O Ocaso da Civilização Ocidental


Com todo o seu poder, tecnologia, riqueza e complexidade a humanidade não tem um instante de paz. A ameaça, a incerteza e a agressão são constantes na vida de todos. Pestes, guerras, escravidão, contrastes entre quem não tem nada e os que tem em excesso são evidentes.
Como foi no Egito, Roma, Grécia, Pérsia, Maias e milhares de outras civilizações não há nenhuma garantia de permanência, mas certeza de decadência e extinção.
Os sinais da deterioração, da perda de direção, o vazio de ideias e significado apontam para a queda iminente.
Nada dentro da civilização ou nascida dela pode evitar o final catastrófico. É evidente a pobreza e a confusão de conhecimento.
É virtualmente impossível para um membro genuíno dessa cultura sequer enxergar para onde vai e menos ainda imaginar uma saída.
As forças esmagadoras e brutais liberadas para mover o monstro são mortais. Não há como sobreviver se mantendo dentro dela. Só um êxodo, organizado poderá salvar os que saírem do sistema.
Os servos desse inegável horror temem as consequências na forma de repressão, perda de direitos e privilégios e mais ainda, de ficarem sem seus opressores – eles acham que precisam da parafernália caótica, da ciência e tecnologia, de líderes e de toda a complexidade incompreensível mesmo que essa custe 90% de suas vidas em tempo e vitalidade.
Estão completamente convencidos de que não há outro mundo possível e viável além desse e que qualquer outra coisa seria pior. Mas, entre todos os motivos, está a hipnose que os cega e a mentalidade de escravos. Nem mesmo conseguem ver o que se passa e menos ainda sonhar com uma saída que exclua todas as “maravilhas” da tecnologia, da república, do estado, do conforto e de um paraíso mítico que viria num esperado futuro.
Poder, dinheiro e emoções negativas são os deuses dessa civilização pagã. Medo, raiva, ciúmes, inveja, orgulho, ressentimento, autopiedade, são desenvolvidas e incentivadas desde o berço. Ainda, a competição ocupa o lugar da cooperação. Essa civilização cultiva pessoas vazias, inteiramente voltadas para o exterior, máquinas biológicas. Há muito, a mentira e o engano está no centro das relações sociais. Como o importante é vencer e enriquecer e/ou dominar estão em guerra com os outros e consigo mesmos. E isso é assim porque se são uma ameaça para os outros, os outros serão para eles. A autopreservação desde logo fica impossível e eles se tornam completamente dependentes dos que detém o poder e daí para a escravidão, é um só passo. Que sociedade, que nação pode ser construída sobre esses alicerces? Competição é outra palavra para guerra. A luta por prestigio, por bens materiais deforma a alma.
A “ascensão social” é uma tara e é representada por bens materiais e cargos. Ao produzir cidadãos com essas características, essas sociedades estão condenadas a aniquilarem ou serem aniquiladas. De fato, a guerra interna, representada pelo que chamam de “política” dispensa agressores externos.
A injustiça e o desassossego torna impossível qualquer estabilidade e o dia seguinte não está garantido.
O fundamento da justiça, da equidade, em forma de igualdade, de liberdade e propriedade não pode subsistir e prosperar numa civilização assim.
Há uma inversão completa na gênesis da civilização e assim, a construíram sobre a areia e com materiais impróprios para o tamanho da obra.


A fonte necessariamente deve ser a Lei, a Lei determina a Natureza Humana; essa, determina pelas suas necessidades, a Economia; a Economia a Política; e essa, a Cultura, a ideologia.
Isso foi completamente colocado de cabeça para baixo, invertido, na atual civilização ocidental de modo que: a ideologia/cultura determina a política, a política a economia e a economia pretende criar um homem artificial, imaginário, e esse homem, por sua vez, cria um deus, a sua imagem e semelhança. A coisa desce ainda a níveis mais baixos, esse deus está frequentemente na forma de líderes, governantes, no estado, partido e/ou numa Constituição diante da qual esses pseudo-humanos se ajoelham e rastejam.


Pode-se questionar, qual o problema da cultura, ideologia determinar a política, a política a economia e a economia o Homem?
Como essa cultura/ideologia é um produto casual, caprichoso e, provavelmente, uma construção comprometida com metas de poder e posses, não tem nenhuma base real, mas é uma invenção para justificar certas ações que afetam outras pessoas. Os desvios, as taras, as bizarrices, a doença mental, a moda, são o que ousam chamar de “cultura”. Sempre se observa que um modo de vida, crenças e valores são atribuídos à sociedade para justificar medidas políticas. Uma pessoa que ignora e despreza a Lei, a Natureza (incluída a humana) está apoiada em quimeras, em sonhos insanos e é um risco para ele e para todos e tudo.
Na mesma esteira, a manipulação do poder pelas ações políticas é ocasião de, autoritariamente, criar teorias econômicas e manipular a vida do cidadão. É claro que essa doutrina econômica visa, principalmente, manter o projeto de poder.
A economia vai moldar as pessoas segundo as bases imaginárias e com motivos políticos (poder), de modo que a coletividade servirá aos objetivos daqueles que controlam o poder.
O homem, produto artificial dessa inversão perde toda a conexão com sua natureza e passa a se comportar como uma máquina que precisa de estímulo e comandos – inconsciente e estúpida.
A Aliança foi rompida e o Homem está por sua própria conta. O resultado é desastroso. É evidente que a Torre está cambaleante.

O Destino das Civilizações


Há centenas de escombros de civilizações das quais nem mesmo sofremos qualquer influência ou recebemos algum conhecimento – simplesmente desapareceram. Impérios, cidades, culturas, tecnologia, ciência foram perdidos e os arqueólogos tentam pateticamente imaginar o que foram e se surpreendem de que, certamente, não somos o ápice da evolução. Somos como filhos sem pai, sem cultura, se passado, brotamos do nada, nem sabemos de onde e de quem viemos.
Muita coisa se passou e não pode mais ser recuperada. Centenas, milhares de culturas e de civilizações “avançadas”, ricas, misteriosas se perderam, foram aniquiladas.
Isso é algo que não pode ser questionado e as razões pelas quais essas civilizações complexas e altamente desenvolvidas desapareceram tem um significado e mensagem para a nossa Era – o destino desta será o mesmo de outras civilizações do passado. Os sinais de decadência e de barbarismo são evidentes e o fim parece próximo.
Compartilhamos com todos os nossos ancestrais, com nossos contemporâneos e com o futuro a nossa natureza, a Terra e, mais importante, a Lei.
Por outro lado, todas essas civilizações extintas e a nossa, criaram estruturas gigantescas e ricas para supostamente mudar a natureza, o próprio homem e impor sua lei como forma de transformar a realidade, dominar, superar seus adversários, enfim, vencer aquilo que imaginam ser obstáculos a seus desejos e sonhos.
Menos ou mais, desconsideraram a realidade e investiram em mudanças externas, em resolver problemas imaginários ou em dificuldades e confusões criados por suas ações desastradas.
A rebeldia e o orgulho marcam todas as civilizações. Elas se assemelham a dilúvios, terremotos e vulcões no seu poder de destruição e acabam sendo vítimas de sua ganância e presunção. Jogam jogos de guerra, de traição, de crimes, de loucura e atraem violência.
A pergunta que raramente é feita e nela está indicada a saída, é quem foram os sobreviventes e como escaparam da destruição!
Os sobreviventes não são os aparentemente mais poderosos, ricos e cultos, mas os mais simples.
Em toda a história e lendas de hoje e do passado, uma coisa está sempre presente, há sempre um apogeu e um declínio – parece inexorável que as coisas deteriorem. O gigantismo e o sucesso são fatores de degradação e pobreza na sequência. O homem não parece ter sido projetado para uma vida de conforto, opulência, prazeres, prestigio e vitórias. Certamente, essas coisas o corrompem e o fazem esquecer tudo o que importa. Em geral, as piores pessoas são as mais bem sucedidas. Elas perdem algo fundamental. Elas esquecem quem são e o motivo da vida.
Em todo esse drama repetitivo as descobertas, sucessos e obras humanas são feitas pelos ajuntamentos humanos em pó, mas o homem, ele mesmo, nu, pequeno, sem nada, acaba sobrevivendo e construindo novas civilizações como se a ele fossem assopradas, de um lugar misterioso e por pessoas de fora do drama, como e porque reconstruir algo superior, evitando a barbárie, uma nova civilização. É certo que essas civilizações não são obra e projeto desse homem sobrevivente, mas de algo superior, de um núcleo consciente que sempre vem em socorro dos semibárbaros.
A reconstrução e o projeto das civilizações nascem de um grupo de homens conscientes, pois seria impossível que viesse dos que sobraram da destruição repetida de civilizações anteriores.
Do pouco que nos chega, por fragmentos de contos e tradições, em geral religiosas e filosóficas, sempre há um herói, ou homens produto de ideias superiores – que não poderiam vir de baixo e nem serem casuais, que empreendem uma obra quase mágica e impossível de construção.
Mas, tudo acaba em nada, em pó e perdido completamente. Parece evidente que todo o esforço não tem por objetivo a permanência e a glória exterior, mas um resultado oculto e silencioso sobre indivíduos, dos quais pouco ou nada a história registra.
É para a glória de pessoas, da consciência, que todas essas imensas e estranhas civilizações servem e, depois que cumprem seu objetivo, simplesmente declinam e desaparecem.
O ocaso dessas construções imponentes é sempre assustador e triste e coincide com a perda de contato com as influencias que originalmente as projetaram e construíram.

Como parece ser o caso, que nos encontramos num final de ciclo dessa atual civilização, um êxodo organizado é necessário para escapar da destruição e de ser esmagado na orgia de insanidade e barbarismo que se anuncia.

A Civilização Ocidental e seus Frutos

A Civilização atual leva o nome pomposo de cristã ocidental ou judaica cristã. Na verdade, nada tem a ver com essas tradições filosóficas ou com suas doutrinas originais. “Pelos frutos conhecereis a árvore”. Ora, os frutos dessa civilização não parecem bons.


Nada sobrou da doutrina e objetivos originais. Depois de três séculos, o Império Romano aniquilou o movimento essênio nazareno e matou todos os seus líderes e ainda, assaltou a Congregação e perverteu suas doutrinas. O que temos hoje é uma caricatura disforme, uma casca morta do que foi o Ensinamento e o Caminho. Nada dentro das religiões oficiais foi preservado das Congregações primitivas, que eram essencialmente essênias nazarenas. Mas, o que se revela brutalmente é o resultado social, político, cultural e econômico.

Neles, fica explicito o completo afastamento da fonte original. Não há nenhuma relação desses elementos da civilização com a Natureza Humana, com a Lei. Tudo o que se vê e se experimenta são resultados desastrosos e catastróficos de valores artificiais e falsos.


Criaram necessidades e dificuldades para vender, ao peso da alma humana, soluções na forma de governo, estado, um milhão de quinquilharias tecnológicas, “ciência”, crenças, leis e regras, profissões, carreiras, prestigio, moeda, remédios, e muito mais, uma montanha de inutilidades todas com caráter danoso a vida e ao pensamento.


A Criação está pronta para servir de suporte a vida e a evolução interior do homem. As criações humanas, entretanto, são todas, sem exceção, contrárias a lei natural e cósmica, ou seja, blasfêmias e tolices que desviam e impedem que a humanidade evolua interiormente.


O objeto e alvo da vida, que é o Homem como Ser capaz de compreender, foi substituído pela produção de coisas mortas, de complexidades que esmagam ao humano com seu peso excessivo.
Agora, a quase totalidade da vida está voltada ao serviço de maus regentes, de usurpadores, de máquinas e também ao gozo de coisas viciosas.
A degradação humana é um fato gritante e terrível. Essa civilização produziu as sombras fantasmagóricas e hipnóticos, tal qual a caverna de Platão, que impedem o despertar. As conquistas humanas são todas perdas. Tudo o que se imagina ser progresso é um impedimento. Não evoluímos, mas regredimos ao estágio tolo da dependência, do sonho das crianças pequenas e sem o potencial dessas. Só a renúncia completa a toda essa parafernália inútil e prejudicial, compreendendo seu caráter tóxico, é possível se erguer e começar a viver a vida realmente.

Os ciclos repetidos de ascensão e queda das sociedades, nações e civilizações são um exemplo concreto de que a origem é uma falsificação e suas doutrinas sociais, políticas e religiosas são viagens pelo mundo dos sonhos e desejos, sem nenhuma base real.

DIREITOS


Sobre os supostos “direitos”, os Estados e Governos construíram a escravidão mais abjeta de todos os tempos.
Tomaram para si, para distribuir, conferir, doar, direitos naturais como se fossem proprietários dos mesmos.
Criaram e continuam estabelecendo regras para conceder, “benevolamente” através de barganha, ameaças, de punições e de privilégios o que já é naturalmente de todos.
Anularam através de regras, editais e leis aquilo que está na base da constituição humana: a igualdade, a liberdade e a propriedade.
Com isso, pretendem, através da usurpação dos verdadeiros direitos determinar a justiça! Ora, a justiça é a base da sociedade e sem ela não há paz, não há cooperação e amizade.
Ao agir, pensar e sentir para não fazer aos outros o que não se deseja para si mesmo e apoiados nos atributos de igualdade, liberdade e propriedade é possível o aperfeiçoamento pessoal e a convivência.
Mas, as pessoas foram maliciosamente convencidas de que tem “direitos”, alguns dos quais não possuem de fato e, que esses direitos injustos e mais os seus verdadeiros direitos naturais, seriam garantidos e distribuídos pelo Estado e governos.
No momento em que uma pessoa imagina que tem “direitos” e que esses serão garantidos por outros, ele é um escravo.
Os verdadeiros direitos são naturais e autogarantidos.
Não compreender isso e não ter clareza de que você é naturalmente livre, igual e proprietário de sua vida, corpo e do produto de seu trabalho, sendo os homens iguais e livres, nada devendo a nenhum outro, não tendo nenhum direito de ter ou requerer nada dos outros, vivendo em equidade, é essa igualdade e equilíbrio que se constitui verdadeiramente na justiça e não há outro fundamento para a sociedade, que na falta desse, perecerá na guerra, no desassossego, na miséria, na doença e na escravidão.
Para exemplificar a malícia e o crime, inserida no que chamam hipocritamente de “constituição” e que retira da pessoa humana seus direitos naturais e os coloca sob a regência do estado e governos para distribui-los de maneira a dominar e a escravizar, trazemos a crise artificial e política da pandemia que serviu a esses propósitos hediondos de dominação.
“Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.”
Isso é uma formulação viciosa, cheia de armadilhas e mentiras.
A saúde não é e jamais poderia ser um “direito” porque é regida por leis naturais eternas e imutáveis as quais ninguém tem acesso senão o próprio indivíduo. O Estado não pode ter o dever, o poder, os meios para conferir uma coisa completamente fora de seu alcance. Isso não é apenas demagogia, é uma formulação criminosa que retira da pessoa o direito de reger a própria vida, de conhecer sua natureza e determinar livremente seu destino.
O que está criminosamente editado nessa “constituição” charlatã e cerceadora é a raiz de toda a desgraça que estamos vivendo e do que ainda poderá vir e piorar.
A base da Lei natural para o Homem é a AUTOPRESERVAÇÃO! Ou seja, o homem preserva a si mesmo através de ações e conhecimento auto aplicados. Ninguém pode fazer isso por ele e, se ele permite, se torna um servo e devedor desse.
A ignorância e as paixões não disciplinadas são os vícios fundamentais e o Estado e governos promovem esses dois vícios impedindo o acesso ao conhecimento, desinformando e estabelecendo regras espúrias que liberam o homem de suas responsabilidades e autocontrole.
A ditadura, o estatismo está aqui estabelecido na constituição.
Se há direitos e esses devem emanar da lei cósmica e natural esses são propriedade humana e não podem ser barganhados e definidos pelo Estado ou governantes.

Pandemia – O Problema das Doenças


O mundo foi envolvido e lançado numa crise sem precedentes. Determinaram que havia um agente patogênico invisível de ~ 90 nanômetros, ou seja, só visível em microscópios eletrônicos e, portanto, tingidos e queimados para o exame. Esses “vírus” seriam capazes de contaminar e adoecer todas as pessoas do planeta e matar centenas de milhões! Essa era, pelo menos a “expectativa e previsão” dos cientistas.
Morrem 1000 X mais pessoas de outras doenças no mundo do que estão morrendo, supostamente, de complicações desse vírus. Comparativamente, morrem mais pessoas, todos os anos, de gripes sazonais do que do Coronavírus.


A humanidade convive com problemas de saúde desde sempre. Entre esses, alguns seriam atribuídos aos microrganismos e entre esses, têm um caráter cíclico e ainda, poderiam, supostamente, ser de extensão planetária – as tais pandemias. Ora, a maioria dessas ideias são suposições, são questionáveis, e extremamente contraditórias.


É evidente que os testes para determinar a presença do COVID19 são imprecisos e questionáveis porque se baseiam numa reação bioquímica que, como todos os outros testes PCR, abrangem muitas outras causas exclusivas e/ou combinadas de vírus, bactérias, fungos, inflamações e muitos outros processos metabólicos conhecidos e desconhecidos. Esclarecendo: o vírus pode ou não estar presente quando o teste tem resultado positivo. Além disso, o que é detectado NÃO É O VÍRUS em si , mas uma provável reação a ele – o teste não mostra o vírus! Não há aqui nenhum FATO CIENTÍFICO, mas a aplicação tecnológica de uma hipótese extremamente contestável apresentada como certeza! Portanto, de todos os testes feitos que tiveram resultados positivos talvez nenhum identifique a presença desse vírus particular. A coisa toda fica na base de SUPOSIÇÕES.


O vírus jamais foi comprovado ser a causa dos sintomas, a presença não pode ser determinada através dos testes e, essas partículas podem ser o resultado de uma disfunção que resulta nesse e outros vírus. Ou seja, os vírus podem ser o resultado e não a causa e, nem mesmo há qualquer prova científica de que qualquer vírus seja o produtor de doenças.


A causa da má saúde é o viver contra as leis da vida: isso está comprovado cientificamente – é um fato incontestável. Ainda, é um fato científico que viver conforme as leis naturais mantém e recupera a saúde.
Não há nada que, possa curar, prevenir ou acelerar um processo interno fisiológico de recuperação e defesa – isso é uma prerrogativa exclusiva do organismo vivo. Todos os remédios e vacinas são paliativos, enganos, charlatanismo “científico”. Como não eliminam as causas conclui-se que apenas eliminam os sintomas por algum tempo e, sempre, têm como resultado mais destruição orgânica.


A armadilha e o engano de usar testes que podem ter resultados positivos diante de milhares de distúrbios, com ou na ausência de partículas do COVID19 é que tudo pode ser atribuído ao vírus, sejam sintomas, invalidez ou morte. Não há como afirmar ou negar isso com os métodos existentes!
O que ocorre hoje é que se optou, por motivos políticos (por um projeto de poder e dominação), em atribuir a causação de todos os males a esse vírus!
Se 100.000.000 de pessoas forem testadas e 50.000.000 tiverem testes positivos seria falso afirmar que, antes da existência do mesmo teste, esse mesmo vírus não estava já presente desde o começo da vida! Ou seja, é impossível afirmar que esse vírus é “novo”. Isso é ridículo, anticientífico, pura especulação e má fé. É mais ou menos como dizer que uma pessoa de 50 anos não existia porque eu não a vi anteriormente!


Incontestavelmente, a maioria das pessoas testadas positivamente não adoecem. Portanto, a suposta presença do vírus não significa doença e, o vírus não tem ele mesmo, certamente, o poder de adoecer! A narrativa de que essas pessoas seriam “imunes” é patética, tola, supersticiosa. E por que seriam imunes a um “vírus novo”? Nem mesmo pode se atribuir essa “imunidade” a um método artificial através de vacina!
As leis naturais são incontornáveis tanto quando 2+2=4. Não há exceções. Se qualquer pessoa ingere veneno se arrisca a morrer e/ou a sofrer sérios danos a sua saúde. Há diferenças de resistência e poder entre as pessoas, mas a lei é a mesma para todos. Está claro que se o vírus é novo e um patógeno mortal não há exceções? Se a maioria são exceções a teoria é FALSA!
Sim, o mundo está sob maus regentes e seus doutores e cientistas são charlatões, criminosos!

Percepcão Humana


Compreender porque nossos sentidos apresentam o mundo como faz nossa visão, nossa audição, nosso olfato, paladar, nosso tato, nosso sentido de equilíbrio sensação de peso e localização espacial e como são ativadas e desenvolvidas as funções psíquicas derivadas delas e ainda, todas as funções de manutenção da vida que trabalham independentemente de nós, é muito mais do que uma curiosidade analítica e formal, é compreender o porquê fomos feitos dessa maneira – qual o motivo fomos projetados assim e não de outra maneira.


Há outras funções, sob o comando das funções psíquicas derivadas dos sentidos que nos capacitam ao trabalho, movimento, postura, e reprodução. Ainda, temos funções semi-instintivas como o sono, comer, beber, repouso e atividade. Tudo isso e muito mais faz parte, de maneira coordenada e harmônica, para a autopreservação. Nada disso é casual ou acidental. Qualquer disfunção ou defeito pode ser fatal, assim como um desenvolvimento e ideias defeituosas e contrarias a vida diminuem as chances de sobrevivência, de uma vida plena e resultam em prejuízos gerais a todos e a tudo.
O homem tem como base seus instintos e seus sentidos estão à frente não somente das funções vitais, mas como do desenvolvimento de capacidades superiores.
O ponto a ser observado aqui é: porque fomos dotados assim, porque nossos olhos, ouvidos, pele, olfato, equilíbrio e coordenação tem a amplitude e a limitação que têm.
Não é por acaso que a espécie humana tem essa capacidade de percepção e não outra – menor ou maior!
Nossos ouvidos, olhos, nariz e pele só percebem o mundo por uma fresta muito estreita. Ou seja, o mundo não é o que percebemos dele, mas uma coisa muito diferente, muito maior e mais complexa. Por outro lado, se percebêssemos o mundo de outra maneira simplesmente não seríamos humanos!
Fomos dotados da maneira que fomos para nos fazer humanos, para que pudéssemos viver e nos desenvolver como homens!

Ao alterar a nossa percepção e o mundo pela tecnologia, alteramos e arriscamos perverter nossos instintos e percepção do mundo e assim, produzir um desvio nas nossas funções e desenvolvimento do pensar, sentir e toda a nossa psicologia – não mais crescemos e agimos como humanos, mas como uma coisa artificial, híbrida.
Isso tem sérias consequências e se apresenta agora na sociedade e na vida pessoal. As relações do homem com o mundo tal como ele percebe não são casuais e sem motivo e, qualquer alteração e impedimento dessa percepção e das relações derivadas delas, diminuem ou impedem a formação humana e selam o destino da humanidade ameaçando gravemente a preservação.
Não compreender que a extensão e o uso natural dos sentidos e instintos é uma necessidade para o crescimento e a autopreservação é uma condenação à degradação e alteração da natureza humana.
Ao criar um mundo artificial onde o desenvolvimento e o uso dos sentidos está alterado ou impedido, resulta numa mudança importante e imprevisível do homem. Certamente, sem nenhuma dúvida, com uma importante limitação do pensar, do sentir e das condições e capacidades relativas a preservação.

O que se observa diretamente é que o comportamento humano sofreu uma mutação violenta que segue de perto as alterações da natureza pela tecnologia.
Não pode haver dúvida que uma das consequências dessa interferência no mundo, com a resultante atrofia e perversão dos sentidos, é o impedimento da evolução possível ao homem de suas potencialidades psíquicas.
Ainda, para enfatizar a questão do motivo de porque nossos sentidos são como são e não maiores ou menores, está no que é o homem. Se visto pela ótica do materialismo científico: como um acidente, um produto casual de uma evolução mecânica inconsciente e automática, exatamente como imaginado ter sido o surgimento da vida do inerte (minerais) e a formação do universo, então tudo está permitido, porque não tem sentido e pode ser usado e alterado livremente – desde que, por essa perspectiva, o homem é imperfeito porque está perpetuamente sofrendo um processo evolutivo, ou talvez, por que não, um processo degenerativo?
Se, por outro lado, somos a criação por uma Mente Superior e temos uma função preservadora e uma possibilidade evolutiva pessoal além do natural e vital então, alterar e impedir o desdobramento e uso funcional dos sentidos seria a destruição do humano.
A beleza, a harmonia, o prazer, tal como nossos sentidos nos apresentam o mundo não são casuais e obviamente, não condiz com a visão do materialismo científico, quase hegemônico na sociedade. A Lei natural e sua relação harmônica e benévola com o homem, de cooperação e desenvolvimento, se opõe a visão mecanicista e competitiva.
O que deriva daí é que o esforço e a inteligência devem ser utilizados para o homem, para a preservação de sua natureza e para sua evolução interior e não para uma transformação do mundo via tecnologia com o suposto objetivo de facilitar, mudar e salvar o Homem de uma suposta natureza agressiva e perigosa e de si mesmo, também incapacitado e vítima.

Seria por acaso, acidental, que nossos olhos são capazes de receber uma curta faixa de radiação luminosa? Assim também, os nossos ouvidos que só captam certas frequências sonoras? Ao alterar isso através de equipamentos alteramos todo o projeto e propósito – mais ou menos como dar uma arma nas mãos de uma criança ou a direção de um carro. Isso não pode deixar de ser questionado. O que a tecnologia tem a ver com o homem e como o afeta?!

Despertar é necessário

Acordar para não viver um Pesadelo Eterno


A maioria da humanidade está convencida de que precisa da tecnologia, do Estado, da tutela para sobreviver.


Primeiro semearam a ideia de uma vida futura paradisíaca, onde a tecnologia e a ciência fariam a vida ser longa, prazerosa, fácil. Agora, depois de uma breve mas eficiente preparação, a tecnologia nos salvaria da aniquilação pelas pandemias a vírus. O paraíso tecnológico deu lugar ao inferno.

Em qualquer situação a humanidade deve ficar de joelhos para o Moloch do materialismo científico.


Está claro que nenhuma das promessas se cumpriram. As doenças e dores continuam – nenhuma cura para elas jamais foi descoberta; a liberdade se fez em escravidão; a paz em guerra, ameaças e desassossego permanente; paga-se caro pelas facilidades e confortos; água poluída, ar fétido, cimento e asfalto, alimentos inadequados, dificuldade de acesso aos meios necessários à sobrevivência, insegurança.
Ora, esse é o resultado do emprego dessa “ciência”. Nenhum acesso aos meios de manutenção da vida e da saúde existem mais – até respirar está sob regras! A piora e a decadência são inegáveis.
Essa “ciência” é, finalmente, apenas tecnologia e de acesso restrito aos donos do poder e seus asseclas.


O contato com as fontes da vida e a verdadeira ciência, que é o conhecimento e o emprego direto da sabedoria nas leis que governam o universo por cada ser humano, estão cada vez menos acessíveis. No lugar delas, tudo deve ser adquirido e obtido pela obediência aos donos do mundo.


A ameaça não vem da natureza, como aqueles que querem dominar insistem em declarar, mas da mecanização, do artificial, da invasão de coisas mortas e antinaturais na vida humana.


O lixo que querem nos vender e que agora querem nos fazer engolir e injetar é a morte do corpo e do espírito.
A verdade é que não somente não precisamos de nada disso como todas essas coisas são mortais, levam à doença e a escravidão.


É preciso despertar agora!

Origem


A Lei, a Natureza Terrestre, o Sistema Econômico, o Sistema Político, a Cultura (Ideologia)


O mundo pós-moderno tem como característica principal ignorar e inverter a origem, construindo um mundo artificial, perecível, involutivo, incompreensível, injusto, local, insuficiente, malévolo irracional , enfim, completamente instável, complexo e bizarro.
Essa inversão se observa em muitas áreas, tendo a ciência como suporte e crença.


Uma das teses mais emblemáticas da ciência que invadiu o pensamento humano estabelecendo a inversão e a insanidade no homem é a da evolução casual, inconsciente e automática do inferior ao superior.
O homem moderno e pós-moderno é o produto dessa superstição. Ao implantar um pensamento do fim para o início, do externo para o interno, do particular para o todo, do inferior para o superior, se constrói um homem invertido, meio louco, incapaz de evoluir, uma casca, só capaz de análise, vazio de significado, uma máquina inconsciente, um robô.


As obras e realizações humanas são o reflexo dessa limitação: esse homem não é somente pobre de espírito, mas louco e perigoso e seus objetivos acompanham essa mediocridade, assim como sua cultura e sua política.
O homem é sua compreensão e não o seu corpo, suas posses ou seu poder mundano, seus títulos. A resposta a pergunta: o que você é? Sempre se resume a: sou pedreiro, engenheiro, médico, filósofo, professor, empresário, artista, rico, governante, juiz, advogado, etc. Ele é, certamente, essa casca sem vida e sem significado, senão o que lhe disseram ser, o título ou função social e acredita, ele próprio, nisso. De humano, ele não tem nada, apenas o nível mais primário, que é a vida orgânica e a forma humana, assim como um animal também está vivo e pertence a sua espécie própria. Aqui a diferença é que o animal se esforça, instintivamente, a se manter vivo e a viver sem causar mal ao todo enquanto esse assim chamado “homem” faz mal a si mesmo e é uma real ameaça a natureza e a seus semelhantes.


Na origem, no que o homem fez ser sua fonte primária: a cultura/ideologia ocupando o lugar da Lei, ou seu reflexo divino, o próprio Homem – com todas suas necessidades superiores, sua biologia e psicologia e sua meta e significado. Assim, restou um amontoado de nulidades, de grosserias, perversões, blasfêmias, de uma cultura/ideologia externa e interna doente e que retroalimenta a si mesma num processo de decadência inexorável até que, ciclicamente explode em violência e destruição.


O fato é que o contato e a ligação com a origem está rompida e esse homem nada sabe a respeito e antes, foge de tudo o que possa lhe lembrar de quem é, verdadeiramente, de sua origem e para onde deveria ascender. Ele destrói tudo nele e no seu entorno e se precipita em construir suportes, apoios e formas para não perecer de sua própria estupidez e males. A complexidade cultural ideológica de sua civilização, a parafernália tecnológica, política, econômica e de crenças são artificiais, são falsificações grosseiras e perniciosas que, a custo o mantém com vida e o impedem, realmente, de viver e se constituir. A essa “complexidade”, multiculturalismo, oposições, luta, máquinas, chama de progresso, quando são somente ciclos com altos e baixos que se repetem e não vão a parte alguma.


A ilusão de que possa, pela luta entre os opostos, pelo poder político e cultural resolver e salvar a civilização ou transforma-la em algo melhor do que jamais foi, está apoiada numa crença de base – de que seria possível progredir e achar soluções com os elementos da própria civilização. O problema é que não há nada ali que tenha fundamento na realidade, na origem, na Lei. São pedaços desconexos e contraditórios de conhecimento, de crenças e desejos que se anulam.


Não se pode construir nada que permaneça e se eleve sem se apoiar na verdade, na Rocha, e ainda usando materiais impróprios à construção. Tudo se resume, no momento, a tentar sobreviver às ameaças provenientes de um viver contra a Lei, contra a Natureza e contra a essência humana.
Essa civilização constrói uma bela e elaborada Torre apoiada em quimeras e para chegar a lugar algum. Está construindo para o exterior quando o interior deveria ser o alvo. A verdadeira evolução só é possível a partir da Lei, da origem como guia e meta e, obviamente, se o reflexo da Lei, a Natureza e o Homem, estão alterados e pervertidos, nada pode verdadeiramente evoluir.
Uma inversão interior, um recomeço sobre bases reais e originais é a única possibilidade de salvação e evolução.
Se dar conta da própria condição é doloroso e frustrante, mas também, libertador.


A Natureza está pronta e funcional, assim como o organismo humano em sua relação simbiótica com a natureza e, somente sobre essa relação e condição é possível começar a construir, que não é nada acessível pelos sentidos, mas um caminho interior só perceptível pelos sentidos internos, psíquicos e espirituais.
Uma metanóia, uma mudança da mente, através de um conhecimento cuja origem está fora e acima da civilização pode ajudar, verdadeiramente. O início é pessoal, íntimo e depois será possível enxergar as contradições exteriores. Nada pode ser mudado/melhorado/curado se não ocorrer uma autocura por um movimento pessoal, pela vontade. Tentar mudar o exterior como forma de mudar a vida e a si mesmo é inútil.

Sociedade


Até sobre isso há confusão e dúvidas. Tudo é discutido, questionado e pervertido, de maneira que não há mais parâmetros para o pensamento.


O que é, então a sociedade?
É toda reunião de pessoas vivendo próximas, sob as cláusulas de um contrato claro e expresso, que tem por finalidade sua preservação comum.


É importante trazer um assunto que deveria ser de conhecimento comum e universal, mas que, na prática e na realidade se apresenta confuso e equívoco.
Somente a primeira parte da definição de sociedade continua, não há um contrato claro, racional, direto e compreensível a todos os cidadãos e essas pessoas vivem competindo no lugar de cooperar e, em muitos casos, se esforçam para destruir e prejudicar outros cidadãos.


O que vivemos hoje, sob o nome de sociedade, país ou nação é o oposto do que se define inequivocamente como tal.
Essa civilização promove a competição desde suas próprias bases, é completamente hipócrita. Todos estão sempre em guerra e litígio com todos em todos os segmentos.


O fato é que em nada vivemos em uma verdadeira sociedade, mas em uma pseudo sociedade, entre adversários e inimigos não declarados e declarados.
A guerra e a matança só não eclode porque há punição para os agressores.
Todos os mecanismos de controle, leis, instituições, que se tornam complexos, caros e faraônicos são uma forma tosca de compensação de algo que ameaça ruir e se autodestruir e, que de fato, nunca nem mesmo existiu com sociedade. A coisa toda é uma farsa monumental e precisa ser questionada antes que o pior ocorra, como já aconteceu e acontece por todo o mundo. Gastamos 90% de todo o nosso esforço para manter uma obra sem nenhum fundamento.

A Submissão ao Mal


O que precisa ser entendido e recordado é que as leis e regras estatais e governamentais não estão acima da Lei Natural e mais, a ela devem estar subordinadas. Isso não é entretanto, o que se observa. As leis mundanas simplesmente ignoram e escarnecem da Lei Natural e do próprio Homem – suas necessidades, origem, propósito e essência. A consequência é a destruição do ser humano e de toda a possibilidade evolutiva.


É evidente que os parlamentares, juízes e governantes são ignorantes e negligentes da lei natural e praticam a injustiça impondo regras e leis CONTRA A VIDA! Ou seja, são criminosos oficiais – autorizados a agredir e a destruir o equilíbrio que define a justiça.
A ciência, reconhecidamente instável, passageira e sujeita a erros, não pode ser usada para impor regras as pessoas.
O que afirmam ser correto hoje, amanhã terá mudado e até se mostrará errado. Justificar que as medidas draconianas no passado levaram a doença, a injustiça e a morte, as quais foram tomadas como a verdade porque são “ciência” (e assim, passiveis de melhora e reforma) e logo se descobriu serem falsas, certamente se repetirá também amanhã sobre as atuais crenças científicas pensadas serem a verdade absoluta hoje.
A ciência não pode ter caráter negativo, mas somente positivo. Ou seja, é uma ajuda, um avanço que, se adotada, poderia, supostamente, melhorar a vida das pessoas. O que é absolutamente inaceitável e injusto é que essas crenças se traduzam em regras rígidas de conduta com punições (como leis), mesmo porque logo serão substituídas por novas.


Em qualquer hipótese, a igualdade, a liberdade e a propriedade, que são os atributos da justiça e, fazendo parte da constituição e natureza humana, cuja definição é: “não faça aos outros o que não deseja que seja feito a você”, não podem, ser anulados e afrontados por regras passageiras, locais, sem comprovação imediata pelos sentidos, editada por tolos, derivada de outras regras, irracionais, injustas, injuriosas, danosas e insuficientes. Essas características negativas e imperfeitas da assim chamada “ciência” anulam, à priori, qualquer medida impositiva.


As pessoas desconhecem ou esqueceram que acima de qualquer lei humana está a lei natural e cósmica.
Ao se submeter e pautar sua vida às autoridades constituídas e a regras questionáveis que não derivam da Lei Natural, as pessoas são repetidamente, injustiçadas, escravizadas, agredidas, adoecidas e mortas, vivendo um desassossego permanente.


Logo, e isso está se revelando a tendência inexorável, as regras e imposições se estenderão aos mínimos aspectos da vida pessoal. Até respirar estará sob essas regras estúpidas – e isso já não acontece agora?
O problema aqui é que o estado e governantes são ignorantes e mal intencionados. O que fazem, na prática, é se arrogarem ser deuses infalíveis e maus.
Se submeter a eles e suas regras significa a escravidão, a doença e a morte.
É patético assistir as pessoas falando em leis e regras vazias e falsas. Fazem uma ginástica de contorcionismo tentando achar a saída legal e aceitável para o que não tem nenhum assento sobre a verdade e a coisa toda só piora.
O fato é que toda a estrutura civilizacional está construída sobre areia e com materiais falsificados – é a própria torre de Babel – vai ruir e arrastar incontáveis com ela.
O fato de algo estar na “constituição”, ser adaptado, mudado, discutido, editado e ordenado por “autoridades” não a faz ser verdadeira, correta ou aceitável. Chegamos ao ponto que vida e morte são legisladas, julgadas e definidas por ignorantes, insanos e maus.


O Homem, que com sua natureza divina é a medida de todas as coisas, foi agora colocado de joelhos diante do altar do Moloch da pseudociência e do relativismo político e dos costumes – o resultado de tal insanidade está completamente evidente!