Sacrifícios e Superstição

Os sacrifícios, sempre ligados as pseudo-religiões e a superstição funcionam, na prática, como os remédios na atual pseudociência da medicina. São enganos, paliativos e ajustes para forçar o organismo a trabalhar contra a natureza. Aqui, como lá não se fala em parar de pecar, em mudar a mente, em compreender ou em parar de agir contra o organismo ou aquilo que provoca a doença, mas nos dois casos em achar uma saída ilícita, criminosa, enganadora, sacrificando o inocente para salvar a todos os pecadores ou impedindo a reação do corpo contra as injúrias através de remédios, vacinas ou outras barbáries.
Note-se que é sempre uma ação externa, de outro, através de um elemento mágico, misterioso, cujo mecanismo só os iniciados (médicos, especialistas ou sacerdotes) compreendem e aplicam. E essas ações são coletivas, são aplicáveis a todos igualmente e significam que o pecador e o doente podem comprar, receber ou ter direito a salvação se acreditam e se submetem as regras, que nada têm a ver com mudar e parar de cometer os erros. Dá para entender o que isso significa, os desdobramentos de acreditar nos doutores e/ou nos religiosos (dogmas, doutrinas e religiões) antes que em si mesmo e na lei que rege a vida? Mistificação, controle e sobretudo impedimento para a auto cura e auto salvação. A raiz do mal está na crença estúpida e tem origem na religião, alimentada pelo medo e pela culpa. O preço que se paga por se submeter e acreditar nessas fábulas “científicas” ou místicas é esmagadora.

Escravos Voluntários!

Todos os assim chamados cidadãos não passam de escravos do Estado.


Ser cidadão é sinônimo de ser escravo, de imaginar ter direitos que não tem e que podem ser retirados por aqueles que, supostamente, seriam servidores do povo.
O que as pessoas não entendem? Que são dependentes para tudo, da sociedade, do país, dos governantes, do Estado. Ou seja, não têm nenhuma autonomia, não são independentes, não conseguem viver por eles mesmos e são eternos devedores e sua divida pode aumentar conforme o sistema determina.
Autonomia e sustentabilidade total é a condição inicial necessária, mesmo que não suficiente, para determinar os próprios caminhos e não ser dominado, controlado, chantageado, agredido pelo sistema vigente.
A ideia estúpida das pessoas alienadas é que o que chamam de “governo”, de estado, de constituição, seria para o seu bem e segurança e uma garantia de acesso a alimentos, bem estar, de saúde, de ambiente amigável para exercer sua profissão, ter família, criar filhos e gozar de liberdade, igualdade e propriedade.
Ora, isso é um sonho tolo, uma ilusão, um engano e um estado hipnótico alimentado por mil e um meios de propaganda, de distração, de promessas vazias. Os fatos brutais atuais são a evidência inegável do estado miserável de escravidão abjeta e indigna da humanidade que se vendeu por promessas, por falsos valores e rejeitou a Lei, o Criador.
Nada de real, verdadeiro e bom pode vir, jamais dessa “coisa” perversa e má que as pessoas esperam tudo. Nenhuma reforma, nenhum novo regime, governante, constituição será uma melhora. Não há como acrescentar ao que tem uma origem e principio mau, como uma árvore venenosa produz somente frutos mortais e jamais coisas boas.
Aqueles que começam a despertar precisam se levantar e se reunir com seus irmãos e criar ambientes saudáveis, humanos onde terão real segurança, paz, liberdade e total autonomia e sustentabilidade para comer beber e viver sem nenhuma interferência do Estado. Um Êxodo é urgente e o tempo para esse movimento está terminando. Acordem!

As Raízes da Escravidão


Quando se aceita um suborno, se é seduzido, compactua, financia, se associa com criminosos, com exploradores, com aqueles que se beneficiam com a escravidão, não há que esperar outra coisa senão os horrores da dominação, da miséria, da violência.
O pacote da “civilização”, com todas as suas maravilhas tecnológicas, facilidades, bens materiais, prazeres, ócio, garantias e promessas de segurança, de bem estar e saúde através de medicamentos, vacinas e hospitais, não é gratuito e, certamente, tem um custo não declarado em ilusão, engano, frustração, sofrimento, escravidão, trabalho forçado, desassossego absoluto e nenhum benefício real, mas muitas promessas e propaganda.
A atual ditadura sanitária global, que não tem tempo para acabar e está cada vez mais agressiva e restritiva é a consequência inexorável dessa associação com o mal e a irresponsabilidade de entregar a própria vida nas mãos de uma burocracia, do Estado, de governantes e exploradores.
De fato, não há nenhuma saída, nenhuma esperança em melhora, em liberdade, em paz, ao insistir em manter qualquer relação com aqueles que nos escravizam. O sistema foi pensado para a escravidão! Nada daquilo que chamam “democracia”, “república”, país, nação é uma garantia de vida natural, de paz, de liberdade, mas exatamente o contrário – de horror e terror com um verniz de progresso, de vida boa. Os exemplos de conquistas são pura propaganda enganosa – as pessoas são infelizes, doentes, perturbadas, preocupadas, e sempre sob ameaça.
A atual condição de pavor, de enfermidade, de desvitalização é uma consequência direta e incontornável do modo de vida contra as leis cósmicas e naturais. Esse é o resultado de ceder à sedução do mal, do vício, do pecado, da loucura. Sua vida miserável tem causa e ela está no sistema no qual você acredita e compactua. E, de nenhuma maneira seria solução combater isso para substituir por outra coisa semelhante ou abandonar os bons e justos propósitos.
A saída existe, mas tem preço e prazo. As cidades são tumores malignos que lhe sugam toda a força de vida. Não há nada real ou bom nelas. Um Êxodo é a salvação. É preciso repensar a vida em bases reais e corretas. A Natureza e suas regras são o ponto de partida, mas há muito mais.

Falo Contigo; Aquieta-te; Conhece que Eu sou Deus


Procuramos no mundo o que já está dentro.
Deus está dentro, Deus é espírito
A verdade não está na Terra
A vontade de Deus não se cumpre na Terra, no mundo captado pelos sentidos.
Eu e o Pai somos Um!
Aquilo que nossos sentidos limitados captam e a mente simples, digital orgânica, construída sobre essas impressões, representam o mundo das aparências, um mundo pseudo.


O corpo físico é um suporte, uma matriz onde corpos mais sutis e perfeitos podem crescer. Não podemos ir muito longe com o nosso corpo físico, mesmo que ele seja uma dádiva e um meio necessário para a aquisição de um segundo corpo, para o renascimento.
Há regras estritas, uma ordem de leis limitantes e difíceis, que correspondem a esse corpo denso. Temos leis, mandamentos, regras pré-estabelecidas que, conhecidas e seguidas, são o primeiro passo no caminho para a evolução possível a cada um de nós nessa vida, aqui e agora. Não se pode “criar ou inventar”, ou pior, tentar escapar ou trapacear sobre isso.


A primeira prova se refere a essa condição, a esse estado, a essas limitações naturalmente estabelecidas pelo mundo físico. É sobre essas condições que, observadas, podemos crescer e superar essa limitação.
O fato é que, sem ajuda, sem um ensinamento superior, não podemos despertar e evoluir. O conhecimento mundano, relacionado a ciência, a política, mesmo as religiões e filosofias decaídas e oficiais, não somente não são úteis, como representam um desvio e obstáculo. O modo de vida atual é um real impedimento e as crenças em saídas políticas, cientificas/tecnológicas só aprofundam a hipnose.

A marca da atual Era é da desvitalização, da doença, da perturbação. Nessas condições, nada é possível – é um girar em círculos.
A base foi dada e inclui o nosso corpo e a natureza. Nada pode ser mudado, acrescentado ou tirado sem que todo o progresso se torne impossível. Fomos feitos com a natureza e suas regras, para evoluir interiormente, psiquicamente e ainda mais.
A saúde necessária a essa evolução exige uma relação harmônica com a natureza para ser uma base adequada ao espírito. Nada pode crescer, ser inseminado e gestado num corpo doente e num ambiente tóxico.
A atual civilização não compreende que não vai a parte alguma e que a possível evolução é impedida pelas crenças e costumes assim chamados civilizados. Só dando um passo atrás e recomeçando corretamente será possível progredir, verdadeiramente.

Crescei e Multiplicai-vos


Todas as escrituras são simbólicas e parabólicas, escritas numa linguagem que precisa ser aprendida. Nada nela é literal ou pode ser tomado como está escrito.
Para ler e compreender as escrituras, como em qualquer doutrina e ciência, há pré-requisitos. Um conhecimento e um preparo especial, muito além e diferente daquele comum para as coisas práticas da vida. É absolutamente falso e temerário pensar que não seja necessário preparar-se para estudar e aplicar esses conhecimentos elevados reunidos ali.
A exemplo da ignorância e estupidez e até uma certa malícia como ensinado em certas religiões, o “crescei e multiplicai-vos” no Gênesis, foi tomado de maneira literal e com resultados terríveis para a humanidade. A superpopulação e o abuso da terra, da Natureza, decorre principalmente de não compreender e de desconhecer completamente a linguagem e as instruções desses textos.
“Céu, Terra, o crescer e multiplicar-se” se referem, como tudo nas escrituras, ao espírito, à psicologia, ao invisível e ao sutil e de nenhuma maneira, ao visível, ao grosseiro, ao corpo, a sobrevivência, aos negócios, ao sexo.

Desde quando um ser orgânico precisa ser estimulado para comer, beber, defecar ou se reproduzir? É óbvio que o crescer e multiplicar nada tem a ver com sexo, como prole ou com produzir alguma coisa externamente.
Céu, Terra, crescer, e multiplicar são palavras, que se referem a ações, estados e funções psíquicas. O Céu é um estado interno elevado, quando comparado a Terra, uma condição psíquica, um nível inferior de alma e, ademais, crescer e multiplicar tem a ver com crescer em si mesmo e com renascimento, um segundo, um terceiro e um quarto corpo que podem ser gestados dentro do corpo físico – e esses são corpos de super-homens, realmente. É claro que a maioria das pessoas não tem nenhum interesse ou condição de compreender ou entrar nesse Caminho, em conhecer a Verdade ou Viver, ou seja, em conhecer e experimentar a eternidade, aqui e agora. São seres biológicos e não psicológicos e menos ainda, espirituais.
Dominar sobre a Terra e dominar sobre os animais, igualmente, se refere as condições emocionais e mentais, a dominar sobre os próprios instintos, as emoções negativas, os maus pensamentos. Esses são os “animais” a serem dominados e o governo que devemos ter sobre nós mesmos.
Crescei e multiplicai-vos! Isso não é uma ordem, autorização ou estímulo para ter filhos e fazer sexo, mas para aperfeiçoar-se e renascer do espírito. Quem se ocupa em crescer internamente e desenvolver novos corpos espirituais dentro de si mesmo, certamente não estará mais ocupado para ter uma família grande e se empenhar em ações que comprometem a sua liberdade, o seu tempo e com o abuso da Natureza e para sobreviver a qualquer custo.

É exatamente o contrário do que os falsos profetas e professores ensinam nas suas “igrejas”!

A Luz – o Mistério

Luz, onda ou partícula? A união do Tempo e da Energia produz o Movimento. O movimento da Energia, os comprimentos de onda e, como essas nos chegam define a nossa espécie – só o Homem percebe e é capaz de sentir e compreender o mundo de maneira a determinar sua natureza humana. Tudo se move, sempre. Não há repouso no mundo de aparências. Tudo se repete, tudo flui e reflui.

Ainda, fomos criados para o mundo ou o mundo foi criado para nós? Por acaso houve um mundo e por acaso nós o percebemos? A resposta a essas questões determinam a vida, as possibilidades. O que vemos, ouvimos, sentimos e entendemos não é a realidade, mas o que nosso corpo e nossas limitações permitem. Por que? Uma espécie está construída para ver o mundo sob certa perspectiva – o Homem, certamente, limitado em sua capacidade perceptiva, tem o complemento excepcional do psiquismo. O que nossos sentidos não alcançam é compensado pelo psiquismo. Assim, um desenvolvimento das nossas potencialidades mentais e emocionais, além de um equilíbrio das funções físicas e instintivas é fundamental.

A luz que podemos receber com a visão é apenas a menor parte da extensa radiação no Universo. Mas, ainda essa tem uma origem invisível. O que vemos precisa ser interpretado e dado significado. Aquilo que não somos capazes de receber com os nossos órgãos dos sentidos nos fazem humanos e, por outro lado, nos estimulam a compreender, a usar os sentidos internos. Há a luz que recebemos pelos olhos e há a Luz que podemos receber, mais ou menos, dependendo de nossa evolução, pela Consciência. Quando criamos coisas para ver por nós – as máquinas – perdemos a condição de crescer e ficamos presos a tecnologia e a aqueles que a dominam.

Quanto mais tecnologia, menos consciência, e involuímos. Recebemos o mundo por uma fresta estreita limitados por uma distorção do Tempo e da Energia percebidos. O mundo é o que achamos o que ele é. Se desejamos mudar o mundo, precisamos antes mudar a nós mesmos.

O Som, a Palavra – Om!

Há uma evidente dificuldade em conceber não somente a Energia, a Força, mas sua origem. Não há, certamente, como entender Energia à parte do Tempo. Aqui estamos numa fronteira onde é necessário ousar para avançar para uma compreensão maior. Repetir as teorias físicas, matemáticas produz um bloqueio se aceitamos e nos detemos em suas conclusões. Em geral, o que chamamos ciência ou método científico são disciplinas limitadas por certos pressupostos não comprovados. É necessário ir além para avançar, para se aperfeiçoar.

Toda a física, a química, a matemática e até a biologia estão acorrentados ao começo do Universo que pressupõe Tempo, como o início, e Energia. Essa Energia é fixa, única, e supostamente, sentimos seus efeitos desde esse início mítico até agora. É preciso se dar conta de que se não acontecesse nada, uma liberação de Energia, não se poderia falar de Tempo.

Aqui todo o edifício da ciência se apoia em conjecturas, em hipóteses, em mitos e imaginação. Seriam acontecimentos de um passado muito distante, irreproduziveis, imaginados, que resultaram no mundo atual. Ora, mas e “antes” e a Vibração, e Força – qual sua origem?

O Som Primordial, a Palavra, o Verbo que emana do Criador inicia a contagem, o evento, o movimento. O Nada, o Vazio não pode produzir algo. Talvez, e pode-se prever que muitos se perguntem: por que devo me ocupar disso? Isso não é assunto para os “cientistas”, para os doutores, ou os teólogos e filósofos? Bem, se eles avançam aqui, parabéns, mas isso de nada serve para mim e para você porque essas são questões fundamentais que se não são trabalhadas dentro de cada pessoa, serão um impedimento absoluto para sua evolução. Não se pode chegar no topo sem começar a escalar.

Muitas coisas não podem ser compreendidas fora, mas podem ser vividas dentro. A vida, a Palavra, a Vibração, o OM, pode ser ouvido e sentido permanentemente. O Homem é um microcosmo num macrocosmo, num cosmo infinito, incompreensível se não se olha para dentro.

Assim como nas Parábolas contadas pelo Mestre, o mundo é simbólico, parabólico, um meio de acessar o psíquico profundo, a mente complexa acima do cérebro robótico atado aos sentidos. O mito da Criação que nos traz Zarathustra não pode ser compreendido se não é vivido, sentido e pensado profundamente. Tal como apresentado por esses pictogramas, o Tempo tendo um início onde a Energia se manifestou pela “primeira vez” não foi algo que aconteceu há bilhões de anos num Big-bang cósmico. Sempre podemos perguntar e antes? e de onde veio a energia? E, ainda antes, é de onde?

Assim, é incontornável que a origem não está no mundo visível, material, morto, inconsciente e do qual teria surgido toda a ordem, as leis naturais e a vida. De onde, então? Se um Homem não se dá conta de que tudo isso é um meio para um fim, a saber, sua evolução consciente e voluntária e não um fim em si mesmo, um mundo morto, mecânico, um acidente, um acaso, sem sentido, estará completamente perdido e o Tempo o engolirá como Apophis, a cobra egípcia que devora as almas alienadas.

A origem e a fonte dessa Energia, dessa Força inteligente não é acessível pelos sentidos, nem por nenhuma tecnologia, mas pela atenção e pela consciência. Nenhuma equação E=MC² lhe resolverá a equação da sua vida, mesmo que possa servir de suporte para meditar.

O Tempo e seu significado no Zend Avesta

Esse símbolo indica que, no processo de criação, o Tempo, a quarta dimensão do espaço, precede tudo. As dimensões inferiores não o precedem, mas o seguem. O Tempo não pode, nas condições naturais de consciência, ser visto e é inferido indiretamente e imperfeitamente como passado, presente e futuro. Portanto, é um dos pilares da criação, não como o vemos, nas condições involuídas, mas sem o Tempo, o Universo não existiria.

Note-se que o Tempo emerge do princípio criativo como por um salto. Há um degrau, um nível intransponível entre o Criador e sua criação. É deixado para cada ser humano, dentro de seu nível de compreensão, conceber que há uma ordem que determina o processo. Mais importante do que ver isso fora é ver dentro de si mesmo. Desde que conscientes e capazes de memória organizamos a vida desde seu início pelo Tempo. Qualquer defeito e inversão nessa percepção e nada pode se organizar e ser compreendido. É disso que se trata o Tempo para o Homem, um início de Ordem, de Lei.

Não é por acaso que seu símbolo seja uma vertical, e não uma linha do passado para o futuro passando pelo presente, mas uma dimensão misteriosa que emana do Criador, do Eterno, e corta nossa percepção em momentos que serão ou não registrados e que determinam assim, o que somos. O símbolo é uma advertência para que não acreditemos apenas no que nossos sentidos nos apresentam, mas além deles, pela mente, um mundo de significados cada vez mais profundos. Há mais coisas e superiores, portanto inacessíveis aos sentidos externos, dimensões superiores sentidas como “o Tempo”. O Tempo, em sua realidade, precisa de sentidos internos desenvolvidos, os quais estão dentro da mente.

O Ensinamento de Zarathustra – o Criador

O Criador é apresentado no processo da criação do Universo como sem dimensões. Um ponto, apenas – portanto, como além dos sentidos, invisível, inaudível, incompreensível para a mente derivada dos sentidos.

No Zend Avesta, a primeira enciclopedia conhecida da humanidade, datando de mais de 8.000 anos, foi escrita em pictogramas, fisiogramas e ideogramas. Dalí o conceito do inexplicavel – ASHA, significando, a “Ordem Cósmica”.

Através dessa ideia, tudo começou de um ponto, que contém tudo nele mesmo e cria a Lei que mantém tudo unido em harmonia. “A Ordem Cósmica é a melhor de todas as coisas” – “Ashem Vohu”!

Todas as coisas são criadas, em ordem, pela Lei, pelo princípio criativo – o Criador. O Criador, na tradição Suméria é Ahura Mazda, daí a religião persa do Mazdeismo.