Os Mecanismos do Sofrimento e sua Solução

Há um antídoto tanto para a exploração das consequências inexoráveis dos desastres e catástrofes, como dos efeitos de um viver contra as leis cósmicas e naturais para cada pessoa.

Os usurpadores, religiosos, aventureiros, reis, o Estado e governantes, entre outros exploradores de ocasião, usam a previsão e as consequências desse viver ignorante e estúpido para dominar e submeter a humanidade e as pessoas.

As pandemias, as catástrofes, o medo, a ignorância, são todos, sem exceção evitáveis em maior e menor grau. Ao estar convencidas de que desgraças em série inexoráveis ocorrerão, as pessoas se submetem aos patifes e espertalhões que se apresentam como profetas, como detentores de poderes de curar, de evitar em parte esses infortúnios.

Esse mecanismo de exploração, de fazer escravos, crentes, religiões e súditos, pode e deve ser completamente quebrado e eliminado. O fato dessa relação promíscua continuar se deve ao desconhecimento e negligência das leis cósmicas e naturais. O ciclo negativo e do mal só pode ser quebrado pela eliminação da ignorância e da paixão. Todas as assim chamadas religiões, governos, “ciência”, e Estado e, o sofrimento real e imaginário são o resultado de desconhecer e de negligenciar a Lei Única, que é Deus.

Como cegos e supersticiosos estúpidos as pessoas estão, desde sempre, prisioneiras desse seu estado indigno e grosseiro de ignorância e paixão.
A conquista da liberdade, da propriedade e da igualdade, ou seja, da justiça, só pode vir pela compreensão.


As assim chamadas pandemias, por exemplo, foram todas, são todas e serão todas o resultado evitável de um viver contra as leis naturais. A Peste Negra que teria dizimado, por séculos 50.000.000, a “gripe espanhola”, que teria matado em poucos anos, 100.000.000 e o jogo perverso atual de pandemias em série, que mantém a humanidade refém dos exploradores e patifes, os quais se apresentam como profetas do Apocalipse e detentores das soluções para as catástrofes presentes atuais e vindouras, sejam elas reais ou forjadas, são fruto da ignorância abjeta do povo e nada além disso. O medo e pavor da morte, do inferno, objeto de exploração pelos falsos profetas e religiosos são o motivo das intermináveis seitas e messias.


A saída única e definitiva para tal condição indigna e desesperadora é o conhecimento e o viver pela Lei. Portanto, a solução é pessoal e interior e não geral e exterior. Tudo que é barganhado, vendido, negociado, oferecido em troca de seguir, de se submeter a um suposto poder de uma autoridade constituída, de um poder sobrenatural qualquer é, não somente falsa, mas criminosa e perversa. Os ciclos intermináveis e inexoráveis de progresso e bonança e de decadência e catástrofes, só podem ser quebrados pelo conhecimento e pelo viver das leis cósmicas e naturais.

Os exploradores da ignorância e do medo só serão definitivamente aniquilados pela compreensão, pela verdade e consciência. Não se pode comprar ou vender nenhuma solução para isso.

O Reino de Lúcifer


Se submeter a essa ordem torcida da civilização é vender a progenitura por um prato de lentilhas. Isso é o que faz a maioria.
A maioria é apenas a massa, o coletivo, do qual podem ascender os melhores, individualmente, através da vontade. Por outro lado, aqueles que sucumbem e são esmagados no processo de coletivização, são a maioria.
A “democracia” é a falácia e a farsa de uma suposta evolução casual, acidental, automática, darwiniana, que jamais ocorreu e jamais ocorrerá – cujo resultado factual são todas as civilizações do passado e do presente que são inexoravelmente aniquiladas no processo cíclico de ascensão e queda. A escolha da maioria estúpida, escolha esta que é imposta à uma minoria que não compartilha dessa escolha, é o princípio da involução e decadência.
Os usurpadores e manipuladores, todos aqueles que governam e fazem parte do Estado, pretendem que agem em nome dessa maioria, para a maioria, para o coletivo e assim, estariam legalmente autorizados a comandar o povo. O povo, imagina que os escolheu e que seus supostos escolhidos fariam o que desejam e isso seria o melhor.
Entretanto, todo esse processo fraudulento se afasta da Lei, daquilo que é voluntário e consciente e contrário a verdadeira evolução. A evolução só pode ser pessoal, consciente e jamais coletiva – não há nada externo que possa fazer o que cada homem pode e deve fazer. O homem foi concebido como um ser capaz de preservar a si mesmo e assim o bem que faz a si mesmo e o mal que evita para si não faz o mal ao outro – o que não quer para si e, ao mesmo tempo, pode fazer o bem para o outro na mesma medida como deseja para si – que são a definição de justiça e de amor. E esse bem tem como fonte a autopreservação. Isso, não pode ser determinado por outro e não pode ser imposto coletivamente ou forçado pela maioria. Os ajustes e ações para o bem e contra o mal só podem ser conscientes e, portanto, individuais. Ninguém fará o bem em nome de todos porque isto é impossível. O bem é sempre voluntário, consciente e pessoal e assim, um exercício dinâmico contínuo. O que é estático e coletivo só pode ser o mal porque é contra a autopreservação e a consciência. Tudo o que é automático, determinado desde o exterior, não é humano, mas do inimigo o qual quer impor sua vontade sobre todos e sonha com um mundo melhor que imagina que pode e deve determinar para todos e sempre. Esse é o desejo de Lúcifer, o anjo caído, e de todos que o servem estupidamente. Lúcifer é o princípio revolucionário, de uma nova ordem definitiva, estática, petrificada e futura. A democracia é o sistema que foi concebido para ocultar o reino do anjo caído como uma melhora à Lei, a Deus.
Ninguém pode servir a Deus, a Lei, automaticamente, inconscientemente e óbvio, seguindo um comando externo, irresponsavelmente, mas imaginando ser a vontade da maioria e registrado em leis de estado. Isso é uma ordem revolucionária que pretende que, num futuro mítico, a perfeição nasça do caos, automaticamente.
O desconhecimento e a vida sem as leis cósmicas e naturais condena o povo a viver sob a tutela das regras sociais. Tudo se resolveria num futuro mítico, sob leis incertas, desconhecidas e por certos eleitos de Deus e do povo. Essa doutrina acredita que o homem é incapaz enquanto que certas instituições e pessoas seriam superiores e a solução para tudo, o que é superstição e a real causa da decadência humana. Assim como as escrituras, que são letra morta, as autoridades constituídas e o “Estado”, são apenas criações humanas. O homem, o indivíduo, está acima de todos eles porque é vivo e criado pela Lei, que é Deus. Nele está, potencialmente, toda a perfeição e bondade. Só o homem pode evoluir e compreender – a ele está reservado o poder de se unir a Deus. Está nele a Lei eterna e invisível, sem começo e sem fim.
Foi Lúcifer quem rejeitou e menosprezou, pela primeira vez o homem, criação divina e habitado pelo espírito. Os homens que imitam Lúcifer, agem como rebeldes, como revolucionários e críticos à obra de Deus.
O homem, como ser auto evolutivo, autopreservador não pode ser forçado a nada, mas a ele ensinada a lei cósmica e natural. É dele que deve e pode emanar a compreensão, a consciência e a vontade. Permitir, submeter-se, entregar sua condição humana a qualquer poder do mundo, incluída doutrina religiosa, ciência, tecnologia, poder político é rejeitar a progenitura divina. A condição humana significa responsabilidade sobre essa condição e, entregar ou barganhar isso a qualquer poder que não o da consciência, é se declarar um escravo e declinar da própria humanidade.
A doutrina que prega que o homem deve obediência a qualquer autoridade constituída, patrão, messias, escritura, porque esses seriam eleitos pela divindade e/ou a “palavra de Deus”, negam a divindade humana e sua criação como imagem e semelhança do Criador. A civilização se afastou tanto da verdade que as pessoas esqueceram de sua origem, do Caminho, de quem são e o que vieram fazer aqui.

As Bases da Vida


De onde vem todos esses seres microscópicos e as máquinas de reparação de DNA, tais como as que os charlatões oficiais chamam de “vírus”?
São todos, sem exceção de origem endógena e vivem algum tempo, curto, fora dos organismos vivos.
Eles não somente convivem com a humanidade e toda a vida na Terra, mas são responsáveis pela manifestação daquilo que chamamos vida e sua manutenção.
Trata-los como inimigos é o retrato da ignorância estupidez e malícia daqueles que posam de doutores, especialistas e cientistas.
Não há vida superior possível sem vírus, bactérias, fungos e seus componentes “atômicos”, as microzimas.
Eles não podem ser destruídos, mas a vida superior, especialmente o Homem, certamente será na tentativa de esterilizar e elimina-los. Vivemos milhões de anos e todo o resto da vida na Terra também, associados e em simbiose com eles. Não podemos, de nenhuma maneira, nos livrar deles, mas devemos compreender a Ordem e as leis que nos ligam aos micróbios.
A grosseria e a ignorância da pseudociência atual é a única ameaça real à vida. Precisamos nos livrar desses monstros, desses inimigos.

O povo está nas mãos de charlatões oficiais

As Leis da Vida e a pseudociência da medicina


Há dez leis que regem a Vida descobertas e comprovadas pela Ciência da Saúde. Três delas demonstram que a atual medicina está apoiada sobre bases falsas.

  1. A Grande Lei da Vida
    Cada unidade de vida é dotada com instinto de autopreservação, sustentada por força inerente no organismo chamada força vital ou força de vida. A capacidade de trabalho de cada partícula é diretamente proporcional a quantidade de energia e inversamente ao grau de sua atividade.
  2. A Lei da Ação
    Sempre que a ação ocorre no organismo, como resultado de influência exterior, a ação deve ser atribuída ao organismo, a coisa viva, que tem o poder de agir e não a coisa morta, cuja principal característica é a inércia.
  3. A Lei do Poder
    O poder empregado e consequentemente expedido em qualquer ação vital (natural) ou, medicinal (artificial) é sempre poder vital, isto é, poder de dentro e não de fora.

A autopreservação é a lei da qual derivam para o homem todos outros ordenamentos para a vida, na saúde, na moral, justiça e relações sociais. Ora, há dois guias involuntários que direcionam as ações para a autopreservação: o prazer e a dor. A sensação de dor, que o adverte por tudo que tende a destruí-lo, impedindo-o de destruir-se, e uma sensação de prazer, que o atrai e o conduz para tudo que tende à sua preservação e ao aprimoramento de sua existência.

Portanto, tudo no organismo contribui positivamente, sempre, para a vida, para o aperfeiçoamento e restauração do equilíbrio. Mesmo quando um homem não conhece e não segue as leis da vida, seu instinto e força vital, de cada unidade viva que compõe seu organismo, trabalha para manter e recuperar a saúde, a harmonia. A capacidade de trabalho do organismo depende de sua energia disponível. É necessário se dar conta que a mesma lei que age a nível inconsciente, instintivo (celular), também se manifesta através das sensações de prazer e dor (físico) e, num grau ainda mais elevado, pelo conhecimento e controle das paixões (psíquico).
Quando um homem é instruído e tem controle sobre suas paixões, a Natureza o serve e tudo nela contribui para a vida. Não há nada na Natureza, portanto, que ameace e fira mas, tudo nela constrói, fortalece e mantém a vida e a saúde.
É falso, portanto, que o homem não tenha instinto de preservação e vários níveis de autopreservação. Ainda, também é igualmente falso que a Natureza seja agressiva e perigosa para a saúde e que a hostilidade e a competição sejam as regras. Isso invalida a tese da medicina, apoiada nas ideias darwinianas de competição e na sobrevivência do mais apto e num universo onde o acaso comanda o destino.
Sobre a segunda lei, da Ação, quem age, sempre e exclusivamente é o organismo sobre o inerte, a coisa morta. O que significa que nenhum produto químico ou biológico artificial jamais age sobre o organismo, mas é sempre o organismo vivo que age sobre o medicamento, a vacina, o soro, expulsando-o e neutralizando sua natureza venenosa e desequilibrada. Mesmo os assim chamados alimentos, eles são passivos em relação as enzimas digestivas e fermentos organizados que os quebram, transformam e absorvem – o que ocorre como regra dentro de nosso organismo durante toda a vida. Isso jamais ocorre com os assim chamados “medicamentos” e “vacinas”, que são venenos e tudo no organismo lutará para elimina-los. Não há, consequentemente, nenhum “poder curativo” nessas coisas – são coisas mortas e venenosas, incompatíveis com a vida, com a fisiologia e biologia humana. A ação e o poder (terceira lei da Vida) são exclusivos do organismo, das células e ainda da mente humana educada e, jamais, de qualquer medicamento.

Todo o fundamento da medicina atual, “científica” é pseudociência, charlatanismo sofisticado e legalizado por um conluio entre o Estado, governantes, interesses financeiros e poder.
Entre as consequências fundamentais dessas leis da vida, devemos entender que nenhum assim chamado medicamento jamais age sobre o organismo, mas é expulso e neutralizado pela ação vital. Aquilo que não é alimento ou água será rejeitado pelo organismo como veneno, como um risco à vida e ao equilíbrio.
Deve-se concluir que ao que chamam “medicina e farmacologia” são pseudociências dedicadas a destruir a saúde e a vida. As suas ações e produtos estão contra as leis naturais e, portanto, interferem na fisiologia impedindo a cura, a qual só pode ser de origem interna.
Nenhum desses venenos pode curar, mas obstrui a ação curativa do organismo suprimindo os sintomas e dando a impressão de “curar” pelo silêncio e inação que são o resultado da exaustão orgânica ao expulsar e destruir esses venenos.

Do que depende a Saúde


O desafio simples é apenas imaginar se aqueles que são carnívoros seriam capazes de diferenciar um assado, um cozido, um embutido de carne de animais dos mesmos se feitos com carne humana! Ou seja, não há nenhuma diferença que mostre o quê é o quê. A vida é toda a mesma e a dor e o sentimento, memória estão em todos os animais, além do homem. O problema é que comer carne é não só desnecessário como custa muito em todos os sentidos. O que quero dizer é que não é um assunto tolo, algo para não se levar em conta e não se questionar. Os costumes, tradições devem ser sim ser TODOS questionados. É uma questão não somente de fatos, de ciência, mas de época, de condições que podem exigir mudanças.
Nada é obra do acaso, acidental, no sentido de ocorrer em detrimento do império das leis cósmicas e naturais. Há ordem e sentido em tudo e a pseudociência atual se apoia no acaso, no acidente, no inexplicável para explicar o universo, a vida e o Homem.
O desastre da suposta peste chinesa e suas consequências sociais, morais e políticas não são acidentais. Mesmo que sejam obra da má inteligência ainda se soma ao “terremoto”, séculos de vida irresponsável e contra a Lei.
A má saúde e como ela é interpretada e tratada pela medicina oficial tem raízes profundas na vida, filosofia e costumes dessa civilização. As consequências disso são o cataclisma pelo que passamos e que parece longe de terminar. A má saúde não é, como todo o resto da vida, produto casual de ataques imprevisíveis de agentes externos, mas de hábitos e ações contra a lei natural que terminam, inexoravelmente em sofrimento e morte.
Pessoas que seguem a lei natural estão livres das assim chamadas “doenças”, ou seja, da má saúde. A palavra maliciosa e incorreta “doença”, denota que seria uma coisa com vontade própria para agredir e destruir o Homem, exatamente como pensam os selvagens, os bárbaros e supersticiosos quando atribuem a má saúde a causas sobrenaturais, fora do controle pessoal, do indivíduo. No caso, a medicina oficial pensa logo em agentes patogênicos que invadiram o nosso organismo e assim causariam as doenças.
Se qualquer pessoa vive à margem da lei da vida, ignorando os princípios que regem a saúde ou os negligenciando para satisfazer seus hábitos e paixões, inexoravelmente adoecerá.
Aquilo que comemos ou deixamos de comer quando, quanto e sob que condições psíquicas e físicas são um fator determinante na saúde, mesmo que não só isso.
Entre as coisas chamadas de “alimentos” há muitas que são impróprias ou mesmo venenos e que essa civilização decadente faz questão de apresentar como adequadas e necessárias.
Além de todos os aditivos, toxinas, conservantes, corantes, emulsificantes e outras drogas químicas insidiosamente contrabandeadas para dentro desses produtos, há um deles especialmente problemático que é responsável por mil problemas ambientais, por fome, por alto custo, pelo desequilíbrio psíquico e pela destruição da saúde que é a alimentação cadavérica.
Com mais de sete bilhões e meio de habitantes, o planeta pode colapsar. A gritaria histérica aponta para todos os problemas, menos para esse. As más consequências desse hábito e vício grosseiro é múltiplo e terrível.
Não é estranho para ninguém que diante de catástrofes onde corpos ficam expostos e apodrecem, há um alto risco de pestes. O ar, o solo e as águas se contaminam e penetram o corpo das pessoas. Imediatamente após a morte, e mesmo em vida, sob certas condições graves de desequilíbrio, há uma alteração de PH que dispara mudanças que terminam na destruição de todo o corpo, mas a morte é apenas aparente. As microzimas, tais como sementes, o que resta após a dissolução total, se colocadas em um meio nutritivo, “voltam a vida” e se regeneram nos conhecidos microrganismos. As assim chamadas carnes de animais mortos estão nesse processo violento de dissolução e, entrar em contato com esses cadáveres já é um risco inegável, enquanto que ingeri-los é introduzir microrganismos, secreções da morte, DNA e todas as energias perturbadas de uma morte brutal e antinatural. Isso resulta em uma perturbação grave no corpo magnético da pessoa que pratica essa perversão e a deixa vulnerável a infestação de energias que se alimentam da morte, da dor. Além disso, os prejuízos diretos de se alimentar de coisas que morreram e tem sua estrutura alterada resulta em doenças graves, cedo ou tarde. O que deve ser observado aqui é que os cadáveres passam por um processo irreversível de destruição totalmente dirigido desde dentro. Não são bactérias e outros microrganismos de fora que aleatoriamente descem sobre os cadáveres para dissolve-los, mas um processo comandado pelos seres microscópicos que já vivem nos organismos e que após a morte se ocupam de retornar os tecidos aos elementos simples. Ora, quem comeria grãos, frutas, raízes e folhas podres? Qual a diferença entre o processo de morte de animais e plantas? Por não ter um sistema nervoso e uma energia que é responsável por manter a unidade funcional do organismo, as plantas não sofrem esse processo de dissolução violento e que torna seus tecidos tóxicos. A fermentação das plantas não tem a ver com a separação de suas partes, mas com o animais esse processo se inicia imediatamente e irreversivelmente. Essas condições estabelecidas nos tecidos dos animais continuam quando seus tecidos são ingeridos de maneira que não somente as consequências tóxicas de sua fermentação pútrida contaminam aquele que ingeriu o tecido, mas características genéticas passarão a fazer parte do que o comeu. Várias alterações se seguem que mudam a natureza exclusiva humana e a mescla com os tecidos dos animais que come, de maneira que interferem nas características naturais da espécie e suas funções. As microzimas, construtoras do DNA, e literalmente imortais, não podem ser, de nenhuma maneira, ingeridas, injetadas, aspiradas, comidas. Se isso ocorre, haverá uma absorção dessas microzimas, que num certo momento podem se mesclar com o receptor e altera-lo.
O teste mais simples a ser feito, em qualquer tempo, é colocar uma criança com fome e isolada, com frutas e animais à disposição. O que ela comeria?

A Vida como um Fim e a Vida como um Meio


Se e quando a vida é tomada como um fim, daí decorrem toda uma sequência de efeitos contrários àqueles quando a vida é tomada como um meio para um fim maior.
Essa civilização ensina e se apoia na premissa de que a vida é um fim em si mesma e, que, portanto, deve-se buscar por resultados a qualquer custo – ou seja, as pessoas procuram por recompensas, lucro, vencer.
Entre as consequências dessa filosofia está, necessariamente, tomar a vida como uma luta pela sobrevivência e, mais, estar continuamente competindo, buscando a vitória sobre os outros.
A busca constante por resultados é uma condenação a submeter-se a intermináveis situações de estresse, medo, violência, angústia, raiva, escravidão e submissão, exaustão. Isso é visto pela maioria como normal e necessário para sobreviver e vencer. Eles não se dão conta de que isso é um sonho ruim, sem nenhum resultado real porque não vão a parte alguma – tudo se repete, tudo flui e reflui, tudo melhora e piora, num ciclo interminável.
Passam a vida ocupados com o passado e com imaginação e eles mesmos, esquecidos. Não entendem que a vida é Trabalho, ou seja, um meio para um fim maior: a sua evolução interior. Acreditar e estar mesmerizado por todo esse espetáculo artificial e inútil é se perder, é perder a oportunidade de crescer, de despertar.
Toda a parafernália criada pela civilização, sem exceção, é desnecessária, inútil e contrária a tomar a vida como trabalho, como um meio para um fim. Dessa vida não teremos nada e não levaremos nada porque ela não é um fim em si mesma, mas um meio e é necessário compreender isso, completamente. Os sucessos, fracassos, frustrações e sonhos acontecem, apenas, e devem ser usados e não dominar-nos.
A sociedade, a cultura e todo o teatro que nos chega não pode ser tomado como ‘a realidade’, mas como uma ocasião necessária da qual aprendemos e, no caso, sobre nós.
Não estamos prontos, não somos obras acabadas, devemos nós mesmos trabalhar para nos construir. O que pior pode acontecer é acreditar na vida e nas coisas que nos contam ser importantes e que devemos fazer e conquistar – isso é coisa infantil, contos de fadas.
O Caminho é para dentro e não para fora!
Alguns podem acordar já velhos e se dar conta de que a vida passou e nada aconteceu e tudo é uma repetição como é para todos contemporâneos e como foi para seus ancestrais, também.
Ao que devemos renunciar, o que devemos sacrificar?
Despertem!

O Amor de si

Por que amar a si mesmo?
Para começar, o que é amar-se? Essa é uma questão muito negligenciada e com graves consequências. Ninguém erra se diz que amar é querer o bem – e isto, no caso, começa com o preservar-se. É bem fácil compreender que a Natureza nos dotou com instinto de autopreservação. Em pessoas normais e saudáveis, submetidas a um ambiente natural esse instinto está ativo, fortalecido e funcional, ou seja, qualquer pessoa está em condições de preservar-se a si mesma e daí, a socializar e a defender seus membros, igualmente. Qualquer alteração nesse instinto primário significa um risco de extinção pessoal e coletiva.
A atual civilização tem por meta destruir completamente a base orgânica e psíquica que dá suporte a autopreservação. A pseudociência por um lado e sua associada, a religião, por outro. Na medida em que se retira da pessoa a obrigação de preservar-se e mais, ela lhe é impedida, seu organismo, com todas as suas funções, serão alteradas e todos se tornarão dependentes, submissos ao sistema que promete soluções e comanda a sociedade.
As ideias, as narrativas de gostar de si, de se amar são, geralmente, meras palavras sem significado real. Quem se prejudica, que não conhece suas reais necessidades, funções e lugar no mundo, está apenas imaginando e se iludindo com frases feitas que servem para fins de sugestionar.
O ponto aqui é que não há nada externo que seja um guia seguro na preservação. Somente o instinto de vida pode dar, a cada um, a direção correta. Como toda a doutrina biológica e social atual foi construída sobre falsas premissas – a da competição, da sobrevivência do mais forte e apto, se passou a acreditar que para viver, o vizinho deve ser aniquilado, subjugado, dominado.

Na verdade, a vida, toda ela, está apoiada e depende da cooperação, da harmonia e equilíbrio. Esse estado artificial permanente de guerra, de vencer o outro, por outro lado, nada tem a ver com o amor de si, com a autopreservação. De fato, ele o impede e altera todo o ambiente que o permite. A vida foi tão profundamente alterada que o seu fundamento se perdeu e coisas artificiais e pervertidas lhe substituíram. Ou seja, o homem comum não tem mais as bases reais sobre as quais apoiar sua vida e se deixa conduzir pelos inimigos travestidos de amigos.
A não ser por um período de menos de duas décadas, os humanos estão sob a tutela de seus pais. Depois, seu instinto e experiência os levam a assumir o controle total de suas vidas. Isso é absolutamente necessário. Sua moral, seus sentimentos, sua inteligência se desenvolvem exclusivamente por esse viver desde dentro, de seus instintos e educação paternal. Ele então, compreende seus instintos, suas funções, seu lugar no mundo e seu objetivo. É claro e óbvio, que pais neuróticos e incapazes, impedirão o desenvolvimento natural e necessário de seus filhos – e assim é com a maioria.
Se constituir indivíduo é ser único e isso exige amar-se. É esse o amor que, exclusivamente, pode ser estendido aos outros. Quem não se ama, verdadeiramente, não faz o bem para si e não fará para ninguém.
A vida como uma luta pela sobrevivência, como uma competição e guerra a tudo e a todos é um sinal inequívoco da degradação da civilização.
Se deixar conduzir por outros é fatal, é contra a saúde, a vida, a evolução. Conviver, viver em sociedade só é possível em e com pessoas normais, autônomas. Entretanto, as regras e hierarquias artificiais são contrárias à vida e constroem ódio, medo, desconfiança, fraqueza e violência. Toda a associação deve ser voluntária, consciente e, portanto, uma decisão pessoal. Forçar a convivência e as relações destrói completamente o humano. É evidente que as relações humanas por pessoas incompletas e neuróticas são inteiramente falsas e muito perigosas.
Tudo isso apenas toca um tema complexo e fundamental, para dizer que uma pessoa só pode amar o próximo na medida em que ama a si mesmo. Não há outro caminho!

A Conspiração


Todas as assim chamadas “vacinas” são tóxicas, jamais foram comprovadas cientificamente e contém elementos biológicos de animais (DNA) e, agora, moléculas e nanotecnologia com propósitos estranhos a saúde e ao bem estar humano.
É necessário se dar conta que todos os produtos industrializados e mesmo o ar será contaminado, propositalmente, para o controle populacional e mental dos atuais escravos humanos.
Não há nenhum limite ou qualquer benevolência dos poderosos, governos e Estados para com as pessoas. Eles veem os povos como coisas a serem usadas e descartadas.
Todos os produtos médicos, sem exceção, se tornaram suspeitos de ter propósitos alheios a sua indicação e à saúde – são armas biológicas. Não há qualquer credibilidade e segurança nesses supostos medicamentos. Mas, igualmente, não há também para os produtos alimentícios, água e ar.
Ficou comprovado, nessa pandemia fraudulenta, que os responsáveis pela saúde são incapazes de defender a população e pior, se mostraram a maior ameaça à vida e à saúde. Depender do sistema, em qualquer nível, é uma terrível condenação. A dependência do Estado para tudo é temerário e escravidão.
Os Estados, submissos ao real governo mundial da ONU, perderam toda autonomia. Obedecem as ordens e os protocolos alienígenas, mesmo contra seu povo, para servir a interesses ocultos.
Se deixar testar, injetar, marcar, conduzir, proibir, tem todas as consequências negativas e nenhuma positiva. É inegável que injetar substâncias tóxicas, venenosas e DNA animal diretamente na corrente sanguínea é sofrer uma transformação definitiva para um destino estranho a natureza. Não há como desfazer e salvar-se das consequências disso, seja elas quais forem. O certo é que alteram definitivamente a natureza humana, no mínimo.

A Evolução e o Caminho


O Homem não pode chegar a Deus e/ou caminhar na direção do bem e da verdade, evoluir, senão através as forças e poderes que o envolvem – aqueles do cosmos e do planeta. Ele precisa entrar no Mar Eterno onde se encontra a Árvore da Vida.


As pessoas passam a vida ocupadas com quimeras, com uma busca tola e infantil de prestigio, de prazer, de bens materiais e para isso, vivem angustiadas, perturbadas, envolvidas com o falso e afastadas da realidade e do propósito para o qual foram criadas.


De fato, não há nenhuma fé nelas: a crença no Bem. Elas não acreditam que o Criador, a Lei, lhes deu por herança tudo o que precisam para evoluir, compreender e ser felizes.
Se as pessoas passam a vida ocupadas com o falso, jamais conhecerão a verdade. As forças e poderes visíveis e invisíveis, o anjos do dia e da noite esperam por eles, mas precisam ser contatados, procurados e reverenciados, permanentemente. E, para a união com os poderes da Mãe, a Terra e do Pai Celestial, não se pode chegar com vestimenta inadequada, mas vestido para as bodas, puro e preparado adequadamente.


Conhecer e participar das forças criativas, que mantém e restauram o universo, como filhos de Deus, exige uma preparação e sacrifício. É ingênuo e pretensioso sonhar com o céu se não se conquistou a terra. Se você não foi capaz de seguir as simples leis naturais espera seguir as leis superiores do céu?


O Caminho é para ser percorrido, o que só pode ser feito, pessoalmente. Todas as doutrinas que pregam uma solução coletiva de salvação, ou seja, de um avatar, de um profeta e enviado, que salva a todos que acreditam e com isso, contornam a necessidade de compreender, de seguir o Caminho se desenvolvendo, são falsas e fraudes perniciosas para impedir o acesso ao real conhecimento.


Ninguém pode fazer aquilo que só você deve e pode fazer, ou seja, compreender e praticar a Lei. Comungar e participar dos poderes da terra e do céu, que são as heranças legitimas a serem acessadas, voluntariamente, está ausente nas religiões e na ciência.


A consequência mais importante disso é que aqueles que não percorrem o caminho não podem compreender, não tem acesso aos poderes e apenas sonham e imaginam coisas, não as experimentam porque isso implica em uma transformação, uma auto evolução que, por sua condição e desinteresse, não aconteceu.


Nada que signifique uma conquista social, política, científica, religiosa, acessível a todos, é real. Esses são obstáculos à evolução porque são desvios, ilusões que acabam por substituir um desenvolvimento que depende do Caminho único e não pode ser compartilhado, é pessoal e só será encontrado e percorrido pela vontade, conscientemente.