Nossos Sentidos Enganam


Não é preciso ir muito longe para se dar conta que essa geração se ocupa e se interessa por tudo o que está fora, no exterior, e quase nada, de seu lado interior, invisível.
Dessa maneira, necessariamente, afirmando ser o resultado de sua percepção o “mundo objetivo” e o psiquismo o “mundo subjetivo”, cada vez mais eles estão submetidos às provas, acumulação desconexas dos fatos e coisas. Essa atitude os conduz a grave doença do vazio de significados e a atrofia seu pensar livre e pessoal. É claro que por esse motivo ficam carentes e esperam por milagres, apoiando-se em dogmas, provas científicas, soluções tecnológicas, líderes, entre outras soluções do mundo de aparências.
O que o nosso olho é capaz de ver é uma fração ínfima das vibrações que viajam a 300.000 km/s pelo universo, classificadas como energia radiante. Vemos bem pouco das oitavas de radiação do chamado espectro “visível”, que correspondem a 1/50 de todas as outras radiações emitidas, desde aquelas iguais e superiores aos RX até as ondas de rádio. Ou seja, nosso olho é incapaz de ver e o nosso cérebro de processar a maioria do que se passa no universo/Terra – somos quase cegos! Passamos a vida vendo apenas 1/50 dos fenômenos. O que vemos, sempre é o passado de tudo – o que não é mais. O sol que vemos já se deslocou 8 minutos daquela posição que imaginamos vê-lo e algumas estrelas, milhares de anos – o que vemos, não está mais onde imaginamos estar e talvez, nem exista mais. Assim acontece com nossa capacidade auditiva limitada a poucas frequências e a um intervalo de potência também medíocre (que percebe as vibrações do ar que viajam à 320 m/s); o mesmo ocorre com a nossa percepção táctil, com o nosso olfato e, necessariamente e consequentemente, a mente logica material condicionada e formada por esses sentidos é estúpida e errática – tanto quanto são limitados os nossos sentidos.
Portanto, o que percebemos e somos capazes de pensar sobre o mundo são apenas aparências, é um mundo restrito e pequeno que não corresponde à realidade, mas é uma parte ínfima e distorcida dela.
Ao apoiar a vida nas três dimensões do espaço, a quarta dimensão, o Tempo, é mal percebido e se torna, junto com as funções psíquicas, fator de escravidão e de limitações funcionais e evolutivas.
De fato, as pessoas não são o que delas vemos, ouvimos ou tocamos, mas aquilo que é inalcançável pelos sentidos – seus pensamentos, sentimentos e compreensão. O mundo que nos revela os sentidos é pequeno e enganoso. A maior parte está no invisível e nas dimensões superiores do tempo. Assim como as verdadeiras pessoas são invisíveis para nós, nós mesmos somos também invisíveis. Ou seja, somente nós mesmos podemos nos conhecer e, ao se voltar só para o mundo de aparências e se apoiar nos sentidos, esquecemos de nós mesmos e passamos a vida num verdadeiro sonho hipnótico – acreditando em meras percepções limitadas. Aquilo que nossos sentidos são incapazes de captar, os nossos pensamentos, sentimentos e compreensão e ideias – o mundo invisível, é onde a verdade que procuramos fora, se encontra dentro!

Biogenia X Medicina Alopática


A medicina oficial (alopática) parte do princípio que o Homem é um produto da evolução mecânica e inconsciente (seleção natural do mais apto por mutações aleatórias, acidentais e casuais) – a humanidade é um acidente! A evolução teria acontecido do “nada” para a matéria; da matéria para as galáxias; das galáxias para os sistemas heliocêntricos como o nosso, por exemplo; dos minerais e compostos inertes, na Terra, para as células vivas (abiogênese); das células vivas simples originando todas as espécies, inclusive o Homem, esse, uma “evolução” totalmente acidental dos primatas – ou seja, sem razão, sem motivo, sem objetivo, por mutações genéticas aleatórias!
Sob essa perspectiva o Homem seria ainda, obrigatoriamente, uma espécie em evolução, podendo até se tornar outra espécie (talvez algum alien) e eventualmente, também ser extinta, como foram seus supostos ancestrais hominídeos. Imagine que as espécies intermediárias entre os primatas menos evoluídos e o homem, desapareceram completamente (aquelas espécies chamados de hominídeos e que seriam superiores aos macacos que lhe deram origem) e, nenhum deles sobreviveu, mesmo que mais “adaptados” que seus ancestrais inferiores (os macacos), os quais continuam até hoje!
A condição atual da humanidade seria, portanto, sujeita a falhas, a doenças, as quais a medicina pretende poder aliviar, curar e prevenir com suas drogas e vacinas, entre outras intervenções. Sob essa perspectiva, ainda, o homem precisa da medicina para que possa sobreviver e não ser extinto, porque sua condição natural seria a da doença. Nesse sistema a natureza, em geral, é vista como inimiga, devendo ser dominada e transformada para servir aos propósitos pragmáticos de conforto e sobrevivência. Dentre as ameaças, a mais temível seria a dos micro-organismos “patogênicos”. Esses são combatidos com produtos químicos, calor, radiação e vacinas. Mesmo reconhecendo, recentemente, que há maneiras de viver que evitam doenças, o foco da medicina continua voltada para a intervenção sobre o organismo humano, alterando sua fisiologia e levando a novas doenças (as doenças provocadas pela intervenção médica já superam a de causas naturais).
Do outro lado, a Biogenia vê o Homem como resultado de um processo racional de criação, concebido completo física e biologicamente. O psiquismo é o que deve evoluir. Se a humanidade se extingue, nada resultará como continuidade biológica do homem, mas um novo experimento a nível cósmico será necessário – fisicamente, só podemos nos manter ou perecer, jamais “evoluir” porque somos um produto biológico acabado, perfeito para o meio (a natureza) dentro do qual fomos colocados. Não somos um acidente biológico, mas uma criação inteligente com um papel e uma evolução possível psíquica. Isso seria impossível se a nossa espécie pudesse “evoluir” como imagina a medicina e, aqui e ali surgirem outras espécies hominídeas, essas incapazes de reproduzir com representantes da espécie homo sapiens, dos quais surgiram. Se fomos concebidos como homens, só podemos atingir a meta continuando homens. Ao evoluir fisicamente, nos tornaríamos outra coisa, e isso é claramente incompatível com uma evolução interior – ela não poderia ocorrer e não teria razão para acontecer! No caso da hipótese evolutiva acidental biológica deveríamos esperar milhões de anos para uma possível mas, não garantida melhora, e tudo mais está justificado porque somos imperfeitos e porque há raças e pessoas superiores e inferiores entre nós agora – essa é a origem do nazismo, da justificativa para a escravidão, domínio, guerras e extermínio!
A Biogenia conhece todas as leis relativas à vida e a Lei Única – a união de todas as leis num todo harmônico e interdependente que rege tudo e portanto, entende que a sua aplicação e obediência a nível pessoal e social resulta em saúde perfeita, a qual é condição essencial para a complementação dos poderes interiores e da compreensão. A aplicação desse conhecimento foi empregado e comprovado desde milênios e recentemente, no grande experimento envolvendo milhares de pessoas, o Dr Szekely comprovou cientificamente essas leis.
Aqueles que seguem as leis naturais e cósmicas não adoecem e mantém uma saúde radiante, necessária para atingir a consciência superior. A má saúde é o resultado incontornável de não seguir a Lei. Nenhuma ciência médica pode corrigir artificialmente (contra a própria lei natural) a afronta as leis naturais
Segundo a Biogenia o final da vida física (a morte) não é devido a uma destruição e decrepitude física (como preconiza a medicina), mas coincide com conseguir chegar a certa compreensão e consciência – atingindo a uma condição interior melhor e superior. A vida regida pela Lei chegará ao fortalecimento da compreensão e da consciência onde o corpo já cumpriu com a sua função.
Atingir essa condição interior onde limitações são superadas e defeitos corrigidos exigem, por outro lado, plena saúde.
A filosofia Biogênica aceita os desarranjos da saúde como meios de evolução e os utiliza para correção e aperfeiçoamento, enquanto que a medicina se apressa em elimina-los deixando o paciente ainda mais ignorante e estúpido sobre si mesmo e o progresso espiritual. É claro que a abordagem médica destrói a normalidade fisiológica, danifica órgãos e altera o psiquismo impedindo o progresso para o qual o Homem foi concebido.
O temor e o pavor que foram implantados no povo pela enganadora propaganda medico-farmacêutica sobre a saúde e a doença é um real obstáculo para qualquer progresso espiritual.
Viver em plena saúde é a meta da abordagem biogênica. Não estamos ocupados com prolongar a vida a qualquer custo. Entendemos que é importante viver plenamente e produtivamente e não passar anos, décadas, sob o efeito de drogas, sobre uma cama, limitado, inválido, sendo um peso para a família e a sociedade – como se esforça a falsa ciência da saúde para apenas prolongar a vida.
A nossa civilização está repleta de contradições e a medicina oficial é o ápice delas. Os crentes, religiosos que dizem crer no mundo espiritual e que se submetem a medicina não são nada coerentes. Eles acreditam nos métodos e princípios de uma profissão que se baseia no oposto do que eles supostamente acreditam. Se deixam operar, drogar, orientar por profissionais que negam absolutamente a sua fé. Estranho, no mínimo.
A saúde é o resultado natural, racional e científico de viver em harmonia com as leis naturais e cósmicas, a Lei Única.

Céu e Inferno


Não só tudo está conectado, como o visível deriva do invisível.
O tempo é uma curva que se fecha sob certas condições
Tudo tende a se repetir no mundo das aparências.
Os sentidos nos apresentam um mundo de aparências, ilusório
Esse mundo criado, cópia de um mundo de Ideias, também ele mesmo criado, está sujeito ao tempo e a mil regulações, as quais está sujeita a “matéria”. Nada disso pode ser mudado com os meios condicionados e a esse nível. Mas, tudo pode ser realmente mudado desde um nível superior, um mundo acima, de mais dimensões e onde podemos nos alçar pela compreensão e consciência. Aqui as coisas acontecem da única maneira que podem acontecer, mas podem ser imediatamente mudadas, na eternidade, só porque compreendemos. A fé, que move montanhas, é essa compreensão que nos transporta para o mundo que cria esse em que vivemos e que desde aqui não pode ser mudado porque, daqui não compreendemos porque as coisas são como são.
Tudo o que importa, tudo o que pode transformar a vida tem de vir de fora e acima dela. Temos em nós essa dimensão superior.
Somos o resultado, com o mundo que percebemos, de dois níveis de criação. As causas estão fora de nosso alcance condicionado. Nos foram dadas tarefas e regras para cumpri-las. A assim chamada ciência e lógica é necessária para viver e para sobreviver, mas as tarefas e as regras continuam. Para mudar isso precisamos nos alçar acima do mundo da matéria e do tempo.
O Homem é uma imagem do mundo superior. Tudo o que descobrir sobre si mesmo, pode aplicar ao universo e, tudo o que descobrir sobre o universo, pode aplicar a si. O Homem é um microcosmo num macrocosmo. Assim, cada homem é o centro do universo.
A Mente, o Criador, está além do tempo e do espaço. Por outro lado, do ponto de vista da mente lógica e da ciência colocamos todas as causas originais em um tempo distante. E isso é assim porque nosso pensar surge de nossa experiência do espaço e tempo.
O nosso mundo é aquele do tempo que passa, de acontecimentos, um mundo de opostos, de contradições e sempre de meias verdades, de certezas as quais jamais chegamos. Esses opostos, que seguem um ao outro, se encontram separados pelo tempo, como num movimento pendular, cujas impressões são mais fáceis de captar nos extremos do movimento. Porém, a causa fundamental e original de todas as coisas não se encontra a milhões de anos atrás, se encontra fora do tempo, se encontra agora – na entrada da eternidade.
O Homem, como um pequeno universo, pode chegar a ser mais real, pode ter uma existência mais plena, ascendendo por ela em si mesmo. Porque, todas as coisas são reais, porém menos reais que o que lhe é superior. O inferior não pode compreender o superior, mas o superior compreende o inferior.
Cada coisa existe mais na mente do homem que em si mesma, pois a Mente é a realidade fundamental e é superior a qualquer coisa perceptível.
Assim, uns em relação aos outros podem nos dar mais existência na apreensão mental de uns aos outros.
Devemos colocar muito mais importância no homem e não no mundo exterior. O Homem dos sentidos, limitado, carece de verdadeira existência.
O inferno é um estado, assim como o céu. E o inferno é uma condição de ser que não corresponde à nada real, é um estado de falsidade.
Não é por acaso que Jesus chama a Satanás o pai da mentira.
O centro da questão é que o Homem natural, dos sentidos, o “cientista”, precisa de provas, de evidências que seus sentidos alcancem.
Esse Homem precisa de heróis e de aposição, do Mashiakh, de Satanás, de um Céu físico, de um inferno.
Tudo está fora, no exterior, os obstáculos e as soluções. Esse Homem busca desesperadamente por coisas, provas, soluções vindas de fora. Esse é um estado de vazio, de ausência de significados, de ausência de compreensão. A acumulação de fatos e de soluções cada vez mais violentas são o resultado de apoiar a vida nos sentidos e numa mente lógica.
A solução por provar e impor que sua crença tem evidências perceptíveis, documental, elimina toda a busca e esforço por um crescimento e evolução interior – ele se torna desnecessária porque a “verdade” está no exterior.
O Homem pode ser um microcosmo que reproduz perfeitamente o macrocosmo. Mas, isso parte de seu corpo físico, sentidos e da mente que deriva daí. Entretanto, é a mente que precisa se transformar e crescer – a compreensão! Só aí é possível incluir as dimensões superiores, que são sutis, invisíveis e inalcançáveis pelos sentidos. O universo cabe na mente, desde que ela evolua e, enquanto um homem fica limitado a seus sentidos e a lógica derivada deles, viverá restrito ao pequeno e imperfeito mundo material – a cópia de três dimensões do mundo de seis dimensões. A loucura de encontrar soluções externas, materiais, só acessíveis pela violência, pela mentira, pela força, é causa de desassossego e um obstáculo poderoso a real evolução (interior).

Micromorfologia


O que Antoine Bechamp concluiu:
Primeiro, demonstrou que o ar está repleto de organismos microscópicos capazes de fermentar qualquer meio nutritivo sobre o qual eles podem pousar. Mostrou que a mudança química é cumprida por um fermento solúvel produzido pelo organismo, e este fermento é análogo aos sucos digestivos do estômago. Assim ele identificou a fermentação como um processo digestivo. Há pesquisadores que afirmam que toda a decomposição, ainda a oxidação do ferro, é mediada por fermentos. Se sabe, por exemplo, que a bactéria decompõe a rocha dentro do solo.
Os microrganismos estão no e próximos ao fundamento de toda a vida e os processos de vida no planeta. Assim, fungos são partes indispensáveis das raízes de muitas plantas, incluindo as grandes árvores.
Segundo, a mais profunda conclusão de Bechamp o levou a descobrir que há uma vida independente micro anatômica nas células e fluidos de todos os organismos. Esse elemento precede a vida no nível celular, ainda no nível genético e é o fundamento de toda a organização biológica. Constatou que o calcário puro de depósitos geológicos de 11 milhões de anos atrás, liquefazem carboidratos e fermentam soluções de açúcar, enquanto o calcáreo feito pelo homem, não. Ele atribuiu a ação aos restos de organismos já há muito, mortos. Chamou a esses minúsculos elementos vivos “microzima”, ou pequeno fermento.
Terceiro, declarou que rotineiramente microzimas se tornam formas chamadas de bactérias e que as bactérias podem retornar ao estado de microzima.
Esse é o princípio do polimorfismo, o qual é essencial para compreender o aparecimento de “infecções” e sintomas de doenças degenerativas no corpo.
Quarto, explicou que gérmens atmosféricos não são espécies fundamentais, mas são microzimas ou suas formas evolucionárias, deixadas livres de suas formas vegetais ou animais pela morte daquele hospedeiro.
A microzima está no início e fim de toda a organização biológica. É o elemento anatômico fundamental por onde as células, os tecidos, os órgãos, o todo de um organismo é constituído. Ele se referiu as microzimas como construtoras e destruidoras de células. A declaração enfatiza o aspecto construtivo da atividade microzímica e propósito, mas é o aspecto destrutivo , ou o “fim de toda a organização”, o qual nos cabe na doença.
Bechamp sempre encontrou microzimas após a completa decomposição de um organismo morto, e concluiu que: eles são o único elemento biológico não transitório (portanto, permanente). A origem da vida está no muito pequeno e é indestrutível!
Elas executam as funções vitais de decomposição, ou são precursores, de seres (bactérias, fermentos e fungos) as quais os fazem assim. Então, ele claramente trouxe a ideia que a vida física das altas formas biológicas se erguem de, dependem de e são recicladas por, seres microscópicos.
Elementar, a imediata prova de dependência, é a indispensável população bacteriana no trato intestinal humano. E isto acrescenta “tempero” à toda matéria a considerar que nosso trato digestivo e metabólico associados são vegetais. O aspecto “catabólico” crucial do comportamento microzímico completa o quadro quando o corpo torna-se doente, porque, de acordo com Bechamp: No estado de saúde, as microzimas agem harmoniosamente e nossa vida é, em cada significado da palavra, uma fermentação regular. Na condição de doença, as microzimas, as quais têm se tornado mórbidas, determinam no organismo mudanças especiais as quais conduzem da mesma maneira à desorganização dos tecidos, à destruição das células e para sua evolução vibriônica durante a vida.
A microzima é um fermento organizado (insolúvel): um elemento vivo. A fermentação controlada é um processo fisiológico vital. Por exemplo, é utilizado como um meio quebrar toxinas no fluido intercelular e na linfa. Também, algumas fibras dietéticas comerciais contém acácia. Essas fibras solúveis fermentam no intestino, resultando em cadeias curtas de ácidos graxos tais como butirato e acetato, os quais são benéficos as paredes do cólon.
Desde que há microzimas em cada célula, no sangue e no meio intercelular, é provável que muitas substâncias vitais, principalmente enzimas, são produzidas por elas ou seus complexos.
Bechamp disse que o processo de quebra celular é mediado pela fermentação microzímica – ainda no corpo saudável.
Mesmo que haja regeneração acontecendo também, a fermentação de quebra (envelhecimento) eventualmente assume, grandemente aumentada em intensidade após a morte. Quando metabolismo oxidativo cessa e um corpo morre, as cargas negativas de superfície são perdidas e o terreno fica ácido. Microzimas respondem a sinais bioquímicos – o mais importante sendo o PH. A condição de doença é um meio o qual apresenta para as microzimas um sinal bioquímico prematuro que o organismo está morto! Elas consequentemente mudam suas funções e evoluem em formas de quebra fermentativas mais vigorosas que refletem doença – o que Bechamp chamou de “microzimas morbidamente tranformadas” . Se o hospedeiro não se esforça enquanto ainda é possível se ajustar, ele será reciclado mais cedo do que seria o caso. A saúde por viver saudavelmente e, também, a vida depende da bioquímica sã.

As Leis Naturais e a Medicina


As leis que governam o universo, que são eternas e imutáveis tem como finalidade o aperfeiçoamento, a saúde e a felicidade. Se um homem conhece e aplica a si mesmo a Lei ele terá vida, equilíbrio, paz, prosperidade, e todas as bênçãos possíveis. Se ao contrário, se opõe a ordem estabelecida do universo se punirá ele mesmo com as consequências de ir contra o Bem. A ciência é o conhecimento e o viver em harmonia com a Lei, o contrário é ignorância e rebeldia. O conceito de justiça/injustiça; de bem/mal, de saúde/doença; paz/desassossego e assim, de tudo o que é desejável e indesejável ao homem se baseia na natureza humana, que é a autopreservação. Ao fundar a vida em práticas que se opõem à autopreservação um homem ou a sociedade em que vive não terão nada de bom, senão as piores consequências naturais e inevitáveis de apoiar-se na falsidade, na mentira e, na tentativa de forçar resultados ou esconder as consequências nefastas e criarão, ademais, ainda mais mal. Não se pode melhorar o Universo, mas única e tão somente se harmonizar com a Lei. A insanidade e a loucura de acusar a criação como imperfeita se deve a ignorância, a sede de poder e dominação, a falsificação deliberada com ações contra a Lei na tentativa de anular a lei de causa e efeito. A medicina alopática é uma tentativa desonesta e perversa de evitar as consequências naturais de erros devidos a ignorância e negligência das relações entre o homem e a natureza. As práticas dessa pseudo-ciência são todas contra a Lei, contra a Natureza, contra a ordem universal. Ao tentar anular os efeitos das ações contra a Lei usam venenos (remédios), vacinas, cirurgias e medidas que não estão em harmonia com a ciência, com as relações naturais. Essa interferência indevida altera as funções vitais e acaba por destruir o organismo causando lesões permanentes. Parte-se do pressuposto que a natureza seria inimiga do Homem, como se ele não fosse parte dela e não estivesse sob as mesmas leis – o que é uma insensatez.
Impor e incluir coisas não previstas na natureza, nas funções fisiológicas, como soluções para erros ou combater supostas entidades inimigas da vida sem antes compreender e viver em harmonia com a Lei, é uma evidente tentativa artificial de evitar as consequências de um mal provocado. É evidente que isso não pode anular os erros do passado e, como são providências antifisiológicas, acrescentarão novos males aos já provocados. O fato dos sintomas e reações do corpo, as agressões serem atenuadas e até eliminadas, não é uma cura, no sentido de devolver o corpo como era antes dos erros que o prejudicaram, mas uma forma de enganar e esconder as consequências.
A medicina alopática, a medicina oficial é uma fraude maligna.

A Ciência da Saúde como Caminho para a Libertação

Tratar doenças é empírico, experimental e caótico.
Os doentes aumentam mais do que aqueles supostamente curados e os meios e métodos são substituídos por novos revelando que os anteriores não só eram inadequados, mas baseados em falsos pressupostos.
Isso não é ciência, mas um negócio objetivando o lucro e agora, o poder absoluto sobre as pessoas.
A medicina está resultando em muito mais mal do que bem.
Quando a causa é removida, verdadeiramente, a saúde retorna naturalmente. Pois, o processo de cura pertence a natureza do ser vivo. Só há auto-cura.
Toda a tentativa de interferir nesse processo é desastroso. Hoje, os protocolos de intervenção da medicina alopática estão cada vez mais agressivos e as alterações que resultam em lesões permanentes nos órgãos e funções, de modo que a assistência química se torna indispensável até a morte. Ou seja, a vida é mantida à força de ajuda exterior e a saúde e o equilíbrio jamais retornam.
Isso não é vida, mas estado vegetativo. É claro que o prejuízo maior é nas funções psíquicas e isso impede qualquer evolução e mesmo um comportamento natural e humano.
Não há modo mais eficiente de dominar um povo do que transforma-lo em máquinas obedientes. Um ser humano normal não pode ser submetido e tem seu próprio caminho e meta. A finalidade pretendida pelos poderosos é usar a humanidade para seus objetivos e, para tal, homens saudáveis e com objetivos interiores são um obstáculo.
Assim, a pseudo-ciência médica está sendo usada para a destruição da humanidade, para fazer do planeta um cupinzeiro onde os operários sejam dóceis, eficientes e substituíveis.
Não há saída econômica e política possível – todas as portas foram fechadas, mas há uma saída para dentro, para a conquista da saúde, da auto-suficiência e da busca interior da vontade e consciência. O sonho de que a humanidade poderia ser toda livre e evoluída é impossível, mas alguns podem escapar do terrível destino próximo. Para isso, no mínimo, é preciso pautar a vida pela ciência e independência.

Mortes pela Medicina

Oficialmente, só nos EUA, a “pandemia” de mortes por medicamentos e má prática médica (iatrogênica) passa dos 300.000 anualmente. Eu elevaria esse número, sem exitar, para 500.000 ASSASSINATOS pelos doutores que juram preservar a vida e não causar danos!
E os retardados pararam o mundo por um vírus de origem e ofensividade questionáveis.
Também, sem medo de acusar injustamente, atribuo 70% das mortes nessa crise a má prática médica e não ao vírus shing-ling.
Quantos milhões são covardemente e de forma perversa assassinados pelo sistema médico alopático todos os anos no mundo?
A destruição da saúde e da sanidade mental é ainda mais grave do que todas essas mortes criminosas.
O sistema médico baseado em empirismo e superstição está escravizando e fazendo do ser humano em zumbis – uma civilização anormal, imbecilizada e triste.
Depois de mortos e enterrados não poderão mais procurar a saúde por um meio honesto. A hora é agora e já não é mais para todos. A maioria está tão lesada física e mentalmente que vai agonizar e morrer feliz com o “tratamento” que terá até a injeção letal na UTI – é o que fazem hoje – aliviam o sofrimento com um coquetel mortal.

Continuem com medinho do virus!

A Abolição do Direito Sobre o Próprio Corpo, Vida e Saúde


A declaração de pandemia para o suposto Coronavírus foi uma estratégia de guerra para confinar e anular os direitos pessoais.
Ninguém tem direito a determinar o que um ser humano pode ou não fazer na sua vida pessoal e íntima para manter e recuperar a sua integridade.
O corpo, a vida e a saúde são propriedades pessoais e o que se faz com eles é decisão de cada ser humano.
O Estado e os profissionais de saúde devem exercer uma função apenas de auxílio à vida e à saúde e JAMAIS de imposição, controle ou de domínio sobre a pessoa, suas crenças e sabedoria.
O que assistimos hoje é a queda do último baluarte da individualidade e liberdade – a invasão e a total anulação da vida pessoal.
Aproveitaram, maliciosamente, a pandemia shing-ling para avançar sobre a pessoa humana.
E o pior, as doutrinas sobre a que estão baseados o Estado e os doutores são altamente questionáveis.
A vida em sociedade se tornou inviável para aqueles que conseguem ver o risco de perderem completamente o controle sobre a própria vida.
Se associar a outras pessoas com a mesma visão e filosofia para reconquistar a liberdade de viver e dirigir o próprio destino é o único meio de se livrar de ser encarcerado e usado.
A saída dos centros urbanos é essencial, somado a vida ligada a terra e a auto-suficiência e a simplicidade. Nada disso é possível sem um conhecimento superior e oposto as crenças que hoje dominam a sociedade.
Não há mais nada que possa alimentar sequer a esperança de melhora. É urgente um Êxodo do Egito!

Carta Aberta ao Presidente

Mesmo sabendo que não lerá e que como eleitor e cidadão tenho pouca importância é momento de expressar algumas ideias e perplexidades.

Parece que o Sr. esqueceu que é o presidente eleito e seus direitos.
Declarou estado de emergência e perdeu o controle sobre o país?
Cada louco dos grotões, cada protoditador e sociopata prefeito e governador fazem o que querem do povo, da Saúde num estado de emergência? Que merda é essa?
Exerça sua autoridade de direito!
O protocolo de saúde numa pandemia inclui todas as medidas e só podem ser instituídas pelo governo federal. Qual a dúvida? Quem se negar ou se afastar delas é um criminoso, um genocida!
As medidas de contenção, de medicação, de cuidados devem ser únicos para todo o país!
Se o Sr quiser, qualquer bom profissional da saúde, competente e honesto elabora em 2h. isso. Até não sendo um médico convencional, não teria dificuldade ou dúvida para fazer isso.
Faça o que tem que ser feito e aproveite para processar e prender todos que se afastarem das providências que instituir, incluindo prefeitos, governadores, juízes e parlamentares.
É a vida dos cidadãos em jogo, entendeu???
Qualquer eleitor agredido e colocado em risco numa situação dessas por um desses canalhas precisa ser evitada e resolvida. Ponha as FA na rua e intervenha em todos os estados que se rebelarem.
O país está em total caos. Aja agora!
Não merecemos estar sob o tacão de loucos, de corruptos. O Sr. tem todas as razões para exercer toda a autoridade e cumprir com a responsabilidade de defender os cidadãos.
CHEGA!

Apocalypse Now


É necessário e urgente compreender que o mundo que conhecemos e sonhamos acabou para sempre.
Não há nenhuma possiblidade de melhora, mas há todas de piora, de decadência. Vivemos, aqui e agora, o fim do mundo, o apocalipse. A humanidade entregou nas mãos dos inimigos seu futuro e, como não poderia ser diferente, não há nenhum futuro, pelo menos, nada de aceitável. A preguiça e a ingenuidade do Homem dessa Era são exasperantes – sonha, o tempo todo, com um futuro mítico porque paga impostos e elege seus representantes. Claro que ele acha suficiente seguir as “regras do jogo” que estará garantido, que tudo irá bem.
Nem é necessário dizer que essa atitude idiota determinou o desastre de hoje. Ele se enganou e foi enganado. Ele não acordou e agora, vive um pesadelo eterno.
Nada, absolutamente nada, desse mundo sonhado tem qualquer realidade, só é real o horror e o terror. As coisas reais e verdadeiras desapareceram da vida do Homem comum e o que lhe chega é de terceira e quarta mão – seu mundo é de mentirinha, virtual, e os elementos necessários à vida não podem mais ser acessados diretamente. Há muitas coisas entre ele e as fontes de vida.
Para comer, beber, morar, respirar, andar, se relacionar, pensar, sentir depende de centenas de conexões controladas por outros, pelo sistema político, social, econômico. Não pode mais fazer nada por si mesmo daquilo que é essencial.
Chegou a isso porque está doente, desvitalizado, confuso, fraco, e imagina que está no controle, que sabe tudo e pode tudo. O retorno a natureza, ao simples, ao essencial e as fontes primárias são a única esperança de que recobre o controle da sua vida e sanidade.
Enquanto estiver dependente de toda essa parafernália, do Sistema, será um escravo e sua vida vale menos que a de um pardal.
Para aqueles que ainda conseguem se dar conta de sua condição indigna e insana talvez tenham uma pequena chance de escapar e recuperar sua saúde e valores. Para os outros, o inferno é logo ali.