de diversos outros produtos para conservar, potencializar e provocar uma reação imunológica.
Todas as vacinas contém um antígeno viral ou bacteriano, com partes animais, pus, sangue, linfa, e DNA de várias espécies, além de fetos humanos. Os assim chamados substratos celulares implicam em um extremo risco de contaminação porque são reproduzidos e crescidos em grandes quantidades. Há uma forte suspeita dessa ser uma das origens dos cânceres. São utilizados antibióticos para evitar o crescimento de bactérias e fungos.
Usam, sempre, potencializadores químicos, para provocar reações imunitárias que sem esses, são pífias. Usam o hidróxido de alumínio, entre outros, altamente tóxicos os quais são destruidores do SNC. Enquanto o hidróxido de alumínio não pode ultrapassar 15 micro gramas por litro de sangue essas vacinas podem conter 1250 micro gramas! Ou seja, são altamente tóxicas. Conservantes, mercúrio, corantes, estabilizadores, anticongelantes, aldeído fórmico, entre muitos outros. Hoje os riscos estão multiplicados porque há prions, Rna, materiais magnéticos, nanoelementos, elementos híbridos, e esses são indetectáveis e não declarados. Não há nenhuma pureza nesses preparados a serem injetados diretamente na circulação. É falso que as doses são ínfimas. Por exemplo, a BCG contém até 3.200.000 unidades de bacilos de Koch. Todas essas “vacinas” têm o potencial de adoecer e até matar imediatamente.
O que é a imunidade? É a atividade natural programada para nos defender em caso de invasão de algo tóxico para as células. O sistema imunitário, por outro lado funciona como um sistema de apoio e raramente é colocado em função em pessoas saudáveis.
O sistema imunitário tem a função de preservar a nossa identidade biológica, nosso Eu, o que somos não somente como espécie, mas como indivíduos. As vacinas são elementos estranhos perturbadores incontroláveis do desenvolvimento e função natural do sistema imunológico. As vacinas levam, inexoravelmente as fases crônicas das doenças – você fica sempre doente. E essa é a antecâmera das doenças degenerativas e auto imunes como as alergias, reumatismo, câncer, Alzheimer, entre outras.
Os micróbios não são nossos inimigos e vivemos em simbiose com eles por toda a vida. Temos muitas vezes mais microrganismos do que nossas próprias células.
Esses seres microscópicos são capazes de profundas transformações segundo o meio em que vivem e podem ser vírus, fungos, bactérias com muitas funções. Eles não são a causa das doenças, mas as doenças podem ser a causa deles. Esses seres mudam e mutam sem cessar. Esses seres são prioritariamente endógenos e não exógenos.
É certo que existe um equilíbrio entre o sistema imunológico e os vírus naturais. Destruir esse equilíbrio com práticas invasivas terá consequências imprevisíveis.
A presença de nenhum desses microrganismos significa, de nenhuma maneira, doença. A condição de equilíbrio e vitalidade do organismo joga o papel principal.

O que o Mestre Ensinou


O Mestre Nazareno Yaohushua, não ensinou religião, mas Metanoia (mudança da mente) e Renascimento.
A não ser que o Evangelho seja tomado pelo que ele é e levando em conta como foi organizado e com que objetivo, ler e estudá-lo será inútil ou um prejuízo.


É mais do que evidente que essa escritura não tem nenhuma intenção de ser fiel a história e é muito possível que a maioria do que está ali não corresponde aos fatos históricos e nem suas datas precisas. Não é um documento histórico, revolucionário, ou, menos ainda, um relato da “vida” e milagres, do Salvador, com regras morais de conduta para seduzir e convencer os “fiéis” a aderir, se converter a uma religião ou igreja. É uma obra onde tudo tem um significado e um objetivo de transformação psíquica, interior, pessoal e, jamais, coletiva.
Nada nela tem a ver com coisas externas, com a vida social, mundana, mas com o invisível, com um acréscimo da consciência e da compreensão.
Ali tudo é paradoxal, difícil, até contraditório e impossível de ser aproximado sem o conhecimento de uma nova linguagem, muito diferente da comum falada na vida. Não é uma doutrina possível de ser ensinada diretamente, sem uma preparação.

Vários personagens são exemplos de como cada um de nós tomamos ingenuamente, literalmente, superficialmente o ensinamento mais elevado e precioso.
É recorrente que os literalistas e fundamentalistas insistam que a vontade de Deus se cumpre na Terra e esperam, assim, um paraíso terrestre, um jardim do Éden, um Rei que aniquilaria todos os maus e aqueles que não pertencem a sua “fé”! Está claro e cristalino que a vontade de Deus não se cumpre na Terra e, antes que isso seja possível, é preciso uma mudança da mente e o renascimento da humanidade. Mas, mais uma vez, o portão é estreito e muitos serão chamados e poucos “escolhidos”, etc..


A questão pouco compreendida, ao lado dessa, é que não se deve esperar nenhum apocalipse, um fim do mundo místico com a destruição dos maus e a preservação dos “bons” (é claro, somente aqueles de sua religião e igreja!) e que as pessoas tal como se encontram, tal como a sociedade as fez, possam compreender as coisas elevadas do mundo espiritual. Os sacerdotes, pastores que falam como se conhecessem a vontade de Deus, e se sentem capazes de ensinar e comandar a vida dos fiéis não estão, de nenhuma maneira em condições de fazer isso. A história de Nicodemo, o príncipe dos Fariseus, que certamente sabia muito e lhe foi dito que não compreendia nada é exemplar. Seu contato direto com o Mestre não lhe garantiu que mudasse, nem ao discípulo Judas que traiu o Mestre, e muitos outros que tiveram o privilégio de conhecer o Salvador. Vejam que as coisas não se resolvem por poderes externos, por milagres, por impor a vontade de cima, mas dependem de um longo caminho pessoal de preparação e ascensão e sempre é surpreendente – vem naqueles que não esperamos.


Portanto, todo o ensinamento se fez em disputas, sectarismo, guerras, matanças, tortura, escravidão, loucura e violência porque alguns se acharam superiores e impuseram suas vaidades e incompreensão como verdades sobre os outros.

É claro que isso é a evidência cabal de que não se compreendeu nada do Ensinamento do Mestre porque ele está muito acima da humanidade, do nível de ser, de compreensão do homem natural.
Se um homem não se dá conta de sua condição, do estado segmentado e incoerente de sua mente e ser, não pode dar o primeiro passo no caminho.
Em seguida é necessário procurar compreender o significado da Metanóia e do Renascimento, sem o que não pode avançar no Caminho e nada entenderá do Evangelho.

O que nos foi dado e o que nos cabe construir

O que está Pronto e o que está por Fazer


O Criador, a Lei, nos colocou num mundo preparado, organizado, suficiente para todas as necessidades da vida.
Nos dotou com as condições instintivas e de percepção inteligente suficiente para sobreviver, reproduzir, e para aqueles que desejam, evoluir naquilo que foi nos dado somente em potencial: nosso psiquismo.
Tudo o que precisamos para viver, para nos curar está pronto, a disposição. A ciência real é aquela que é capaz de descobrir as relações naturais e harmônicas na natureza e os elementos necessários para as necessidades de vida, de saúde, de eficiência.
Todos os remédios necessários, sem exceção, estão prontos, esperando ser descobertos e usados, na natureza. Todas as invenções humanas são não somente desnecessárias, mas danosas – são artificiais, parciais, falsificações.
Os assim chamados “cientistas”, “doutores”, “pesquisadores” e suas máquinas e tecnologia são feitiçaria a qual se opõe ao homem, a sua evolução possível. Não dá para compactuar, usufruir do satanismo sem se contaminar, se destruir e atribuir poder ao mal. O resultado desastroso está evidente e presente agora e não há como negar que tudo o que vem daí é perigoso e danoso.
Os poderes visíveis e sensíveis do planeta a nossa disposição, assim como os poderes invisíveis da Consciência, também aguardando que cada ser humano tenha se preparado para ser mestre e associado a essas forças pressupõe e tem como requisito uma vida em harmonia com a Lei, com essas leis cósmicas e naturais. A pseudociência atual e suas máquinas são uma tentativa de assaltar o céu, novamente, como foi no mito simbólico da Torre de Babel.
Essa civilização se debate e se afoga numa tempestade que ela mesma criou com sua loucura e violência. Nada disso de nenhuma maneira é necessário, mas terrível e destrutivo. Essa agitação, paixões e emoções negativas são um obstáculo ao crescimento interior, a compreensão .
O primeiro passo é a rejeição radical de toda essa parafernália e doutrinas falsas e a volta humilde e consciente à natureza. Não se pode pular essa etapa. E agora, a maioria está muito doente, desvitalizada, quando não, deformada, alterada em sua natureza original – para esses, não há nenhuma esperança.
“Quem tem ouvidos para ouvir, ouça”!

Viver como o Mestre Ensinou


Para quem não sabe, está proibido que os discípulos vivam entre os gentios e outras crenças e adotem as regras de vida de Estados e nações.
As Congregações fundadas e pensadas pelo Mestre, com seus líderes, foram o principal alvo de Roma e dos sacerdotes judeus, que lhes estavam associados, para eliminar a origem e o núcleo essencial do Movimento Essênio Nazareno Ebionita.
Não só eliminaram fisicamente todos aqueles que representavam o Movimento, como mais tarde, queimaram todos os rastros do trabalho de evangelização e documentos e forjaram “evangelhos” editados (os quatro) para criar uma religião híbrida, pagã, aos moldes romanos.
Sim, foram deixadas regras estritas para as Congregações e uma delas era se separar completamente da vida social e política do Estado, de regras governamentais, de costumes decadentes e pervertidos. Os evangelistas saiam para pregar, sem jamais adotar ou se submeter as regras estranhas e contrárias as Congregações.
As Diretrizes do Reino foram estabelecidas e disciplinavam a vida dos discípulos. Ninguém que adotava um modo de vida diferente podia viver nas Congregações até serem aceitos como membros. Aqueles que não seguiam as diretrizes eram convidados a sair.
A ideia maliciosa de que foi estabelecida pela Igreja romana, de viver entre os pagãos e sob ordens do estado e o império romano, ou qualquer outro, é absolutamente inaceitável para o modo de vida nazareno ebionita.
Ninguém que aceite, colabore, e viva como membro de uma sociedade qualquer pode ser um Nazareno como determinou o Mestre – lembre-se de como era chamado o Mestre pelos gentios, romanos e judeus!
Se não “deu certo” o “cristianismo” é porque, o que sobreviveu depois do assalto romano as Congregações, nada tem a ver com o que foi ensinado e ordenado – é uma falsificação, uma farsa com um nome roubado e adaptado do grego da palavra Ungido!
A ideia das Congregações, sob as regras estabelecidas pelo Mestre, era de Escolas Esotéricas, de onde partiriam professores para semear a doutrina entre os gentios. Isso não pode ser feito de outra maneira. As igrejas que resultaram do assalto romano as Congregações, imitando as religiões pagãs romanas e sempre sob a tutela e proteção do Estado e governantes, é a antítese do Ensinamento que o Mestre Yaohushua trouxe. Se submeter a qualquer regra e modo de vida externo e oposto as Congregações é paganismo.
O resultado, o destino trágico e cruel dessa perversão dos ensinamentos originais pode ser apreciado amplamente hoje, ao vivo, e pessoalmente por cada um de nós. A ditadura, a decadência, a escravidão, a mentira estão presentes em toda a sociedade e em todo o mundo. Não há nenhuma saída a isso por 1) compactuar com as autoridades constituídas, em 2) desistir de seus altos ideais, fugindo, ou ainda, 3) participando de uma revolução para aniquilar o estado e seus representantes. A quarta (4) saída, por adotar a Lei Única, o conjunto das leis cósmicas e naturais, saindo do meio da influência estatal, exige um Êxodo e a criação de Congregações nos moldes daquelas do início. Viver plenamente, com liberdade, saúde, paz e simplicidade entre pessoas que buscam a harmonia não é mais uma opção excêntrica, mas se tornou uma questão de sobrevivência.
Tudo isso tem preço e prazo e logo não será mais possível.

O que é necessário saber sobre a Ciência

Ciência não é algo misterioso e inatingível e reservado apenas a uma classe de eleitos aos quais são dados instrumentos que ampliam os sentidos com tecnologia de alto custo.
A ciência, necessária e suficiente não exige mais do que os sentidos, a capacidade de observar, relacionar e compreender as leis que regem os fenômenos. Mais do que aumentar infinitamente os nossos sentidos limitados, está a dom natural de compreender as leis que estão presentes em todas as manifestações. O acaso não existe, mas a lei, a ordem.
Se algo não é acessível aos sentidos e a mente lógica de todos, não é ciência, mas tecnologia. A verdadeira ciência é o auto conhecimento e a auto aplicação das leis naturais. A verdadeira ciência jamais será propriedade e objeto de comércio, de instrumento de domínio, de aniquilação.
A ciência é acessível a todos porque é intuitiva. É intuitiva porque é natural e está na base da vida e do pensamento, ou seja, está dentro de cada ser humano, pronta para ser descoberta e aplicada.
A ignorância é a anticiência! Onde a ciência é a virtude, a ignorância é o vício. A exploração das leis naturais é, finalmente, a exploração da ignorância e da preguiça.
Há, certamente uma fronteira a não ser cruzada a qual é de criar meios de ampliar o poder dos sentidos. Se nossos sentidos têm limitações, essas limitações são humanas e foram projetadas para uma certa visão do mundo natural e para promover e excitar o crescimento dos poderes interiores psíquicos e espirituais. A tecnologia e a exploração do conhecimento é um impedimento ao desenvolvimento do homem espiritual. Toda a sociedade tecnológica é, portanto, materialista e impede que as pessoas cresçam, se libertem, se conheçam a si mesmas.
A psicologia e os sentidos internos, voltados para o interior só se desenvolvem num ambiente natural e de autopreservação. A tecnologia é a arma contra a auto-evolução. Quanto mais tecnologia, menos inteligência, menos liberdade. É o império das máquinas, do deus da morte.

Sobre a Verdade


Uma passagem do Evangelho dos Nazarenos sobre a Verdade

  1. Pilatos, entretanto, disse a ele: “És um rei, então?” Yaohushua respondeu: “Tu dizes que eu sou, assim, portanto, sim, um rei eu sou. Para este fim nasci e por esta causa vim ao mundo, para que possa dar testemunho da verdade. Todos os que são da verdade ouvem minha voz.”
  2. Pilatos lhe disse: “O que é a verdade?” Yaohushua disse: “A verdade é do céu.” Pilatos disse: “Então a verdade não está sobre a terra.” Yaohushua respondeu a Pilatos: “Creia que a verdade está sobre a terra, entre aqueles que a recebem e lhe obedecem. Os que são da verdade julgam com justiça.”
  3. E, ao ouvir isso, encaminhou-se novamente para os Judeus e disse-lhes: “Não encontro falta nele absolutamente.” E quando ele foi acusado pelo sacerdote principal e os anciãos, nada respondeu.
  4. Então lhe disse Pilatos: “Não ouves como eles testificam muitas coisas contra ti?”
  5. E ele nenhuma palavra respondeu. O governador ficou grandemente surpreso e novamente disse-lhes: “Não encontro falta neste homem.”

Um Rei na Terra sempre será um Ungido, caso contrário, não é um Rei, mas um usurpador. O nosso Mestre não deixa dúvida sobre isso e define um Rei e, portanto, Ungido, como aquele que vem para dar testemunho da verdade – no caso, o Salvador foi enviado do Céu!
Não podemos ter toda a verdade, mas podemos recebe-la e ser, então, menos injustos, ou seja, nos aproximarmos da justiça – “não fazer aos outros o que não desejamos para nós mesmos”!


Porém, Deus é Amor e isso vem primeiro. O Bem da Verdade é o caminho superior. A verdade sem o amor é violenta. Amar é: “Faça ao outro aquilo que deseja que seja feito a você”! E amar alguém é obedecer, é seguir as suas leis. Amar a Deus sobre tudo é seguir a Lei Única – o conjunto inseparável de todas as leis. Não há como dividir o que não pode ser dividido. A consciência une tudo e a verdade parcial e escolhida para ferir, para ganhar e dominar é crueldade e termina na pior mentira, porque mata.
Não é fácil, mas primeiro é preciso amar, e compreender que a verdade é do céu, ou seja, só está inteira no mundo espiritual, no invisível, onde os sentidos e a mente lógica não podem alcançar. A mente lógica, robótica, aquela usada no dia a dia, trabalha sempre com sim e não, com falso e verdadeiro, com o Um e o Zero – como operam os computadores sem vida. Por outro lado, o Amor une todas as coisas num todo harmônico. Compreender a própria condição e se colocar no lugar do outro nos torna mais justos.
A verdade vem primeiro, mas aperfeiçoada, fica em último para dar lugar ao amor. Quem tem a verdade, de fato, ama em primeiro lugar, porque compreende, une muitas coisas e sabe que não há sim e não, mas um todo inacessível a mente lógica e que precisa ser aproximado, sem violência.

O Príncipe dos Fariseus – Nicodemo


Como não ser Nicodemo! Nicodemo era um mestre, um rabino de todos os rabinos da seita farisaica e foi ao encontro do Mestre Yaohushua e lhe rendeu homenagem dizendo que via Yaohushua como um enviado de Deus, porque viu e ouviu seus milagres e obras.
Então, o Mestre lhe respondeu, paradoxalmente, que se um homem não nasce de novo da água e do espírito, não pode entrar no Reino do Céu. E Nicodemo lhe responde, mostrando que não entendia , como poderia um homem sendo velho entrar novamente no ventre de sua mãe. É claro que com isso Nicodemo declarava uma doutrina comum na época que ensinava que todas as coisas se repetem exatamente – voltando na mesma época, mesma família, mesmos acontecimentos. De certa forma, Nicodemo mostrava que era um erudito que conhecia bem os assuntos que imaginava serem esotéricos, mas tinha dúvidas sobre eles. Ora, o Mestre lhe diz, então, que mesmo ele sendo um mestre, não conseguia entender o que estava lhe trazendo. E o que seria isso? Yaohushua lhe diz, imediatamente, ao ouvir a declaração, que Nicodemo estava atado aos sentidos e a mente lógica e que isso era inadequado e um obstáculo para ascender ao Reino do Céu. O nosso Mestre ensina que é necessário uma outra maneira de pensar, além dos sentidos, das aparências. Renascer não é algo a ser feito no círculo do tempo, o qual é inexorável e uma prisão, mas em superar essa repetição ao introduzir um outro elemento, completamente novo, algo que os sentidos, o mundo, não trazem jamais, mas somente um ensinamento verdadeiro que vem de cima, de Deus – o qual ele foi Ungido por Deus, com o Óleo da Árvore da Vida, para ensinar aos homens.
De maneira direta, Yaohushua rejeita a honra que o príncipe dos fariseus lhe atribui ao confessar que acredita nele pelos milagres, aos quais o Mestre mostra que não são o que importa, mas sim uma mudança interior, um novo conhecimento que é a única coisa capaz de libertar um homem dos nascimentos repetidos.
Esse momento, aqui e agora, que são uma lembrança de si, vendo o que não sou Eu, da realidade que não é aquela dos sentidos, introduz um elemento novo, algo que vem pelo espírito, porque carne e sangue jamais seriam capazes de revelar. O que muda na pessoa que se recorda de seu Eu Real é o que estava condenado a ser e a fazer. Aqui está claro que antes de vencer o mundo é preciso vencer a si mesmo – e é exatamente isso que o Mestre nos traz: a auto-salvação!
Esse movimento interior, através de um conhecimento esotérico é, um primeiro movimento, muito sutil, muito pessoal. Não há como começar a viagem para o espírito antes de compreender que estamos sonhando, olhando imagens e sombras projetadas na parede da caverna e prisioneiros, porque olhamos sempre na direção oposta das causas.
O tempo de cada um é um círculo fechado onde o futuro será o que é passado e o passado seu futuro. Ao morrer tudo recomeça e tende a se repetir, sem mudança.
O Mestre nos ajuda a despertar desse pesadelo e sair do círculo de repetições através de uma mudança da mente, em ver o mundo como ele é, uma imagem projetada pela mente e que pode ser mudado, antes dentro e depois fora. A tentativa de mudar o exterior, que tem sua causa e origem no mundo invisível e interior, é uma armadilha terrível – é o que leva as repetições no próprio circulo do tempo. Renascer da água e do espírito é conhecer a verdade e trabalhar dentro de si, pela compreensão.

Sobre ler as Escrituras


Não há nenhum proveito ou, teremos resultados negativos em “estudar”, ler ou decorar esses livros, incluídos aqueles de todas tradições religiosas além das escrituras judaico-cristãs.
É muita pretensão e, certamente, desconhecimento completo ler esses livros, porque essas revelações só podem ser conhecidas em um ambiente de Escola e depois de uma longa preparação e provas.
A linguagem em que estão escritas precisam ser aprendidas e há uma condição física e psíquica muito especial, de perfeição, para que se tenha proveito em ler e estudar o que está alí. A questão é muito mais grave e impossível do que uma criança que recém começou a ler tentar compreender um livro de matemática avançada.
Porém, o ponto mais crítico está no estado de consciência assim chamado de “desperto”, para contrastar com o estado de sono quando desligados do mundo exterior. Nesse estado chamado “desperto”, de “vigília”, no qual a maioria da humanidade passa quase toda a vida, é impossível compreender o que está nesses livros, os quais, em sua maioria foram escritos ou vividos por pessoas no terceiro e no quarto estado de consciência . O conhecimento ali contido só pode ser compreendido por pessoas nesses estados de consciência superiores e isso só pode ser conseguido através de um esforço consciente num ambiente de Escola.
A maioria dos mistérios relacionados a vida, ao cosmos, ao que somos e nossa missão, precisam de uma condição especial para serem compreendidos.
O ponto fundamental é que nas condições naturais somos pouco mais do que animais, estamos num estado de sono hipnótico, imaginamos tudo e acreditamos ser capazes e de ter poderes que não temos.
Os pré-requisitos para crescer, para evoluir, são exigentes e precisos e não podem ser obtidos senão através daqueles que já passaram por eles.
É preciso começar com coisas mais simples e diretas, passando por uma preparação intensa, dolorosa, primária e não pretender coisas tão elevadas e distantes que, no estado inadequado atual serão mal compreendidas.
As escrituras são como artefatos poderosos com muitos segredos, chaves, controles que se ignorados ou negligenciados as transformam em armas de destruição pessoal ou coletiva (quando usadas por aventureiros pretenciosos).

Todos estão anormais e doentes


A civilização atual é um meio eficiente para destruir o Homem, impedindo que cresça e produzindo doenças e morte.
Nada na vida assim chamada “civilizada” está em harmonia com as leis naturais. O mesmo sistema que esmaga o ser humano e o adoece, oferece “curas”, as quais, produzem mais e piores doenças. E o ciclo se fecha. A maioria das doenças atuais são consequência desses “tratamentos”.


Criaram milhares de necessidades artificiais, de vícios e um estado de perturbação emocional contínuo.
O que a grande maioria desconhece é que todos os produtos artificiais, contendo moléculas químicas, são venenos. Como todos os venenos, essas coisas são o princípio de todos os vícios. Para evitar maiores danos e até a morte, o organismo cria um elaborado sistema de defesa para garantir que, se esse um desses mesmos venenos for introduzido, que o dano seja menor. É como portar uma arma para evitar o assalto.


Agora, se o veneno não é consumido, o organismo emite um alarme para evitar que as defesas que foram erguidas não desapareçam pelo desuso. Ora, é esse sinal de alarme, junto com o processo natural de eliminação dessa toxina que é sentida como “falta da droga”, ou seja, como necessidade e atração por aquele veneno específico. Essa é a definição de VÍCIO!


Na verdade, de fato, a grande maioria das pessoas tem vícios, os quais podem ser menos intensos ou insuportavelmente fortes.
Falamos de produtos químicos. Esses estão presentes também nos alimentos, na água, no ar e no solo, além de estarem pesadamente nos assim chamados remédios e vacinas.
Os efeitos não são somente a dependência e busca por se drogar de várias maneiras, mas uma alteração na consciência, na memória, na concentração, na vitalidade. Esse é o estado permanente da maioria das pessoas e que determina seu comportamento anômalo por toda a vida. As limitações dessas pessoas são lamentáveis e já se tornaram, faz muito, o padrão chamado de “normalidade e saúde” pela medicina oficial.

Os mentores da atual civilização são inimigos do homem. Criaram um sistema para reduzir a humanidade a insetos. Está evidente que nem mesmo se esforçam por esconder suas intenções. Imaginam que venceram. A única coisa que pode salvar aqueles que não estão completamente hipnotizados é uma mudança da mente através de um conhecimento especial. E tudo começa pela rejeição radical de toda a cultura e ideologia atual. Não há como se livrar compactuando com o inimigo. Um Êxodo é necessário imediatamente para ficar longe dessas influências e dependência e viver segundo as leis da vida.

Quando você encontra um outro ser da sua espécie, em 95% das vezes estará diante de um viciado que inconscientemente trabalha para satisfazer suas várias dependências químicas. Como confiar?