A morte de nossa nação!


As pessoas estão agarradas neste navio que afunda rapidamente. A cegueira e o apego em pseudovalores de uma sociedade condenada à morte e, por outro lado, a tentativa desesperada em salvar algo que não existe mais, ou que só existiu como esperança, como um sonho, vai destruir dezenas de milhões, condena-los a angústia, desesperança, a uma vida miserável e sem liberdade.
No que as pessoas acreditam? Numa quimera que lhes implantaram de que precisam do Sistema: de políticos, líderes, “ciência”, dinheiro, emprego, carreira, prestígio, religião oficial, eleições, “democracia”, quinquilharias, e mais um milhão de inutilidades. Elas pagam muito caro por esse sonho e agora todas as promessas se fizeram em um pesadelo pavoroso.
Não há nenhuma saída para a armadilha torturante e mortal pelo mesmo Sistema que a construiu. Não se pode reformar, recuperar, refazer, reabilitar o que morreu e está podre. Toda a tentativa de socorrer um cadáver é patética, inútil e perigosa – acaba-se por apodrecer junto.
Alguns, não todos, podem se salvar e ter uma vida digna e feliz vivendo pelas leis cósmicas e naturais, pela Lei Única, mas somente se abandonam tudo, sem exceção.
Somente uma vida inteiramente nova, sob outros valores, reais, fora e longe da insanidade a que somos submetidos e assistimos.
Não há porque viver nesta barbárie e se submeter a ela. Pode-se escapar a isso, mas tem um custo e é necessário tomar a decisão logo. O sacrifício é renunciar as ilusões, aos sonhos tolos e adolescentes. Não há nada real aqui. Não importa o tempo, mas a coisa toda acaba nesse teatro de horrores – isso se repete na humanidade desde há muito. Civilizações poderosas e, certamente, muito mais avançadas pereceram e a nossa é muito medíocre e tem mostrado sinais do fim iminente.
É necessário se dar conta de que o risco de permanecer aqui trabalhando para o Sistema, alimentando os seus poderes e esperando por algum milagre, será fatal. No caso, nossa nação já morreu e apodreceu e as toxinas da morte levarão a todos que insistem em ficar a um destino comum mórbido e cruel.
Um Êxodo imediato e organizado dará mais chances de sucesso para plantar as novas sementes em solo fértil e cuidar dos brotos até que possam sobreviver e se multiplicarem. Sozinho e sem conhecimento e suporte é penoso e difícil.
Pensem em vender tudo, se unir a grupos de semelhantes e viver com simplicidade, da natureza, com a natureza e para a natureza.
Novas nações precisam nascer para o futuro quando o caos, a violência e a insanidade generalizada provocarem a extinção dessa cultura falida e doente.

Materialismo Científico e Socialismo

O Materialismo Científico, de onde derivou a ideia nefasta do Materialismo Dialético, o Socialismo marxista, criou e precipitou uma ruptura e abismo na humanidade. O fato de que os socialistas, a esquerda, com seu pensamento revolucionário parecem tão estúpidos e degradados às pessoas não contaminadas e dominadas por essa redução do humano, se deve a que o Materialismo Científico e sua derivação política, o socialismo, ignora completamente que o Homem é uma relação e proporção entre o visível e o invisível. E esse é o motivo pelo qual o exterior não basta e as melhoras e promessas externas para a existência, não o satisfarão.
O Homem tem necessidades internas que são ignoradas e completamente negligenciadas pelo materialismo socialista Sua psiquê não se satisfaz com coisas externas, sua natureza complexa não pode ser explicada unicamente em termos de adaptação à vida externa – preenchida pelo que os sentidos trazem. Necessita, portanto, ideais que deem algum significado a sua existência, além daquilo que vê, ouve, toca. Há no homem algo que pode crescer e desenvolver-se, há um estado por vir de si mesmo, e isso não se encontra em nenhum “amanhã”, senão que está acima dele.
O pensamento revolucionário, por outro lado, está apoiado no amanhã, ou numa evolução casual, mecânica, inexorável e num paraíso terrestre futuro, material.
Nada pode conciliar essas duas humanidades. Elas, finalmente, nem podem formar sociedades harmônicas. E, sempre, aqueles exclusivamente apoiados nos sentidos, no material, procurarão destruir e dominar aquela parcela que não compreendem e temem.
Reunir à força, em um país, pessoas tão diferentes e irreconciliáveis em suas naturezas, é criar um estado permanente de desassossego, de guerra, que sempre termina em exploração, escravidão e aniquilação.
Esse é o motivo, não tão evidente, da insanidade crescente nas nações que insistem estupidamente na “diversidade”, na reunião e convivência de seres tão diferentes. Aqueles que pregam e insistem em tais maldades é por motivo de poder, de exploração. Ter nascido em um território, falar a mesma língua e gozar da mesma cidadania não implica em ser concidadão, irmão. Reunir dezenas e, até, centenas de milhões sob os mesmos, costumes, crenças, leis e líderes, é insano. É meio óbvio que aqueles que tiveram suas almas pervertidas com essa doutrina maléfica se dedicam as conquistas materiais e dominação e usarão de quaisquer meios para conseguir seus intentos. Eles sempre terão a vantagem de não terem regras, limites ou compaixão. É uma temeridade e injustiça a atual organização política e social.

Superpopulação


Malthus afirmou, na mesma esteira de Darwin e Francis Galton, o pai da eugenia, que sem “controle externo”, os recursos naturais crescem em progressão aritmética e a população em progressão geométrica e isso leva inexoravelmente à extinção de uma população.
Desde há 3 séculos há uma preocupação e tentativa de controlar o crescimento populacional e de determinar quem deve viver e procriar e quem deve ser eliminado e não ter descendentes. As matanças, com requintados meios de tortura e terror, estão presentes desde então, com bilhões de mortes antinaturais – forçadas.
Todos os povos, culturas e sociedades caminham, literalmente, sobre os cadáveres de seus ancestrais.
Assistimos e sofremos a patética e pavorosa tentativa brutal de, através de mentiras oficiais, eliminar, silenciosamente, sem causar pânico, populações “indesejáveis”. O que já foi tabu declarar, hoje se faz sem nenhum pudor: vamos eliminar 2/3 da população por vários meios! Escolheram e estão tentando envenenar com vacinas, como se essas fossem proteger a população de doenças imaginárias, bilhões de pessoas. Mas, estão usando e logo trarão novidades, em seus métodos de matança sistemática – vai piorar e muito.
Quando o nível de ser, o instinto de vida e a inteligência das pessoas são rebaixados e impedidos de crescer e atuar, o desastre é inevitável. Não se pode, por nenhum meio, “terceirizar”, colocar nas mãos de burocratas, de cientistas, do Estado, a vida!
A vida e todas as suas funções e extensões são naturalmente e instintivamente auto reguladas. O modelo de vida imposto por essa civilização, por outro lado, está baseado em falsos princípios e tira do indivíduo todo o controle de sua vida e funções naturais e internas.
O desastre e fracasso dessa interferência brutal e estúpida na vida, com fins de exploração e controle por grupos de usurpadores e exploradores, está evidente agora e fartamente registrado na história recente.
A regulação, desde o instinto de vida, representado pela autopreservação, da procriação e dos recursos necessários para o sustento das necessidades vitais, não pode ser entregue a outros e na ausência da saudável manifestação do instinto e de toda a inteligência que emana dele.
Ao estabelecer como a base da civilização a filosofia da vida como um fim e não como um meio, os exploradores e escravistas pervertem toda a natureza, o Homem incluso, e produzem as aberrações relativas a superpopulação, como é chamada, e as inevitáveis “soluções” hediondas que imaginam e aplicam sobre as suas vítimas e escravos – nós!
A tecnologia, que é não somente desnecessária, mas também, perversa e antinatural, é o instrumento dos grupos dominantes para controlar, cada vez mais, tudo e, especialmente, a vida em todas as suas funções e manifestações – quem, como, onde, quanto, vai viver ou morrer!
A ligação do homem com a natureza interna e externa foi pervertida, cortada e substituída por coisas espúrias e antinaturais.
Chegamos ao ponto do qual não é possível retornar e os horrores consequentes dos erros continuados e repetidos, se impõem sobre todos. A agonia e o desassossego são compartilhados por todos e, um êxodo, é a única esperança de sobreviver a extinção maquinal, sistemática e pavorosa que já está em curso dos que vivem nas cidades e submetidos ao sistema cruel e artificial dessa civilização.
Sem se dar conta de que não há substituto para a vida, que emana da natureza, e vice-versa e que, sobre elas devemos apoiar nosso sustento e viver, não há esperança de paz e felicidade.

Estão impedindo que você escolha seu representante!

Democracia não prevê pleito entre pessoas de bem e o crime organizado! Os brasileiros estão sendo roubados pelas instituições que deveriam garantir eleições justas e transparentes. Os criminosos falam em resultados imediatos. Quem pediu isso? Pois é aí que eles estão roubando, como um batedor de carteiras que é rápido e comete o crime sem ser visto.

Voto sem materialidade, que possa ser recontado pelo povo, significa que há má intenção de enganar.
Não há nenhum motivo para acreditar no sistema fechado, secreto e imaterial do TSE e seus ministros. Eleição é do povo e deve ser controlada em todas as suas fases pelos cidadãos.
O TSE SEQUESTROU a democracia e impede que você participe do que é seu.
O TSE deve devolver ao cidadão o controle de todo o processo.
O TSE se apossou da única coisa que garantia a escolha honesta e pessoal do cidadão, as eleições.
Isso é crime eleitoral cometido por um grupo organizado e secreto que impede que o cidadão exerça seu DIREITO de ter um voto DIRETO previsto na CONSTITUIÇÃO. As máquinas são intermediários entre você e sua escolha pelo voto e isso, é crime eleitoral. E nessa eleição de 2022 muitos cidadãos foram impedidos de votar e perderam seus votos por máquinas, que são “caixas pretas”, com falhas evidentes e INEGÁVEIS.
A “verdade” imposta por juízes e burocratas não está acima, jamais dos fatos, de provas materiais, do voto na sua forma material. Voto eletrônico não é voto, é ILUSIONISMO.

Os Mecanismos do Sofrimento e sua Solução

Há um antídoto tanto para a exploração das consequências inexoráveis dos desastres e catástrofes, como dos efeitos de um viver contra as leis cósmicas e naturais para cada pessoa.

Os usurpadores, religiosos, aventureiros, reis, o Estado e governantes, entre outros exploradores de ocasião, usam a previsão e as consequências desse viver ignorante e estúpido para dominar e submeter a humanidade e as pessoas.

As pandemias, as catástrofes, o medo, a ignorância, são todos, sem exceção evitáveis em maior e menor grau. Ao estar convencidas de que desgraças em série inexoráveis ocorrerão, as pessoas se submetem aos patifes e espertalhões que se apresentam como profetas, como detentores de poderes de curar, de evitar em parte esses infortúnios.

Esse mecanismo de exploração, de fazer escravos, crentes, religiões e súditos, pode e deve ser completamente quebrado e eliminado. O fato dessa relação promíscua continuar se deve ao desconhecimento e negligência das leis cósmicas e naturais. O ciclo negativo e do mal só pode ser quebrado pela eliminação da ignorância e da paixão. Todas as assim chamadas religiões, governos, “ciência”, e Estado e, o sofrimento real e imaginário são o resultado de desconhecer e de negligenciar a Lei Única, que é Deus.

Como cegos e supersticiosos estúpidos as pessoas estão, desde sempre, prisioneiras desse seu estado indigno e grosseiro de ignorância e paixão.
A conquista da liberdade, da propriedade e da igualdade, ou seja, da justiça, só pode vir pela compreensão.


As assim chamadas pandemias, por exemplo, foram todas, são todas e serão todas o resultado evitável de um viver contra as leis naturais. A Peste Negra que teria dizimado, por séculos 50.000.000, a “gripe espanhola”, que teria matado em poucos anos, 100.000.000 e o jogo perverso atual de pandemias em série, que mantém a humanidade refém dos exploradores e patifes, os quais se apresentam como profetas do Apocalipse e detentores das soluções para as catástrofes presentes atuais e vindouras, sejam elas reais ou forjadas, são fruto da ignorância abjeta do povo e nada além disso. O medo e pavor da morte, do inferno, objeto de exploração pelos falsos profetas e religiosos são o motivo das intermináveis seitas e messias.


A saída única e definitiva para tal condição indigna e desesperadora é o conhecimento e o viver pela Lei. Portanto, a solução é pessoal e interior e não geral e exterior. Tudo que é barganhado, vendido, negociado, oferecido em troca de seguir, de se submeter a um suposto poder de uma autoridade constituída, de um poder sobrenatural qualquer é, não somente falsa, mas criminosa e perversa. Os ciclos intermináveis e inexoráveis de progresso e bonança e de decadência e catástrofes, só podem ser quebrados pelo conhecimento e pelo viver das leis cósmicas e naturais.

Os exploradores da ignorância e do medo só serão definitivamente aniquilados pela compreensão, pela verdade e consciência. Não se pode comprar ou vender nenhuma solução para isso.

O Reino de Lúcifer


Se submeter a essa ordem torcida da civilização é vender a progenitura por um prato de lentilhas. Isso é o que faz a maioria.
A maioria é apenas a massa, o coletivo, do qual podem ascender os melhores, individualmente, através da vontade. Por outro lado, aqueles que sucumbem e são esmagados no processo de coletivização, são a maioria.
A “democracia” é a falácia e a farsa de uma suposta evolução casual, acidental, automática, darwiniana, que jamais ocorreu e jamais ocorrerá – cujo resultado factual são todas as civilizações do passado e do presente que são inexoravelmente aniquiladas no processo cíclico de ascensão e queda. A escolha da maioria estúpida, escolha esta que é imposta à uma minoria que não compartilha dessa escolha, é o princípio da involução e decadência.
Os usurpadores e manipuladores, todos aqueles que governam e fazem parte do Estado, pretendem que agem em nome dessa maioria, para a maioria, para o coletivo e assim, estariam legalmente autorizados a comandar o povo. O povo, imagina que os escolheu e que seus supostos escolhidos fariam o que desejam e isso seria o melhor.
Entretanto, todo esse processo fraudulento se afasta da Lei, daquilo que é voluntário e consciente e contrário a verdadeira evolução. A evolução só pode ser pessoal, consciente e jamais coletiva – não há nada externo que possa fazer o que cada homem pode e deve fazer. O homem foi concebido como um ser capaz de preservar a si mesmo e assim o bem que faz a si mesmo e o mal que evita para si não faz o mal ao outro – o que não quer para si e, ao mesmo tempo, pode fazer o bem para o outro na mesma medida como deseja para si – que são a definição de justiça e de amor. E esse bem tem como fonte a autopreservação. Isso, não pode ser determinado por outro e não pode ser imposto coletivamente ou forçado pela maioria. Os ajustes e ações para o bem e contra o mal só podem ser conscientes e, portanto, individuais. Ninguém fará o bem em nome de todos porque isto é impossível. O bem é sempre voluntário, consciente e pessoal e assim, um exercício dinâmico contínuo. O que é estático e coletivo só pode ser o mal porque é contra a autopreservação e a consciência. Tudo o que é automático, determinado desde o exterior, não é humano, mas do inimigo o qual quer impor sua vontade sobre todos e sonha com um mundo melhor que imagina que pode e deve determinar para todos e sempre. Esse é o desejo de Lúcifer, o anjo caído, e de todos que o servem estupidamente. Lúcifer é o princípio revolucionário, de uma nova ordem definitiva, estática, petrificada e futura. A democracia é o sistema que foi concebido para ocultar o reino do anjo caído como uma melhora à Lei, a Deus.
Ninguém pode servir a Deus, a Lei, automaticamente, inconscientemente e óbvio, seguindo um comando externo, irresponsavelmente, mas imaginando ser a vontade da maioria e registrado em leis de estado. Isso é uma ordem revolucionária que pretende que, num futuro mítico, a perfeição nasça do caos, automaticamente.
O desconhecimento e a vida sem as leis cósmicas e naturais condena o povo a viver sob a tutela das regras sociais. Tudo se resolveria num futuro mítico, sob leis incertas, desconhecidas e por certos eleitos de Deus e do povo. Essa doutrina acredita que o homem é incapaz enquanto que certas instituições e pessoas seriam superiores e a solução para tudo, o que é superstição e a real causa da decadência humana. Assim como as escrituras, que são letra morta, as autoridades constituídas e o “Estado”, são apenas criações humanas. O homem, o indivíduo, está acima de todos eles porque é vivo e criado pela Lei, que é Deus. Nele está, potencialmente, toda a perfeição e bondade. Só o homem pode evoluir e compreender – a ele está reservado o poder de se unir a Deus. Está nele a Lei eterna e invisível, sem começo e sem fim.
Foi Lúcifer quem rejeitou e menosprezou, pela primeira vez o homem, criação divina e habitado pelo espírito. Os homens que imitam Lúcifer, agem como rebeldes, como revolucionários e críticos à obra de Deus.
O homem, como ser auto evolutivo, autopreservador não pode ser forçado a nada, mas a ele ensinada a lei cósmica e natural. É dele que deve e pode emanar a compreensão, a consciência e a vontade. Permitir, submeter-se, entregar sua condição humana a qualquer poder do mundo, incluída doutrina religiosa, ciência, tecnologia, poder político é rejeitar a progenitura divina. A condição humana significa responsabilidade sobre essa condição e, entregar ou barganhar isso a qualquer poder que não o da consciência, é se declarar um escravo e declinar da própria humanidade.
A doutrina que prega que o homem deve obediência a qualquer autoridade constituída, patrão, messias, escritura, porque esses seriam eleitos pela divindade e/ou a “palavra de Deus”, negam a divindade humana e sua criação como imagem e semelhança do Criador. A civilização se afastou tanto da verdade que as pessoas esqueceram de sua origem, do Caminho, de quem são e o que vieram fazer aqui.

As Bases da Vida


De onde vem todos esses seres microscópicos e as máquinas de reparação de DNA, tais como as que os charlatões oficiais chamam de “vírus”?
São todos, sem exceção de origem endógena e vivem algum tempo, curto, fora dos organismos vivos.
Eles não somente convivem com a humanidade e toda a vida na Terra, mas são responsáveis pela manifestação daquilo que chamamos vida e sua manutenção.
Trata-los como inimigos é o retrato da ignorância estupidez e malícia daqueles que posam de doutores, especialistas e cientistas.
Não há vida superior possível sem vírus, bactérias, fungos e seus componentes “atômicos”, as microzimas.
Eles não podem ser destruídos, mas a vida superior, especialmente o Homem, certamente será na tentativa de esterilizar e elimina-los. Vivemos milhões de anos e todo o resto da vida na Terra também, associados e em simbiose com eles. Não podemos, de nenhuma maneira, nos livrar deles, mas devemos compreender a Ordem e as leis que nos ligam aos micróbios.
A grosseria e a ignorância da pseudociência atual é a única ameaça real à vida. Precisamos nos livrar desses monstros, desses inimigos.

O povo está nas mãos de charlatões oficiais

As Leis da Vida e a pseudociência da medicina


Há dez leis que regem a Vida descobertas e comprovadas pela Ciência da Saúde. Três delas demonstram que a atual medicina está apoiada sobre bases falsas.

  1. A Grande Lei da Vida
    Cada unidade de vida é dotada com instinto de autopreservação, sustentada por força inerente no organismo chamada força vital ou força de vida. A capacidade de trabalho de cada partícula é diretamente proporcional a quantidade de energia e inversamente ao grau de sua atividade.
  2. A Lei da Ação
    Sempre que a ação ocorre no organismo, como resultado de influência exterior, a ação deve ser atribuída ao organismo, a coisa viva, que tem o poder de agir e não a coisa morta, cuja principal característica é a inércia.
  3. A Lei do Poder
    O poder empregado e consequentemente expedido em qualquer ação vital (natural) ou, medicinal (artificial) é sempre poder vital, isto é, poder de dentro e não de fora.

A autopreservação é a lei da qual derivam para o homem todos outros ordenamentos para a vida, na saúde, na moral, justiça e relações sociais. Ora, há dois guias involuntários que direcionam as ações para a autopreservação: o prazer e a dor. A sensação de dor, que o adverte por tudo que tende a destruí-lo, impedindo-o de destruir-se, e uma sensação de prazer, que o atrai e o conduz para tudo que tende à sua preservação e ao aprimoramento de sua existência.

Portanto, tudo no organismo contribui positivamente, sempre, para a vida, para o aperfeiçoamento e restauração do equilíbrio. Mesmo quando um homem não conhece e não segue as leis da vida, seu instinto e força vital, de cada unidade viva que compõe seu organismo, trabalha para manter e recuperar a saúde, a harmonia. A capacidade de trabalho do organismo depende de sua energia disponível. É necessário se dar conta que a mesma lei que age a nível inconsciente, instintivo (celular), também se manifesta através das sensações de prazer e dor (físico) e, num grau ainda mais elevado, pelo conhecimento e controle das paixões (psíquico).
Quando um homem é instruído e tem controle sobre suas paixões, a Natureza o serve e tudo nela contribui para a vida. Não há nada na Natureza, portanto, que ameace e fira mas, tudo nela constrói, fortalece e mantém a vida e a saúde.
É falso, portanto, que o homem não tenha instinto de preservação e vários níveis de autopreservação. Ainda, também é igualmente falso que a Natureza seja agressiva e perigosa para a saúde e que a hostilidade e a competição sejam as regras. Isso invalida a tese da medicina, apoiada nas ideias darwinianas de competição e na sobrevivência do mais apto e num universo onde o acaso comanda o destino.
Sobre a segunda lei, da Ação, quem age, sempre e exclusivamente é o organismo sobre o inerte, a coisa morta. O que significa que nenhum produto químico ou biológico artificial jamais age sobre o organismo, mas é sempre o organismo vivo que age sobre o medicamento, a vacina, o soro, expulsando-o e neutralizando sua natureza venenosa e desequilibrada. Mesmo os assim chamados alimentos, eles são passivos em relação as enzimas digestivas e fermentos organizados que os quebram, transformam e absorvem – o que ocorre como regra dentro de nosso organismo durante toda a vida. Isso jamais ocorre com os assim chamados “medicamentos” e “vacinas”, que são venenos e tudo no organismo lutará para elimina-los. Não há, consequentemente, nenhum “poder curativo” nessas coisas – são coisas mortas e venenosas, incompatíveis com a vida, com a fisiologia e biologia humana. A ação e o poder (terceira lei da Vida) são exclusivos do organismo, das células e ainda da mente humana educada e, jamais, de qualquer medicamento.

Todo o fundamento da medicina atual, “científica” é pseudociência, charlatanismo sofisticado e legalizado por um conluio entre o Estado, governantes, interesses financeiros e poder.
Entre as consequências fundamentais dessas leis da vida, devemos entender que nenhum assim chamado medicamento jamais age sobre o organismo, mas é expulso e neutralizado pela ação vital. Aquilo que não é alimento ou água será rejeitado pelo organismo como veneno, como um risco à vida e ao equilíbrio.
Deve-se concluir que ao que chamam “medicina e farmacologia” são pseudociências dedicadas a destruir a saúde e a vida. As suas ações e produtos estão contra as leis naturais e, portanto, interferem na fisiologia impedindo a cura, a qual só pode ser de origem interna.
Nenhum desses venenos pode curar, mas obstrui a ação curativa do organismo suprimindo os sintomas e dando a impressão de “curar” pelo silêncio e inação que são o resultado da exaustão orgânica ao expulsar e destruir esses venenos.

Do que depende a Saúde


O desafio simples é apenas imaginar se aqueles que são carnívoros seriam capazes de diferenciar um assado, um cozido, um embutido de carne de animais dos mesmos se feitos com carne humana! Ou seja, não há nenhuma diferença que mostre o quê é o quê. A vida é toda a mesma e a dor e o sentimento, memória estão em todos os animais, além do homem. O problema é que comer carne é não só desnecessário como custa muito em todos os sentidos. O que quero dizer é que não é um assunto tolo, algo para não se levar em conta e não se questionar. Os costumes, tradições devem ser sim ser TODOS questionados. É uma questão não somente de fatos, de ciência, mas de época, de condições que podem exigir mudanças.
Nada é obra do acaso, acidental, no sentido de ocorrer em detrimento do império das leis cósmicas e naturais. Há ordem e sentido em tudo e a pseudociência atual se apoia no acaso, no acidente, no inexplicável para explicar o universo, a vida e o Homem.
O desastre da suposta peste chinesa e suas consequências sociais, morais e políticas não são acidentais. Mesmo que sejam obra da má inteligência ainda se soma ao “terremoto”, séculos de vida irresponsável e contra a Lei.
A má saúde e como ela é interpretada e tratada pela medicina oficial tem raízes profundas na vida, filosofia e costumes dessa civilização. As consequências disso são o cataclisma pelo que passamos e que parece longe de terminar. A má saúde não é, como todo o resto da vida, produto casual de ataques imprevisíveis de agentes externos, mas de hábitos e ações contra a lei natural que terminam, inexoravelmente em sofrimento e morte.
Pessoas que seguem a lei natural estão livres das assim chamadas “doenças”, ou seja, da má saúde. A palavra maliciosa e incorreta “doença”, denota que seria uma coisa com vontade própria para agredir e destruir o Homem, exatamente como pensam os selvagens, os bárbaros e supersticiosos quando atribuem a má saúde a causas sobrenaturais, fora do controle pessoal, do indivíduo. No caso, a medicina oficial pensa logo em agentes patogênicos que invadiram o nosso organismo e assim causariam as doenças.
Se qualquer pessoa vive à margem da lei da vida, ignorando os princípios que regem a saúde ou os negligenciando para satisfazer seus hábitos e paixões, inexoravelmente adoecerá.
Aquilo que comemos ou deixamos de comer quando, quanto e sob que condições psíquicas e físicas são um fator determinante na saúde, mesmo que não só isso.
Entre as coisas chamadas de “alimentos” há muitas que são impróprias ou mesmo venenos e que essa civilização decadente faz questão de apresentar como adequadas e necessárias.
Além de todos os aditivos, toxinas, conservantes, corantes, emulsificantes e outras drogas químicas insidiosamente contrabandeadas para dentro desses produtos, há um deles especialmente problemático que é responsável por mil problemas ambientais, por fome, por alto custo, pelo desequilíbrio psíquico e pela destruição da saúde que é a alimentação cadavérica.
Com mais de sete bilhões e meio de habitantes, o planeta pode colapsar. A gritaria histérica aponta para todos os problemas, menos para esse. As más consequências desse hábito e vício grosseiro é múltiplo e terrível.
Não é estranho para ninguém que diante de catástrofes onde corpos ficam expostos e apodrecem, há um alto risco de pestes. O ar, o solo e as águas se contaminam e penetram o corpo das pessoas. Imediatamente após a morte, e mesmo em vida, sob certas condições graves de desequilíbrio, há uma alteração de PH que dispara mudanças que terminam na destruição de todo o corpo, mas a morte é apenas aparente. As microzimas, tais como sementes, o que resta após a dissolução total, se colocadas em um meio nutritivo, “voltam a vida” e se regeneram nos conhecidos microrganismos. As assim chamadas carnes de animais mortos estão nesse processo violento de dissolução e, entrar em contato com esses cadáveres já é um risco inegável, enquanto que ingeri-los é introduzir microrganismos, secreções da morte, DNA e todas as energias perturbadas de uma morte brutal e antinatural. Isso resulta em uma perturbação grave no corpo magnético da pessoa que pratica essa perversão e a deixa vulnerável a infestação de energias que se alimentam da morte, da dor. Além disso, os prejuízos diretos de se alimentar de coisas que morreram e tem sua estrutura alterada resulta em doenças graves, cedo ou tarde. O que deve ser observado aqui é que os cadáveres passam por um processo irreversível de destruição totalmente dirigido desde dentro. Não são bactérias e outros microrganismos de fora que aleatoriamente descem sobre os cadáveres para dissolve-los, mas um processo comandado pelos seres microscópicos que já vivem nos organismos e que após a morte se ocupam de retornar os tecidos aos elementos simples. Ora, quem comeria grãos, frutas, raízes e folhas podres? Qual a diferença entre o processo de morte de animais e plantas? Por não ter um sistema nervoso e uma energia que é responsável por manter a unidade funcional do organismo, as plantas não sofrem esse processo de dissolução violento e que torna seus tecidos tóxicos. A fermentação das plantas não tem a ver com a separação de suas partes, mas com o animais esse processo se inicia imediatamente e irreversivelmente. Essas condições estabelecidas nos tecidos dos animais continuam quando seus tecidos são ingeridos de maneira que não somente as consequências tóxicas de sua fermentação pútrida contaminam aquele que ingeriu o tecido, mas características genéticas passarão a fazer parte do que o comeu. Várias alterações se seguem que mudam a natureza exclusiva humana e a mescla com os tecidos dos animais que come, de maneira que interferem nas características naturais da espécie e suas funções. As microzimas, construtoras do DNA, e literalmente imortais, não podem ser, de nenhuma maneira, ingeridas, injetadas, aspiradas, comidas. Se isso ocorre, haverá uma absorção dessas microzimas, que num certo momento podem se mesclar com o receptor e altera-lo.
O teste mais simples a ser feito, em qualquer tempo, é colocar uma criança com fome e isolada, com frutas e animais à disposição. O que ela comeria?