Não somos o nosso corpo físico


A identificação absoluta com o corpo, a preocupação com tudo o que se refere a ele é a morte da alma. Não há evolução possível nesse estado psíquico. Essa é a prisão no tempo e no espaço, na matéria – pelos sentidos.
Por outro lado, a não ser que cumpramos com o menor dos mistérios, que sejamos fiéis ao que não é nosso, com o pequeno, não poderemos acessar os grandes mistérios, conquistar o que é nosso e receber as coisas de valor.
Recebemos um corpo, por um período, um instrumento preparado e organizado com o qual construir um segundo corpo, o qual pode abrigar um terceiro corpo, onde pode vir o Eu Real, o nosso verdadeiro Eu, imortal.
Não somos o nosso corpo físico, mas precisamos dele, ele deve ser cuidado para que outros corpos se desenvolvam.

É um meio para um fim maior e não um fim em si mesmo. Mal cuidar, maltratar, deixar perecer, desprezar, intoxicar, destruir o corpo físico é condenar-se à morte. Por outro lado, não saber e não compreender que é um instrumento e meio e que estamos acima dele é viver como um animal irracional.
Fomos criados incompletos para que, voluntariamente, nos completemos, ou não! Ninguém obriga ninguém a evoluir, a crescer em compreensão e poder real.
Transformar a si mesmo significa transformar-se psiquicamente, já que não é lícito ou possível fazer isso fisicamente. Interferir, influir, modificar o corpo e o meio ambiente é erguer um obstáculo intransponível para a evolução interior – já que a base sob a qual essa evolução deve ocorrer está determinada. Essas são as condições, as melhores, e altera-las é ir contra o plano, a própria Criação. Toda a parafernália pseudocientífica, tecnológica é uma abominação porque é uma rebeldia e uma visão negativa do propósito da Criação. Há leis claras e evidentes de como viver para manter a vida. Todas as ações e meios artificiais são prejudiciais e conduzem a mil outras consequências negativas e impedem o bom Caminho.
É claro que para os incultos, ignorantes e dominados pelas suas paixões doentias, que sonham com um paraíso antes de merece-lo e acabam acreditando em quimeras e promessas vãs, se condenam a uma vida medíocre e vazia – sem significado!

Cura-te a Ti Mesmo


A Ciência da Saúde – a Ciência da Vida


A humanidade está entregue nas mãos de mercadores da morte, dos imensos interesses na má saúde.
Os brasileiros gastaram R$ 700.000.000.000,00 em 2019 para aliviar suas dores e mascarar os sintomas da má saúde. Somados gastos públicos e privados. Os gastos privados são ainda maiores que os públicos.
Se 1/3 das pessoas não gastou com saúde, então cada brasileiro gastou/custou 5.000,00 por ano para aliviar os sintomas de enfermidades – mas isso não é cura, verdadeiramente.
Deve-se colocar nesse cálculo que pessoas com a saúde alterada estão desvitalizadas, intoxicadas, neuróticas, com a inteligência rebaixada, frequentemente com crises e, portanto, não são capazes de atuar num bom nível produtivo.
Dezenas de milhões são dependentes de drogas farmacêuticas, ou que lhes encurta a vida e, suas condições gerais são péssimas e precisam se retirar ainda jovens das suas ocupações.
Nem seria preciso dizer que essas pessoas são infelizes, medrosas, agressivas, mentirosas, invejosas, dominadas por emoções negativas e, portanto, impedidas de uma real evolução psíquica e espiritual. O desastre é incalculável em todos os sentidos e áreas sociais.
Certamente, a questão da saúde é um dos fatores básicos para o indivíduo e para a sociedade. E o que temos é uma maioria absoluta de doentes, inúteis – um peso impossível de ser sequer arrastado.
Tudo isso pode ser revertido em 5 anos com educação em saúde. O custo e o prejuízo para o país é de trilhões e incalculável do ponto de vista humano.
A formação de profissionais de saúde, em todas as áreas, está cada vez mais nas mãos da indústria farmacêutica e o Estado e os nossos governantes corruptos recebem propinas vultosas dela. Os interesses da indústria ditam as regras e a filosofia do “bem-estar”.
Dessa maneira, toda a filosofia da saúde e suas ações são determinadas pela indústria. Hoje, muito mais grave ainda, se instalou no mundo uma ditaduras sanitária cruel e insana.
A interferência do Estado na vida pessoal invadiu e dominou tudo, completamente. A liberdade, a propriedade e a igualdade, as bases da justiça, foram apagadas da vida pública.
A não ser que o povo se liberte de toda a influência do estado, da indústria farmacêutica e da filosofia médica baseada na pseudociência, será completamente escravizado e terá uma vida miserável.
A Ciência da Saúde está a disposição de todos e é acessível a todos. Os trilhões que custam ao país e o custo humano incalculável da ignorância e do abuso pode e será eliminado pelo conhecimento e o viver segundo as leis da vida.
Não há senão autocura. A má saúde é a consequência inexorável de agressões contínuas por maus hábitos, pela poluição e ao se submeter aos venenos que chamam prosaicamente de “remédios”.
Depois de pelo menos um século de promessas vazias e os horrores, pestes e total incapacidade da medicina oficial em trazer alguma solução, já deveria ser suficiente para convencer que a coisa toda é uma farsa e que o objetivo jamais foi libertar o povo das enfermidades, mas de usa-las para enriquecer e dominar.
Toda a doutrina médica está apoiada em princípios falsos. É uma obra faraônica sem nenhum efeito real. Muita promessa, propaganda e armadilhas a cada passo para apanhar a todos. A cada movimento daqueles que cultuam essa doutrina, novas e mais graves disfunções ou lesões são produzidas. Depois de se submeter as suas famosas “curas” sua saúde jamais voltará e você estará condenado a engolir pílulas e sofrer mutilações até o fim doloroso e indigno.
A saúde é o natural; a doença é antinatural e provocada por um viver contra a lei da vida.


Todo esse custo em recurso e sofrimento, todo esse impedimento em ser feliz e evoluir pode ser resolvido com EDUCAÇÃO na Ciência da Saúde.

Máscaras – Crime contra a Vida


A Hipoxemia causada pelas máscaras, utilizadas por mais de um ano serão diretamente responsáveis por:
Todas as doenças, porque o ar é o principal alimento. 4 minutos sem respirar provoca a morte cerebral irreversível.
Todas as doenças relacionadas a acidificação do sangue, ou seja, a hipoalcalinidade, são decorrentes do uso de máscaras – predisposição a todas as infecções, câncer, anemia, ARDS, asma, defeitos congênitos do coração em crianças e adultos, COPD (doenças pulmonares obstrutivas), enfisema, pneumotórax, edema pulmonar, embolia do pulmão e fibrose pulmonar, apnea do sono.
É claro que a lista pode ser estendida quase ao infinito. Crianças, jovens e idosos, certamente terão graves prejuízos neurológicos e doenças mentais irreversíveis.
O uso continuado de qualquer coisa que diminua a oxigenação/respiração é criminosa e isso é um real e inegável genocídio.
Nada, em hipótese alguma justifica causar danos permanentes e a morte.
A crise pandêmica é ridiculamente leve 0,03% de óbitos naqueles que adoecem, mas os prejuízos pelo uso forçado das máscaras será incalculavelmente superior.
Teremos uma explosão de enfermidades e mortes que nada tem a ver com vírus, mas tudo a ver com as medidas insanas e supersticiosas impostas à população.

Salvação Vicariante?

Os seus pecados, seus erros e desvios da Lei não estão perdoados porque você acredita que o Mashiakh morreu por você
Há uma passagem no Evangelho dos Nazarenos, o Evangelho Completo, aquele que os antigos padres da Igreja romana achavam estar perdido.


ENSINAMENTO 33

O Derramamento de Sangue dos Outros não Redime os Pecados

  1. Yaohushua estava ensinando seus discípulos no pátio externo do templo e um deles falou-lhe: “Mestre, é dito pelos sacerdotes que sem derramamento de sangue não há perdão. Podem, então, as oferendas de sangue da lei retirar o pecado?”
  2. Respondeu Yaohushua: “Nenhuma oferenda de sangue de animal, ou de pássaro, ou de homem, pode retirar o pecado (o errar o alvo). Pois como pode a consciência ser purgada do pecado (errar o alvo) pelo derramamento de sangue inocente? Não: isto só aumentará os pecados.
  3. “Os sacerdotes, verdadeiramente, recebem tais oferendas como uma reconciliação dos fiéis pelas ofensas contra a lei de Moisés, mas para os pecados contra a Lei de Deus não pode haver remissão, salvo por ir além da mente (arrependimento) e a correção.
  4. “Não está escrito nos profetas: ‘Reuni vossos sacrifícios de sangue a vossas oferendas queimadas, e fora com elas, e cessai de comer carne’? Pois não falei a vossos pais, nem lhes ordenei, concernente a essas coisas, quando eu vos retirei do Egito. Mas isto ordenei, dizendo:
  5. ‘Obedecei à minha voz e caminhai nos caminhos que vos tenho ordenado e sereis o meu povo e estarei bem convosco. Mas eles não ouviram, nem inclinaram seus ouvidos’.
  6. “E o Eterno não vos ordenou não mais do que fazer justiça, amar a misericórdia e caminhar reverentemente com vosso Deus? Não está escrito que, no início, Deus ordenou os frutos das árvores, as sementes e as ervas como alimento para toda carne?
  7. “Mas eles fizeram da Casa de Oração um covil de ladrões, e pela oblação com incenso poluíram os meus altares com sangue e comeram da carne do supliciado.
  8. “Mas eu vos digo: Não derrameis o sangue inocente, nem comais da carne. Caminhai retamente, amai a misericórdia, fazei a justiça e vossos dias serão longos na terra.
  9. “O cereal que brota da terra com os outros grãos não é transmutado pelo espírito em minha carne? As uvas da vinha, com os outros frutos, não são transmutados pelo espírito em meu sangue? Que estes, com vossos corpos e almas, sejam o vosso memorial para o Eterno.
  10. “Nestes está a presença de Deus manifesta como a substância e como a vida do mundo. Deles comereis e bebereis para a remissão dos pecados e para a vida eterna, para todos aqueles que obedecem às minhas palavras”.
  11. Ora, há em Jerusalém, junto ao mercado de ovelhas, um tanque que é chamado Bethesda, com cinco pórticos. Nele jaz uma grande multidão de pessoas incapacitadas, cegas, meio secas, esperando pelo mover das águas.
  12. Porque, a uma certa estação, um anjo descia no tanque e perturbava as águas; qualquer um que entrasse primeiro nas águas era curado de qualquer doença que tivesse. E um homem incapacitado desde o nascimento estava ali.
  13. Yaohushua disse a ele: “As águas não trazem cura?” O homem respondeu-lhe: “Sim, Senhor, mas quando as águas são perturbadas não tenho nenhum homem para colocar-me nelas; e, quando estou tentando ir, outro se adianta à minha frente“. Disse-lhe Yaohushua: “Levanta, toma tua cama e caminha”. E imediatamente ele se levantou e caminhou. E no mesmo dia era o Sabbath .
  14. Os judeus, entretanto, falaram ao homem: “É o Sabbath. Não te é lícito carregar tua cama”. E aquele que foi curado não sabia que era Yaohushua. E como houvesse uma multidão naquele lugar, Yaohushua transportou-se para longe.

Não há maior mal cometido contra a humanidade do que a doutrina perversa do inimigo, o “apóstolo” Paulo de Tarso, um agente infiltrado de Roma, que depois foi imposto ao mundo como aquele que supostamente fez o trabalho que o próprio Cristo falhou em fazer, da salvação vicariante pelo sangue de Jesus (somente para aqueles que acreditam nessa abominação, segundo Paulo de Tarso).
Não, o pecado da humanidade só faz aumentar porque nem ao menos são capazes de se deter e pensar ativamente sobre os fatos diante deles.
É fácil sonhar com o perdão e com o paraíso só porque, estupidamente, repetem que acreditam que Jesus era o Mashiakh e que morreu pelos nossos pecados.
Certamente, que um trabalho poderoso e necessário tem sido feito, por Jesus e muitos outros, mas isso, não diminui em nada a responsabilidade pessoal.
O Mashiakh abriu um caminho que estava fechado – um trabalho cósmico imenso, mas não pode salvar cada homem pessoalmente. A salvação é individual, pessoal, consciente, voluntária – por esforço próprio.

Vírus, Bactérias, Fungos e Fermentos


A guerra contra os microrganismos é um retrato da estupidez de uma sociedade a qual tem sua fé fundada no mal, no acaso, no acidente, no caos, e que certos eleitos detém o poder e o conhecimento de salvar o populacho crédulo e supersticioso do ataque insano e cruel de seres invisíveis aos nossos sentidos.
Não existiríamos e não poderíamos viver sem esses pequenos seres os quais superam em número as nossas células. Estão dentro e fora, são ubíquos e tem, com o resto dos elementos que nos cercam, o ar, a terra, a água, o sol e tudo o que é vivo uma relação de harmonia, de suporte a vida.
A ideia de que há algo que foi feito para o mal, para competir pela vida com o homem está na base de uma filosofia e crença de que a natureza precisa ser dominada, representa uma ameaça a nossa vida, e que tudo o que vemos, e nós mesmos, somos um acidente e que num futuro mítico tudo “evoluirá” mecânica e inconscientemente para algo que pode ser o paraíso, a degradação, a aniquilação, mas que será “evolução”, de qualquer maneira!
Desse ponto de vista, tudo é lícito, permitido, porque não há qualquer moral, ordem, pois somos resultado do acaso e evoluímos do nada e, supostamente, também estamos em constante evolução e, logo mais, podemos deixar de ser homens, para dar lugar a outra “espécie”.
Isso alimenta a crença supersticiosa e tola que, sem nenhum motivo, imprevisivelmente, uma nova ameaça surgirá do mundo microscópico capaz de ferir e aniquilar ao homem. Eles seriam inimigos terríveis e maus que comem a nossa carne e que só podem viver, com a nossa doença ou morte.
Nenhum desses adoradores do mal imagina que há um equilíbrio, uma harmonia possível e desejável onde cada coisa tem o seu lugar e trabalha para o bem, para a vida se nós, como capazes que compreender esse todo, contribuímos dentro e fora para a vida.
Indiscutivelmente e comprovadamente, somos nós, com o que fazemos ou com o que deixamos de fazer, determinamos se o que é para a vida será para a morte. As coisas não são boas ou más sob qualquer condição, mas são para o bem se tomadas dentro da ordem, da lei natural.
“O gérmen não é nada, o terreno tudo”! Se o terreno, nosso meio interno, estiver em desequilíbrio, esse populoso e complexo mundo microscópico, que contribui para a saúde e para a vida nas condições ideais, será alterado e nos sentiremos doentes. Os sintomas dessas condições alteradas também incluem o crescimento de microrganismos particulares que se apresentam como faxineiros e, diante de desequilíbrios mais graves, recebem o sinal de que o organismo está morrendo e deve ser dissolvido.
Para que a criação contribua para a saúde e para a vida a lei natural deve ser conhecida e seguida. Não é culpa do vírus, da bactéria, do fungo a sua doença, mas de seu comportamento contra a natureza.

Vitalidade – a energia viva!

O Emprego da Vitalidade


Quando se fala em energia, a nível humano, a palavra Vitalidade, traduz melhor o conceito porque pressupõe vida.
Há muitos fenômenos naturais e produzidos pelo homem resultando e empregando energia, mas todos aqueles que se relacionam com vida e, mais especificamente, com a vida e a saúde pessoal e que resultam em obras, empregam energia de vida, exclusivamente e são melhor traduzidos como vitalidade.
O desperdício dessa vitalidade significa más obras e vida que se perde em tempo. A maioria, senão a totalidade da vitalidade do homem dessa Era é desperdiçada e não constrói obras relevantes para ele e para seus irmãos. Todo o esforço produz morte ou nada.
Esse ciclo negativo por onde a vida se esvai precisa ser revertido em boas obras, em boas palavras e bons pensamentos. Para isso, o emprego da vitalidade deve ser positivo e o desperdício deve parar.
A sedução para que toda a vida e saúde acabe em nada ou produza o mal, ou seja, a morte, é o principal objetivo dessa civilização. – muito esforço para nada e para o mal.
A política é uma das principais seduções dessa época porque vem dourada com grandes promessas que jamais se realizam ou produzem o oposto que prometem. A própria vida no mundo leva a um vazio de significado e a dor.
O Essenismo, o Jardim e Irmandade, a vida voltada para produzir vida e significado é a saída desse ciclo negativo e frustrante.
Não há nenhum tempo se a vitalidade for mal empregada. Ele é todo perdido!
O convite é para fazer a vida valer, para empregar bem essa vitalidade e assim, multiplica-la, dentro e fora.
O Jardim da Irmandade, seguindo o Caminho Essênio é o meio para fazer a vida valer a pena.

Vamos!

A Ciência como Religião


As histórias de perseguição religiosa do passado e do presente causam pavor e indignação a todas as pessoas razoáveis e sensíveis.
Eis que, no lugar do fanatismo religioso surgiu insidiosamente, o fanatismo “científico”, ou melhor, pseudocientífico.
A ciência jamais foi a verdade, mas apenas, um meio parcial e importante de busca da verdade.
Usar achados da ciência como a verdade incontestável é reduzir seus princípios e distorce-los à nível do pensamento supersticioso e sectário.
Fatos acessíveis aos sentidos são confiáveis porque em seu conjunto podem revelar um acontecimento e até demonstrar uma lei natural. Tudo, por outro lado, que não pode ser acessado pelos sentidos, mas que depende de tecnologia, a qual amplia os sentidos e depende de interpretação de especialistas, as quais são incompreensíveis as pessoas em geral, não são fatos, mas especulações e empirismo (sujeitas a erros). Além disso, o risco dessas coisas serem usadas contra grupos e pessoas pelos detentores do poder e pelos doutores se constitui numa arma e injustiça sem precedentes.
E esse é o motivo pelo qual os achados assim chamados científicos devem sempre ser usados positivamente, para o bem e jamais negativamente, para condenar, obrigar, forçar. Seu caráter é de oferecer ajuda, mas o indivíduo pode aceitar ou recusar essa ajuda.
Quando a ciência é usada para controlar, obrigar, punir, já não é mais ciência, mas uma seita religiosa violenta e inquisitorial.
Criar leis e regras punitivas, restritivas, condenatórias apoiadas em achados científicos que amanhã mudarão, é injusto.
O vírus e sua capacidade ofensiva, a pandemia, as providências para conter o suposto contagio, transmissão e contenção, por exemplo, são todas questionáveis e se revelam empíricas e falhas.
Como usar isso contra o cidadão ou transformar isso em lei, com consequências punitivas? Isso é crime de estado, nazifascismo, ditadura hedionda e cruel.
A ciência, em seu devido lugar, é benéfica e positiva. É um auxílio, uma ajuda, mas que não pode ser imposta a ninguém.
Regredimos ao barbarismo, a superstição e crueldade usando um bem como um mal.
A ciência está sendo mal usada e ameaça destruir a civilização e com ela toda humanidade. Há, ainda, uma malícia de se usar a tecnologia e chama-la de ciência. Não são a mesma coisa. A ciência deve ser acessível a todos, indistintamente; a tecnologia demanda poder e recursos.

Degradação Física e Moral


A humanidade está doente, viciada e desvitalizada e assim, foi dominada pelos maus.
Os homens estão convencidos que a doença é sua natureza e que só podem sobreviver pelo recurso das drogas, de ajuda externa da profissão que tem interesses na má saúde. Eles veem a natureza como inimiga, como uma ameaça, um fonte interminável casual e imprevisível de agressores.
Sim, eles caíram nesse estado indigno e miserável onde tremem e temem tudo e todos.
Essa maldição é um obstáculo intransponível para seu crescimento, para o mundo sutil. Andam em círculos e terminam de forma dolorosa, angustiante e indigna.
Seu potencial, sua possível evolução, jamais ocorre e uma das causas é sua condição alterada e intoxicada pelos venenos químicos aos quais chamam de “remédios“.
Sua má saúde com suas enfermidades são todas causadas pelo desvio da lei cósmica e natural – sendo que a saúde e o bem estar é a natureza humana. Quem segue a lei não adoece.
Foram levados a acreditar que são um mero produto do acaso, da evolução acidental, mecânica e, portanto, produtos mal acabados e sujeitos as doenças, aos defeitos de coisas sem significado e propósito. Segundo essa doutrina, a derrota pela morte significa o nada, a extinção. Portanto, valeria tudo para conquistar riqueza, prestigio e prazer – a vida é, para eles, apenas um fim em si mesma.
Sob falsas crenças, falsas doutrinas, eles perderam toda a chance de viver como homens e se submetem ao horror da insanidade, da degradação e estupidez.
O vazio interior os condena a seguir falsos profetas, líderes, ideologias, qualquer coisa que preencha esse estado sub-humano.
Jamais experimentam a saúde verdadeira, a confiança e a união com as forças da vida e não compreendem as leis e a ordem universal. Estão a deriva, empurrados pelas ondas cíclicas de elevação e queda. Tudo acontece e os empurra para aceitarem a fatalidade e/ou a superstição de um salvador.
Não há vida própria, uma individualidade, mas uma ânsia pelo coletivo, por seguir forças e tendências massificadas.
Desde há muito o povo acredita e segue promessas e ideologias que acenam com uma vida idílica determinada do exterior, fácil, livre das leis naturais que regem a vida. A promessa de que ao se submeter a essa ordem, obviamente falsa, lhe proporcionaria dinheiro e prestigio e isso poderia comprar tudo e o futuro também, se revelou numa armadilha mortal. Agora, a dependência total e exclusiva do estado, dos governos, de uma ordem artificial, obriga a uma submissão de escravo ou sucumbir. Para a maioria, não há nenhuma esperança e serão sempre outros que decidirão como, quanto e se lhe até permitirão viver. Isso é a escravidão completa de corpo e alma!
A relação harmoniosa e regrada com a natureza está distante, desacreditada e impossibilitada. O acesso às fontes da vida foi cortado e tudo é indireto e deve ser comprado e mendigado.
A liberdade, a igualdade e a propriedade, fundamentos da justiça, não são possíveis sob essa ordem torcida e artificial. Tudo deve ser adquirido pela submissão a líderes e ao estado, assim como a doutores que determinam o que é e o que não é – ou seja, não há igualdade no mundo artificial criado pelos homens. A propriedade não existe mais nem para o próprio corpo.
As pessoas estão a demandar direitos que não têm e esqueceram de seus verdadeiros direitos, porque os verdadeiros direitos não são dados ou concedidos por ninguém, mas são seus por natureza, porém o acesso a eles depende da Lei natural e não de regras e editais de quaisquer outros.

Povo Indigno

Um povo que implora por ser injetado com uma arma biológica, por um preparado experimental, é patético! Estão pedindo para que os inimigos da vida, os nazistas no governo e do estado, os destrua a saúde e os mate.
Um povo que aceita ter sua liberdade, sua propriedade e sua igualdade violada é merecedor do mal que lhe sucede e a seus filhos.
Povo ignorante, estúpido, supersticioso, rastejante vai para o abate sob o sorriso irônico de seus carrascos.
O que mais precisa lhes ser arrancado para que reajam? Covardes!
Estão com medo de uma suposta coisa invisível que teria a “intenção” de lhes tirar a vida? Acreditam em “maus espíritos”, em historinhas para assustar crianças.
Esses mesmos aceitam ser agredidos por animais fardados, por agentes e fiscais do inimigo. Que vergonha!!!
Estou questionando se merecem a preciosa vida que o Criador lhes presenteou.
São mesmo bestas irracionais manipuladas por seres malignos que os exploram.
Deixem de andar indignamente em quatro patas, se ergam uma vez em suas miseráveis vidas, comecem a pensar por si mesmos e destruam o inimigo!

A Renúncia da Humanidade


O homem dessa Era renunciou a tudo de divino que lhe foi presenteado, mas mais ainda, renunciou aos seus instintos, ao poder de seu corpo humano, que é a ponte para os corpos superiores.
Ele agora acredita na “ciência”, na tecnologia, ou seja, nas máquinas que criou. Perdeu o contato com sua alma para colocar sua confiança em coisas mortas. A nossa maior propriedade e dom é a vida e vida é sensação respiração, movimento, digestão, reprodução sentidos e dons para viver e se desenvolver.
A sensação de dor e prazer deveriam ser seus guias para a autopreservação e se somar à instrução e domínio de si mesmo para a vida e a perfeição. Mas, ele espera por guias externos, por soluções duvidosas ofertadas por aqueles que são inimigos. A consequência é que hoje seu ser é menor do que os dos animais que estão em harmonia com seus instintos.
Ele não vê mal em torturar e matar animais para se alimentar dos seus cadáveres que exalam o cheiro da morte. Para camuflar o odor nauseante usam temperos e o fogo. Abriram mão do menor dos mistérios e sonham com grandes poderes. São medíocres.
Não há nenhuma chance de evolução psíquica e espiritual. Destruíram o seu próprio acesso ao mundo superior.